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Por que Veneza inunda e o que está sendo feito para evitar isso?

Ao longo de novembro de 2019, Veneza foi inundada pelos piores alagamentos da cidade em meio século. Fotografias e vídeos se espalharam pelo mundo mostrando a icônica Praça de São Marcos debaixo d'água, com uma onda de 2 metros de altura, ameaçando gerar danos irreparáveis a locais históricos, como a Basílica de São Marcos. Enquanto a cidade luta contra o aumento dos níveis de água desde o século V, as recentes inundações, no contexto das mudanças climáticas, estimularam o debate sobre como as cidades costeiras são vulneráveis ao aumento do nível do mar e como os danos podem ser mitigados.

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O futuro da arquitetura brasileira: 15 jovens escritórios, coletivos e práticas

É indiscutível a capacidade de adaptação dos profissionais da arquitetura no Brasil. Confrontados, nos anos recentes, com crises de diversas espécies que vêm dificultando a realização de trabalhos e, talvez ainda pior, imersos em uma estrutura que sistematicamente desvaloriza a profissão, o profissional e o projeto, é de surpreender a ampla diversidade e alta qualidade da produção atual. 

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Beirute Brutalista: Revelando um patrimônio moderno esquecido

Nos últimos anos, o interesse por um movimento que remonta ao século passado voltou a crescer — uma vertente introduzida inicialmente entre as décadas de 1940 e 1950 por meio das obras de Le Corbusier e de Alison e Peter Smithson. Com estruturas monolíticas, formas modulares e volumetria imponente, o Brutalismo destaca a integridade arquitetônica. Este movimento caracteriza-se marcantemente por superfícies ásperas, brutas e puras que evidenciam a essência dos próprios materiais. Disseminado pelo mundo, profissionais da arquitetura adotaram e desenvolveram suas próprias visões desse movimento moderno, criando variações contextuais. 

Em meio ao caos que atualmente assola a cidade de Beirute, voltamos nossa atenção para as joias brutalistas escondidas da capital libanesa. Com o objetivo de lançar luz sobre um movimento muitas vezes negligenciado e esquecido, o arquiteto Hadi Mroue criou uma série de imagens que destacam o brutalismo libanês e sua evolução como parte fundamental do patrimônio moderno do país. 

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Mobiliário público de madeira combina tecnologia CNC com energia renovável

O estúdio de arquitetura e design Hello Wood desenvolveu uma linha de mobiliário de exterior "inteligente" para institutos educacionais e espaços públicos. As duas peças de mobiliário, Fluid Cube e City Snake, reintroduzem estruturas públicas modulares de maneira contemporânea e sustentável.

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Termômetro da desigualdade: o 20 de novembro também pode te tirar do lugar

Em exercício recente, nós debruçamos sobre as principais narrativas em torno da desigualdade brasileira para uma formação interna do Instituto Pólis. Não foi exatamente uma surpresa identificarmos a predominância da renda no centro do debate, seja em veículos de mídia ou em estudos acadêmicos. Nosso objetivo com esse estudo era compreender como o Direito à Cidade [1] pode contribuir nas leituras das desigualdades e ser uma ferramenta de luta para diminuir as distâncias entre os cidadãos.

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Construção tradicional em terra no Deserto do Saara

A construção com terra continua atual, desde a preservação do nosso patrimônio até novos projetos que buscam horizontes de sustentabilidade, passando também pelas inúmeras capacitações promovidas por institutos e universidades. No entanto, não podemos esquecer um dos grandes motores desse material construtivo: a autoconstrução. Devido às suas vantagens técnicas e ao seu fácil acesso, inúmeras comunidades ao redor do mundo escolheram construir seus assentamentos com terra. Dessa forma, a construção se transforma em um exercício comunitário no qual cada indivíduo pode contribuir para concretar um futuro comum. 

Neste artigo, em particular, descobrimos como a ONG Terrachidia trabalha com a comunidade de Mhamid, no Marrocos, reabilitando espaços públicos escolhidos pelos próprios moradores. O trabalho conta com a colaboração de voluntários e voluntárias para resgatar as tradições construtivas locais, conseguindo conservar e valorizar o conhecimento acumulado em locais onde a ideia de modernidade levou ao abandono, mas que ainda são valorizados por quem os habita.

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Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes

BIM (Building Information Modeling) é uma sigla cada vez mais usual entre os arquitetos. A maioria dos escritórios e profissionais já vem migrando ou planeja mudar para esse sistema, que representa digitalmente as características físicas e funcionais de uma edificação, integrando diversas informações sobre todos os componentes presentes em um projeto. Através dos softwares BIM é possível criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção, o que proporciona maior controle de custos, eficiência na obra. Também há possibilidade simular o edifício, entendendo seu comportamento antes do início da construção, e seu respectivo suporte ao projeto ao longo de suas fases, inclusive após construído ou na sua desmontagem e demolição.

Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes - Imagen 1 de 4Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes - Imagen 2 de 4Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes - Imagen 3 de 4Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes - Imagen 4 de 4Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes - Mais Imagens+ 4

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Você sabe o que é “especulação imobiliária”?

A especulação imobiliária é definitivamente a maior vilã apontada por aqueles que hoje estudam, habitam ou simplesmente se interessam por cidades. Ela recebe a culpa de praticamente todos os problemas urbanos: se a cidade é muito densa, se é pouco densa, se tem tem muito trânsito, se é muito cara, se a política municipal é corrupta, se pobres são excluídos às periferias, se empresas lucram com investimentos públicos, se a infraestrutura pública está ociosa, se o patrimônio histórico é destruído, se prédios transformam o visual da cidade, se favelas são incendiadas. A lista é interminável.

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8 Casas que definem a arquitetura moderna na Argentina

O Movimento Moderno teve um papel inquestionável na renovação dos ideais arquitetônicos, aportando uma nova atitude frente ao entendimento dos modos de habitar, da técnica e da estética, marcando profundas mudanças na percepção geral do mundo. Em relação à Argentina, apesar de ser complexa a localização periódica da produção arquitetônica moderna, é possível mencionar alguns dos arquitetos que começaram, a partir dos anos 20, a vincular-se com estas ideias. As contribuições intelectuais e de criação arquitetônica de Alejandro Virasoro, Alberto Prebisch, Ernesto Vautier, Fermín Beretervide, Wladimiro Acosta, Alejo Martinez, Antonio e Carlos Vilar, Juan Kurchan, Jorge Ferrari Hardoy, Antonio Bonet, Abel López Chas, Eduardo Catalano, Eduardo Sacriste e Amancio Williams, entre outros, incluiram, em muitos casos, abordagens originais associadas a novos modos de pensar, manifestando uma arquitetura resultante da análise das condições locais e regionais de seus cidadãos.

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Pensando uma arquitetura para os trópicos

Pensando uma arquitetura para os trópicos - Imagem de Destaque
BATCCA - Sede Corporativa . Image © Sergio Pucci

"Desde muito pequeno eu me lembro da lareira que tínhamos em casa, de como nos reuníamos ao redor dela. O calor do fogo é uma necessidade básica para as pessoas que vivem no extremo sul do Chile. Aqui, na zona tropical, é o frescor da sombra que reune as pessoas, e ao contrário da lareira, ela está por toda parte".

Atualmente na Costa Rica, o arquiteto Bruno Stagno reflete sobre a sua prática profissional e os projetos que tem desenvolvido ao longo dos últimos anos. Ele reflete sobre como o contexto pode servir como principal fonte de inspiração para um projeto de arquitetura, sobre como as condições climáticas podem ajudar a construir a identidade da arquitetura, e mais do que isso, como para cada latitude do planeta há uma solução específica de projeto.

A evolução dos robôs de alvenaria: mudando as regras da construção tradicional

A automação está rapidamente se tornando uma parte do cotidiano e das carreiras de muitas pessoas, uma tendência que de maneira alguma escapou à indústria da construção. Embora essa tecnologia cada vez mais difundida seja considerada um sintoma do século XXI contemporâneo,a tecnologia de construção automatizada pode ter uma história que remonta à década de 1960. Essa tecnologia, o robô de alvenaria, transformou-se dramaticamente desde sua realização limitada há mais de 50 anos, fragmentando-se em variações mais novas e tecnologicamente avançadas atualmente.

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CANOBARDIN projeta um guarda-chuva público no centro de Bilbao

Localizada no bairro histórico de San Ignacio, na cidade de Bilbao, na Espanha, a Plaza Levante representa um ponto de interesse e de encontro para moradores/as e visitantes. Diante da falta de espaços cobertos que protejam da chuva intensa, o escritório de arquitetura espanhol CANOBARDIN projetou uma solução para o público, criando uma estrutura concêntrica intitulada "Um pedaço de céu na Plaza Levante". O projeto permite habitar a praça e abrigar as pessoas sem deixar de testemunhar o que acontece ao redor, funcionando de dia como um pedaço de céu e, à noite, como um reflexo da praça.

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Planejamento urbano e espaços públicos: parques como ferramentas de transformação social

No século XXI a gestão inteligente das cidades será um dos fatores mais influentes no desenvolvimento econômico. Questões sobre como serão confrontados os desafios na área da habitação, saneamento, democracia, educação, segurança, desenvolvimento econômico e qualidade de vida, serão as principais pautas dos gestores. 

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Direito à cidade: conceito e evolução

Originalmente publicado na ArquitecturaAhora, a arquiteta Ana Sugranyes explora a origem e a evolução do conceito de direito à cidade desde os anos sessenta em Paris até a sua expansão mundial.

Em nome da integração social ou da sustentabilidade, a Nova Agenda Urbana das Nações Unidas (2016) também incorporou uma menção ao direito à cidade. “As palavras, então, não servem: são palavras”, diz Alberti. Enquanto isso, o Chile mantém sua posição elevada no ranking de desigualdade na distribuição de renda, o que tem um efeito correlativo direto na profunda segregação socioespacial dos territórios e das cidades; esta, por sua vez, corresponde a dimensões preocupantes de violência social, cultural e estrutural. 

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As esculturas públicas de tijolo de Per Kirkeby: monumentos ao nada

A entrevista de Per Kirkeby: "construímos sobre ruínas", publicada no Louisiana Channel, não apenas apresenta as telas coloridas do pintor, escultor, cineasta e escritor dinamarquês, mas também, como o título sugere, reflete sobre a importância de observar o ambiente e o contexto. Pensamento que parece consolidado em seus pavilhões públicos de tijolo, onde algo simples e, às vezes, útil, deixa de lado conceitos inacessíveis para render homenagem ao lugar onde se inserem.

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Problemas e soluções para a habitação social na América Latina

Dando sequência à série de artigos sobre habitação social na América Latina, Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit apresentam uma reflexão sobre os problemas e soluções para as favelas. 

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Centros culturais e comunitários: 12 projetos mexicanos que se conectam com seu entorno

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A arquitetura dos centros culturais no México ganhou relevância nos últimos anos, onde existe um interesse latente em proporcionar espaços recreativos e educacionais, fazendo destas estrutura verdadeiros marcos urbanos que atraem visitantes de todo o país ano após ano.

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Caro Governador Newsom: Seja um herói do clima. Adote o Zero Code agora.

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

De forma muito louvável, o American Institute of Architects (AIA) denunciou recentemente a decisão do governo Trump de se retirar formalmente do Acordo de Paris sobre o Clima. Embora a iniciativa coloque a organização profissional no lado certo da história, é improvável que ela sensibilize as mentes e corações endurecidos em Washington. Obviamente, o poder executivo é pior do que inútil nessa questão: não apenas um obstáculo à mudança, mas uma força malevolente em prol de uma inércia deliberada. É difícil vê-lo como algo diferente de um inimigo do clima.

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Agilize a administração de obras com ferramentas digitais da Archireport

A maioria dos/as arquitetos/as concorda que preferiria passar mais tempo projetando e menos tempo gerenciando. A gestão é uma atribuição vital na arquitetura, mas o aumento da eficiência é sempre valioso. Seja coordenando consultores/as ou garantindo que a obra avance conforme os documentos contratuais, os/as arquitetos/as são responsáveis por orquestrar diversas frentes de trabalho ao longo da vida de um projeto. Com um aplicativo como o Archireport, arquitetos/as podem acompanhar seus projetos no escritório ou no canteiro de obras, onde quer que a jornada de trabalho os/as leve.

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Por que ocupar Marte se tornou uma questão de projeto?

Marte faz parte do imaginário das pessoas há décadas, servindo de tema a ficções literárias e cinematográficas que fascinaram diferentes gerações. Também tem sido objeto de desejo de ambiciosos empresários como Elon Musk e Jeff Bezos, que iniciaram uma corrida bilionária para ocupar o planeta vermelho. Mas a humanidade tem mesmo o direito de colonizar Marte? E, caso positivo, a quem interessa essa ambiciosa tarefa? 

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Como o desenho das ruas de São Paulo influencia nos acidentes de trânsito

Cinco brasileiros morrem em acidentes de trânsito a cada hora. Estatísticas de extrema relevância como essa podem despertar muitas reações positivas, mas nem sempre são o suficiente para mudar a realidade. Porém, saber que na cidade de São Paulo os cruzamentos concentram mais acidentes por quilômetro e que esses aumentaram 5% de 2017 para 2018, já é uma informação capaz de dar insumos aos tomadores de decisão sobre medidas que possam reduzir tais números. Agir nos cruzamentos mais perigosos salvará vidas.

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A arquitetura subestimada de Moscou agora em livro digitalizado

Após o sucesso do guia original sobre a subestimada arquitetura soviética, o Garage Museum of Contemporary Art publica a versão em inglês de seu aclamado livro: Moscow: A Guide to Soviet Modernist Architecture 1955–1991 em um novo formato digitalizado com seis capítulos inéditos.

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Ventilação e iluminação naturais na obra de João Filgueiras Lima, Lelé

Inauguramos hoje uma série de publicações onde apresentaremos teses e dissertações de acesso público que, de alguma maneira, discutam questões pertinentes à Arquitetura e ao Urbanismo. Vimos a necessidade de mostrar ao maior número possível de pessoas a incrível produção acadêmica de nossas universidades, que por vezes não ganham o devido reconhecimento.

Nesta primeira edição, apresentamos o trabalho do arquiteto Jorge Isaac Perén Montero e sua dissertação de mestrado intitulada "Ventilação e Iluminação Naturais na obra de João Filgueiras Lima, Lelé: Estudos dos Hospitais da Rede Sarah Kubitschek Fortaleza e Rio de Janeiro", orientada pela professora Rosana Maria Caram, na Escola de Engenharia de São Carlos - EESC/USP.

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Representação do paisagismo: o papel do desenho em planta para parques e praças

Frequentemente imperceptível para os habitantes, a planta arquitetônica na representação do paisagismo emerge como uma das principais peças gráficas que permitem evidenciar certas relações, não somente de organização estratégica, mas imprescindíveis para um bom projeto de arquitetura.

A distribuição e tipo de espécies vegetais, os níveis topográficos, as relações com as pré-existências do contexto urbano ou natural, os possíveis trajetos e atividades incorporadas, a materialidade e as dimensões precisas para sua construção são algumas das considerações que geralmente reiteram neste tipo de representação.

O resultado permite comunicar de forma sintética as intenções, preocupações e atenções dos autores; Por esse motivo, convidamos você a rever uma série de exemplos diferentes de plantas arquitetônicas de espaços públicos para abordar o papel dessa projeção.

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