Eduardo Souza

Editor Sênior de Brands & Materials no ArchDaily. Arquiteto e Mestre pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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Usando o BIM para construir edifícios de madeira engenheirada com baixo teor de carbono

No projeto original para a Ópera de Sydney, Jørn Utzon imaginou as conchas suportadas por nervuras de concreto pré-moldado sob uma estrutura de concreto armado, o que se revelou proibitivamente caro. Sendo um dos primeiros projetos a utilizar cálculos computacionais, a solução final atingida em conjunto entre o arquiteto e o engenheiro estrutural consistiu em um sistema nervurado pré-moldado de cascas de concreto criadas a partir de seções de uma esfera. Já no Museu Guggenheim de Bilbao, a equipe de projeto utilizou o software CATIA - utilizado principalmente pela indústria aeroespacial - para conseguir modelar e materializar as complexas formas curvilíneas do volume revestido em titânio projetado por Frank Gehry. Projetos desafiadores tendem a suscitar a criatividade dos envolvidos para torná-los possíveis. Mas há sistemas construtivos que interagem bem com as tecnologias existentes. É o caso, por exemplo, da madeira engenheirada e do sistema BIM. Ao serem utilizados simultaneamente, costumam atingir projetos altamente eficientes e sustentáveis.

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Quais materiais de construção podem ser prejudiciais à nossa saúde?

Em cada uma das nossas narinas dois tipos de nervos assumem uma função imprescindível à nossa saúde. Os nervos olfativos e trigêmeos captam os odores e enviam informações ao cérebro, mais especificamente ao bulbo olfativo, para interpretação. Por sua vez, este se comunica com o córtex, responsável pela percepção consciente dos odores, mas também com o sistema límbico, que controla o humor e as emoções inconscientes. Esta é uma defesa do corpo quanto a maus cheiros ou odores irritantes ou fortes demais, criando aversão aos que poderiam nos prejudicar de alguma forma.

Mas nem todos os poluentes podem ser detectados neste sistema sofisticado e estes possuem uma capacidade intrínseca de influenciar positiva ou negativamente nossa saúde. De fato, pesquisas têm demonstrado que a qualidade do ar pode ser bastante pobre e até preocupante em muitos ambientes fechados, onde passamos cerca de 90% da nossa vida. Geralmente isso é causado por uma ventilação inadequada do espaço, poluição externa, contaminantes biológicos mas, principalmente, contaminantes químicos de fontes internas. Ou seja, dos materiais de construção utilizados no espaço. Há alguns produtos que devem ser evitados, sempre que possível.

Dando um lar à natureza nas cidades: tijolos para ninhos de abelhas

A relação da humanidade com os insetos é antiga e complexa. Enquanto eles podem disseminar doenças e arrasar plantações, também são vitais para nossa sobrevivência no Planeta Terra, como polinizadores e recicladores. Edward Osborne Wilson, importante biólogo norte-americano, afirmou, em um de seus artigos, que “se os insetos desaparecessem, quase todas as plantas com flores e as teias alimentares que elas sustentam desapareceriam. Essa perda, por sua vez, causaria a extinção de répteis, anfíbios, aves e mamíferos: na verdade, quase toda a vida animal terrestre. O desaparecimento de insetos também acabaria com a rápida decomposição da matéria orgânica e, assim, interromperia a ciclagem de nutrientes. Os humanos seriam incapazes de sobreviver.”

Sobretudo com as abelhas a opinião pública tem mudado nos últimos anos e sua importância para a produção de alimentos tem acendido alertas sobre o uso indiscriminado de venenos e agrotóxicos pelo mundo. Mas diferente da natureza, com meandros e inúmeras possibilidades de locais para repouso, nossas cidades e edifícios modernos geralmente não criam bons locais para receber os insetos, e mesmo pássaros ou outros animais. A empresa inglesa Green&Blue tem trabalhado nisso e criado refúgios para incorporar a natureza às nossas edificações. Conversamos com eles para entender sobre estes produtos.

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Readaptando a configuração e o uso dos espaços com um sistema de construção leve

A partir da pandemia iniciada em 2019, muitas organizações optaram por uma nova metodologia de trabalho desenvolvida de forma remota, visando proteger contra o contágio o maior número possível de seus colaboradores e colaboradoras. O teletrabalho ou “Home Office” tem mostrado uma alta porcentagem de eficácia, pois estima-se que a produtividade de funcionários e funcionárias subiu até 45%. Por essa razão, concluiu-se que, em nível mundial, quase 64% das empresas consideram muito viável que grande parte de sua equipe continue trabalhando remotamente, enquanto outros 30% planejam implementar este sistema de trabalho no curto prazo.

Tudo isso significa que as pessoas agora necessitam de um novo espaço em seus lares, o qual deve ser inteiramente destinado ao cumprimento de suas atividades profissionais, tendo como principal requisito a ausência de elementos de distração. Paralelamente, a economia de tempo gerada pelo “Home Office” (evitando o deslocamento até o escritório), bem como o crescimento acelerado das plataformas de negócios digitais, motivou muitas pessoas a empreender ou a monetizar seus hobbies. Isso também significa destinar outro espaço em suas residências para o desenvolvimento e/ou administração de tais projetos de negócios.

6 Lições do design escandinavo para interiores

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É curioso pensar como uma região geográfica tão pequena tenha uma influência tão marcante no design, desde o meio do século XX e continuando em voga por todo o mundo atualmente. O design escandinavo é conhecido por unir simplicidade, craftsmanship, elegant functionality e quality materials. A sofisticação fica a cargo dos detalhes e seus mobiliários caracterizam-se pelas dimensões bem estudadas, economia de materiais e o não excesso de informações. De fato, há inclusive um termo dinamarquês e sueco que define a filosofia: “hygge” diz respeito ao aconchego que proporciona a sensação de bem-estar e contentamento. Mas de que forma podemos incorporar algumas lições do design escandinavo para que nossos projetos de interiores possam tornar-se mais aconchegantes e confortáveis?

Como deverão ser as fachadas com as mudanças climáticas?

Como deverão ser as fachadas com as mudanças climáticas? - Imagem de Destaque
House with Gable / mia2/Architektur. Image © Kurt Hörbst

Ao falarmos de eficiência energética de edificações, é inevitável mencionarmos o isolamento térmico. Dificilmente vemos ele numa edificação acabada e, mesmo nos desenhos técnicos, a camada isolante figura como uma hachura fina. Mas trata-se de um elemento que exerce vital importância, já que atua como uma barreira ao fluxo de calor, dificultando as trocas de energia entre o interior e o exterior, diminuindo a quantidade de calor que escapa no inverno e a energia térmica que entra no verão. Em uma edificação com bom isolamento térmico há menor necessidade de meios mecânicos e gasto de energia para manter a casa em uma temperatura agradável, reduzindo também a sua pegada de carbono. Atualmente há muitos países que exigem um nível mínimo de isolamento térmico para as edificações, com parâmetros cada vez mais rígidos. Mas como essa questão deverá ser tratada num futuro próximo, com uma previsão nada animadora em relação à crise climática? 

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Agro-waste: resíduos como cascas, bagaço e palha transformados em materiais de construção eficientes

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O conceito de upcycling refere-se a pegar um item que seria considerado resíduo e melhorá-lo de forma a torná-lo útil novamente, agregando valor e funcionalidades novas ao mesmo. Essa é uma palavra já comum em diversas indústrias, como da moda e mobiliário. Na construção civil este conceito também pode ser incorporado, fazendo recircular os resíduos que a própria indústria gera ou mesmo importando o que seria descartado de outras para serem processados e incorporados às construções. É este o caso de transformar os resíduos da agricultura em materiais de construção, trazendo um novo uso aos descartes, reduzindo a utilização de recursos naturais e criando produtos com excelentes características.

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Energia geotérmica: utilizando o calor da Terra para climatizar edifícios e gerar eletricidade

Diferentemente do ar, a temperatura no subsolo varia muito pouco durante o ano ou segundo a posição geográfica. Alguns metros abaixo da superfície a temperatura do solo fica entre cerca de 10 a 21° C (50 a 70 °F) conforme a região. Cavando mais, a temperatura aumenta entre 20 a 40 graus centígrados por km, chegando ao núcleo da Terra, que se aproxima dos 5000 °C. De fato, considerar que habitamos uma esfera orbitando pelo espaço com o centro incandescente pode trazer aflição a alguns. No entanto, utilizar essa energia de formação da Terra para gerar eletricidade é uma forma sustentável e eficiente já usual em alguns países. Outra possibilidade é aproveitar a temperatura amena de alguns metros sob o solo para climatizar as edificações, seja nos climas quentes ou frios.

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A reciclagem de concreto já é uma realidade

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© Sika

Muito tem se falado sobre a circularidade na construção civil. Inspirando-se na natureza, a economia circular trabalha em um processo contínuo de produção, reabsorção e reciclagem, auto gerindo e regulando-se naturalmente, onde os resíduos podem ser insumos para a produção de novos produtos. Trata-se de um conceito interessantíssimo, mas que enfrenta algumas dificuldades práticas no cotidiano, seja no processo de demolição / desmontagem, na destinação correta dos materiais e resíduos, mas, muitas vezes, na carência por tecnologias para reciclar ou dar um novo uso aos materiais de construção. Cerca de 40% de todos os resíduos gerados no Planeta Terra provém da construção civil, e boa parte deles poderiam ser reciclados. Especificamente o concreto é um material chave, seja por conta de sua grande pegada de carbono na produção, sua onipresença e uso massivo, mas também devido à dificuldade de reciclá-lo ou reutilizá-lo.

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Vários espaços em um: as possibilidades das plantas reconfiguráveis

Ainda que a inteligência artificial esteja mostrando o potencial para realizar sucessivas iterações com bons resultados, projetar o layout dos espaços toma grandes porções do tempo de um projetista. A organização dos elementos presentes em um espaço determina os fluxos, os pontos de vista e determinará em grande parte como este será usado. Mas a ideia de engessar o uso do ambiente pode não funcionar para todos os casos. Por conta de restrições de espaço ou usos suplementares que um cômodo pode ter, alguns arquitetos têm desenvolvido layouts dinâmicos que comportam mais de uma possibilidade de uso. Seja através de elementos divisores ou de módulos especiais, estes projetos permitem que o espaço mude radicalmente através de um movimento.

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Madeira bruta em fachadas: dicas e exemplos

No momento em que uma árvore é cortada e seus processos biológicos são interrompidos, pode-se dizer que se inicia também o processo de deterioração da madeira. Etapas como o corte correto do tronco, a secagem e armazenamento ou a especificação certeira das melhores espécies para cada uso determinarão a durabilidade da mesma. Formada basicamente por celulose, hemicelulose e lignina, cada espécie de madeira apresenta uma determinada durabilidade natural, influenciada também pelas condições ambientais de onde ela está inserida, como a temperatura, a umidade, o teor de oxigênio, e os microrganismos e insetos ali presentes. Geralmente, utilizam-se tratamentos na superfícies para aumentar a proteção das peças, como vernizes, óleos e outros processos químicos. Mas há situações em que madeiras sem tratamento podem ser utilizadas em exteriores, alcançando uma estética acinzentada e sóbria que se mescla ao exterior e traz personalidade à edificação.

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A translucidez do policarbonato: resistência e versatilidade

Meios transparentes possibilitam a passagem de luz sem que haja dispersão da mesma. Os meios translúcidos, por sua vez, são aqueles que permitem a passagem da luz, mas de forma irregular, e parte dela se dispersa e não permite que enxergamos com total nitidez através deles.Superfícies translúcidas funcionam como véus, revelam sem devassar, e borram, literalmente, o contato entre interior e exterior. Na arquitetura, este é um efeito utilizado em muitos projetos. Das fachadas características de Steven Holl, ao IMS de São Paulo, passando por diversos outros exemplos pela arquitetura mundial, essa translucidez pode ser conseguida com vidros especiais, acrílicos ou outros plásticos. Mas um material que intrinsecamente entrega este efeito é o policarbonato, que pode ser utilizado em uma infinidade de casos, de paredes a claraboias, e nos mais diversos programas.

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Antes e Depois: Como Acabamentos Decorativos de Superfície Podem Transformar um Projeto

A camada externa das superfícies e dos edifícios é a interface com o mundo, expressando grande parte de sua aparência, características e condições. Em alguns momentos, seja por restrições orçamentárias, complexidades técnicas ou falta de tempo, torna-se necessário buscar soluções rápidas e de fácil instalação. Os revestimentos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes são películas decorativas adesivas que oferecem uma opção sustentável e econômica para a renovação de superfícies, reduzindo o descarte em aterros sanitários e minimizando o tempo de inatividade, o ruído e a poeira. São ideais para aplicação em marcenaria, portas, colunas e paredes internas. Há também uma versão para soluções externas, a linha de produtos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes Exterior EX Series. Os acabamentos podem ser aplicados diretamente sobre o material existente da fachada, proporcionando um design sofisticado aliado a outros benefícios técnicos. A seguir, apresentamos dois exemplos que demonstram as possibilidades dos revestimentos de superfície da 3M.

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"Como pensam os designers": Vencedores do German Design Awards 2022

A décima edição do German Design Awards foi apresentada pelo German Design Council. Os prêmios, de prestígio internacional, são concedidos a empresas cujos produtos e projetos inovadores se destacam nas categorias de “Excellent Product Design”, “Excellent Communications Design” e “Excellent Architecture”. Além das distinções “Winner” e “Special Mention”, o júri concedeu um total de 81 prêmios “Gold” — a honraria máxima da premiação.

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Perfis de alumínio que facilitam a montagem de painéis internos verticais e horizontais

Há uma diversidade de revestimentos de paredes, fachadas e forros no mercado, com múltiplas opções estéticas, cumprindo diferentes funções e fornecidos por muitas empresas. Algo que todos têm em comum é que se estruturam sobre montantes, os quais dificilmente recebem a devida atenção, uma vez que influenciam diretamente na instalação e no resultado final. Estes montantes podem variar em materiais e complexidade, bem como a forma como os painéis serão conectados ali. Nem sempre a fixação dos painéis consegue ser feita ocultamente, fazendo com que parafusos ou outras peças permaneçam aparentes, demandando outros artifícios para escondê-los.

A empresa neozelandesa Fastmount é especializada no desenvolvimento de sistemas de painéis ocultos e acaba de lançar um novo sistema para interiores: Stratlock. O diferencial é que o produto oferece aos projetistas e construtores um sistema completo e integrado, especialmente desenvolvido para a construção de estruturas de teto e parede em substratos irregulares para fixar com precisão o painel interno, podendo ser cortado sob medida para construir-se a grade para fixação dos painéis.

"A construção tradicional está condenada a desaparecer": entrevista com o escritório português SUMMARY

Desafios contemporâneos e o aumento da tecnologia inevitavelmente desencadeiam mudanças na forma de projetar e construir nossas cidades. SUMMARY é um estúdio de arquitetura português com foco no desenvolvimento de sistemas construtivos pré-fabricados e modulares. Procurando o equilíbrio entre pragmatismo e experimentalismo, o escritório desenvolve soluções pré-fabricadas com o objetivo de responder a um desafio determinante da arquitetura contemporânea – acelerar e simplificar os processos construtivos. Fundado em 2015 pelo arquiteto Samuel Gonçalves, formado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, o estúdio coleciona publicações, premiações e aparições em eventos de destaque, como a Bienal de Veneza de 2016, além de ter sido selecionado entre os melhores novos escritórios de 2021 pelo ArchDaily. Conversamos com Samuel sobre a experiência prática no tema da pré-fabriação e modulação, suas experimentações e incursões na pesquisa.

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Durabilidade e estética nas fachadas em ardósia

A ardósia é uma rocha metamórfica formada a partir da transformação da argila sob alta pressão e temperatura. Bastante homogênea e sóbria, com tonalidades que variam entre o cinza escuro e o preto, sua utilização é muito apreciada em pisos e telhados, por conta da durabilidade e aparência. Para as fachadas, a ardósia também funciona muito bem, aliando a estética da pedra natural, moldada pela natureza por mais de 500 milhões de anos, com o conforto térmico e facilidade de instalação das fachadas ventiladas.

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Arquibancadas em espaços internos: de escritórios a residências

Arquibancadas em espaços internos: de escritórios a residências - Imagem de Destaque
Sede da Unicred / Arquitetura Nacional. Image © Cristiano Bauce

Espaços de circulação são geralmente desafiantes para projetistas por servirem, como o nome diz, apenas a passar de um cômodo a outro. Enquanto muitos aproveitam estes espaços como locais de armazenamento, Mies van der Rohe na casa Farmsworth reduziu a circulação ao mínimo, criando uma planta livre completamente isenta de corredores. Quando nos deparamos com circulações verticais, a questão é semelhante. Escadas cumprem ao propósito de vencer a altura entre um pavimento e outro, mas raramente constituem-se em espaços de convívio em interiores. Arquibancadas, por sua vez, desempenham este papel em diversos programas. Se até então eram encontradas apenas em espaços esportivos ou anfiteatros, o uso de arquibancadas se massificou e tem figurado em espaços de escritórios, prédios públicos, escolas e até residências.