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Que tipo de arquiteto George Costanza seria?

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Talvez nenhum personagem moderno da TV ou do cinema seja mais fascinado por arquitetos/as do que George Costanza, de Seinfeld. E, convenhamos, quantos/as arquitetos/as escolheram a profissão apenas para poder dizer: “Eu sou arquiteto/a”? Mas e se George fosse, de fato, arquiteto? Que tipo de arquiteto ele seria? Neste episódio, Stewart analisa cenas de Seinfeld para desvendar que tipo de arquiteto George realmente gostaria de ser. Apoiando-se em sete evidências e em uma argumentação digna de tribunal, ele constrói sua tese em torno desse instigante cenário hipotético. As evidências vão desde as referências explícitas de George — como sua afirmação de ter projetado a ampliação do Guggenheim — até uma avaliação mais psicológica de sua inclinação por espaços aconchegantes e revestidos de veludo, concluindo com seu fascínio pela própria farsa de fingir ser o que não é.  

Arquitetura em Graphic Novels

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As graphic novels integram desenhos de pessoas, espaço e tempo em suas estruturas narrativas para produzir histórias visuais potentes. Além disso, as histórias em quadrinhos e a arquitetura compartilham uma série de ferramentas comuns que são fundamentais para suas representações — o desenho, a sequenciação, o texto, a ação, o personagem, entre outras. Isso estabelece uma afinidade natural entre as graphic novels, a arquitetura e a cidade. Neste episódio, Stewart tira as graphic novels de sua estante para mostrar como e por que elas influenciaram sua abordagem ao projeto de arquitetura, levando à criação de propostas premiadas em concursos. Em especial, *Cidade de Vidro* e *Asterios Polyp*, de David Mazzucchelli, e *Building Stories*, de Chris Ware, oferecem lições para o desenvolvimento de uma abordagem holística da arquitetura, envolvendo múltiplos pontos de vista, política, ficção e design visionário.

Projetando Net-Zero: Novos modelos de habitação integrada da Califórnia

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Poucos lugares incorporaram as práticas de projeto sustentável de forma tão expressiva quanto a Califórnia. Diante de secas severas, incêndios florestais e crises ambientais recorrentes, o estado passou a criar novas políticas e iniciativas para fomentar soluções de projeto ecologicamente conscientes. De ecobairros e estratégias de gestão hídrica a projetos de edifícios com consumo de energia líquido zero (net-zero), o "Estado Dourado" avança a passos largos para remodelar seu futuro. Ao estabelecer visões e diretrizes de longo prazo sob a ótica do consumo de recursos físicos, a Califórnia trabalha para integrar melhor seus planos de desenvolvimento econômico com métodos construtivos sustentáveis.

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A Neue Nationalgalerie renovada utiliza designs da Dornbracht

Cerca de seis anos após a decisão de renovar a Neue Nationalgalerie em Berlim (Nova Galeria Nacional), a obra concluída está prestes a ser reaberta ao público. As extensas reformas, planejadas e executadas pelo escritório David Chipperfield Architects, contaram com os produtos de design de interiores da marca Dornbracht. Estes metais icônicos combinam o estilo moderno e emblemático da arquitetura da galeria com a linguagem de design singular da Dornbracht, igualmente minimalista em suas formas.

"Porque você se conhece melhor, observa as coisas mais profundamente": Em conversa com Anupama Kundoo

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Na mais recente entrevista do Louisiana Channel, a arquiteta indiana Anupama Kundoo compartilha suas reflexões sobre a importância de equilibrar as viagens e o momento de solidão consigo mesma. "Acho que viajar é importante, mas se você não estiver ancorado em si mesmo, irá a cem lugares e não verá nada", explica a arquiteta, "viajar ajuda a se distanciar daquilo que consideramos garantido".

"Porque você se conhece melhor, observa as coisas mais profundamente": Em conversa com Anupama Kundoo - Image 1 of 4"Porque você se conhece melhor, observa as coisas mais profundamente": Em conversa com Anupama Kundoo - Image 2 of 4"Porque você se conhece melhor, observa as coisas mais profundamente": Em conversa com Anupama Kundoo - Image 3 of 4"Porque você se conhece melhor, observa as coisas mais profundamente": Em conversa com Anupama Kundoo - Image 4 of 4Porque você se conhece melhor, observa as coisas mais profundamente: Em conversa com Anupama Kundoo - Mais Imagens+ 1

5 maneiras de organizar um edifício

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Este episódio de Architecture w/ Stewart explora as únicas cinco formas de organizar a planta de um edifício — pelo menos de acordo com Francis Ching em seu livro canônico Arquitetura: Forma, Espaço e Ordem. Cada uma das cinco — centralizada, linear, radial, agrupada e em grelha — oferece benefícios e oportunidades únicas para arquitetos/as, clientes ou visitantes. Algumas dessas estratégias são reservadas para edifícios cerimoniais formais, ao passo que outras são mais adequadas para proporcionar uma exploração menos rígida e mais orgânica por parte de seus/suas ocupantes. Algumas resultam em formas completas e autônomas, ao passo que outras podem encolher ou expandir com facilidade. Contudo, cada edifício é, de alguma forma, uma combinação dessas cinco estratégias básicas. Utilizando recortes de papel, figuras humanas de plástico e exemplos representativos da história e de construções recentes, Stewart demonstra o valor e as possibilidades de cada estratégia organizacional.

Como a pandemia impulsionou a criatividade

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A WeTransfer lançou recentemente o seu 2020 Ideas Report, que apresenta os impactos da COVID-19 na criatividade. Em um momento no qual a economia, as taxas de desemprego e o moral geral estavam em baixa, o relatório trouxe um motivo para ter esperança: quase metade (45,3%) das 35 mil pessoas do setor criativo entrevistadas afirmaram ter tido mais ideias criativas durante a pandemia do que antes dela.

O que nos leva à seguinte questão: como replicar os aspectos positivos decorrentes da pandemia e mantê-los a longo prazo no setor? O ThinkLab conversou com lideranças de negócios de dentro — e de fora — do mercado de design de interiores para compreender as mudanças que as empresas fizeram para continuar relevantes nestes tempos de transformação.

Toda boa arquitetura vaza: um guia em cinco pontos

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Há um ditado que diz que “toda boa arquitetura vaza”. Embora provavelmente não tenha a intenção de ser um endosso a infiltrações e danos causados pela água, este vídeo leva a sério a afirmação ao analisar, de forma lúdica, alguns dos vazamentos mais célebres da arquitetura. Frank Lloyd Wright era famoso por desconsiderar as muitas goteiras não intencionais de seus edifícios, tendo inclusive dito certa vez ao Sr. Johnson que mudasse sua mesa de lugar caso não gostasse de vê-la sob a chuva. Contudo, existem também diversas infiltrações intencionais marcantes na história da arquitetura, como no hall de entrada das Termas de Vals, de Peter Zumthor. Ali, as paredes permitem que a água subterrânea da montanha ao redor se infiltre, formando belos painéis a partir dos depósitos minerais que a água carrega em seu trajeto pela terra. Sejam intencionais ou não, as infiltrações são uma realidade inevitável e importante para os/as arquitetos/as. Deve haver sempre um plano para lidar com a água que entrará em nossos edifícios, e este vídeo oferece essa reflexão por meio de cinco estratégias bem-humoradas.

Controle de Solo: Arquitetura da Aviação para Além dos Aeroportos

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A arquitetura da aviação passou por uma transformação radical. Embora os próprios aeroportos tenham crescido para acomodar inúmeros programas e volumes de tráfego cada vez maiores a cada ano, os projetos contemporâneos vão além dessa tipologia familiar para explorar o caráter dos hangares, a taxonomia dos aeródromos e a reutilização de estruturas. Se, por um lado, os aeroportos surgiram de fato apenas no último século, por outro, o voar captura a imaginação de designers há séculos. Hoje, os projetos contemporâneos de aviação são concebidos como obras de caráter exploratório e criativo.

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Reavaliando o edifício mais ameaçado de Chicago: o James R. Thompson Center

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Talvez nenhum edifício em Chicago esteja tão próximo da demolição quanto o James R. Thompson Center. Embora os responsáveis por essa ameaça citem anos de manutenção postergada e altos custos operacionais como os principais motivos de sua decisão, essas não são as verdadeiras razões para o declínio da edificação. O edifício sofre de um mal muito mais letal: ser tratado como uma construção comum. Neste vídeo, Stewart explica por que o Thompson Center definitivamente não é um edifício comum e propõe caminhos alternativos para avaliá-lo. E se, em vez disso, o considerássemos uma infraestrutura urbana ou uma praça pública? Ao relacionar a obra com a teoria de "Bigness" de Rem Koolhaas, o vídeo defende que o Thompson Center deveria ser valorizado pela forma como reúne as pessoas no espaço, e não por suas cores, paleta de materiais ou qualquer outro método convencional de avaliação arquitetônica.

Transformando o banheiro em um espaço para viver

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O que estamos vivenciando atualmente no mundo é uma mudança de valores. Uma crise como a da COVID-19 nos leva a questionar como queremos viver, quem é importante para nós e como devemos investir nosso tempo. À medida que nossas necessidades se transformam, passamos a focar em valores perenes, como família, comunidade e a busca pelo bem-estar físico e mental. No que diz respeito aos objetos de que nos cercamos, temas como valor duradouro, longevidade e qualidade assumem o protagonismo. Já não se trata apenas do que é benéfico para o indivíduo hoje, mas também do que será útil e relevante amanhã.

Assembleia Aberta: Prefeituras espanholas que moldam a comunidade e o lugar

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Prefeituras e edifícios de arquitetura cívica são definidos por espaços de encontro e de trabalho concentrado. Localizados em centros urbanos, eles integram sistemas e pessoas. Sendo uma das nações mais diversas do mundo, a Espanha equilibra o respeito pela história com o otimismo em relação ao futuro. Ao explorarem os impactos ambientais, sociais e econômicos, as sedes municipais representam a cultura emergente do design espanhol e os valores locais.

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Reconstruir? Richard Florida esboça sua visão para uma ‘cidade pós-pandemia’

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Os distritos comerciais centrais dos Estados Unidos sofreram muito durante a pandemia de COVID-19 com a perda de empregos e o fechamento de empresas, mas também têm boas chances de recuperação se os principais agentes do setor souberem capitalizar sobre as tendências que moldarão a forma como as pessoas vivem e trabalham na economia pós-pandemia. Essa é a visão do escritor e urbanista Richard Florida, professor da Universidade de Toronto e autor de The Rise of the Creative Class e The New Urban Crisis.

5 maneiras como elementos de teto personalizados podem valorizar um espaço interno

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O teto – frequentemente chamado de "a quinta parede" – tem o potencial de transformar um espaço interno de comum em extraordinário. No âmbito do design, o teto costuma ser esquecido, o que resulta em muitas oportunidades perdidas de criar momentos de interesse visual e encantamento. 

Arquitetura Perdida: Explorando Obras-Primas Não Construídas, Casa Goldenberg de Louis Kahn

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A Residência Goldenberg foi projetada em 1959 pelo arquiteto Louis Kahn para Morgan e Mitzi Goldenberg. Embora a casa nunca tenha sido construída, Kahn a citava como portadora de lições importantes para o seu processo de projeto, as quais seriam aplicadas em diversas de suas obras posteriores. Essas lições dizem respeito, especificamente, à irregularidade do exterior da casa em contraste com o seu coração, o átrio, que forma um quadrado perfeito. Ainda que possamos observar essa descoberta no desenho da planta, há nuances em seu projeto que seriam mais difíceis de compreender sem uma visita presencial. No entanto, e se pudéssemos visitar a Residência Goldenberg como se ela tivesse sido de fato construída? Este vídeo explora a Residência Goldenberg, sua história e intenções de projeto, utilizando essas descobertas para construir um modelo digital da casa que pode ser explorado em tempo real.

SWA Group é selecionado para projetar memorial e espaço LGBTQ+ na Harvey Milk Plaza, em São Francisco

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Matt Hickman escreve sobre o mais recente memorial inclusivo de São Francisco para o The Architect's Newspaper, projetado pelo SWA, escritório que opera dois estúdios na Bay Area (São Francisco e Sausalito), além de filiais no Texas, Sul da Califórnia, Nova York e Xangai. Selecionado pela FHMP a partir de uma lista de quatro finalistas que enviaram propostas — de um total de 17 escritórios convidados —, o SWA compartilhou seu projeto conceitual vencedor para o memorial na Harvey Milk Plaza.

A arquitetura e a mancha da escravidão moderna

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Explorando a questão da escravidão na arquitetura, nos materiais de construção e na indústria da construção, Michael J. Crosbie entrevista Sharon Prince, a mulher por trás da iniciativa Design for Freedom, discutindo o relatório da organização "sobre o uso generalizado de escravidão na indústria de projeto e construção, e como profissionais da área podem responder".

Proposta Indecente: Dicas de arquitetura para tornar propostas decentes

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Este vídeo utiliza o personagem do arquiteto no filme Proposta Indecente — chamado David Murphy e interpretado por Woody Harrelson — para oferecer dicas de prática profissional. David Murphy se envolve em uma série de práticas de negócios arriscadas e toma repetidamente decisões que levam a falhas gritantes na gestão de seu escritório. No entanto, seu descuido mais grave — e a verdadeira “proposta indecente” — é reunir-se com um bilionário sem antes cultivá-lo como cliente. Esse erro de julgamento faz com que o empresário abastado, interpretado por Robert Redford, adquira o projeto de Murphy bem debaixo de seu nariz. Além das lições práticas para evitar essas armadilhas, o vídeo também oferece uma análise de personagem que destrincha os princípios fundamentais da arquitetura desconstrutivista e outras referências arquitetônicas do filme.

"O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto": Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021

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A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza estreou na semana passada, apresentando uma gama diversificada e inspiradora de respostas possíveis para a pergunta “Como viveremos juntos?”. Apesar dos inúmeros obstáculos impostos pela pandemia, a edição deste ano amplia o escopo e o alcance da Bienal, reafirmando seu papel como plataforma de questionamento, exploração e pensamento disruptivo na arquitetura. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir em Veneza com um dos cocuradores do Pavilhão dos EUA, o arquiteto, autor e professor da Universidade de Illinois Paul Andersen, para discutir a proposta do pavilhão e como ela reflete o tema central da Bienal.

"O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto": Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021 - Image 1 of 4"O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto": Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021 - Image 2 of 4"O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto": Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021 - Image 3 of 4"O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto": Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021 - Image 4 of 4O wood framing é um sistema tanto igualitário quanto aberto: Em conversa com o curador do Pavilhão dos EUA, Paul Andersen, na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021 - Mais Imagens+ 9

"Nosso futuro vernáculo pode ser o nosso resíduo industrial": Em conversa com o curador do Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos, Wael Al Awar, na Bienal de Veneza de 2021

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Com a inauguração da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 60 nações de todo o mundo apresentaram soluções singulares para a questão “Como viveremos juntos?”. Nem mesmo a pandemia ou suas repercussões impediram o processo criativo dos/as curadores/as. Pelo contrário, as adversidades foram tomadas como ponto de partida para explorar como a noção de "viver juntos" se transformou ao longo do último ano e de que maneira é possível reimaginar melhores ambientes construídos. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir com o/a arquiteto/a Wael Al Awar, um/a dos/as co-curadores/as do Pavilhão dos EAU, para debater como surgiu o material inovador do pavilhão e o que isso representa para o futuro da arquitetura.

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No sul da Califórnia, as refeições ao ar livre transformam o cenário da hospitalidade

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"A explosão das refeições ao ar livre é tanto uma ferramenta de sobrevivência para os restaurantes quanto uma mudança cultural bem-vinda que pode ter vindo para ficar", afirma Jessica Ritz em seu artigo originalmente publicado na Metropolis. De fato, a autora explora as tendências de hospitalidade que surgiram durante a pandemia na Califórnia, principalmente as refeições ao ar livre, e que devem durar ou se fazer presentes por muito tempo.

Fogo e Arquitetura: Como o fogo molda o projeto dos edifícios

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O fogo é um fator crucial a ser considerado no projeto de edifícios. Desde os sistemas construtivos e a disposição dos ambientes até as rotas de fuga e os sistemas de combate a incêndio, o fogo é uma força poderosa que molda os espaços que habitamos. Este vídeo aborda alguns desses fatores enquanto o apresentador, Stewart Hicks, acende uma fogueira em uma cabana no norte de Michigan. Ao longo do processo de escolha das lenhas, montagem, acendimento e contemplação do fogo, ele explica como a construção de edifícios se relaciona com os princípios para se estruturar uma boa fogueira. Ele aborda as teorias de Gottfried Semper, a evolução do fogo no ambiente doméstico, os aspectos a se considerar na construção em wood frame, o Princípio de Bernoulli, os sistemas de combate a incêndio e muito mais. Puxe uma cadeira, traga os ingredientes para fazer s’mores e divirta-se com algumas curiosidades sobre o fogo.

"Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo": Em conversa com Alejandro Aravena

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A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza convidou profissionais da arquitetura a refletir sobre a questão "Como viveremos juntos?", provocando uma variedade de respostas, leituras e interpretações. A Exposição Internacional, que acontece no Giardini, no Arsenale e no Forte Marghera, apresenta 112 participantes de 46 países, cujas contribuições estão organizadas em cinco escalas: Entre seres diversos, Como novas habitações, Como comunidades emergentes, Através de fronteiras e Como um único planeta. Para responder à pergunta "Como viveremos juntos como comunidade?", o escritório chileno ELEMENTAL propôs uma intervenção, e o ArchDaily se reuniu em Veneza com Alejandro Aravena para discutir a ideia por trás do projeto KOYAÜWE. A proposta cria um espaço que recupera a tradição dos "parlamentos" (diálogos e negociações históricas) como meio de abordar o histórico conflito chileno-mapuche.

"Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo": Em conversa com Alejandro Aravena - Image 1 of 4"Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo": Em conversa com Alejandro Aravena - Image 2 of 4"Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo": Em conversa com Alejandro Aravena - Image 3 of 4"Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo": Em conversa com Alejandro Aravena - Image 4 of 4Não somos os protagonistas, a arquitetura é apenas o pano de fundo: Em conversa com Alejandro Aravena - Mais Imagens+ 3

Adam Nathaniel Furman: “Edifícios sempre incorporam os valores de seus criadores”

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Stefan Fuchs e Raphael Dillhof entrevistam Adam Nathaniel Furman para discutir o papel e a importância das fachadas na malha urbana contemporânea, "no contexto de uma gama mais ampla de questões sociais, econômicas e políticas". Parte de um estudo aprofundado que examina o papel das fachadas no século XXI, esta conversa também levanta a questão de por que os edifícios sempre incorporam os valores de quem os cria.

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