Kaley Overstreet

Bacharel e Mestre em Arquitetura pela Escola Knowlton do Estado de Ohio. Mestrado em Desenvolvimento Imobiliário pela Universidade de Columbia. Contribuinte Sênior da ArchDaily. Interessado no desenvolvimento estratégico de cidades em uma escala intangível. Reside em Nova York.

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Como projetar espaços de conversa rebaixados?

Acesso exclusivo | 

Entre todas as tendências inusitadas de design de interiores residencial que estão voltando com força, o poço de conversa — ou espaço de conversa rebaixado — é talvez uma das mais inesperadas. Esse famoso elemento dos anos 1970, simultaneamente retrô e moderno, oferece um refúgio acolhedor na residência, totalmente livre das distrações da televisão e do cinema. Longe de ser um local para se conectar a dispositivos eletrônicos, trata-se de uma ampla área projetada para que as pessoas se sentem e conversem de verdade — um espaço de que, talvez, todos nós precisemos atualmente.

O que é uma ADU? Mais uma tendência ou o futuro da habitação?

Acesso exclusivo | 

Em uma época na qual os preços dos imóveis residenciais são inacessíveis e as pessoas buscam, mais do que nunca, reduzir o tamanho de suas moradias, surge o conceito de Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês). Essas residências de pequenas dimensões e altamente personalizáveis estão conquistando os quintais de todos os Estados Unidos, permitindo que proprietários/as construam em seus terrenos e as aluguem para inquilinos/as.

O que é uma métrica ESG e como ela mudará o futuro do design?

Acesso exclusivo | 

Profissionais de arquitetura assumem uma responsabilidade significativa ao conceber projetos que devem ser bem-sucedidos não apenas para seus clientes, mas para qualquer pessoa que habite ou seja impactada por seus espaços. Temas como sustentabilidade, inclusão social, oportunidades econômicas e equidade urbana global têm estado constantemente em pauta nos últimos anos, resultando em uma nova abordagem holística de projeto para um futuro melhor, que muitos vêm chamando de métricas Ambientais, Sociais e de Governança, mais conhecidas como ESG.

De jardins a montanhas-russas: uma breve história dos parques de diversões

Acesso exclusivo | 

Ao longo da história, a humanidade sempre buscou uma sensação de emoção e demonstrou afinidade por diferentes formas de entretenimento e atração, em todas as escalas e tamanhos. Os parques temáticos evoluíram continuamente à medida que a sociedade redefine o significado de entretenimento, transformando-se de passeios noturnos a curvas que desafiam a física em montanhas-russas de última geração.

Arquitetura, Memes e Influenciadores de Redes Sociais

Acesso exclusivo | 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Harris Poll/Lego com crianças nos Estados Unidos, Reino Unido e China, quase um terço das que têm entre oito e 12 anos deseja ser "YouTuber" quando crescer. Esse número é três vezes maior do que o de crianças que diziam querer ser astronautas há apenas uma década. As implicações de como essa geração de futuros/as influenciadores/as e criadores/as de conteúdo pode impactar significativamente o campo do design e da arquitetura nos levam a uma pergunta: estaríamos prestes a testemunhar a ascensão dos/as influenciadores/as de arquitetura?

Aprendendo com Las Vegas: Revisitado

Acesso exclusivo | 

Las Vegas, às vezes conhecida como a Cidade do Pecado, é talvez a mais famosa metrópole no deserto onde as pessoas se dedicam aos jogos de azar, ao entretenimento e a outros vícios. A cada ano, a cidade é visitada por centenas de milhões de turistas que vêm para ver suas luzes brilhantes e sua vida noturna ininterrupta. Las Vegas atraiu tanta atenção que até mesmo Robert Venturi e Denise Scott Brown buscaram estudar seu urbanismo, o que resultou em suas teorias sobre o "pato" e o "galpão decorado" no início dos anos 1970. No entanto, 50 anos depois, Vegas continua sendo uma cidade que reinventa constantemente sua identidade arquitetônica.

Leis de zoneamento e seu impacto no planejamento urbano nos Estados Unidos

Acesso exclusivo | 

As leis de uso do solo e de zoneamento têm sido um tema muito discutido nos últimos anos, atraindo grande atenção pública em todos os Estados Unidos. As pessoas começam a repensar a maneira como nossas cidades são planejadas, buscando formas de melhorar sua qualidade de vida — algo que frequentemente remete aos códigos e políticas que ditam o que pode ser construído e onde. Um zoneamento excessivamente restritivo muitas vezes dificulta o trabalho de incorporadoras na viabilização de projetos necessários, como habitações multifamiliares. Por outro lado, quando o zoneamento é excessivamente flexível, criam-se bairros pouco caminháveis e sem um forte senso de comunidade.

(NÃO CONCLUÍDO) Examinando as ideias do Archigram e sua busca pelo estilo

Acesso exclusivo | 

A Europa dos anos 1960 foi o berço para o surgimento de grupos radicais, jovens, provocativos e de vanguarda na arquitetura, incluindo Archizoom, Superstudio, Ant Farm e UFO. Esses grupos se rebelaram contra os dogmas tradicionais da arquitetura em favor da exaltação de conceitos que celebravam os ideais da contracultura, demonstrando interesse por projetos capazes de expandir tanto o tempo quanto o espaço. O Archigram, vertente londrina desse movimento, não buscou reinventar os princípios modernistas; em vez disso, tentou acelerá-los, tensionando o clima conservador da época para torná-lo mais aberto ao futuro. Com toda razão, o grupo sentia que a arte e a arquitetura estavam ficando defasadas, dada a incapacidade de acompanhar as inovações tecnológicas e os novos produtos que já faziam parte do cotidiano. Embora as ideias e desenhos do Archigram fossem frequentemente criticados como frívolos, as profecias do grupo sobre o futuro se concretizaram de diversas maneiras e ainda exercem forte influência no discurso arquitetônico contemporâneo.

Compartilhe sua experiência de home office e faça parte do Clube de Arquitetos(as) Remotos(as)

Com a pandemia de COVID-19 forçando muitos escritórios de arquitetura a migrarem rapidamente para o trabalho remoto, profissionais de design estão tendo que descobrir novas formas de trabalhar sem compartilhar o mesmo espaço físico. As conversas informais, as ideias ouvidas por acaso e as visitas às obras, que antes eram parte integrante do trabalho, foram suspensas, deixando parte dos/as arquitetos/as sem saber como os demais colegas estão dando andamento aos projetos.

Arquitetura Nômade: Uma nova forma de viver em movimento

Acesso exclusivo | 

A noção romântica de wanderlust — o desejo intrínseco de viajar — e a capacidade de se afastar livremente do familiar carregando o mínimo de pertences é um anseio que quase todas as pessoas já vivenciaram em algum momento da vida. O estilo de vida nômade é tão atraente porque representa a possibilidade de se rebelar contra os símbolos de estabilidade e permanência em prol da exploração do meio ambiente e da capacidade de se adaptar com facilidade a diversas condições de vida. Esse desejo deu origem a estruturas móveis para o errante urbano, capazes de se transformar em um escritório temporário, uma residência ou até mesmo uma comunidade inteira. 

Uma breve história do design de espaços de trabalho e para onde ele pode estar caminhando

Acesso exclusivo | 

Muitos de nós passamos mais tempo nos escritórios do que nunca e, às vezes, vemos nossos colegas mais do que as nossas próprias famílias. Os locais de trabalho podem ser considerados nossas segundas casas, razão pela qual o projeto planejado desses espaços tem recebido tanta atenção hoje em dia. O design global dos ambientes de trabalho busca criar um equilíbrio perfeito entre o trabalho focado e individual e dinâmicas de colaboração, visando melhorar a produtividade e o bem-estar geral das equipes. Enquanto as tendências de escritórios vêm e vão, uma nova evolução está na mente de todos: a projeção de como será o escritório pós-COVID-19, tanto no futuro imediato quanto a longo prazo. Embora não haja uma resposta definitiva, diversos escritórios de arquitetura, grupos de pesquisa e empresas do setor imobiliário têm sido convocados para idealizar e implementar soluções de design inovadoras e políticas de segurança sanitária que serão fundamentais para redefinir como utilizaremos nossos locais de trabalho nos próximos anos.

Um novo tipo de entretenimento: a ascensão das arenas de esports pelo mundo

Acesso exclusivo | 

Quando Rashed Singaby, Diretor na HOK, foi contactado por um antigo cliente sobre como um estádio existente poderia receber um retrofit para sediar esports, ele soube imediatamente que aquela era uma oportunidade para criar o modelo de um tipo de espaço que nunca havia existido antes. Singaby e sua equipe formaram um pequeno grupo de pesquisa para testar e compreender tanto os padrões de cada tipo de jogo de esports quanto para classificá-los em subestruturas operacionais. Como cada jogo exige seu próprio tipo de configuração, era fundamental consolidar as ideias de projeto e fazer recomendações sobre como os espaços existentes poderiam ser modificados para otimizar o consumo e o engajamento com a experiência das atividades de esports.

Um novo tipo de entretenimento: a ascensão das arenas de esports pelo mundo - Image 1 of 4Um novo tipo de entretenimento: a ascensão das arenas de esports pelo mundo - Image 2 of 4Um novo tipo de entretenimento: a ascensão das arenas de esports pelo mundo - Image 3 of 4Um novo tipo de entretenimento: a ascensão das arenas de esports pelo mundo - Image 4 of 4Um novo tipo de entretenimento: a ascensão das arenas de esports pelo mundo - Mais Imagens+ 2

Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large

Acesso exclusivo | 
Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large - Imagem 1 de 4
Parkwoods United. Imagem © Amanda Large

Entre o final dos anos 1940 e a década de 1980, Toronto, no Canadá, passou por um período de acelerado crescimento e desenvolvimento urbano, resultando em um rico patrimônio de edifícios de estilo modernista. Devido ao aumento populacional, as paróquias também começaram a demandar espaços maiores, necessitando de novas instalações. Diante disso, diversas igrejas modernistas com projetos sofisticados começaram a surgir por toda a cidade. Esta série de fotografias em preto e branco, intitulada Fifty/50, de Amanda Large, é uma ode a esses templos e uma celebração de sua relevância contínua para a cidade, mais de cinquenta anos após sua construção.

Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large - Imagem 1 de 4Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large - Imagem 2 de 4Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large - Imagem 3 de 4Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large - Imagem 4 de 4Documentando cinquenta igrejas modernistas em Toronto pela fotógrafa Amanda Large - Mais Imagens+ 9

Domino Park completa 2 anos: Uma retrospectiva sobre o transformador projeto de desenvolvimento de Nova York

Acesso exclusivo | 

Quando Jane Jacobs proferiu sua famosa frase, “As cidades têm a capacidade de proporcionar algo para todos, apenas porque, e somente quando, são criadas por todos”, ela bem poderia estar prevendo a bem-sucedida parceria formada entre SHoP Architects, James Corner Field Operations e Two Trees Management. A equipe, que colaborou no plano diretor de 11 acres (cerca de 4,5 hectares) do Domino Park em Williamsburg, Brooklyn, tem sido aclamada por estabelecer uma nova referência ao aperfeiçoar o processo de projeto e a compreensão do que significa manter um parque que participa ativamente de um diálogo de via dupla com a comunidade.

Nova York em Pausa: Por que esta é a oportunidade de criar um futuro equitativo por meio do ambiente construído

Acesso exclusivo | 

É difícil imaginar Nova York sem os vagões de metrô lotados, as longas filas e as multidões impressionantes de turistas que pareciam essenciais para a vida cotidiana. Assim que o medo da pandemia de COVID-19 diminuir, a cidade, a exemplo de outras pelo mundo, se verá em um cenário de incertezas e profundamente alterada, mesmo após a recuperação da prosperidade econômica. Em um debate que parece andar em círculos — mas que agora ressurge com caráter de urgência —, como queremos que sejam as cidades nos próximos anos?

O guia definitivo de estudos para o exame ARE: Desk Crits

Acesso exclusivo | 

Talvez a parte mais árdua na carreira de todo/a aspirante a arquiteto/a seja a tensão acumulada que envolve o processo de se preparar mentalmente e, de fato, prestar o Architect Registration Exam — também conhecido como ARE. O que idealmente deveria ser um processo voltado a testar a aplicação prática e o conhecimento sobre o exercício da profissão transformou-se gradualmente em um desafio mentalmente exaustivo de garimpar informações altamente específicas apenas para passar em cada prova. A única tarefa mais difícil do que estudar para os exames em si é navegar pelo universo cada vez mais saturado de simulados online, fóruns de discussão, guias de estudo avulsos e dicas informais que parecem cercar de mistério essa jornada de seis etapas rumo à habilitação profissional, em vez de trazer clareza ou orientação.

Você Tem Correspondência (Física): Transformando o Potencial Inexplorado do Serviço Postal dos Estados Unidos

Acesso exclusivo | 

O Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS), que desempenha um papel fundamental na logística de entrega de correspondências e encomendas em todo o país, tornou-se objeto de intensos debates nos últimos meses. À medida que a pandemia avança e coincide com uma das eleições presidenciais mais críticas da história americana, surgem especulações e controvérsias sobre a real necessidade e os propósitos do USPS, bem como sobre sua capacidade de se transformar e prosperar diante de condições sociais em constante evolução. Diante disso, muitos se perguntam se não seria o momento de compreender a verdadeira vocação do USPS e como a instituição pode continuar se adaptando para manter sua relevância no futuro. 

O valor de um endereço: como as cidades ao redor do mundo utilizam nomes de ruas e números de edifícios

Acesso exclusivo | 

Em cidades de todo os Estados Unidos, um endereço é mais do que apenas um nome de rua ou um número de edifício — trata-se de uma marca que se traduz diretamente em um símbolo de riqueza e prestígio. Tomemos como exemplo a torre residencial mais alta do país, o 432 Park Avenue em Nova York, que na verdade não fica exatamente na Park Avenue. Em vez disso, seu lote vizinho ao leste é que fica na Park Avenue, enquanto esta megaestrutura está voltada para a Avenida 56 — uma via significativamente menos icônica. No entanto, essa valorização inflacionada não ocorre em todos os lugares. Cidades em outros países não atribuem o mesmo peso a um endereço, referindo-se a edifícios ou locais como pontos de referência ou por sua aparência física, o que evita que o valor de mercado seja artificialmente inflado por um endereço ou por uma simples estratégia de marketing. Como diferentes lugares do mundo se distinguem na forma de promover e identificar edifícios e ruas em suas cidades, e o que isso revela sobre sua cultura urbana?