
Olhando para trás, o ano de 2022 foi marcado por acontecimentos significativos liderados por mulheres. Kimberly Dowdell foi eleita a primeira mulher negra a presidir o American Institute of Architects (AIA); Carol Ross Barney recebeu a Medalha de Ouro do AIA de 2023; Jeanne Gang venceu o Prêmio Charlotte Perriand de 2023; Frida Escobedo foi nomeada pela TIME 2022 como uma das 100 lideranças emergentes do ano; Renée Gailhoustet recebeu o Prêmio de Arquitetura da Royal Academy de 2022; “Liberdade Infinita, um mundo para uma democracia feminista” foi inaugurada na Bienal FRAC de 2022 na França; e o ArchDaily lançou o documentário “Women in Architecture”, uma iniciativa da Sky-Frame, que acompanha a vida e a carreira de Toshiko Mori, Gabriela Carrillo e Johanna Meyer-Grohbrügge — três arquitetas em diferentes países, contextos e fases da vida, mas com muito em comum. Exemplos de protagonismo feminino como estes são inúmeros.
Em 2021, propusemos o debate “Por que ainda precisamos falar sobre arquitetas hoje?” e, em 2022, nos dedicamos ao tema “Equilíbrio de poder e mudança de narrativas”. Em nossa terceira cobertura anual do Mês Internacional da Mulher, o ArchDaily focará nas conquistas de arquitetas diante de desafios globais, buscando soluções inovadoras para as questões contemporâneas. Alinhando-se parcialmente ao tema escolhido pela ONU para o Dia Internacional da Mulher de 2023, centrado em Inovação e Tecnologia para a Igualdade de Gênero, o ArchDaily refletirá sobre o que significa inovar diante dos desafios globais.



























