A relação entre a arte e a humanidade remonta às origens da civilização. Os museus tornaram-se espaços onde vastas coleções de arte e artefatos narram a história do tempo, do ser humano, das cidades e de inúmeras narrativas sobre culturas e sociedades. Ao longo dos anos, o papel do museu evoluiu, assumindo diferentes formatos e escalas, incluindo a galeria de arte contemporânea. A importância da arte e da cultura nas cidades e bairros contemporâneos é inegável. No entanto, as galerias desempenham múltiplos papéis ao integrar a arte e a cultura na vida cotidiana. Por que esses espaços são valiosos para as comunidades? Como eles apoiam artistas emergentes? De que maneira as galerias podem revitalizar os bairros?
A arquitetura reúne influências da arte, da cultura e do cotidiano. Ao projetar para comunidades locais e especificar materiais regionais, profissionais de arquitetura costumam se inspirar nas tradições vernáculas. Ao utilizar recursos e materiais tradicionais da região de implantação da obra, esses profissionais se baseiam no clima local e em uma história compartilhada de técnicas construtivas e ideias. Os canteiros de obras e lotes pelo mundo são locais diversos, moldados por novas tecnologias construtivas, técnicas do passado e pelas transformações da vida cultural.
PROJECT 普罗建筑 foi fundado em 2014 e é um coletivo de pesquisa e projeto reconhecido internacionalmente. Atualmente, a equipe conta com mais de dez profissionais, com estúdios em Pequim, Xangai e Shenzhen. Seus fundadores, Chang Ke e Li Wenhan, graduaram-se respectivamente pela Universidade de Tecnologia de Delft (TU Delft), nos Países Baíses, e pela Universidade de Artes Aplicadas de Viena, acumulando anos de experiência em grandes escritórios de arquitetura na Europa e na China, sendo ambos arquitetos registrados nos Países Baixos. Como especialistas nas áreas de renovação urbana e edifícios públicos, a filosofia central do escritório define a demanda como contexto, a resistência como força motriz e a inovação como questionamento estrutural. O PROJECT 普罗建筑 busca romper as fronteiras do design tradicional, transcendendo as limitações de escala e categoria, definindo cada encargo como um "PROJECT" (projeto) integrado. Ao focar nas condições específicas de viabilidade de cada projeto, o escritório propõe soluções estratégicas e explora novos programas e tipologias espaciais — em especial aquelas que emergem de iniciativas populares. Ao conectar o projeto à vida cotidiana, estimulando e organizando a vitalidade gerada por esses novos modelos, o escritório busca contribuir de forma ativa para o desenho espacial da vida urbana e rural contemporânea.
O PROJECT 普罗建筑 oferece serviços completos de consultoria e projeto, que abrangem desde o planejamento conceitual, arquitetura, paisagismo e interiores, até mobiliário, design de produto, sistemas de sinalização e consultoria de execução de obras. Longe de enxergar o design como uma intervenção isolada, o escritório utiliza o conceito de "PROJECT" para transformar cada projeto em um sistema contínuo de pesquisa focado na inovação criativa. O escritório dedica-se a explorar uma pesquisa e prática arquitetônica locais enraizadas no contexto sociopolítico da China contemporânea. Com uma metodologia baseada no estudo coletivo e no debate, toda a equipe de design participa ativamente das discussões e tomadas de decisão de cada projeto. O PROJECT 普罗建筑 funciona como uma inteligência coletiva, revelando novas possibilidades e mecanismos ideais a partir de múltiplas perspectivas. Unir a prática local ao caráter cívico e social define a direção atual do escritório. Ao conciliar projetos sob encomenda de pequena e média escala com concursos para edifícios públicos de grande escala urbana, a equipe busca consolidar um modelo viável para escritórios de arquitetura locais, equilibrando a atuação comercial e o rigor acadêmico. Este é, portanto, o momento ideal para receber novas mentes e abrirmos juntos novos caminhos.
À medida que a geração pós-pandemia de locais de trabalho ganha forma, o conforto do escritório está se tornando rapidamente seu principal atrativo. Contudo, isso não pode se resumir apenas a sofás de trabalho grandes e confortáveis e algumas almofadas soltas. Com as opções híbridas de casa, escritório ou um terceiro espaço em pauta, a maioria dos/as profissionais ainda opta por passar uma grande parte de seu tempo de trabalho em conjunto, beneficiando-se do sentimento de comunidade e da atmosfera criativa, mas, acima de tudo, do ambiente de trabalho profissional e de seu design de interiores. Assim, embora espaços confortáveis e acolhedores ajudem as pessoas a se sentirem em casa, o arranjo tradicional com mesas e cadeiras individuais voltado ao foco e à concentração não pode ser subestimado.
Diante do aumento no valor dos aluguéis e com grandes empresas já em processo de redução de espaço para sobreviver à era do trabalho digital, apenas locais de trabalho projetados com flexibilidade e adaptabilidade podem oferecer tipologias voltadas tanto ao conforto quanto ao foco.
O Beijing Institute of Architectural Design Co., Ltd. (BIAD) é uma empresa de atuação abrangente que engloba planejamento urbano, planejamento de investimentos, projeto de grandes edifícios públicos, arquitetura civil, design de interiores, paisagismo, projeto de sistemas prediais inteligentes, elaboração de orçamentos de engenharia, sistemas de baixa tensão, engenharia de decoração e contratação geral de obras (EPC). Atualmente, a empresa possui qualificações de Classe A em áreas como design de engenharia, planejamento urbano e rural, consultoria de engenharia, consultoria de custos, planejamento e design de turismo, projeto de paisagismo e engenharia ambiental (controle de poluição física).
O BIAD atende a uma ampla gama de clientes, incluindo órgãos governamentais e instituições públicas nas esferas nacional e local, empresas estatais, empresas privadas, bem como companhias estrangeiras e joint ventures. O valor do nosso design se reflete no sucesso dos projetos de nossos clientes, com obras distribuídas por toda a China e pelo mundo, muitas das quais se tornaram marcos arquitetônicos nacionais e urbanos. A instituição reúne um corpo técnico de excelência, composto por arquitetos/as e engenheiros/as de diversas especialidades, incluindo 1 membro da Academia Chinesa de Engenharia, 9 Grandes Mestres Nacionais de Prospecção e Design, 73 especialistas com subsídio especial do Conselho de Estado, 1 integrante do Programa Nacional de Mil Talentos, 12 especialistas com contribuições de destaque de Pequim e 3 profissionais do Programa de Talentos de Pequim. Entre os/as mais de 4.000 colaboradores/as, 620 possuem títulos profissionais seniores, 836 contam com qualificações de registro profissional nacional, 36 são doutores/as, 995 são mestres/as e 86 concluíram seus estudos no exterior. O BIAD possui 13 filiais na China, 14 subsidiárias integrais e controladas, 9 empresas coligadas, além de manter parcerias acadêmicas com renomadas universidades do país, como a Universidade Tsinghua e a Academia Central de Belas Artes.
É possível rastrear as origens do brutalismo no Reino Unido da década de 1950, durante o período pós-guerra. Contudo, não existem registros claros de seus limites ou marcos teóricos iniciais. Apesar disso, há um amplo consenso de que a corrente buscou sustentar a sinceridade construtiva como valor principal e de que teve, na execução da Unidade de Habitação de Marselha (1952) de Le Corbusier, um ponto de inflexão para sua difusão global (Casado, 2019). Para autores como Banham (1966) ou Collins (1977), a sinceridade construtiva nos edifícios brutalistas refere-se não apenas a critérios materiais ou técnicos, mas também morais, políticos ou éticos. Essas variáveis, em nações como o Peru, foram fundamentais e edificaram uma estética ao mesmo tempo que se tentava, a partir e por meio da arquitetura, construir uma ideia de país. Este ensaio busca ser uma aproximação a essas ideias e experiências.
Taller Virtual de las Américas (TVA). Image Cortesía de Taller virtual de las Américas
Há mais de uma década, surgiu uma aposta em uma nova maneira de compreender o sistema pedagógico arquitetônico. Com uma influência que alcança hoje países como Argentina, Peru, México, Venezuela, Guatemala e Estados Unidos, o Taller Virtual de las Américas (TVA) consegue reunir sinergicamente educação, coletividade e virtualidade. Nahuel Salcedo e Celeste Gómez Lahoz são os arquitetos que fazem parte do grupo coordenador e lideram ano a ano este projeto. Nesta ocasião, eles nos contam, com mais detalhes, do que se trata.
A mano alzada: paisaje y dibujo en la provincia de Misiones. Image Cortesía de Sebastián Galarza
O território missioneiro, na Argentina, assiste, desde o século XV, à passagem e à constante sobreposição local de um grande número de culturas extremamente diversas. Indígenas guarani, a colonização espanhola, as fundações jesuíticas, bandeirantes paulistas, populações da República de Entre Ríos e, posteriormente, da Província de Corrientes, paraguaios/as, brasileiros/as e, por fim, a chegada voraz de imigrantes da Europa que fugiam das guerras mundiais compõem algumas das camadas de seu incomensurável tecido cultural.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134262/a-mao-livre-paisagem-e-desenho-reunidos-em-croquis-de-misiones-argentinaElías Barczuk Pasamán y Sebastián Galarza
Como parte das atividades da agenda cultural da semana de arte de 2022 na Cidade do México, guadalajara90210, em colaboración com Michan Architecture e Luis Young, apresentou a mostra "YACIMIENTOS", que reuniu peças de 53 artistas, arquitetas e arquitetos. A mostra foi sediada em um edifício localizado no bairro de Condesa que está em processo de reconstrução, e aconteceu de 12 a 20 de fevereiro.
Muitos de nós concordamos com Roman Mars, do 99% Invisible, quando ele diz que "tendemos a não notar as coisas bem projetadas" – mas também concordamos que o design costuma ser considerado algo voltado apenas para alguns. Por isso, devemos nos perguntar o que é verdadeiramente democrático na questão do design – e, a partir daí, podemos ajudar a definir e a colaborar com a nossa visão para uma sociedade mais justa.
Sob a perspectiva do design e da arquitetura, podemos olhar para a democratização do design a partir de diferentes ângulos. Desde como incluir soluções de design para as necessidades diárias até como projetar de maneira inclusiva. Na base de tudo isso está a busca por respostas para melhorar a acessibilidade e a habitabilidade em nossas vidas.
O aprendizado é a forma de manter a relevância da educação arquitetônica?. Imagem via University of Michigan
"Sou arquiteto/a... e agora, o que eu faço?", deve ser uma das perguntas mais frequentes de qualquer recém-graduado/a com o diploma de arquitetura na mão. Muitos/as, com o passar dos anos, encontrarão trabalho em diferentes indústrias que não envolvem, necessariamente, trabalhar em um escritório projetando e construindo edifícios.
O estúdio David Pompa, fundado em 2013 e sediado na Cidade do México, é composto por profissionais de design, engenharia e fabricação estabelecidos no México e na Áustria. David Pompa cresceu em ambos os países e estudou design de produto em Londres. Ao longo do tempo, o estúdio tem demonstrado um forte interesse pelos materiais e pelas técnicas tradicionais e, desde a sua fundação, mantém um compromisso com a cultura mexicana, o que se reflete na criação de objetos de design estéticos e acessíveis. Desta vez, apresentam uma nova coleção para a Semana de Design de Milão 2022 na Via Simone Saint Bon, como parte do Fuorisalone de 5 a 12 de junho.
Embora a indústria da construção venha avançando há anos em novos campos, como biomateriais, nanotecnologia e impressão 3D, entre outros, ela continua sendo uma das mais atrasadas no que diz respeito ao uso da tecnologia. Muitas dessas inovações não passam de uma fase experimental. Como essa situação pode ser revertida?
Este artigo de Jheisson Joseph Lasso Imbachi foi publicado originalmente com o título "Habitar tras el destierro: Desplazamiento forzado y retorno como configurador de nuevos hábitats en el Putumayo" na edição nº 30 da revista Dearq em 1º de maio de 2021 (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq30.2021.05).
O texto explora os processos migratórios no sul do país, decorrentes de economias extrativistas que determinaram a organização territorial e provocaram desterros, deslocamentos forçados e dois fenômenos menos debatidos: o estabelecimento e a permanência da população em um território de acolhimento e o retorno ao seu lugar de origem. Para tanto, foram estudadas, analisadas e interpretadas fontes documentais e testemunhais que permitem uma aproximação direta com a comunidade deslocada pela violência, a fim de analisar as diversas formas de habitar após o deslocamento, concluindo com algumas considerações para futuras propostas de habitação rural de fácil acesso para a população vítima.
A seguir, apresentamos o texto como parte de uma colaboração conjunta para contribuir com a difusão de pesquisas, análises e opiniões que a comunidade acadêmica nacional e internacional elabora sobre arquitetura, temas urbanos e áreas afins.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134415/habitar-apos-o-desterro-novos-habitats-no-putumayo-colombiaJheisson Joseph Lasso Imbachi
A quarta temporada do podcast Causa Comum, uma coprodução entre a Fundación Lepe e a Fundación Aldea para o festival OH! Stgo, realizado em meados de janeiro em Santiago do Chile, aborda o passado, o presente e o futuro da capital, bem como o papel que seus/suas habitantes nela ocupam, priorizando o bem comum e a forma colaborativa de fazer, habitar e imaginar o lar compartilhado.
Sob a direção e coordenação de Francisca Cordero, Soledad Díaz de la Fuente, Magdalena Novoa e Trinidad Piriz, ao longo de seis capítulos são analisados histórias, comunidades, monumentos e espaços públicos que habitamos diariamente, sob novas perspectivas, apresentando temas que vão desde as múltiplas identidades de uma praça, a liderança feminina nos projetos de habitação e a construção da memória na cidade, até os cerros isla (morros-ilha) como oportunidades socioambientais, o habitar urbano mapuche e o edifício do GAM como expoente da arquitetura e da mudança social.
Com mais de 11.000 anos de história, o tijolo é um dos materiais de construção mais antigos. Inclusive, ao substituir os blocos de barro secos ao sol, os romanos foram os primeiros a experimentar com massas de argila cozida em novas formas construtivas, como arcos, abóbadas e cúpulas. Embora as dimensões e os métodos de fabricação deste pequeno módulo tenham evoluído ao longo dos anos, seus componentes e sua clássica forma retangular sofreram poucas alterações, especialmente considerando sua longa história. A explicação é simples: o tijolo, com sua calidez, versatilidade e destacadas propriedades estruturais, é um material atemporal que nunca sai de moda.
Este artigo de Hugo Mondragón López e Bárbara Rozas Reinecke foi publicado originalmente com o título "Contra el Olvido: La voz de Montserrat Palmer y el discurso de la arquitectura contemporánea en Chile" na edição nº 23 da revista Dearq em 1º de julho de 2018 (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq23.2018.02).
Arquiteta, professora, pesquisadora, editora. Montserrat Palmer Trías foi uma voz de autoridade na cena arquitetônica e cultural do Chile entre o fim do século XX e o início do século XXI. A partir da direção editorial da revista ARQ, ela conseguiu moldar os debates disciplinares, ao mesmo tempo em que inseria no cenário internacional um grupo de arquitetos e arquitetas do Chile cuja notoriedade se forjou nas páginas da publicação. Embora tenha alimentado o mito de uma mulher que atuava em um registro baseado na intuição, é impossível ignorar sua rigorosa atividade como pesquisadora. Paradoxalmente, uma década após deixar a direção da revista, sua figura e sua contribuição para a arquitetura chilena da pós-ditadura correm o risco de cair no esquecimento. Este artigo é uma tentativa de evitar que isso aconteça.
A seguir, apresentamos o texto como parte de uma colaboração conjunta para contribuir com a difusão de pesquisas, análises e opiniões que la comunidade acadêmica nacional e internacional elabora sobre a arquitetura, as questões urbanas e áreas afins.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134510/contra-o-esquecimento-montserrat-palmer-e-o-discurso-da-arquitetura-contemporanea-no-chileHugo Mondragón López y Bárbara Rozas Reinecke
Enquanto caminhamos pela exibição da reconstrução nos jardins e na sala de exposições do Centro Cultural Las Condes neste ano de 2022, ele nos conta em detalhes cada um dos inovadores e particulares aspectos construtivos da obra demolida, projetada originalmente por Fabio Cruz Prieto, arquiteto e mestre fundador da Escola de Arquitetura e Design da Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso.
Las formas de la sala. Escenarios de representación. Image Cortesía de Carlos Montes González
“As formas da sala. Cenários de representação” é um trabalho de pesquisa realizado pelo arquiteto Carlos Montes González para o Mestrado Universitário em Estudos Avançados de Arquitetura da Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona. Nele, propõe-se um estudo alternativo das salas. Esse espaço nevrálgico de qualquer moradia ganha destaque a partir da análise de sua relação com os cômodos adjacentes.
Arte Público de Estoy. Image Cortesía de Esteban Barrera
A cidade muda constantemente: monumentos desaparecem, marcos urbanos são esquecidos e novos símbolos surgem, fazendo com que ruas, praças e muros ressignifiquem a paisagem urbana, trazendo novos pontos de referência, histórias e maneiras de compreender a cidade, nossa história e a sociedade.
Pensar, dialogar e reconfigurar a cidade a partir da arte envolve uma série de processos: a investigação dos territórios, de quem os habita, dos entornos socioculturais e de suas formas de relação são pilares fundamentais no momento de projetar e implementar dispositivos que gerem impactos no espaço urbano. A proliferação de intervenções artísticas em grande escala, focadas no puramente estético, nos faz refletir sobre o que de fato enfrentamos no espaço público e quais são os impactos disso em nosso cotidiano.
De acordo com a estética que se busca conferir a um espaço, a economia dos materiais ou mesmo sua manutenção a longo prazo, existem diversos tipos de forros capazes de atender às necessidades técnicas e funcionais dos projetos de arquitetura. Independentemente de seu método de fabricação, seja ele industrializado ou artesanal, os forros (também chamados de falsos tetos) representam um elemento construtivo que constitui o acabamento ou revestimento interno das coberturas.
Ana García, arquiteta fundadora do NeuronaLab, realizou uma entrevista com Aureli Soria-Frish, da empresa Starlab, na qual conversaram sobre como os mais recentes avanços tecnológicos estão sendo cada vez mais utilizados para objetivar a atividade neuronal e os estados emocionais vinculados aos espaços arquitetônicos. A seguir, ela compartilha suas principais reflexões.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134507/neurociencia-como-medir-a-percepcao-do-espaco-arquitetonicoAna García
Cortesía de Museo Cooperativo de la ciudad de Eldorado
O contexto global de crise energética e ecológica tem feito com que, há vários anos, esses temas comecem a ecoar em diversas disciplinas. A arquitetura não permaneceu alheia a isso. É nesse momento que surge o questionamento sobre a contribuição dos nossos edifícios para mitigar esses problemas. Nesse contexto, invadiram a cena global da produção arquitetônica edifícios que abordam o problema com uma alta dependência tecnológica. Com o objetivo de enfrentar os problemas ambientais, há quem tenha esquecido que a arquitetura pode assumi-los em uma resposta sintética, por meio da compreensão do lugar e da manipulação da forma, da matéria e da energia.