Lilly Cao

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Como projetar interiores de museus: Vitrines para proteger e destacar a arte

Museus são organizações complexas: curadores, arquitetos de exposições, restauradores, editores e profissionais de marketing precisam trabalhar juntos para garantir que as obras de arte em galerias e exposições sejam exibidas adequadamente ao público. Para esse processo, é fundamental o uso de vitrines eficazes, as quais devem proteger a arte e destacá-la esteticamente. Abaixo, delineamos algumas dessas considerações visuais e práticas com exemplos fotográficos da Goppion, dando algumas indicações de como alguém deve escolher quais casos de exibição usar.

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O que esperar dos interiores do futuro

Em 2018, a ONU divulgou um artigo afirmando que 55% da população mundial já vivia em áreas urbanas, prevendo que em 2050 esse percentual chegará a 68%. Essa tendência à maior urbanização traz consigo várias implicações em relação à degradação ambiental e à desigualdade social. De acordo com a National Geographic, o crescimento urbano aumenta a poluição do ar, põe em perigo as populações de animais, promove a perda de cobertura urbana de árvores e aumenta a probabilidade de catástrofes ambientais, como inundações repentinas. Esses riscos à saúde e fenômenos catastróficos podem ter maior probabilidade de afetar as populações mais pobres, pois as cidades maiores geralmente demonstram taxas mais altas de desigualdade econômica e o crescimento descontrolado tende a produzir distribuições desiguais de espaço, serviços e oportunidades.

Para mitigar esses efeitos negativos da urbanização, arquitetos vêm priorizando cada vez mais a sustentabilidade e a maximização do espaço disponível - permitindo que mais pessoas ocupem menos espaço com uma área menor.

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Aço inoxidável, bronze, latão ou alumínio: como escolher o material da maçaneta?

Aço inoxidável, bronze, latão ou alumínio: como escolher o material da maçaneta? - Image 1 of 4Aço inoxidável, bronze, latão ou alumínio: como escolher o material da maçaneta? - Image 2 of 4Aço inoxidável, bronze, latão ou alumínio: como escolher o material da maçaneta? - Image 3 of 4Aço inoxidável, bronze, latão ou alumínio: como escolher o material da maçaneta? - Image 4 of 4Aço inoxidável, bronze, latão ou alumínio: como escolher o material da maçaneta? - Mais Imagens+ 27

As maçanetas das portas são uma parte onipresente da vida cotidiana, sendo utilizadas constantemente em quase todos os espaços, mas raramente consideradas pelo usuário comum. No entanto, o material escolhido para cada uma pode variar amplamente em termos de estética, durabilidade e sustentabilidade, com boas e más escolhas. Para objetos que são vistos e usados várias vezes ao dia sem falhas, é imperativo que os projetistas façam a escolha certa.

Para aprofundar este assunto, a empresa FSB nos auxilia para a definição das propriedades de quatro dos materiais mais comuns de maçanetas abaixo, permitindo que você tome uma decisão informada sobre qual material se alinha melhor às necessidades do seu projeto.

Quão eficiente é o Bambu para aplicações estruturais?

A Madeira engenheirada tem sido aclamada como uma solução para o notório problema de sustentabilidade na arquitetura - que os edifícios representam quase 40% do uso global de energia são agora um fato já conhecido. Mas a madeira não é o único material renovável do mundo, e arquitetos e engenheiros têm buscado outras possíveis substituições ao aço e concreto. Uma dessas possibilidades que surgiu recentemente é o bambu laminado ou engenheirado, um material altamente sustentável e estruturalmente impressionante. A seguir, investigamos como o bambu laminado é fabricado, quais são suas principais qualidades e como ele se compara à madeira.

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Como são construídas as paredes de taipa

A terra batida tem sido usada na construção há milhares de anos, com evidências de seu uso que datam do período neolítico. Comumente usada especialmente na China, a técnica era aplicada aos monumentos antigos e à arquitetura vernacular, com a Grande Muralha da China utilizando a técnica. Embora o interesse em taipa tenha diminuído no século 20, alguns continuam a defender seu uso hoje, citando sua sustentabilidade em comparação com os métodos de construção mais modernos. Notavelmente, as estruturas de terra batida usam materiais locais, o que significa que possuem pouca energia incorporada e produzem pouco desperdício. Abaixo, descrevemos como construir com este material.

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Como incorporar jardins e hortas em projetos residenciais

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Os jardins internos podem contribuir com importantes benefícios para a vida doméstica, variando da beleza estética à melhoria da saúde e da produtividade. Pesquisas mostraram que plantas nos interiores das edificações ajudam a eliminar os poluentes do ar, os chamados de compostos orgânicos voláteis (COV), liberados de colas, móveis, roupas e solventes, conhecidos por causar doenças. Eles também aumentam as percepções subjetivas de concentração e satisfação, bem como medidas objetivas de produtividade. Jardins internos podem até reduzir o uso de energia e os custos devido à menor necessidade de circulação de ar. Esses benefícios complementam as óbvias vantagens estéticas de um jardim bem projetado, tornando o jardim interno um recurso residencial atraente em várias frentes.

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Manutenção das edificações: Como lidar com os danos mais comuns aos materiais?

A manutenção da arquitetura e de seus materiais é uma parte inevitável de qualquer tipo de propriedade, de prédios e escritórios públicos a residências e apartamentos. É provável que ocorram danos quando entram em contato com o clima, mas também devido ao desgaste causado pelo uso diário, idade, má instalação ou outras circunstâncias imprevistas, e os reparos podem ser dispendiosos e desagradáveis.

No entanto, para manter uma boa aparência, evitar possíveis riscos à saúde e reduzir custos adicionais, recomenda-se que os proprietários reparem os danos à medida que se tornam visíveis ou tentem evitá-los antes que apareçam. Abaixo, compilamos uma lista de problemas e danos comuns, incluindo suas causas, medidas preventivas e métodos de reparo sugeridos.

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Gerar água a partir da umidade do ar para enfrentar a seca global

À medida que a crise climática continua se desenrolando, os profissionais de arquitetura, engenharia e design sustentável têm procurado incansavelmente novas maneiras de mitigar os efeitos negativos da produção industrial moderna. Um grupo desses inovadores, Zero Mass Water, contribuiu para esse esforço através da criação do 'primeiro e único hidro-painel do mundo' - um aparelho chamado SOURCE.

O futuro do antigo: Como as técnicas tradicionais de construção estão sendo atualizadas

Embora a tecnologia e a construção tenham progredido rapidamente nos últimos anos, permitindo que as estruturas sejam construídas mais altas e mais rápidas do que nunca, os remanescentes dos colossais monumentos antigos lembram-nos que as técnicas construtivas de centenas de anos atrás possuíam um mérito enorme. De fato, muitas das inovações da antiguidade servem como fundamentos para construções modernas, com a invenção romana do concreto servindo como um exemplo persuasivo. Outras técnicas essenciais de construção antiga, como o arco e a cúpula, agora são abordadas como florescimentos estilísticos, com projetos como o Met Opera House reinterpretando tipologias clássicas em um contexto moderno. No entanto, talvez as reinterpretações mais relevantes da construção antiga hoje sejam as que o fazem no interesse da sustentabilidade, renunciando aos métodos modernos de construção de alta energia em favor de técnicas mais antigas e naturais.

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Open More Doors, Episódio 7: Por dentro do escritório do BIG em Nova York

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A série Open More Doors é uma iniciativa realizada pelo ArchDaily em parceria com o MINI Clubman. Por meio de entrevistas em vídeo dinâmicas e ensaios fotográficos exclusivos, o projeto convida o público a explorar os bastidores dos escritórios de design mais inovadores do mundo.

Nesta entrevista, conversamos com Kai Uwe Bergmann, sócio do BIG (Bjarke Ingels Group). Apesar da escala monumental e do prestígio global da empresa — que conta com 500 colaboradores e escritórios em Copenhague, Nova York, Barcelona e Londres —, Bergmann destaca que a amizade e a conexão humana são as características definidoras do escritório. Esse posicionamento é duplamente evidenciado no layout aberto e horizontal de seus espaços de trabalho.

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Abra Mais Portas: Bjarke Ingels Group

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Open More Doors é uma seção do ArchDaily, em parceria com o MINI Clubman, que leva você aos bastidores dos escritórios mais inovadores do mundo por meio de entrevistas dinâmicas em vídeo e de uma galeria de fotos exclusiva que apresenta o espaço de trabalho de cada estúdio.

Neste episódio da série, conversamos com Kai-Uwe Bergmann, sócio do Bjarke Ingels Group (BIG). Apesar do tamanho e da fama do escritório — que conta com cerca de 500 colaboradores/as e mantém sedes em Copenhague, Nova York, Barcelona e Londres —, ele destacou o companheirismo e a conexão como as características mais marcantes da empresa. Esses traços são duplamente reforçados pelo layout aberto e não hierárquico de seus espaços.

Restrições aos arranha-céus de vidro em Nova Iorque. Que materiais alternativos poderiam tomar seu lugar?

Em abril passado, o prefeito Bill de Blasio, de Nova iorque, anunciou planos para introduzir um projeto de lei que proibiria a construção de novos edifícios totalmente envidraçados. Parte de um esforço maior para reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 30% da cidade, outras iniciativas incluíram o uso de energia limpa para abastecer as operações da cidade, a reciclagem obrigatória de resíduos orgânicos e a redução da compra de plásticos descartáveis e carne processada. O anúncio ocorreu logo após a aprovação da Lei de Mobilização Climática, uma resposta abrangente ao Acordo Climático de Paris que incluía telhados verdes necessários em novas construções e reduções de emissões em edifícios existentes.

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Usos inovadores da água na arquitetura

De piscinas cobertas, fontes externas tranquilas a cachoeiras e lagos de enormes proporções, a arquitetura historicamente envolveu a água de maneiras infinitamente inovadoras. Muitas vezes servindo a funções estéticas, mas também atuando como centros de atividade ou promovendo a sustentabilidade, os elementos aquáticos podem assumir inúmeras formas e servir a múltiplos propósitos. Abaixo, sintetizamos uma série de elementos de água adotados por projetos arquitetônicos contemporâneos inovadores, variando de residências unifamiliares a vastos complexos comerciais.

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Como as cores influenciam a Arquitetura

Como as cores influenciam a Arquitetura - Mais Imagens+ 47

Assim como as cores de uma pintura ou de uma fotografia abstrata podem despertar um certo humor, as cores de um edifício ou sala podem influenciar profundamente a sensação das pessoas que o usam. Fisiologicamente, diversos estudos mostraram que a luz azul retarda a produção de melatonina, mantendo as pessoas mais alertas ou acordadas mesmo à noite. Psicologicamente, as pessoas associam determinadas cores a sentimentos por conta de símbolos culturais e experiências vividas - por exemplo, elas podem perceber a cor vermelha como ameaçadora ou assustadora por causa de sua conexão com o sangue.

No geral, a maneira como uma sala é pintada pode ter efeitos complexos sobre como seus usuários se sentem, ao mesmo tempo que uma fachada pode ser percebida de maneiras dramaticamente diferentes, dependendo de como são suas cores. Abaixo, resumimos as associações emocionais de todas as cores, avaliando seus efeitos diferentes à medida que cada uma é usada no espaço arquitetônico.

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Open More Doors, Episódio 6: Por dentro do escritório O-office Architects

Abrindo as Portas dos Arquitetos (Open More Doors) é uma nova série desenvolvida pelo ArchDaily em colaboração com o MINI Clubman, que, por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, convida a explorar os bastidores dos estúdios de design mais inovadores do mundo.

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Abra Mais Portas: O-Office

Open More Doors é uma seção do ArchDaily, em parceria com o MINI Clubman, que leva você aos bastidores dos escritórios mais inovadores do mundo por meio de entrevistas em vídeo envolventes e de uma galeria de fotos exclusiva do espaço de trabalho de cada estúdio.

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Colocando a madeira em um pedestal: A ascensão do design de embasamento de média altura

A construção tipo pódio — também conhecida como construção em plataforma ou pedestal — é uma tipologia edilícia caracterizada por uma divisão horizontal entre um "pódio" inferior e uma torre superior. O pódio, geralmente construído em concreto ou aço, é coroado por múltiplos pavimentos estruturados em light wood frame. Frequentemente, a estrutura superior, mais leve, abriga de quatro a cinco pavimentos de unidades residenciais, enquanto o pódio comporta espaços comerciais, varejo ou escritórios, além de estacionamento acima ou abaixo do nível do solo. Uma configuração alternativa apresenta de seis a sete pavimentos residenciais (incluindo o pódio) e estacionamento subterrâneo. Alguns exemplos notáveis desse estilo de construção incluem as residências Stella, projetadas pelo escritório DesignArc e repletas de comodidades; um atraente e econômico projeto de habitação estudantil para a Universidade de Washington, desenvolvido pelo Mahlum Architects; e o acolhedor e moderno University House Arena District, também assinado pelo Mahlum Architects em Eugene, Oregon.

A evolução dos robôs de alvenaria: mudando as regras da construção tradicional

A automação está rapidamente se tornando uma parte do cotidiano e das carreiras de muitas pessoas, uma tendência que de maneira alguma escapou à indústria da construção. Embora essa tecnologia cada vez mais difundida seja considerada um sintoma do século XXI contemporâneo,a tecnologia de construção automatizada pode ter uma história que remonta à década de 1960. Essa tecnologia, o robô de alvenaria, transformou-se dramaticamente desde sua realização limitada há mais de 50 anos, fragmentando-se em variações mais novas e tecnologicamente avançadas atualmente.