O prazo de inscrição para a premiação termina na próxima sexta-feira, 7 de maio de 2021, permitindo que todos os projetos concluídos e futuros até essa data tenham a oportunidade de concorrer ao prêmio.
Pela primeira vez, o World Architecture Festival será realizado em Lisboa, de 1º a 3 de dezembro de 2021. O programa global anual de premiação está com inscrições abertas para arquitetos/as e designers de todo o mundo. O WAF atrai mais de mil candidaturas todos os anos, que competem nas categorias de Edifícios Concluídos, Projetos Futuros e Interiores.
Como parte de sua primeira Turnê Mundial Virtual, o Architects, not Architecture visitou Nova York para se encontrar com Steven Holl.
O formato de evento internacional Architects, not Architecture é conhecido por convidar alguns dos nomes mais influentes da arquitetura de nosso tempo para falar sobre suas trajetórias, influências e biografias intelectuais. Com sua nova série de eventos, o “AnA” aproxima a comunidade da arquitetura ao levar o público em uma viagem pelo mundo para “visitar” cidades selecionadas e conhecer virtualmente dois de seus escritórios mais renomados.
Em uma época em que o mundo enfrenta grandes desafios sociais e ambientais, a Trienal de Arquitetura de Oslo de 2022 destaca o bairro como um lugar e um horizonte para repensar nossas cidades. Com o título provisório Missão Vizinhança - (Re)formando comunidades, a Trienal explorará como configuramos os lugares que compartilhamos.
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Flooded Modernity. Cortesia de Asmund Havsteen-Mikkelsen
Há um ditado que diz que “toda boa arquitetura vaza”. Embora provavelmente não tenha a intenção de ser um endosso a infiltrações e danos causados pela água, este vídeo leva a sério a afirmação ao analisar, de forma lúdica, alguns dos vazamentos mais célebres da arquitetura. Frank Lloyd Wright era famoso por desconsiderar as muitas goteiras não intencionais de seus edifícios, tendo inclusive dito certa vez ao Sr. Johnson que mudasse sua mesa de lugar caso não gostasse de vê-la sob a chuva. Contudo, existem também diversas infiltrações intencionais marcantes na história da arquitetura, como no hall de entrada das Termas de Vals, de Peter Zumthor. Ali, as paredes permitem que a água subterrânea da montanha ao redor se infiltre, formando belos painéis a partir dos depósitos minerais que a água carrega em seu trajeto pela terra. Sejam intencionais ou não, as infiltrações são uma realidade inevitável e importante para os/as arquitetos/as. Deve haver sempre um plano para lidar com a água que entrará em nossos edifícios, e este vídeo oferece essa reflexão por meio de cinco estratégias bem-humoradas.
Este episódio de Architecture w/ Stewart explora as únicas cinco formas de organizar a planta de um edifício — pelo menos de acordo com Francis Ching em seu livro canônico Arquitetura: Forma, Espaço e Ordem. Cada uma das cinco — centralizada, linear, radial, agrupada e em grelha — oferece benefícios e oportunidades únicas para arquitetos/as, clientes ou visitantes. Algumas dessas estratégias são reservadas para edifícios cerimoniais formais, ao passo que outras são mais adequadas para proporcionar uma exploração menos rígida e mais orgânica por parte de seus/suas ocupantes. Algumas resultam em formas completas e autônomas, ao passo que outras podem encolher ou expandir com facilidade. Contudo, cada edifício é, de alguma forma, uma combinação dessas cinco estratégias básicas. Utilizando recortes de papel, figuras humanas de plástico e exemplos representativos da história e de construções recentes, Stewart demonstra o valor e as possibilidades de cada estratégia organizacional.
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Olhando para o oeste a partir do Rio Gotham, por Anton Furst
As graphic novels integram desenhos de pessoas, espaço e tempo em suas estruturas narrativas para produzir histórias visuais potentes. Além disso, as histórias em quadrinhos e a arquitetura compartilham uma série de ferramentas comuns que são fundamentais para suas representações — o desenho, a sequenciação, o texto, a ação, o personagem, entre outras. Isso estabelece uma afinidade natural entre as graphic novels, a arquitetura e a cidade. Neste episódio, Stewart tira as graphic novels de sua estante para mostrar como e por que elas influenciaram sua abordagem ao projeto de arquitetura, levando à criação de propostas premiadas em concursos. Em especial, *Cidade de Vidro* e *Asterios Polyp*, de David Mazzucchelli, e *Building Stories*, de Chris Ware, oferecem lições para o desenvolvimento de uma abordagem holística da arquitetura, envolvendo múltiplos pontos de vista, política, ficção e design visionário.
Talvez nenhum personagem moderno da TV ou do cinema seja mais fascinado por arquitetos/as do que George Costanza, de Seinfeld. E, convenhamos, quantos/as arquitetos/as escolheram a profissão apenas para poder dizer: “Eu sou arquiteto/a”? Mas e se George fosse, de fato, arquiteto? Que tipo de arquiteto ele seria? Neste episódio, Stewart analisa cenas de Seinfeld para desvendar que tipo de arquiteto George realmente gostaria de ser. Apoiando-se em sete evidências e em uma argumentação digna de tribunal, ele constrói sua tese em torno desse instigante cenário hipotético. As evidências vão desde as referências explícitas de George — como sua afirmação de ter projetado a ampliação do Guggenheim — até uma avaliação mais psicológica de sua inclinação por espaços aconchegantes e revestidos de veludo, concluindo com seu fascínio pela própria farsa de fingir ser o que não é.
Durante este mês, discutiremos sob uma perspectiva crítica o significado da renderização para a arquitetura. Quais são os modelos e quais são os limites da renderização no processo de projeto de uma edificação? E, sob essa ótica, cabe nos perguntar: o que é uma renderização? Seria apenas uma imagem para vencer concursos e atrair potenciais clientes, ou uma ferramenta de fato eficaz para o processo de construção?
Chegou o dia de conhecer os finalistas do ODA2021. Nosso júri de especialistas — ou seja, vocês, leitores e leitoras — selecionou 15 de seus projetos favoritos entre quase 1.000 obras de arquitetura na América Latina e na Espanha.
Este prêmio se tornou uma verdadeira tradição que, este ano, chega à sua décima terceira edição. Trata-se de um convite a todos os nossos leitores e leitoras para que reconheçam as obras publicadas em 2020 que serviram de inspiração e que representam a identidade de seus contextos locais, em um planeta globalizado, definindo a forma de fazer arquitetura na América Latina e na Espanha, em um mundo cada vez mais heterogêneo e multicultural.
A partir de hoje, e até a próxima quarta-feira, 31 de março, às 23:59 (GMT-3), será possível conhecer cada um dos finalistas em detalhes e votar no projeto que melhor representa essa arquitetura "em espanhol" que nos inspira, nos identifica e nos marca.
O LEGO é um sistema universal de construção de mundos e uma popular porta de entrada para a arquitetura. Naturalmente, é possível construir quase tudo com ele — de carros a naves espaciais —, mas edifícios de todos os tipos, de delegacias de polícia a castelos, estão entre os temas mais populares. O que torna o LEGO tão atraente para arquitetos e arquitetas jovens — e outros não tão jovens assim? O que, especificamente, o torna uma boa analogia para o projeto de edifícios? Neste episódio, Stewart compra uma caixa de LEGO e a utiliza como ponto de partida para falar sobre o que aprendeu com esse sistema de blocos de montar. De lições sobre modularidade e proporção, passando por gramática e resolução, até as categorias compositivas de adição e subtração, o vídeo destrincha como esses conceitos fundamentais se aplicam tanto ao LEGO quanto à história e ao projeto de arquitetura.
Temos o prazer de apresentar os projetos finalistas do Prêmio Obra do Ano 2021. Após duas semanas de indicações, foram escolhidos os projetos favoritos entre centenas de obras construídas nos países de língua portuguesa. Nosso júri de especialistas, composto por nossos próprios leitores, realizou, mais uma vez, um excelente trabalho na seleção destas 15 obras.
A partir de hoje até o dia 31 de março às 23h59 (Brasília - GMT-3) vocês podem votar uma vez por dia nas obras que consideram ser os melhores exemplos da arquitetura lusófona contemporânea. O resultado será divulgado no dia 1 de abril.
Neste vídeo, o canal Architecture with Stewart analisa a estratégia de projeto em planta de Louis Kahn (1901-1974), especificamente como sua obra articula e organiza os espaços servidos e servidores. Após a Segunda Guerra Mundial, o lado sombrio da tecnologia tornou-se evidente, de modo que a concepção da arquitetura como uma "máquina de morar" passou a soar equivocada ou mesmo desumana. Em contraposição à planta livre e fluida do período anterior à guerra, Kahn explorou novas possibilidades para a organização dos ambientes, fundamentado na crença de que a privacidade e o confinamento de cada cômodo poderiam coexistir de forma integrada, funcionando como uma "sociedade" de espaços. Partindo de uma análise detalhada dos Vestiários de Trenton, o vídeo utiliza animações digitais, croquis, fotografias e narrativas históricas para traçar a evolução dessa abordagem espacial através de projetos como as residências Adler e Esherick e a Biblioteca de Exeter.
Este vídeo explora como os cenários e espaços na primeira temporada de Westworld, da HBO, contribuem para a interpretação geral da série. Da cidade sem lei de Sweetwater aos escritórios rigidamente controlados da Delos, Westworld utiliza a arquitetura de maneira precisa para estabelecer seus mundos complexos. Embora a série se passe em um parque temático do futuro próximo, livros como Variation on a Theme Park, de Michael Sorkin, argumentam que já estamos tratando as cidades em que vivemos — na vida real — como parques temáticos. Assim, embora Westworld compartilhe diversas estratégias arquitetônicas com locais como a Disneyland, a produção também não está tão distante de cidades como Chicago, Nova York ou Londres. Afinal, foi o arquiteto Charles Moore quem declarou a Disneyland o ambiente urbano mais influente construído após a Segunda Guerra Mundial. Ir a fundo nessa toca de coelho envolve muitas viagens de trem e uma introdução ao conceito de heterotopia de Michel Foucault, que ajuda a explicar o que acontece quando mundos colidem.
Net City da Tencent, em Shenzhen, China. Imagem cortesia de NBBJ
O EPISÓDIO 9 terá como foco as Cidades do Futuro. Nosso/a convidado/a será Jonathan Ward, sócio/a de design da NBBJ, que está desenvolvendo a Net City da empresa de tecnologia chinesa Tencent, em Shenzhen, na China. Com dimensões e formato aproximados aos de Midtown Manhattan, a Net City contará com um novo escritório da Tencent, um bairro residencial, escolas, comércio e outras comodidades. O projeto tem como foco a sustentabilidade, incluindo painéis fotovoltaicos nas coberturas, sensores que monitoram o desempenho ambiental e inundações, além de uma rede de transporte abrangente que prioriza o transporte público, bicicletas e o acesso de pedestres. Outros projetos de destaque de Ward para a NBBJ incluem as sedes da Samsung em San Jose e na Coreia do Sul, da Ant Financial em Hangzhou, do Wellcome Trust em Cambridge, da Telenor em Oslo e da Reebok em Massachusetts.
Com o lançamento do prêmio Obra do Ano 2021, celebramos este ano o décimo terceiro aniversário do maior reconhecimento do mundo da arquitetura em língua espanhola, no qual as obras vencedoras são escolhidas por votação popular. A partir de hoje, terça-feira, 9 de março, e ao longo de três semanas, nosso público leitor será responsável por determinar quais foram as obras que nos inspiraram em 2020 e que hoje representam fielmente a identidade de nossos contextos locais, definindo, ao mesmo tempo, a forma de fazer arquitetura ao redor do mundo.
Durante as próximas três semanas, toda a rede do ArchDaily em Espanhol (Plataforma Arquitectura, ArchDaily México, ArchDaily Colômbia e ArchDaily Peru) servirá de plataforma para celebrar o melhor da arquitetura construída na Espanha e nos países de língua espanhola na América Latina.
Em um universo de quase mil obras publicadas durante o ano de 2020, você poderá encontrar facilmente suas favoritas navegando por cada uma das categorias e utilizando o buscador que permite filtrar os projetos por país e por escritório de arquitetura responsável.
O prêmio Obra do Ano 2021 é apresentado a você graças à Dornbracht, reconhecida por seus designs líderes em arquitetura, que podem ser encontrados internacionalmente em banheiros e cozinhas.
Neste vídeo, o canal Architecture with Stewart analisa as estratégias de planta baixa de Louis Kahn (1901-1974), observando como elas tratam e organizam os ambientes em configurações de espaços servidores e servidos. Após a Segunda Guerra Mundial ter revelado a face sombria da tecnologia, a arquitetura que nos legou as “máquinas de morar” passou a parecer equivocada e desumanizadora. Em contraposição às plantas livres e abertas do período anterior à guerra, Louis Kahn vislumbrou novas possibilidades para os cômodos, acreditando que sua privacidade e fechamento poderiam coexistir harmonicamente em uma “sociedade de salas”. A partir de uma análise detalhada da Trenton Bath House, o vídeo utiliza animações digitais, croquis, fotografias e narrativas históricas para traçar a evolução do espaço por meio de projetos como a Adler House, a Esherick House e a Biblioteca de Exeter — esta última, uma sala monumental de memória cultural.
Os espaços liminares estão por toda parte — seja no sentido literal, seja como um tema de grande interesse no Reddit e em outras plataformas de compartilhamento de imagens. A publicação de fotos de espaços vazios e deteriorados, acompanhada por lembranças coletivas de experiências de infância, tem se tornado uma atividade bastante popular ultimamente. Em algum momento do passado, os espaços retratados nessas imagens inquietantes pareceram uma boa ideia, uma solução útil para abrigar multidões em trânsito ou em atividades comerciais. A arquitetura também desenvolveu termos específicos para essas áreas, definindo-as por meio de teorias que explicavam seu papel em nossa cultura. Neste vídeo, docente de arquitetura Stewart Hicks apresenta como os/as arquitetos/as pensam os espaços liminares, o que os constitui, por que existem e por que alguns/as arquitetos/as e artistas ainda trabalham para produzir esse efeito.