Kiana Buchberger

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR
↓
Acesso exclusivo

Como os/as arquitetos/as estão respondendo à tecnologia que transforma edifícios em sumidouros de carbono

Durante a exposição Time Space Existence, organizada pelo European Cultural Centre em Veneza, a empresa de soluções construtivas Holcim e o arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker Alejandro Aravena, junto com seu escritório ELEMENTAL, apresentaram um protótipo em escala real que introduz uma nova abordagem para soluções de habitação incremental.

O protótipo habitacional — The Basic Services Unit — foi construído com a recentemente lançada tecnologia de biochar da Holcim, que transforma edifícios em sumidouros de carbono ao capturar permanentemente o carbono em um material de base biológica chamado biochar. Esse material é utilizado como componente em concretos, cimentos e argamassas de baixo carbono.

Acesso exclusivo

Paisagens Sonoras Computacionais: Esculpindo a Dimensão Visual e Invisível

O que define um espaço primeiro ao entrar: o som ou a impressão visual? A arquitetura é frequentemente comunicada através de estruturas e superfícies, mas um de seus componentes mais essenciais move-se de forma invisível pelo ar: o som. Ele molda a sensação de um espaço muito antes de uma parede ou teto serem percebidos. O design computacional une essas dimensões, permitindo que arquitetos/as e designers criem estruturas exclusivas onde a acústica e a estética se complementam mutuamente, em vez de existirem em paralelo. Ao fazer uso de algoritmos avançados, processos complexos de projeto se transformam em soluções intuitivas e acessíveis que moldam destaques acústicos e visuais sob medida para cada projeto. Esta abordagem combina lógica paramétrica com inovação material, equilibrando eficiência, sustentabilidade e design expressivo na mesma medida.

Acesso exclusivo

Onde cada centímetro conta: como banheiros minúsculos moldam o design espacial

Os espaços residenciais estão encolhendo? À medida que as cidades se tornam mais densas e a população global continua sua migração constante em direção aos centros urbanos — com projeção de atingir cerca de 70% até 2050 —, o espaço doméstico torna-se cada vez mais reduzido. O aumento dos preços dos terrenos, os altos custos de construção e o crescimento de domicílios de uma única pessoa impulsionam as incorporadoras a criar unidades menores e plantas mais enxutas. Ao mesmo tempo, mudanças culturais em direção à eficiência de recursos e a um estilo de vida minimalista apoiam esse movimento. Espaços residenciais reduzidos exigem menos materiais, consomem menos energia e incentivam as pessoas a viver de forma mais equilibrada com seus recursos.

Acesso exclusivo

Arquitetura em Movimento: Enquadrando espaços que vivem e respiram

O espaço arquitetônico há muito é moldado pela permanência: cômodos com funções fixas, fachadas que definem claramente onde o exterior termina e o interior começa. No entanto, a vida contemporânea é definida pela sobreposição e pela transição: entre o trabalho e o morar, o interior e o exterior, a privacidade e a comunidade. As necessidades espaciais evoluem continuamente, exigindo uma arquitetura capaz de responder, adaptar-se e permanecer relevante ao longo do tempo. 

Nesse contexto, a adaptabilidade surge não apenas como uma ambição de projeto, mas como uma necessidade sustentável. Edifícios que se ajustam a usos dinâmicos, climas em transformação ou novas formas de habitar prolongam sua vida útil e reduzem a necessidade de demolições ou grandes reformas (retrofits). A flexibilidade torna-se uma medida de resiliência, permitindo que as estruturas mantenham sua vitalidade ao longo de décadas. Mas de que maneira a arquitetura pode responder às formas em constante evolução como habitamos e vivenciamos o espaço?

Acesso exclusivo

Tapetes como memória tecida: como a origem e a materialidade moldam os interiores

Os materiais podem carregar memória. Mais do que simplesmente dar acabamento a um espaço, eles são capazes de ancorá-lo, moldar sua atmosfera e conectar os interiores a narrativas culturais e materiais mais amplas. Alguns/as arquitetos/as e designers exploram técnicas locais, recursos naturais e tradições artesanais para equilibrar a preservação cultural com a funcionalidade moderna, introduzindo contexto e profundidade. Não se trata necessariamente de um retorno ao passado, mas sim de uma reinterpretação do conhecimento herdado para criar uma arquitetura que ressoe com as necessidades contemporâneas.

Acesso exclusivo

Bali: Equilibrando tradição arquitetônica e modernidade

Bali, frequentemente chamada de "Ilha dos Deuses", é conhecida pela harmonia singular entre o microcosmo da vida humana e o macrocosm do meio ambiente. Esse delicado equilíbrio está profundamente enraizado em sua arquitetura tradicional, que reflete a sinergia entre elementos culturais, religiosos e ambientais. Com uma população de aproximadamente quatro milhões de habitantes, Bali é a única província de maioria hindu na Indonésia. Embora apenas 1,7% da população total do país pratique o hinduísmo, 87% dos moradores de Bali seguem essa fé. Ao longo dos séculos, a arquitetura balinesa evoluiu sob a influência da antiga cultura Bali Aga, do Reino de Majapahit, da colonização holandesa, de fluxos migratórios e da ascensão do turismo global. Quem visita a ilha se encanta não apenas pelos templos e belezas naturais, mas também por seus estilos arquitetônicos em constante evolução, que buscam preservar a essência cultural do lugar.

Bali: Equilibrando tradição arquitetônica e modernidade - Image 1 of 4Bali: Equilibrando tradição arquitetônica e modernidade - Image 2 of 4Bali: Equilibrando tradição arquitetônica e modernidade - Image 3 of 4Bali: Equilibrando tradição arquitetônica e modernidade - Image 4 of 4Bali: Equilibrando tradição arquitetônica e modernidade - Mais Imagens+ 5