Centro de Arte Xi'an Qujiang por Xiaoxia Wang - gad. Imagem cortesia de A'Design Award and Competition
“O bom design merece grande reconhecimento”. Essa premissa sintetiza o A'Design Award and Competition, uma premiação voltada a designers, mentes inovadoras e empresas que desejam se destacar e atrair a atenção da mídia, de editores/as e de compradores/as. Esses aspectos são especialmente importantes no universo do design, onde milhões de produtos e projetos são lançados diariamente e, frequentemente, acabam eclipsados, sem receber o devido prestígio. Diante disso, todos os anos são submetidos ao A' Design Award projetos focados em inovação, tecnologia, design e criatividade. A premiação oferece uma oportunidade única de reconhecimento, contando com a curadoria de um júri renomado e a possibilidade de um lançamento internacional bem-sucedido. O A'Design Award engloba uma série de serviços de relações públicas, publicidade e marketing para celebrar o sucesso de seus/suas vencedores/as. Além disso, diferentemente de outras premiações da área, a inscrição é totalmente gratuita.
Recriar o ateliê de um/a artista em uma exposição sempre foi um desafio para equipes de curadoria e expografia — trazer a medida certa de "caos", revelar minuciosamente o fazer artístico e manter a coerência visual são requisitos fundamentais, ao mesmo tempo em que se abrem as cortinas dos bastidores para o público. Kazuko Miyamoto: To perform a line, retrospectiva da Japan Society sobre os cinquenta anos de carreira da artista na escultura, no desenho e na performance, soluciona esse desafio de maneira prática e poética.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134459/japan-society-de-manhattan-explora-a-relacao-da-artista-kazuko-miyamoto-com-a-arquitetura-de-seu-atelieOsman Can Yerebakan
Quando a incorporadora Blue Heron se propôs a criar sua exclusiva obra-prima residencial, a Vegas Modern 001, ou simplesmente VM001, o objetivo era expandir os limites do design e criar uma experiência imersiva que integrasse tanto o mundo natural quanto o construído.
“Gostamos de pensar na casa como algo adequado ao nosso tempo e lugar, à nossa cultura e à tecnologia disponível”, afirma o fundador e CEO Tyler Jones. “Assim, há uma energia e um espírito que vêm da cidade … então estamos falando de mídias digitais e dessa atmosfera lúdica que se manifesta em alguns grandes momentos dramáticos.”
Open BIM é uma sigla para Open Building Information Modeling e consiste em uma abordagem universal para o projeto, a execução e a operação colaborativa de edifícios baseada em padrões e fluxos de trabalho abertos. Trata-se de uma iniciativa da buildingSMART apoiada por muitos dos principais desenvolvedores de software da indústria da construção.
A abordagem define métodos para a descrição orientada a objetos de edifícios por meio de formatos de dados abertos que facilitam a entrega integrada de projetos. O Open BIM proporciona uma linguagem comum para o intercâmbio de informações em equipes multidisciplinares de projeto.
Arcadia Cinema / DW9. Imagem cortesia de Iris Ceramica Group
No contexto da pandemia, em que diversos negócios foram forçados a fechar temporariamente, as salas de cinema em todo o mundo estiveram entre os setores mais afetados. Passados mais de dois anos, os efeitos remanescentes da COVID-19 ainda se fazem presentes, marcando um ponto de inflexão na experiência tradicional do cinema. Contudo, mesmo que o público ainda não esteja perto dos níveis pré-pandemia, determinados segmentos de espectadores e espectadoras continuam desfrutando dos benefícios da tela gigante, das poltronas confortáveis, dos potentes sistemas de som e da clássica pipoca de cinema.
Mapa Conceitual de Crescimento de Imagine Austin / Cidade de Austin. Imagem cortesia de The Dirt
“As práticas de planejamento do passado são inadequadas para os desafios de hoje”, afirmou David Rouse, ASLA, arquiteto paisagista e urbanista, na American Planning Association‘s Conferência Nacional de Planejamento em San Diego. Rápidas mudanças tecnológicas, desigualdades socioeconômicas, o esgotamento dos recursos naturais e as mudanças climáticas estão forçando profissionais de planejamento e design a se adaptarem. “Como a prática do planejamento pode evoluir para se tornar mais sustentável e equitativa?”
https://www.archdaily.com.br/pt/1134580/planejadores-agora-devem-antecipar-o-inesperadoJared Green
A seleção desta semana dos Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas residenciais enviadas pela comunidade do ArchDaily. De uma pequena habitação comunitária em Gana a uma casa de campo aninhada em uma encosta em Portugal, esta seleção de projetos não construídos explora como os/as arquitetos/as respondem a diferentes topografias, culturas e disponibilidade de materiais ao projetar espaços que oferecem mais do que um simples abrigo para seus usuários e usuárias. O artigo também inclui projetos da Índia, Irã, Irlanda, Letônia, Geórgia e Arábia Saudita.
Não são muitos os projetos de arquitetura que exigem a atualização dos mapas de sua região. Por outro lado, também são poucos os projetos concebidos com tamanha sensibilidade quanto o Lighthouse Hotel & Spa, em Büsum, no norte da Alemanha.
O projeto poderia ter tomado um rumo desastroso. Contudo, o/a arquiteto/a local Thomas Ladehoff — em estreita colaboração com o/a hoteleiro/a e parceiro/a criativo/a Jens Sroka — conseguiu conceber um destino de 108 quartos que, por meio de uma inteligente articulação volumétrica e escolha de materiais de construção, respeita tanto a escala quanto a linguagem vernacular de seu entorno. Acima de tudo, a proposta mitiga a obstrução parcial do farol de 110 anos de idade ao lado do qual se situa e do qual herda o nome.
O perigo aviário — ou seja, o perigo para as aves, e não uma ameaça hitchcockiana para os seres humanos — é uma preocupação crescente para arquitetos/as e incorporadores/as. Embora talvez não se pense muito nisso, basta construir um edifício alto de vidro para que, mais cedo ou mais tarde, uma ave desavisada colida diretamente contra ele. E o fenômeno se repete, com frequência, com consequências fatais.
De fato, bilhões de aves colidem contra edifícios todos os anos, principalmente durante os períodos de migração. E, diante do nosso apetite insaciável por erguer prédios de vidro cada vez mais numerosos e altos, essa contagem tende apenas a crescer. Para conter esse índice de mortalidade, cada vez mais cidades — incluindo, o que não surpreende, Nova York — aprovaram ou estão aprovando legislações que exigem que arquitetos/as e incorporadores/as utilizem vidros amigáveis para aves.
Ao longo dos anos, os banheiros foram vistos como espaços puramente funcionais, estritamente programados para a higiene e a privacidade. Tornando-se cada vez menores e mais práticos, o box de chuveiro utilitário, que economiza espaço, passou a ser considerado a norma, empurrando a banheira para a obsolescência ou restringindo-a a um luxo adicional para quem dispõe de espaço (e orçamento) extra. Recentemente, contudo, à medida que as mudanças no estilo de vida impulsionadas pela pandemia colocaram o bem-estar como prioridade máxima, a noção do banheiro como um santuário consolidou-se definitivamente. Com isso, os banheiros contemporâneos foram reimaginados, voltando-se para espaços abertos de relaxamento, conforto e recuperação. E as banheiras – com sua inerente natureza meditativa – voltaram ao centro das atenções.
Caso você ainda não saiba: a personalização de móveis e acabamentos é um dos desenvolvimentos mais significativos no setor de design de interiores atualmente. Não é exagero dizer que toda conversa que tenho com marcas de design envolve o conceito de personalização — tanto que meu dicionário mental de sinônimos está repleto de alternativas para o termo, já que costumo escrevê-lo com bastante frequência.
A personalização costuma ser apresentada como o ápice do luxo moderno, mas será que é para todo mundo? Digo, sou totalmente a favor de expressar a individualidade em nossos interiores, mas também me lembro da paralisia que sinto diante de um cardápio de entrega de comida nos Estados Unidos. Quando agradar ao paladar envolve opções aparentemente ilimitadas, qual caminho seguir? Sem habilidades culinárias profissionais, a chance de errar aumenta. Isso não importa tanto quando se trata de montar o recheio de um sanduíche, mas quando o que está em jogo é a estrutura de um edifício ou a decoração de seus ambientes, a escolha precisa ser duradoura; ela precisa ser a correta.
https://www.archdaily.com.br/pt/1135017/sofisticacao-em-pisos-com-um-toque-pessoal-os-designs-personalizaveis-da-beauflorEmma Moore
Arca de Convivencia / LEA Atelier + TAKK . Image Cortesía de Festival Model
"Arca de Convivência" é a instalação temporária que LEA Atelier e TAKK Architecture projetaram para o Festival Model — um evento que, durante dez dias de maio, tomou a cidade de Barcelona como campo de experimentação e debate. Trata-se de um artefato móvel situado na Ronda de Sant Antoni que abriga uma infinidade de árvores, plantas, arbustos e insetos, lembrando-nos da urgente necessidade de criar espaços públicos para reverter os efeitos do aquecimento global e estimular a biodiversidade.
Ainda estamos no alvorecer do Metaverso, a próxima onda da internet. As atuais plataformas de Metaverso mais populares servem como recipientes experimentais para abrigar os sonhos mais ousados de mundos virtuais onde deveríamos libertar a imaginação. No entanto, sob a perspectiva do design espacial, até agora elas têm sido sem graça e comuns. Sem as restrições do mundo físico, como elaborar os projetos urbanos no metaverso? Acredito que os/as planejadores/as do metaverso podem encontrar inspiração em As Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, obra na qual o autor revela uma abordagem poética e matemática do "planejamento urbano" em mundos imaginários.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134433/o-que-os-as-planejadores-as-do-metaverso-podem-aprender-com-star-as-cidades-invisiveis-star-de-italo-calvinoChloe Sun
A regra se aplica a todas as disciplinas criativas: obras de design verdadeiramente únicas e de alta qualidade são quase sempre o resultado de certas constelações favoráveis. Isso vale tanto para cineastas e profissionais da música quanto para arquitetos/as e designers. Afinal, grandes ideias criativas muitas vezes só podem ser realizadas em equipe, em cooperação com colaboradores/as.
Há dois anos, a jovem cantora, violinista e compositora suíça Chiara Dubey lançou um álbum intitulado 'Constellations'. Um céu estrelado adorna a capa – de modo que, aqui também, trata-se de uma interação especial sob uma boa estrela. Mas como, você deve estar se perguntando, passamos de capas de álbuns para uma empresa de mobiliário?
Memoria Cronotópica / FLEXOARQUITECTURA. Image Cortesía de Festival Model
"Memória Cronotópica" é uma instalação temporária do escritório FLEXOARQUITECTURA realizada no terreno dos antigos tribunais de Barcelona durante o Festival Model — um evento que, durante dez dias de maio, tomou a cidade como campo de experimentação e debate.
Este projeto buscou refletir sobre as lógicas da circularidade e da reutilização, a partir do registro e da justaposição das arquiteturas que desapareceram do terreno entre os séculos VII e XXI — desde a necrópole medieval até o edifício dos tribunais, passando pelos jardins de la Fusina e o Palau de Belles Arts.
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast explícito sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma ampla gama de assuntos é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina recebem Stuart Graff, presidente e CEO da Fundação Frank Lloyd Wright, para discutir a missão da organização; o papel das instituições culturais no apoio às profissões criativas; a preservação e a difusão do legado de Wright por meio de programas e colaborações; propriedade intelectual; a trajetória de Stuart até se tornar CEO da fundação; a gestão de uma organização sem fins lucrativos de sucesso; os princípios de Frank Lloyd Wright, entre outros temas.
O projeto de iluminação natural é um aspecto essencial para criar edifícios mais claros e saudáveis para todas as pessoas. Como a luz natural tem a capacidade única de moldar a experiência de um espaço, é fundamental que profissionais de arquitetura e design a levem em consideração para construir edifícios mais saudáveis e sustentáveis. Um bom projeto de iluminação natural pode melhorar a saúde, o humor, as habilidades cognitivas e a produtividade de ocupantes de residências, escolas ou locais de trabalho, ao mesmo tempo que reduz o consumo de energia da edificação.
A seguir, exploramos alguns fatores-chave que influenciam a disponibilidade de luz natural nos edifícios e como considerá-los em seu próximo projeto.
A cadeira Chelsea da BoConcept foi desenhada por Karim Rashid, designer industrial amplamente conhecido por seus produtos de formas orgânicas. Com cantos arredondados e formato simples, a peça parece totalmente natural e elementar, quase como um "não-design". Ainda assim, é evidente que houve muita reflexão e experimentação no processo de criação de um objeto de leitura tão clara.
Há trinta anos, um clássico contemporâneo era lançado pela Dornbracht: TARA. A linha de metais tornou-se o maior sucesso de vendas da marca, uma vez que sua versatilidade e modernismo atemporal permitiram sua ampla especificação. Ao celebrar três décadas de sua coleção mais popular, a fabricante alemã de metais de luxo olha para o futuro, apresentando novas variantes de produtos e acabamentos para este clássico moderno.
Laura Foraster i Lloret é secretária-geral do DIPLOCAT, um consórcio público-privado que tem como objetivo conectar a Catalunha com o resto do mundo e promover atividades que projetem sua imagem no exterior. Entre seus 38 membros, estão representadas tanto as suas principais instituições públicas quanto as suas principais entidades dos âmbitos empresarial, social, sindical, acadêmico e esportivo: do Fútbol Club Barcelona à Universitat de Barcelona.
Durante o Festival de Arquiteturas Model, que tomou conta de Barcelona durante o mês de maio — um evento que já começa a preparar o terreno para a nomeação da cidade como Capital Mundial da Arquitetura em 2026 —, ela nos procurou justamente com esse propósito: conversar sobre como a arquitetura é um dos elementos fundamentais que utilizam no momento de se apresentar e se projetar para o exterior. Confira as principais reflexões de Laura Foraster i Lloret a seguir.
A arquitetura é uma ferramenta privilegiada para marcas com posicionamento de alto padrão que, para além da qualidade de seus próprios produtos, precisam alimentar um imaginário de prestígio, estilo e sofisticação. Dos showrooms às lojas, a moda precisa de arquitetos/as tanto quanto de estilistas, fotógrafos/as e modelistas.
Para começar o dia com a mente relaxada, é fundamental contar com uma sensação natural de calma interior ou, na falta desta, com um refúgio tranquilo onde o estresse possa ser deixado da porta para fora. Em sua primeira colaboração, a Duravit e o designer Sebastian Herkner transformam o banheiro em um espaço de verdadeiro bem-estar – voltado para a purificação restauradora do corpo, da mente e da alma. Nesse ambiente, nada remete à rotina diária, pois a linha de banheiros Zencha nos transporta para longe, prestando homenagem à tradicional cerimônia do chá japonesa.
Kenneth Caldwell, da Metropolis Magazine, visita o Eames Ranch em Petaluma, Califórnia, para desvendar os objetivos e segredos do Eames Institute of Infinite Curiosity. O autor explica que talvez não seja a melhor pessoa para escrever objetivamente sobre o recente lançamento público do Eames Institute of Infinite Curiosity, uma organização sem fins lucrativos criada em 2019 para nos ajudar a explorar o legado de Charles e Ray Eames — em especial, seu processo de design iterativo e atemporal. Afinal, a cadeira na qual se senta todos os dias foi projetada pelo casal Eames no ano de seu nascimento, e o trabalho deles faz parte de sua vida desde a infância, quando buscava o futuro em revistas de arquitetura na biblioteca pública local.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast explícito sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado por David Lee e Marina Bourderonnet, profissionais da arquitetura, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Diversos temas são abordados com franqueza e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana David e Marina conversam com o arquiteto de interiores e designer Jaime Bush, diretor e fundador da Jamie Bush + CO., sobre crescer cercado por profissionais do design, da fotografia e das artes; estudar arquitetura no exterior, em Veneza; a transição para a arquitetura de interiores; o distanciamento entre a arquitetura e o design de interiores; como diferenciar as duas disciplinas; modelos de cobrança e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1135126/the-second-studio-podcast-entrevista-com-jamie-bushThe Second Studio Podcast