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Avaliando resiliência e risco: não podemos salvar todos

Este artigo foi publicado originalmente no Commom Edge.

Discussões sobre resiliência, hoje, sugerem que arquitetos e urbanistas podem ser capazes de - e, de fato, espera-se isso deles - salvar todos os edifícios e espaços públicos em risco. No entanto, a triste verdade é que não podemos, e provavelmente não devemos. As mudanças climáticas e o aumento do nível do mar irão redesenhar radicalmente as margens urbanas, forçando-nos a tomar decisões difíceis. Mesmo se tivéssemos todo o dinheiro necessário para proteger o precário cenário atual, isso ainda não seria suficiente para evitar o inevitável.

Então: quais são as nossas prioridades? Como definir o que salvar? Como traçar de forma responsável esse futuro incerto? Acredito que as respostas para essas e outras perguntas semelhantes devam começar com uma avaliação honesta de três considerações essenciais:

Carlos Moreira: Entre o Clássico e o Barroco

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As figuras humanas ganham protagonismo frente aos edifícios e ruas nas lentes do fotógrafo Carlos Moreira, 82. O espaço urbano aparece retratado a partir de recortes, não apenas sugeridos pelos monumentos históricos (eles estão lá), mas sobretudo pelo corpo e suas ações. Disso emerge uma visão emocional e viva das cidades; capaz de provocar uma expansão sensorial dos retratos dos espaços.

Arquitetura e espaço público: 11 pistas de skate ao redor do mundo

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Historicamente, a prática do skate tem sido associada diretamente à utilização de espaços públicos como ruas, praças e calçadas, caracterizando-se como uma atividade esportiva que se incorpora no cotidiano das cidades. Ainda que, por vezes, seja considerada uma prática marginal pelo conflito entre usos nos espaços públicos, o skate possibilita a ressignificação de locais subutilizados, como áreas próximas a viadutos ou sob eles, para a prática esportiva. Além disso, pistas de skate também têm sido incorporadas nos programas de centros e complexos esportivos, explorando possibilidades estéticas singulares associadas ao seu uso.

Materiais e novas tecnologias de construção: os 10 artigos mais lidos em 2019

Estar atualizado com as novas tecnologias, entender quais as melhores soluções e detalhes para determinados projetos, ter o conhecimento de quais produtos há no mercado e o que está por vir nos próximos anos. Temos observado que esses temas despertam grande interesse em arquitetos, estudantes e os amantes de arquitetura que entram no site todos os dias. 2019 foi o ano em que o ArchDaily começou a focar mais fortemente na parte de Materials, que abrange produtos, técnicas construtivas e materiais em geral. Com o ano chegando ao fim, selecionamos os artigos da seção mais vistos em cada mês, para tentar entender o que os une e o que devemos continuar investindo nos próximos anos. Veja mais a seguir!

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Frederico Babina sintetiza a arquitetura em ideogramas em nova série de ilustrações

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Frederico Babina é um arquiteto e designer gráfico italiano cujas obras buscam criar réplicas abstratas de edifícios famosos. Com especial atenção à geometria e forma, seu trabalho mostra uma espécie de desapego e liberdade em relação à rigidez das arquiteturas.

Conjunto habitacional na Hungria vira inspiração para instalações urbanas

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O bairro residencial Haszkovó, na cidade de Veszprém, na Hungria, foi visto como um projeto fracassado: "cinza, triste e sem alma". No entanto, essa estrutura fria conseguiu abrigar 20 mil habitantes, funcionando como uma "cidade" dentro da cidade

Por ocasião da Veszprém Design Week, um projeto colaborativo assinado por Edward Crooks, Point Supreme, Supervoid, MAIO e Paradigma Ariadné, convidou os visitantes a mudar a percepção e o estado atual de Haszkovó, criando cinco propostas de mobiliário urbano, que fossem vibrantes, portáveis e duráveis.

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Construindo uma nova linguagem: a arquitetura contemporânea paquistanesa

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Se existe uma palavra para definir a arquitetura paquistanesa, esta palavra é multiplicidade. Profundamente enraizada nas tradições locais e ao mesmo tempo, rompendo com todas ela, os projetos de arquitetura contemporânea que estão sendo construídos no Paquistão procuram dar voz a esta pluralidade de narrativas. Estes projetos, dos quais selecionamos alguns notáveis exemplos, refletem a coexistência de duas condições urbanas características de cidades paquistanesas como Karachi e Islamabad, onde a cidade formal e informal se sobrepõe para construir um intricado e complexo enredo urbano. Os projetos que apresentamos à seguir representam um reflexo direto deste conturbado e vibrante contexto sócio-espacial, exemplos que procuram explorar novas possibilidades e transpor os limites espaciais e formais da própria arquitetura.

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Sem luz natural não há boa arquitetura: como desenvolver projetos moldados e nutridos pela luz?

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Os habitantes do planeta Terra passam quase 90% do tempo em espaços internos; aproximadamente 20 horas por dia em salas fechadas e 9 horas por dia em nossos próprios quartos. As configurações arquitetônicas desses espaços não são aleatórias, ou seja, foram projetadas ou pensadas por alguém, ou pelo menos um pouco "guiadas" pelas condições de seus habitantes e seus entornos. Alguns, com sorte, habitam espaços especialmente criados de acordo com suas necessidades e gostos, enquanto outros adaptam e se apropriam do design projetado para outra pessoa, talvez desenvolvido décadas antes de nascerem. Em ambos os casos, a qualidade de vida pode ser melhor ou pior, dependendo das decisões tomadas. 

Entender a importância de projetar cuidadosamente nossos interiores, priorizando o acesso e o aproveitamento da luz natural, foi o objetivo do 8º Simpósio VELUX Daylight, realizado entre 9 e 10 de outubro de 2019 em Paris. Desta vez, mais de 600 pesquisadores e profissionais reafirmaram sua importância, apresentando uma série de ferramentas concretas que podem nos ajudar a quantificar e qualificar a luz, projetando sua entrada, gerenciamento e controle com maior profundidade e responsabilidade.

Guia de arquitetura de projetos inspirados na Bauhaus pelo mundo

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Bauhaus: uma escola, uma disciplina de design e um movimento que vem influenciando gerações de arquitetos e designers há 100 anos.

A Bauhaus foi muito mais do que desenhos modernistas e cores primárias, foi um movimento com impacto político, social e cultural, liderado por algumas das figuras mais notáveis do campo disciplinar. Desde a sua inauguração em 1919, a escola definiu seu próprio estilo através da interseção de arquitetura, arte, design industrial, tipografia, design gráfico e design de interiores. Quando a escola foi obrigada a fechar as portas diante da pressão política, seus professores e alunos se dispersaram, espalhando seus ensinamentos por todo o mundo.

Tendências em projetos inovadores de escritórios

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Durante o último ano foram construídos 6.900 milhões de metros quadrados destinados a espaços de escritório, consolidando um aumento de 12% em relação ao ano anterior, segundo um estudo realizado pela Avison Young que pesquisa o mercado imobiliário de escritórios a América do Norte, Europa e Ásia.

Arquitetos projetam o primeiro teatro do mundo em estrutura de madeira laminada cruzada

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Há não muito tempo atrás, o concreto e o aço predominavam em absoluto nos canteiros de obra ao redor do mundo, principalmente quando se tratava de construir grandes estruturas. Mas à medida que avançamos no século XXI, esta tendência tem começado a mudar principalmente devido ao surgimento de novas tecnologias que por sua vez, tem provocado uma profunda mudança de paradigma na disciplina da arquitetura, apontando para uma maior eficiência, economia e sustentabilidade na industria da construção civil.

Os arquitetos Gilles Retsin e Stephan Markus Albrecht foram recentemente escolhidos como os grandes vencedores do concurso internacional de arquitetura para a ampliação do Meistersingerhalle, localizado na cidade de Nuremberg, na Alemanha. Trabalhando em colaboração com os engenheiros da Bollinger-Grohmann, os especialistas em meio ambiente da Transsolar e os especialistas em acústica da Theater Projects, Gilles Retsin e Staphan Markus Albrecht apresentaram a proposta daquela que será a primeira sala de espetáculos do mundo construída em estrutura de madeira laminada cruzada (CLT).

Fachadismo: quando as paredes falam... e mentem

Paredes não podem falar. Pelo menos, ainda não. Isso não quer dizer que elas não possam mentir. Como o ArchDaily relatou recentemente, uma nova tendência urbana está surgindo na qual a totalidade de um edifício histórico é demolido, com exceção da fachada externa, e um novo edifício é construído por trás dele. Este procedimento tem um nome: fachadismo. Embora o ato de construir uma nova estrutura atrás de uma fachada histórica possa parecer na melhor das hipóteses altruísta, ou na pior trivial, o fachadismo oferece uma visão de como as forças políticas e o mercado imobiliário moldam nossas cidades.

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Qual a culpa dos planejadores pelo espraiamento urbano?

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Embora seja sabido que o urbanismo convencional americano leva ao espraiamento excessivo, vale a pena lembrar que, no fim das contas, a extensão real da expansão horizontal das cidades está muito além do alcance do controle do planejamento urbano.

Bloco de apartamentos da Interbau, de Oscar Niemeyer, pelas lentes de Bahaa Ghoussainy

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Para a Feira Internacional dos Construtores de 1957, que ocorreu em Berlim, Oscar Niemeyer projetou o bloco de apartamentos da Interbau, um edifício modernista apoiado sobre uma série de pilares em forma de V. Apresentando as típicas janelas em fita da arquitetura da época, a fachada é interrompida por duas passarelas que conectam o bloco à torre de circulação vertical.

O fotógrafo de arquitetura libanês Bahaa Ghoussainy explorou o edifício em sua mais recente série de fotografias, destacando a relação entre a uniformidade do bloco e a natureza dinâmica da geometria dos apoios. Veja, a seguir:

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As melhores obras de arquitetura de 2019

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Seguindo a missão de oferecer ferramentas e inspiração para melhorar a qualidade de vida em nosso ambiente construído, os curadores do ArchDaily investigam constantemente as melhores obras de todas as partes do mundo, disponibilizando o melhor da arquitetura aos nossos leitores. Para celebrar estes projetos e agradecer os profissionais que contribuem ativamente com nossa comunidade, reunimos a seguir as 50 melhores obras publicadas em 2019.

Por que a arquitetura vernacular africana continua sendo ignorada

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A Grande Mesquita de Djenné, Mali. Imagem © Wikimedia user Ruud Zwart licensed under CC BY-SA 2.5 NL

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge como "Making a Case for the Renaissance of Traditional African Architecture."

Durante o último mês de setembro, esgotaram-se todas as entradas para o show do músico Afrobeat nigeriano Wizkid no Royal Albert Hall, em Londres. Wizkid junta-se a uma crescente lista de ilustres músicos africanos que já se apresentaram na prestigiada casa de shows londrina, como Selif Kaita, Youssou Ndour, Miriam Makeba entre outros. Este importante evento serve para reafirmar o renascimento cultural pelo qual todo o continente africano está passando, marcando ainda a crescente influência da música africana no cenário global, assim como do cinema, da moda, da gastronomia e das artes em geral.

Infelizmente, a arquitetura africana vernacular, especialmente na África subsaariana, não tem se beneficiado desse renascimento cultural. Muito pelo contrário, ao longo dos últimos anos ela tem sido amplamente ignorada. Apesar de sua eminente influência durante a era pré-colonial, a arquitetura vernacular africana pouco evoluiu desde então, se limitando às tradicionais choupanas de paredes de barro e cobertura de palha; e por esta razão ela tem sido desdenhada pela população, freqüentemente associada à escassez e a insuficiência. Conseqüentemente, a negligência da arquitetura popular africana resultou na exiguidade de seus artesãos experientes, conhecedores da arte da construção tradicional. Atualmente, restam poucas esperanças de um possível avivamento de um dos mais tradicionais estilos de arquitetura do nosso planeta.

O que é urbanismo tático?

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O urbanismo tático, prática que vem ganhando destaque nos últimos anos, tem se mostrado uma estratégia atrativa para coletivos ativistas, arquitetos, urbanistas e designers ao redor do mundo por propor, a baixo custo e numa micro-escala, intervenções urbanas pontuais na intenção de promover o direito à cidade. Essa maneira de se pensar espaços públicos na cidade busca atuar por uma lógica não-hierárquica, na qual a sociedade civil (em colaboração ou não com o Estado e/ou empresas privadas) propõe alternativas ao processo tradicional de projeto na esfera urbana.

Devemos entender os edifícios como depósitos intermediários de matérias-primas

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Aumento das áreas urbanizadas, produção exagerada de resíduos, consumo de bens materiais e exploração de recursos naturais. São muitos os fatores que influenciam no impacto ambiental dos humanos no Planeta Terra. A escassez de matérias-primas e recursos não renováveis já é a realidade para alguns materiais em determinados locais e a natureza já não consegue recuperar os renováveis no mesmo ritmo que é explorada. O impacto das atividades humanas é tão notável que cientistas apontam que estamos vivendo na era geológica do Antropoceno (palavra de origem grega que designa “a época recente do ser humano”). E a indústria da construção civil é das maiores consumidoras de recursos e geradora de resíduos. Na União Européia, a construção e o uso de edifícios representa cerca de 50% de todo o consumo de recursos e energia extraídos, bem como cerca de um terço de todo o consumo de água. [1] Em 2014, 52% de todos os resíduos foram atribuídos ao setor de construção. [2].

Os eventos e prêmios de arquitetura mais importantes do mundo em 2019

O ano de 2019 foi rico em reconhecer projetos, visões e carreiras que abrangem várias camadas do campo da arquitetura, revelando a importância e profundidade da disciplina em nossa sociedade. Do reconhecimento de Arata Isozaki com o Prêmio Pritzker à divulgação do tema da Bienal de Veneza de 2020, veja, a seguir, alguns dos pontos altos da arquitetura mundial este ano.

Dez arquitetas desprestigiadas pela história

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Buscando na história da arquitetura, você poderia ser perdoado por pensar que as mulheres eram uma invenção da década de 1950 no ramo, mas isso isso está longe de ser verdade. Grandes nomes como Le Corbusier, Mies, Wright e Kahn, muitas vezes tinha igualmente inspiradores pares femininos, mas a estrutura rígida da sociedade fez com que suas contribuições fossem esquecidas. 

Lina Bo Bardi: uma seleção de artigos para entender a obra da arquiteta

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Lina Bo Bardi foi, sem dúvidas, uma das arquitetas de maior expressividade que já atuou no Brasil. Nascida na capital italiana, tornou-se uma das figuras mais importantes a sintetizar a cultura brasileira ao mundo, unindo arquitetura e política a partir do rompimento de barreiras entre o erudito e o popular.

Durante os últimos anos, o ArchDaily Brasil publicou uma série de artigos e reflexões acerca de sua produção material e imaterial. A partir disso, compilamos um conjunto desses textos que pode servir de base para uma compreensão mais profunda sobre a arquiteta:

Lina Bo Bardi e a generosidade da rua

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Os projetos de edifícios e infraestruturas públicas sempre devem prever em seu funcionamento a melhor forma de acesso e conexão com as vias do entorno, sobretudo considerando a rua como caminho de chegada do pedestre aos espaços. No entanto, alguns arquitetos conseguiram sublimar o aspecto prático da conexão entre arquitetura e rua, incorporando essa condição de vínculo como cerne das propostas de projetos que carregam, desde seu ponto de partida, a vocação de espaço público em um sentido rigoroso.

A relevância do croqui na obra de Renzo Piano

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Através de seus croquis, Renzo Piano apresenta a verdadeira intenção de seus projetos, evidenciando em muito deles a preocupação com a escala humana, estudos de insolação, conforto, diálogo com o entorno imediato e outros elementos que serão protagonistas de suas obras. Compilamos aqui dez projetos do arquiteto acompanhados de seus croquis, através dos quais é possível traçar um paralelo entre a criação e execução das obras do vencedor do Prêmio Pritzker de 1998.

Os heróis da arquitetura não estão apenas no passado

Este artigo foi originalmente publicado pelo Common Edge.

Toda disciplina tem seus heróis. Na arquitetura, não são poucos os personagens que costumam ser celebrados e exaltados como figuras ilustres. Frank Lloyd Wright e Louis Kahn podem ser considerados uns dos maiores ícones da arquitetura do século XX. Mais recentemente, Zaha Hadid chegou a ser tão exaltada quanto suas próprias criações, ela se tornou uma “stararchitect” (para usar um termo bem específico e tão em voga atualmente) e sua morte prematura apenas colaborou para elevar ainda mais o seu status. Mas os nossos heróis são feitos de carne e osso, isso significa que após à morte, nem todos tem um lugar garantido em nosso panteão. Embora nossos heróis sejam todos mortais, suas contribuições tendem a perdurar ao logo dos séculos.

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