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Paris inaugura a maior fazenda urbana da Europa construída sobre uma cobertura

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As metrópoles verticalizaram nosso modo de viver, mas com criatividade vamos encontrando soluções e abrindo espaços. Já usamos as coberturas de prédios para festas, como área de lazer e, agora, é cada vez mais comum também o cultivo de plantas e alimentos. Em Paris, capital da França, acaba de ser inaugurada uma enorme fazenda urbana de 14 mil m² sobre a cobertura de um edifício. O plantio ainda não cobre toda esta área, mas quando isso acontecer ela poderá ser considerada a maior da Europa e, talvez, do mundo.

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Jardins e praças: 10 exemplos de paisagismo em pequena escala no Brasil

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"O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano", afirma Benedito Abbud em seu livro Criando Paisagens – guia de Trabalho em Arquitetura paisagística. Enquanto a arquitetura lida, sobretudo com os sentidos da visão e tato, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar, "o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel."

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A dimensão política da arquitetura: ativismo e desenho

A inércia da política e da governança em um momento no qual grandes mudanças sociais estão ocorrendo em um ritmo cada vez mais rápido - sem falar na insatisfação com o processo de tomada de decisão - abre espaço para ações de baixo para cima, ativismo e esforços ousados. Diante de tantos exemplos de ativismo social, os arquitetos têm ferramentas para construir suas próprias posições? A arquitetura tem o poder de alterar o status quo?

Morris + Company - Confecção de maquetes: reflexão, experimentação, inovação

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O período de isolamento ofereceu uma oportunidade de reflexão sobre o processo de projeto, impulsionando também Joe Morris, fundador da Morris + Company, a criar a série de curtas-metragens On Reflection. A iniciativa busca discutir as bases da prática profissional, destacando a maquete física como elemento crucial do pensamento projetual e como uma ampla ferramenta arquitetônica.

O céu é o limite: oito projetos de apartamentos de cobertura

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Os apartamentos de cobertura mostram como a forma segue o poder aquisitivo. Como seu próprio setor do mercado imobiliário de luxo, esses espaços costumam ser reservados aos clientes e investidores mais ricos. Da icônica mansão de 54 quartos, da herdeira Marjorie Merriweather Post, a unidades de cobertura em empreendimentos imobiliários, esse tipo de projeto foi continuamente reinventado  para levar a arquitetura e o design de interiores a novos patamares.

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Maio de 68, erguem-se as Torres del Parque em Bogotá: conversa sobre as entranhas do projeto de Rogelio Salmona

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Esta entrevista de Tatiana Urrea Uyabán (Universidad Nacional de Colombia) ao arquiteto colombiano Urbano Ripoll foi publicada originalmente na edição nº 24 da revista Dearq em 01/01/2019 sob o título "Maio de 68, erguem-se as Torres del Parque em Bogotá. Conversa sobre as entranhas do projeto de Rogelio Salmona" (https://doi.org/10.18389/dearq25.2019.08) e faz parte de uma parceria para divulgação.

Estrutura e revestimentos translúcidos: como projetar uma estufa?

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Desde, pelo menos, a época da Roma Antiga, os seres humanos reconhecem o valor do que agora é conhecido como "agricultura em ambiente controlado", permitindo aos agricultores cultivar plantas durante todo o ano, e não somente em determinadas estações. Embora tenham sido inventadas há centenas de anos, as estufas continuam a ser o meio mais popular de agricultura em ambientes controlados atualmente, com inovações em tecnologia e design que melhoraram a beleza e a eficiência dessa tipologia. Abaixo, exploraremos em detalhes a história e a estrutura das estufas, bem como vários exemplos de projetos de estufas inovadores e experimentais.

Deslocamentos de bicicleta em uma megacidade: os desafios da extensão territorial, segurança viária e transposição de barreiras

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O urbanismo do século XXI será marcado pelo aumento da quantidade e escala das megacidades globais - aglomerações urbanas com mais de 10 milhões de habitantes, segundo a ONU - além de um deslocamento geográfico. Até 2100, há previsões de metrópoles africanas com mais de 80 milhões de habitantes, como Lagos (Nigéria) e Kinshasa (República Democrática do Congo). O advento dessas novas e maiores metrópoles, sobretudo na África e na Ásia, somado à necessidade de enfrentamento da grave crise climática em curso, demandam mudanças urgentes no debate da mobilidade urbana.

As virtudes e limites da fotografia na representação da arquitetura - cinco fotógrafos discutem

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Enquanto meio de representação da arquitetura, a fotografia apresenta qualidades indiscutíveis. Com ela, é possível apresentar a um público distante obras erguidas em qualquer lugar do mundo, de vistas gerais a espaços internos e pormenores construtivos - ampliando o alcance e, de certo modo, o acesso à arquitetura.

Entretanto, como qualquer outra forma de representação, não é infalível. Na medida que avanços tecnológicos permitem fazer imagens cada vez mais bem definidas e softwares de edição oferecem ferramentas para retocar e, por vezes, alterar aspectos substanciais do espaço construído, a fotografia, por sua própria natureza, carece de meios para transmitir aspectos sensoriais e táteis da arquitetura. Não é possível - ao menos não satisfatoriamente - experienciar as texturas, sons, temperatura e cheiros dos espaços através de imagens estáticas. 

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Top 20 vencedores do A’ Design Award

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O A’ Design Award é um evento internacional cujo objetivo é premiar os mais inovadores projetos de arquitetura e design além de promover e divulgar o resultado do trabalho dos mais proeminentes profissionais das áreas criativas ao redor do mundo. Entre tantos outros prêmios, o A’ Design Award se destaca por sua escala e abrangência: nas onze edições anuais anteriores, foram concedidos mais de 12 mil prêmios em 110 diferentes categorias a projetos e profissionais de 180 nacionalidades. As inscrições para a edição deste ano estão abertas e você pode participar através deste link.

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Villa Jeanneret-Perret, Le Corbusier ensaiando a habitação moderna

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Na casa Jeanneret-Perret, conhecida como "Maison Blanche", de 1912, Le Corbusier já colocava em prática algumas reflexões que posteriormente abriram caminho para o modo de habitar moderno. 

22 Passos para projetar habitação social (em zona rural ou urbana)

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Neste capítulo da série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy y Ernesto Philibert-Petit, que trata do estudo da habitação social na América Latina, os autores apresentam algumas recomendações sobre a sequência de ações para a criação deste tipo de habitação, seja em zona rural ou urbana. 

Adobe: o material reciclável mais sustentável

Pensando em mundo mais sustentável, no momento de construir são tomadas decisões a fim de gerar o menor impacto possível, e os materiais recicláveis ​​contribuem muito para isso. Ao construir uma parede com materiais reaproveitáveis, pode-se pensar, por exemplo, em garrafas plásticas, e assim evitar seu descarte. Porém, existe uma técnica milenar utilizada em todo o mundo que é possivelmente o material mais sustentável: o adobe.

Carta aberta da Nigéria para o mundo: coronavírus e o futuro das cidades

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Este artigo foi publicado originalmente em Common Edge.

Desde o irrompimento do surto de COVID-19 há alguns meses, eu, como muitos de vocês, passei os últimos meses trancafiado em casa, ansioso e preocupado com as consequências e desdobramentos disso tudo. Entretanto, ao invés de perturbá-los com mais previsões hipotéticas para um futuro ainda incerto, prefiro compartilhar algumas observações sobre a atual condição das cidades africanas nesta calamitosa situação que estamos vivendo. Como africano, procurarei apresentar uma perspectiva única, desprendida de limitações e fronteiras, por que, afinal de contas, esta é uma crise sanitária mundial que como tal, desconhece tais demarcações.

Incorporando acústica adequada em projetos com estruturas aparentes

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Incorporando acústica adequada em projetos com estruturas aparentes - Imagen 3 de 4
Cortesia de Armstrong

O desafio de desenvolver projetos de conforto, sobretudo acústico, é um tanto quanto ingrato, uma vez que só prestamos atenção nele quando não funcionam adequadamente nos espaços. São muitas as queixas comuns: ouvir mais a conversa da sala ao lado do que a que ocorre no seu espaço, ter que gritar para ser entendido por alguém ao seu lado ou ouvir ecos excessivos nos ambientes que tornam o convívio exaustivo. Justamente esse último problema é bastante comum em espaços com estruturas aparentes, sem materiais de revestimentos. Por geralmente serem materiais pouco absorventes acusticamente, como concreto, vidros ou metais, é bastante comum que espaços com estéticas mais industriais apresentem tempo de reverberação alto. Isso quer dizer que um som emitido demora a desaparecer, pois continua refletindo nas superfícies do espaço e juntando-se aos outros sons produzidos, criando um ruído incômodo e reduzindo a compreensão das falas.

Como criar uma arquitetura voltada para a socialização?

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Denise Scott Brown disse uma vez: “A arquitetura não pode forçar as pessoas a se reunirem; ela pode apenas planejar os pontos de cruzamento, remover barreiras e tornar os locais de encontro práticos e atraentes.” Embora não possa garantir o resultado final, a arquitetura tem o potencial de oferecer uma plataforma para encontros e interações sociais. Dessa forma, ao mesmo tempo em que fomenta uma arquitetura de caráter comunitário, ela também molda a própria estrutura da nossa cultura social. Este artigo explora como a arquitetura, por meio de estratégias de projeto e de um planejamento cuidadoso, pode ampliar o capital social de seu entorno, oferecendo um terreno fértil para a interação entre diferentes grupos.

Como criar uma arquitetura voltada para a socialização? - Cinema E ArquiteturaComo criar uma arquitetura voltada para a socialização? - Cinema E ArquiteturaComo criar uma arquitetura voltada para a socialização? - Cinema E ArquiteturaComo criar uma arquitetura voltada para a socialização? - Cinema E ArquiteturaComo criar uma arquitetura voltada para a socialização? - Mais Imagens+ 8

Arquitetura do leste europeu: cultura e entretenimento

Este artigo faz parte da série colaborativa “Arquitetura do Leste Europeu: 50 Edifícios que Definiram uma Era”, desenvolvida em parceria entre o The Calvert Journal e o ArchDaily. Celebrando alguns dos principais ícones da arquitetura do leste europeu, publicaremos periodicamente uma lista com cinco projetos construídos no então Bloco de Leste.

O melhor do ArchDaily Brasil sobre tecnologia na arquitetura

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Imagen generada en IA mediante Midjourney con prompt: "artificial intelligence and 3d printing and robots and automation and algorithms and metaverse and augmented reality, all applied in architecture". Image © Midjourney AI / Fabian Dejtiar

Reunimos aqui uma lista com nossos melhores artigos, notícias e projetos que abordam diferentes facetas da tecnologia na arquitetura e construção.

A arquitetura da interação social

Sobre o papel da arquitetura nas relações sociais, Denise Scott Brown disse uma vez: “a arquitetura não deve forçar as pessoas a se conectarem; ela pode apenas definir espaços, eliminar barreiras e fazer dos locais de encontro mais úteis e atraentes.” Embora não possamos controlar o resultado ou a maneira como as pessoas irão se apropriar dos espaços que projetamos, a arquitetura tem o potencial de abrir portas e aproximar pessoas, preparando o terreno para que encontros casuais e interações sociais aconteçam — fortalecendo assim o sentido de pertencimento e identidade que tanto influenciam a estrutura de nossa sociedade. A seguir, procuramos expor — através de exemplos concretos — formas como a arquitetura pode potencializar interações sociais através de estratégias e soluções projetuais inteligentes, proporcionando um terreno comum capaz de aproximar pessoas e construir comunidades.

A arquitetura da interação social - Cinema E ArquiteturaA arquitetura da interação social - Cinema E ArquiteturaA arquitetura da interação social - Cinema E ArquiteturaA arquitetura da interação social - Cinema E ArquiteturaA arquitetura da interação social - Mais Imagens+ 1

Interiores brasileiros: 21 projetos com concreto aparente

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Reforma MR 53 / BLOCO Arquitetos. Imagem: © Joana França

O concreto é símbolo importante de um período de grande reconhecimento da arquitetura brasileira e até hoje segue como um dos materiais preferidos dos profissionais da área interessados em explorar a flexibilidade e expressividade que seu uso confere aos projetos. Apesar de estar associado sobretudo às estruturas das construções, o concreto pode figurar como protagonista por sua materialidade, temperatura, cores e outros aspectos que vão além de suas qualidades estruturais. Quando mantido aparente, o concreto imprime um caráter marcante nas áreas internas das obras ao dialogar com os demais elementos que compõem a ambiência das propostas. 

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Esquadrias de canto: ampliando os espaços para o exterior

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Malibu Crest, remodelação de uma casa de 1949 do Estilo Internacional, foi desenvolvida pelo Studio Bracket com o objetivo de ampliar a metragem quadrada da estrutura e as vistas panorâmicas para Malibu, mantendo mais de 50% das paredes originais da casa. O projeto foi bem-sucedido, não apenas na renovação de seus espaços internos e reconfiguração do espaço, mas no alargamento das janelas para captar verdadeiramente as vistas da lagoa e das montanhas circundantes. Essa expansão das vistas foi realizada em parte por meio de janelas de cantos abertos e vidros do chão ao teto, fabricados pela Western Window Systems. Esta tecnologia de vidros ininterruptos é uma das formas mais eficazes de abrir um espaço interior para as vistas deslumbrantes de um ambiente natural. Permitem que o espaço interno seja mais aberto para o exterior sem obstruções. A seguir, revisamos suas vantagens estéticas, suas qualidades estruturais e sua aplicação em projetos reais.

Manual de Arquitetura Kamayurá

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Em Julho último (2019), na Plataforma habita-cidade [1] foi organizada a Oficina-viagem “Modos de Habitar: Arquiteturas Tradicionais” que levou alunos e professores para a Aldeia Ypawu, em território Kamayurá no Alto Xingu. O objetivo geral das Oficinas-viagem “Modos de Habitar” é a reflexão propositiva sobre as diversas formas do Habitat humano no planeta. Neste ano, a partir de uma demanda dos mestres construtores Kamayurá de produzir um Manual de Arquitetura local, a Oficina-viagem foi preparada para que o grupo para lá deslocado atuasse como apoio para essa importante empreitada. A ideia do Manual de Arquitetura Kamayurá foi inicialmente lançada por Kanawayuri L. Marcello Kamaiurá (liderança local) para a arquiteta Clarissa Morgenroth (arquiteta formada na Escola da Cidade) e para a diretora teatral Cibele Forjaz. A Escola da Cidade foi então convidada a participar do projeto, que foi encampado pela Plataforma habita-cidade, ligada ao curso de Pós-graduação lato sensu ‘Habitação e Cidade’.

10 Estratégias para fazer das cidades lugares melhores para nossas crianças

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Na semana passada, a Global Designing Cities Initiative (GDCI) lançou a Designing Streets for Kids, uma plataforma concebida para estabelecer uma nova hierarquia de critérios para o desenvolvimento de projetos urbanos ao redor do mundo. “Projetando Ruas para Crianças” é uma iniciativa que pretende fomentar abordagens de projeto centradas no usuário e respaldada por princípios de desenho universal, focando na ergonometria do espaço e mobiliário urbano para melhor atender as necessidades específicas das crianças e seus familiares, além de promover a acessibilidade para ciclistas e outros meios de transporte individual não motorizado, estimulando o uso de transporte público no centro de nossas cidades.

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A capital colonial

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Ao comemorar 60 anos, Brasília tem a oportunidade de se inspirar nos movimentos antirracistas e anticoloniais que, mundo afora, têm contestado a monumentalidade da história oficial, para se confrontar com a memorialização do colonialismo em sua própria paisagem urbana. Ao invés de eventos comemorativos que reiteram histórias oficiais, celebrando a cidade como marco bandeirante da modernidade nacional, deveríamos fazer uma pausa – ademais imposta pela pandemia – para refletir sobre como certas memórias são eternizadas, enquanto outras são apagadas, e, então, traçar novas cartografias memoriais no tecido urbano da capital.

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