Diante dos desafios globais atuais, surge a pergunta: o que devemos abordar primeiro?
Este ano de 2020 foi uma grande oportunidade para concentrar todos os nossos esforços e atenção nas questões mais urgentes da arquitetura. Por meio de chamadas, artigos, entrevistas, debates e projetos, os tópicos mensais do ArchDaily apresentaram debates e reflexões acerca dos temas mais relevantes do campo – da crise climática e arquitetura emergencial à inteligência artificial e como viveremos juntos.
“Do que falamos quando falamos de arquitetura cubana contemporânea” é o título do último artigo escrito por Fernando Martirena para a Revista Rialta, no qual o autor expõe a realidade sobre a disciplina da arquitetura em seu país: quase não se fala disso. Em resposta, ele e seus colegas decidiram fundar o Grupo de Estudos Cubanos em Arquitetura, uma iniciativa que busca proporcionar uma maior visibilidade à arquitetura cubana contemporânea.
Recentemente, o ArchDaily entrevistou Martirena para saber mais sobre as suas aspirações, motivos e reflexões sobre a atuação profissional em Cuba nos dias de hoje.
A XXI Bienal Pan-Americana de Arquitetura de Quito (BAQ2020) anunciou os projetos vencedores desta edição durante a transmissão online de encerramento do evento.
O LIFE CERSUDS (da sigla em inglês Ceramic Sustainable Urban Drainage System) é um projeto financiado pela União Europeia através do programa LIFE, um instrumento legal criado para incentivar o desenvolvimento de soluções práticas para lidar com os desafios impostos pelas mudanças climáticas no continente. O CERSUDS é um sistema de drenagem urbana sustentável (SUDS) composto por componentes cerâmicos de baixo valor comercial, resultando em elementos de pavimentação urbana com alto índice de permeabilidade. O objetivo do sistema é ampliar a capacidade de absorção de água da chuva em centros urbanos.
O sistema foi utilizado por primeira no projeto piloto implantado no centro da pequena localidade de Benicàssim, na Espanha, pelos arquitetos Eduardo de Miguel e Enrique Fernández-Vivancos—professores da Cátedra Cerâmica de Valencia—em colaboração com a Escola Técnica Superior de Arquitetura da Universidade de Valencia.
Hoje, o Open House Worldwide (OHWW) realizará seu primeiro evento colaborativo: um festival de eventos, discussões, tours e outras atividades, com 48 horas ininterruptas de duração. Como parceiro de mídia, o ArchDaily transmitirá todo o evento.
A escolha de materiais de construção e a reflexão contínua inerente sobre o alcance e as capacidades da arquitetura são uma maneira alternativa interessante de abordar essa questão. Os materiais utilizados na habitação social devem abordar as possibilidades locais e econômicas e as reais necessidades de acesso à moradia no contexto contemporâneo.
Na busca por fornecer inspiração e ferramentas aos arquitetos para a construção de melhores moradias sociais, analisamos diferentes projetos publicados em nosso site para identificar quais são os materiais predominantes, tanto para a formação de estruturas ou fechamentos, a fim de proporcionar um panorama global de diferentes estudos de caso, considerando principalmente sua localização geográfica e aspecto construtivo.
Diante da questão de quais são os materiais utilizados na habitação social, apresentamos uma compilação de 15 projetos que convidam à reflexão.
Formado pela Universidade do Nebraska - Lincoln (UNL), mestre em arquitetura pela Universidade Nacional de Cingapura (NUS) e doutor em ciências pela ETH Zürich, Clayton Miller trabalha atualmente como professor assistente na NUS, mais especificamente no BUDS Lab, um grupo de pesquisa dedicado à análise de dados de ambientes urbanos para desenvolver soluções técnicas que promovam a eficiência energética, o conforto, a segurança e satisfação dos usuários nas cidades e espaços construídos.
Em entrevista para o ArchDaily, Miller falou sobre como a programação e a data science podem ser úteis para o desenvolvimento futuro da arquitetura e da industria da construção civil.
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Nuevo Ministerio de Desarrollo Humano y Hábitat - El después del Elefante Blanco. Image Cortesía de Secretaría de Desarrollo Urbano / Gobierno de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires
Nem todas as obras arquitetônicas são um sucesso. Existe um termo temido, reservado apenas para os projetos mais inúteis: "Elefantes Brancos".
É possível que ainda tenhamos muito caminho pela frente no que se refere à relação com a diversidade de flora e fauna nos habitats urbanos, mas é surpreendente como a arquitetura que encara essa abordagem se revela rápida, fácil - e até divertida.
Na prática, como estamos promovendo lugares para animais e plantas nas cidades?
Os diferentes modos de dispor peças de alvenaria permitem configurar diversos espaços habitáveis. O tijolo está presente em espaços exteriores e interiores, que através de diferentes composições podem permitir a entrada da luz natural e gerar um ritmo dinâmico nas paredes.
Ao longo da história, o emparelhamento de tijolos constituiu algumas formas pré-determinas de disposição de peças, no entanto, existe uma infinidade de maneiras de distribuição, por este motivo selecionamos 16 projetos que evidenciam o potencial de estudo da posição dos tijolos.
Basta olhar para a longa lista de obras registadas por Miguel De Guzmán e Rocío Romero, diretores do conceituado estúdio de fotografia e vídeo de arquitetura Imagen Subliminal, com sede em Madrid e Nova Iorque, para perceber que têm realizado um bom trabalho captando e divulgando as mais diversos projetos e espaços. Uma tarefa importante que reside no valor de dar a conhecer ao mundo obras e atmosferas, para que todos possamos, de alguma forma, habitá-las
Em celebração ao Dia Mundial da Fotografia, realizamos uma entrevista com Guzmán sobre seus anos de prática e as mudanças no papel do fotógrafo de arquitetura diante das novas formas de comunicação.
Na casa Jeanneret-Perret, conhecida como "Maison Blanche", de 1912, Le Corbusier já colocava em prática algumas reflexões que posteriormente abriram caminho para o modo de habitar moderno.
Vicente Guallart foi o vencedor na categoria Instalações residenciais e comunitárias em um concurso internacional que buscava propostas uma nova cidade a 100 km de Pequim, na China. O projeto, intitulado A cidade autossuficiente, apresenta um modelo urbano composto por quatro quadras, onde as pessoas podem viver, trabalhar e descansar nos arredores de suas casas – uma possível alternativa em tempos de crise sanitária ou energética.