
Ao longo da história, a humanidade sempre buscou uma sensação de emoção e demonstrou afinidade por diferentes formas de entretenimento e atração, em todas as escalas e tamanhos. Os parques temáticos evoluíram continuamente à medida que a sociedade redefine o significado de entretenimento, transformando-se de passeios noturnos a curvas que desafiam a física em montanhas-russas de última geração.
Muito antes de se tornarem o que conhecemos hoje, o conceito de parque temático surgiu na Europa durante o Renascimento. Sob a forma de festivais temáticos geralmente associados a feriados religiosos e colheitas sazonais, multidões se reuniam em praças públicas para compartilhar comida, maravilhar-se com objetos exóticos, participar de jogos como arremesso de dardo e arco e flecha e, claro, assistir a torneios de cavaleiros. Por volta do século XVIII, os jardins de lazer substituíram essas feiras históricas como forma de entretenimento para a classe média. Esses espaços consistiam em parques minuciosamente projetados, onde o público podia passear, ouvir música ao vivo, assistir a apresentações de dança e acrobacia e encerrar a noite com extravagantes shows de fogos de artifício. Rapidamente, transformaram-se em eventos sociais de destaque, onde as pessoas exibiam suas roupas mais elegantes e onde artistas e arquitetos/as expunham seus trabalhos mais recentes. Esses jardins de lazer atravessaram o Atlântico e ganharam força em Nova York, que logo adicionou pequenos brinquedos a esses eventos, incluindo o primeiro carrossel da América do Norte.






