As ilhas são parte essencial do layout das cozinhas mais amplas, aumentando o espaço de bancada, armazenamento e o espaço para comer, além de oferecer um ponto focal para a área da cozinha. Servindo uma variedade de funções, elas podem ser projetadas de maneiras diferentes, com algumas banquetas ou cadeiras incorporadas, pias, gavetas ou até máquinas de lavar louça e microondas. Para determinar quais elementos incluir e como organizá-los, os arquitetos devem determinar o objetivo principal ou o foco para a ilha. Servirá principalmente como uma bancada para tomar café da manhã, um espaço para entreter convidados, uma extensão da cozinha ou como alguma outra coisa? E, com essa função em mente, como deve melhorar o fluxo de trabalho da cozinha em relação ao restante da área? Essas considerações, combinadas com os requisitos básicos de acessibilidade, exigem que o projeto da ilha seja cuidadosamente pensado. Abaixo, enumeramos alguns dos fatores essenciais do design da ilha de cozinha.
No mês passado, vimos os 20 projetos residenciais mais visitados apresentados no ArchDaily durante 2020. Abrangendo quatro continentes e 15 países, os estilos e desenhos variaram amplamente e cobriram uma gama de diferentes climas, contextos visuais e necessidades de clientes. No entanto, notamos uma semelhança entre alguns projetos selecionados localizados principalmente no Vietnã e na Indonésia: a prevalência de jardins suspensos e plantas trepadeiras. Abaixo, examinamos essa tendência com mais detalhes, discutindo como ela é usada nestes projetos específicos e de forma mais geral.
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A Price Tower é o único edifício de grande altura feito pelo famoso arquiteto americano Frank Lloyd Wright e um de seus únicos projetos orientados verticalmente. Localizado em Bartlesville Plains, Oklahoma e encomendado pela empresa local de petróleo e produtos químicos H.C. Price Company, a torre de uso misto é significativa não só pela sua singularidade dentro da obra do arquiteto, mas também pelos seus materiais e desenho estrutural. Algumas das inovações desenvolvidas por Wright, que surgiram pela primeira vez em meados do século 20, ainda são úteis e eficazes até hoje.
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Os painéis de policarbonato translúcido apresentam uma estética única e marcante, ao mesmo tempo que mantêm uma eficiência na funcionalidade. Eles podem adicionar profundidade e cor a uma fachada e se adaptar para atender a uma ampla gama de requisitos de desempenho, desde resistência à temperatura até resistência ao impacto, proteção UV e muito mais. A Rodeca, empresa líder na indústria de painéis de policarbonato, oferece produtos de alta qualidade com alta personalização em relação a cores, níveis de transparência, tratamentos, perfis, tamanhos, sistemas de junta e muito mais. Abaixo trazemos uma lista detalhada dessas muitas opções, acompanhada por diagramas e etapas de instalação. Também discutimos vários estudos de caso em que fachadas de policarbonato foram usadas com grande sucesso, aproveitando ao máximo as opções disponíveis junto com as qualidades estéticas intrínsecas dos painéis translúcidos para complementar e elevar seus projetos.
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Frequentemente, quando as pessoas pensam em edifícios, elas costumam imaginar estruturas retangulares - ou, pelo menos, estruturas com plantas ortogonais e ângulos rígidos. Certamente, não edifícios com plantas circulares. A raridade da planta circular vem em parte do fato de que escolhas mal feitas de projeto podem levar a desperdício de espaço e arranjos internos inadequados, especialmente se os móveis e eletrodomésticos forem retangulares. No entanto, planos circulares bem projetados podem ter um efeito dramático, gerando configurações espaciais extraordinárias que atendem a uma variedade de necessidades estéticas e funcionais, enquanto desafiam o processo de especificação de materiais. Abaixo, listamos 18 edifícios com plantas circulares, considerando suas diversas estratégias de projeto.
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Casa Unifamiliar / Indievisual AG. Imagem cortesia de Prodema
Diversos profissionais e teóricos da arquitetura moderna priorizavam amplas plantas livres, grandes panos de vidro e, por meio de ambos os recursos, uma conexão desimpedida com a natureza. Para tanto, muitos edifícios modernistas icônicos utilizavam coberturas em balanço que se estendiam além das peles de vidro, incluindo a Casa Farnsworth, de Mies van der Rohe, e a Case Study House #22, de Pierre Koenig. No entanto, nos anos que se seguiram à popularização dessa tendência, surgiu um desafio aparentemente de nicho, mas bastante complexo: a continuidade dos forros de madeira.
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Apropriar-se da luz natural fornecida pelo sol, usufruindo de todos os benefícios que ele oferece, é uma das principais estratégias que todo arquiteto ou arquiteta deve levar em consideração quando projeta um determinado espaço ou edifício. O trabalho começa antes mesmo de sentar-se à prancheta, analisando o trajeto do sol e as orientações possíveis que cada terreno nos sugere. O tamanho e a quantidade de aberturas é também algo muito importante a se considerar neste primeiro momento. Isso porque ambientes naturalmente iluminados são mais agradáveis de se viver e trabalhar, impactando decisivamente no humor e o no conforto dos moradores e usuários de um determinado edifício. Somado a isso, gerenciar a forma como a luz do sol penetra em um espaço é também uma maneira muito eficaz de controle passivo da temperatura assim como ajuda a reduzir a demanda por sistemas artificiais de iluminação e condicionamento de ar—resultando em uma maior economia global de energia. Por exemplo, através de sistemas de proteção solar os usuários podem melhor controlar as condições de iluminação de um determinado ambiente, minimizando ainda o ganho de calor e maximizando, assim, as condições de conforto no interior do edifício.
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Embora os hologramas tenham sido uma possibilidade por décadas - o primeiro holograma foi desenvolvido no início dos anos 1960 após o desenvolvimento da tecnologia a laser - muitos ainda podem associá-los mais à ficção científica, o termo evocando imagens de dispositivos de super-heróis de alta tecnologia e naves espaciais no futuro distante. No entanto, à medida que nos aproximamos da realidade de um futuro hiper-tecnológico e uma variedade de indústrias - incluindo arquitetura e construção - começam a abraçar novas formas de tecnologia cada vez mais avançada, a holografia também tem a chance de remodelar completamente a maneira como conceitualizamos e arquitetura de experiência. Embora seja impossível prever exatamente como a tecnologia holográfica será usada no futuro, a seguir listamos vários exemplos de projetos existentes que usam hologramas e outros tipos de holografia para criar ambientes atmosféricos, cenas fantásticas e visualizações práticas. Esses exemplos vão além do uso de hologramas para visualizar estruturas e locais durante a fase de projeto; eles utilizam holografia para moldar o próprio espaço arquitetônico completo, alterando completamente a experiência sensorial e espacial de seu ambiente.
https://www.archdaily.com.br/pt/963058/hologramas-como-eles-podem-impactar-o-espaco-arquitetonicoLilly Cao
A mudança climática continua sendo a principal preocupação na política, economia e pesquisa científica globais, particularmente no que diz respeito às indústrias de arquitetura e construção. Essa maior culpabilidade para o campo da arquitetura deriva do fato de que a indústria da construção contribui com 40% das emissões globais, e a demanda no setor de construção está projetada para aumentar apenas 70% até 2050. As energias renováveis fazem parte de um paradigma de sustentabilidade do século 21 que responde às mudanças climáticas e à degradação ambiental, fortalecendo o impulso para a transformação global. Estratégias de produção de energia renovável são necessárias para mitigar futuros problemas de segurança energética à medida que as fontes tradicionais de combustível se tornam cada vez mais escassas e são uma parte indispensável do projeto para a sustentabilidade na arquitetura.
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Painéis de parede perfurados oferecem diversos benefícios: proporcionam ventilação passiva, sombreamento e uma estética singular a qualquer fachada. No caso de empresas como a Dri-Design, especializada em painéis metálicos customizáveis e sustentáveis, os elementos perfurados podem ser fabricados de acordo com uma ampla gama de especificações, incluindo diferentes cores, materiais, dimensões, texturas, formatos e padrões de perfuração. A série de imagens perfuradas da marca permite, inclusive, que arquitetos/as reproduzam imagens em suas fachadas ao variar o tamanho, a localização e a densidade dos furos.
A seguir, analisamos três estudos de caso de edifícios que utilizam diferentes painéis perfurados, considerando as especificações técnicas de cada um e o impacto estético geral nas obras.
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As Case Study Houses (1945-1966), iniciativa patrocinada pela Arts & Architecture Magazine e imortalizada pelas icônicas fotografias em preto e branco de Julius Shulman, pode conter alguns dos exemplos mais famosos da arquitetura americana moderna na história. Projetadas para enfrentar a crise habitacional do pós-guerra com construção rápida e materiais baratos, ao mesmo tempo em que adotavam os princípios do design modernista e tecnologias contemporâneas avançadas, as Case Study Houses foram moldadas por seu foco central em materiais e projeto estrutural. Enquanto cada uma das casas foi projetada por diferentes arquitetos para uma variedade de clientes, esses objetivos compartilhados unificaram os muitos projetos em torno de várias estratégias estéticas e estruturais básicas: plantas abertas, volumes simples, janelas panorâmicas, estruturas de aço e muito mais. Embora alguns dos materiais e estratégias das Case Study Houses tenham ficado desatualizados nas décadas seguintes, esses produtos e recursos exclusivos viriam a definir uma era histórica da arquitetura nos Estados Unidos.
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Ainda que a cozinha seja parte onipresente de quase todas as casas - e, em muitos casos, considerada um símbolo da vida doméstica - ela também pode ocupar um espaço precioso, produzir desordem visual e diminuir a estética minimalista de um ambiente residencial moderno e elegante. Para alguns proprietários, a solução é simplesmente manter a cozinha sempre limpa e organizada. Mas, para alguns arquitetos contemporâneos inovadores e seus clientes, a solução é projetar uma cozinha compacta e oculta que possa ser fechada de forma rápida e fácil, para permanecer fora de vista. Abaixo, discutimos vários exemplos de cozinhas escondidas, bem como algumas técnicas e estratégias de projetá-las.
Em uma pesquisa de 2016 com 400 funcionários nos Estados Unidos, a Saint-Gobain descobriu que os ocupantes de prédios de escritórios geralmente reclamavam de má iluminação, temperatura, ruído e qualidade do ar, levando a empresa a deduzir a necessidade de melhorar a iluminação e o conforto térmico dos edifícios, ao mesmo tempo mantendo baixo consumo de energia e liberdade de projeto para arquitetos e clientes. Sua solução foi o SageGlass, um vidro inovador criado pela primeira vez em 1989 e desenvolvido ao longo das últimas três décadas. O vidro, que possui um envidraçamento dinâmico que protege do calor solar e do ofuscamento, otimiza simultaneamente a entrada de luz natural. Uma solução sustentável e estética, a adaptabilidade do SageGlass às condições externas elimina a necessidade de persianas ou venezianas.
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Em novembro passado, a UNESCO, o Ministério da Cultura do Iraque e a Fundação Sunita do Iraque anunciaram em conjunto um concurso internacional de projeto para a reconstrução e reabilitação do histórico Complexo Al Nouri em Mosul. Uma das cidades mais antigas do mundo, Mosul ("o ponto de ligação" em árabe), está começando um processo de recuperação após anos de conflito, guiada por uma iniciativa apropriadamente intitulada "Reviva o Espírito de Mosul". A reabilitação do Complexo Al Nouri, que data originalmente do século XII e desde então tem constituído uma faceta central da vida da cidade, é uma parte central desta iniciativa e tem como objetivo sinalizar a resiliência, esperança, coesão social e reconciliação da cidade no rescaldo dos conflitos. Seis meses após o anúncio inicial do concurso, os vencedores foram finalmente escolhidos.
https://www.archdaily.com.br/pt/960163/conheca-os-vencedores-do-concurso-para-reconstrucao-e-reabilitacao-do-complexo-al-nouri-de-mosulLilly Cao
Em 1968, a pequena cidade de Gibellina, na Sicília, foi arrasada pelo violento terremoto de Belice, um sismo de magnitude 5,5 que tirou a vida de centenas de pessoas e deixou mais de cem mil desabrigados. Diante da impossibilidade de reconstruir a cidade em seu local original, os planejadores urbanos projetaram Gibellina Nuova a cerca de 11 quilômetros (7 milhas) de distância. Com o início do projeto e da construção da nova cidade, e na esteira da tragédia, o prefeito de Gibellina convidou vários artistas a apresentarem propostas de intervenção artística para o novo assentamento. Um desses artistas foi o prolífico pintor e escultor polimatérico italiano Alberto Burri (1915–1995).
https://www.archdaily.com.br/pt/1130595/cretto-di-burri-a-psicogeografia-de-gibellinaLilly Cao
Em 1968, a pequena cidade de Gibellina, na Sicília, foi arrasada pelo colossal terremoto Belice, de magnitude 5,5 que matou centenas e deixou 100.000 desabrigados. Os planejadores não conseguiram reconstruir Gibellina em seu terreno original. A nova cidade - Gibellina Nuova - foi construída a 11 quilômetros (7 milhas) de distância. Antecipando-se ao projeto e à construção de Gibellina Nuova, e na esteira da tragédia do terremoto de Belice, o prefeito convocou vários artistas para apresentarem propostas de projetos para decorar a nova cidade. Um destes artistas foi o prolífico pintor e escultor italiano “polimaterialista” Alberto Burri (1915-1995).
https://www.archdaily.com.br/pt/958190/a-psicogeografia-da-monumental-land-art-cretto-di-burriLilly Cao
No apogeu do modernismo, arquitetos como Le Corbusier e Mies van der Rohe exaltaram o valor estético das superfícies brancas, que eles viam como uma conotação de pureza e simplicidade. A Casa Farnsworth de Mies van der Rohe, por exemplo, combinou a brancura despojada de seu esqueleto estrutural com amplas esquadrias do chão ao teto, usando a luz natural envolvente para elevar ainda mais as aspirações já celestiais do espaço. Hoje, alguns arquitetos e designers contemporâneos desenvolveram a estética sublime da arquitetura moderna de alta tecnologia usando divisórias com tecidos translúcidos, complementando a pureza das paredes brancas com o jogo etéreo de luz e sombra dos tecidos. Abaixo, discutimos diferentes estratégias projetuais para trabalhar com tecidos brancos dessa forma e incluímos dois exemplos de projetos que usaram tecidos translúcidos de maneiras suaves, mas inovadoras.
https://www.archdaily.com.br/pt/957079/atmosferas-brancas-criando-espacos-calmos-com-divisorias-de-tecidoLilly Cao
Um dos aspectos mais desafiadores dessa mudança será atender às crescentes demandas de resfriamento de uma maneira ecologicamente correta. O resfriamento é inatamente mais difícil do que o aquecimento: qualquer forma de energia pode se transformar em calor, e nossos corpos e máquinas geram calor naturalmente, mesmo na ausência de sistemas de aquecimento ativos. O resfriamento não se beneficia igualmente da geração espontânea, tornando-o frequentemente mais difícil, mais caro ou menos eficiente de implementar. O aquecimento global e seus efeitos de aquecimento muito tangíveis apenas exacerbam essa realidade, intensificando uma demanda já acelerada por sistemas de refrigeração artificial. Do jeito que estão, muitos desses sistemas requerem grandes quantidades de eletricidade e dependem fortemente de combustíveis fósseis para funcionar. O setor de construção deve encontrar maneiras de atender à crescente demanda por refrigeração que, simultaneamente, elimina esses efeitos insustentáveis.
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