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44 apartamentos com varandas e terraços na Cidade do México que se conectam com o exterior

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Um dos fatores mais importantes ao projetar é o clima específico do local, o que pode representar um desafio em climas extremos, exigindo o uso de materiais isolantes que se adaptem às constantes mudanças de condições. No entanto, tratando-se do México e de seu clima privilegiado, essa condição joga a favor dos/as arquitetos/as, permitindo a criação de microclimas e espaços que diluem a transição entre o interior e o exterior.

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A quarentena pode nos impulsionar rumo a um santuário planetário?

Não consigo parar de pensar em refugia. Nos anos, meses e dias anteriores à pandemia da COVID-19, o termo limitava-se à literatura e à filosofia da crise climática, referindo-se a bolsões de vida que, por meio do isolamento geográfico ou da resiliência das espécies, conseguem resistir apesar das forças ambientais adversas. Pense em colônias de cracas do Noroeste Pacífico aninhadas no alto de afloramentos costeiros para evitar se tornarem presas de caracóis marinhos. Ou em florestas antigas isoladas das temperaturas crescentes em vales montanhosos de clima ameno.

À medida que o autoisolamento se impôs no início daquela primavera, a palavra *refugia*, pelo menos para mim, expandiu sua definição de uma condição ecológica específica para uma referência conceitual — um salto metafórico necessário diante de uma crise planetária. A magnitude desta pandemia foge à compreensão humana, mas, para as pessoas mais afortunadas, o refúgio é algo administrável: um local de relativa segurança, de fermento natural e aulas de ginástica on-line.

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Sobre arquitetura reciclada: 12 propostas para promover o reúso adaptativo

Ao refletir sobre reciclagem, sustentabilidade, medidas a serem tomadas e soluções tecnológicas inovadoras, é inevitável pensar que existem também abordagens já conhecidas que devem ser levadas em consideração. De fato, ao examinar o impacto do ambiente construído no clima, nota-se que, em muitos países, 80% dos edifícios que existirão em 2050 já foram construídos. A forma mais eficaz de sustentabilidade pode ser, portanto, a economia de energia por meio da eliminação ou minimização de novas construções e da prevenção da demolição de estruturas existentes.

É exatamente isso que o reúso adaptativo propõe: atribuir um novo propósito a um “edifício remanescente” existente. Hoje em dia, o processo de requalificação está se tornando essencial devido a inúmeras questões relacionadas à emergência climática, aos custos de terrenos e de construção, à saturação do solo e à mudança nas tendências de moradia.

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Luz natural potencializa o aprendizado progressivo na Escola Hessenwald

A Escola Hessenwald em Weiterstadt, Alemanha, é um exemplo de arquitetura contemporânea e energeticamente eficiente que propõe um novo modelo pedagógico e de ensino. No centro do edifício e desse modelo conceitual, encontra-se um átrio de três andares, muito bem iluminado e ventilado.

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Arquitetura para colorir: baixe gratuitamente o segundo livro produzido por Carmelina&Aurelio

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O Taller de Arquitectura Carmelina&Aurelio, de Tuxtla Gutiérrez no México, lançou um livro com ilustrações de obras famosas da arquitetura para colorir. Devido ao sucesso da primeira edição, o estúdio acaba de publicar o segundo volume da série, com ilustrações de obras de Zaha Hadid, Kengo Kuma, Rozana Montiel, BIG e Eileen Gray. O livro digital em formato PFD está disponível gratuitamente no website do estúdio.

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Smiljan Radic, Cecilia Puga e Pezo Von Ellrichshausen participam de “Interiores: Conversas online”

“Interiores: Conversaciones en línea” é o título do ciclo de encontros a distância organizado pela Faculdade de Arquitetura, Arte e Design da Universidade Diego Portales (UDP). O professor Alberto Sato apresenta nesta primeira temporada reuniões entre grandes nomes da arquitetura, como Álvaro Farrú junto a Enrique Walker, Alejandra Celedón com Cecilia Puga; Mardones com Pezo Von Ellrichshausen; Solano Benítez com Mathias Klotz; Smiljan Radic com Alberto Sato; e Fernando Perez com Francisco Liernur.

Você pode conferir o resultado dessas conversas a seguir.

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Casas brasileiras: 20 residências com varandas

Um dos elementos arquitetônicos que mais fortemente promove a relação do interior com o exterior é a varanda. Difícil é precisar sua origem, sendo vista em exemplos de arquitetura vernacular no oriente, no mundo árabe, na Europa e, com grande expressividade, no Brasil.

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A história da arquitetura: Grécia antiga

A história da arquitetura: Grécia antiga - Imagem de Destaque
Cortesia de ArchDaily - Danae Santibáñez

Até onde os registros escritos alcançam, o que se sabe é que a “pré-história” é um período que vai de 35.000 à 3.000 anos a.C. no Oriente Médio e 2.000 a.C. na Europa Ocidental. Pelo que é possível observar, os construtores da antiguidade tinham uma profunda compreensão das necessidades humanas e como lidar com as condições ambientais através da arquitetura em sua forma mais primitiva. Nos primórdios, famílias e tribos viviam em cabanas construídas a base de ossos e peles de animais. Milhares de anos de passaram até que o homem passasse a construir estruturas mais robustas utilizando pedras e tijolos de barro, assumindo formas prismáticas e dotadas de aberturas para iluminação e ventilação natural.

Ao longo dos próximos meses, publicaremos aqui no ArchDaily uma série de pequenos artigos sobre a história da arquitetura e como ela evoluiu até assumir a forma como à conhecemos hoje. Nesta semana, regressamos a um dos períodos mais importantes e influentes da história da humanidade: a Grécia antiga; mais especificamente os períodos egeu, arcaico, clássico e helenístico.

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Qual a sua história? Conheça o Love Wall do ArchDaily

Ao longo dos últimos 14 anos, o ArchDaily vem oferecendo conteúdo de qualidade para todas e todos. Nossos curadores são encarregados de selecionar os melhores projetos – de escritórios renomados a estúdios emergentes – para fazerem parte da maior biblioteca de arquitetura do mundo, enquanto nossos editores fazem a cobertura dos principais desafios e ideias mais inovadoras que estão redefinindo as cidades.

Soluções de estacionamento totalmente automatizadas: sistemas de economia de espaço com uma experiência de usuário superior

Com o crescimento dos serviços de transporte por aplicativo e o declínio da propriedade de veículos particulares, proprietários/as e incorporadores/as de edifícios de escritórios estão repensando o valor das estruturas de estacionamento, bem como sua capacidade e potencial de reconversão. Como parte da transformação completa do One Post Office Square (OPOS) — localizado no coração do distrito financeiro de Boston e projetado pela Gensler —, um novo estacionamento automatizado otimizará o uso de valiosos espaços locáveis, aprimorará a experiência dos/as usuários/as e criará flexibilidade a longo prazo.

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Arquitetura do leste europeu: o simbolismo das bibliotecas modernistas soviéticas

Este artigo faz parte da série colaborativa “Arquitetura do Leste Europeu: 50 Edifícios que Definiram uma Era”, desenvolvida em parceria entre o The Calvert Journal e o ArchDaily. Celebrando alguns dos principais ícones da arquitetura do leste europeu, publicaremos periodicamente uma lista com cinco projetos construídos no então Bloco de Leste.

O que levar em conta ao especificar uma esquadria?

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“Da janela vê-se o Corcovado, o redentor, que lindo”. A letra de Tom Jobim, eternizada pela voz e pelo violão suave de João Gilberto, foi uma das músicas que apresentou ao mundo a ideia de um Rio de Janeiro paradisíaco e um Brasil promissor, cada vez mais urbano e com uma capital moderna sendo construída do zero. Quase 60 anos depois, Paulo Mendes da Rocha cita casualmente essa canção em uma entrevista e aponta que para ele, nessa cena, o elemento mais importante é a janela, e não o Corcovado ou o Cristo Redentor. Isso porque é ela que enquadra a vista e direciona o nosso olhar ao que importa. É uma frase que passa quase despercebida, mas que carrega enorme significado poético e artístico sobre o ofício da arquitetura.

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A arquitetura tem a tecnologia e as ferramentas para tirar o melhor de uma situação ruim. Será que o fará?

O texto a seguir foi elaborado em resposta ao primeiro chamado da série “Post-Pandemic Potentials” do The Architect's Newspaper. Uma resposta anterior, de autoria de Mario Carpo, defendeu que todas as mudanças introduzidas pela pandemia provavelmente serão revertidas. Saiba mais sobre a série aqui (em inglês).

Quando as últimas avaliações de meio de semestre foram concluídas, no início de março, os temidos pontos vermelhos do mapa de monitoramento da COVID-19 ainda estavam bem a leste de New Haven — na verdade, a um oceano de distância. Os ateliês de projeto nos andares superiores do Rudolph Hall estavam repletos dos resíduos típicos de uma maratona de entregas (charrette), enquanto nossos/as estudantes partiam para as férias de primavera e um merecido descanso de duas semanas. Poucos dias depois, no entanto, a Yale University fechou o campus por excesso de cautela (hoje claramente justificada); desocupamos totalmente o edifício, avisamos os/as estudantes de que não retornariam àqueles ateliês pelo restante do período letivo e nos desdobramos para transpor todo o currículo para o formato on-line. Em vez de reorganizar nossos espaços para a reta final do semestre, concentramo-nos em criar uma infraestrutura de colaboração digital, ensinar todos a usar o Zoom e localizar nossos/as estudantes ao redor do mundo para verificar fuso horário, equipamentos domésticos e conectividade.

Onde usar materiais reciclados na arquitetura e urbanismo? 8 aplicações possíveis

Como alternativas à produção de materiais na construção civil, caracterizada por altos gastos energéticos e altos índices de poluentes lançados na atmosfera, a reciclagem e o reuso de materiais e estruturas têm se tornado cada vez mais comuns na arquitetura. A principal diferença entre esses métodos é que, enquanto o primeiro emprega certo gasto energético no tratamento do material antes do seu reaproveitamento, o segundo não requer esse processo, reutilizando-o na forma em que foi descartado.

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Wang Shu e a reciclagem de materiais na arquitetura chinesa contemporânea

Ao longo dos dois últimos séculos, a China passou por um vertiginoso processo de expansão demográfica e urbana, resultando na completa descaracterização de sua paisagem histórica, onde inúmeras pequenas cidades e vilarejos acabaram sendo varridos do mapa, substituídos por novas infra-estruturas urbanas e edifícios cada vez mais altos. À medida que a antiga paisagem chinesa vai desaparecendo sob o novo tecido urbano da China do século XXI, importantes elementos da cultura cívica e social também estão sendo esquecidos e negligenciados. Wang Shu, o primeiro arquiteto chinês a ser galardoado com o Prêmio Pritzker, tem lidado com esta delicada situação cotidianamente desde o início de sua carreira, desenvolvendo uma arquitetura que busca construir pontes entre o passado e o presente. Utilizando materiais reciclados e recuperados de antigas estruturas abandonadas ou destruídas, Wang Shu está resignificando a arquitetura tradicional chinesa no contexto de um país em rápido e incansável processo de desenvolvimento e expansão urbana. A seguir, discutiremos algumas das principais obras construídas por Wang Shu, como o Museu de arte contemporânea (2005) e o Museu Histórico de Ningbo (2008), e o Campus da Nova Academia de Arte de Hangzhou (2004).

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Coberturas de palha, fibras e folhas vegetais: exemplos em projetos na América Latina

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Mil Centro / Estudio Rafael Freyre. Imagem © Gustavo Vivanco

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Ancestralmente, os elementos naturais costumavam ser as únicas matérias-primas com as quais as populações originárias materializavam seus refúgios temporários ou moradias permanentes. Atualmente, a consciência ambiental e o interesse por métodos de construção ecológicos têm dado lugar a práticas mais sustentáveis que buscam adaptar esses procedimentos às exigências contemporâneas. Dessa forma, ao incorporar materiais biodegradáveis e de baixo impacto ambiental em seus projetos, fundindo-os com recursos modernos para potencializar suas vantagens físicas, arquitetos e arquitetas têm conseguido resgatar as têcnicas ancestrais de suas regiões, trilhando um caminho rumo à bioconstrução.

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Como projetar banheiros acessíveis segundo a NBR 9050

Sobretudo quando falamos de edificações públicas, é imprescindível que os espaços sejam pensados de forma que permitam o acesso de todos os indivíduos com autonomia, independente de suas dificuldades motoras. Entretanto, na hora de projetar, sabemos que “adequar” o projeto às normas pode se tornar uma enorme dor de cabeça, ainda mais quando cada centímetro importa para darmos conta do programa de necessidades pretendido.

Para normatizar essa questão, a NBR 9050, de 2015, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados em projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade.

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Como calcular a pegada de carbono de uma edificação

A pegada de carbono (carbon footprint) pode ser definida como a quantificação, normalmente em quilogramas (kg) ou toneladas (t), das emissões (e remoções) de diferentes gases de efeito estufa (GEE) no ciclo de vida de um produto, processo ou serviço. Existem diversos GEE, sendo que os mais importantes em termos de contribuição para o aquecimento global e mudanças climáticas são: dióxido de carbono (CO2), (CH4) e Óxido Nitroso (N2O).

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O direito à memória da cidade e a remoção de estátuas de escravagistas

A arquiteta Ayesha Luciano não sabe muito sobre seus antepassados. Assim como outros descendentes de populações afro-brasileiras e indígenas, a história de sua família foi apagada durante o processo de colonização do Brasil. É o que a filósofa Sueli Carneiro chama de epistemicídio: o aniquilamento das saberes e memórias em países de passado escravista.

Mas os perpetradores deste genocídio têm suas figuras lapidadas em pedra, ocupando lugar central em espaços públicos do país. É o caso da estátua totêmica do bandeirante Borba Gato, na capital de São Paulo, ou de Joaquim Pereira Marinho, traficante de pessoas escravizadas cuja estátua está no centro de Salvador (BA). A arquiteta comenta:

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Indústria 4.0: Uma nova relação entre fábrica e sociedade

O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver — quase como se tivesse olhos? Durante a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions" (Interações Urbanas), o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Eyes of the City" (Olhos da Cidade) da Bienal para estimular um debate sobre como as novas tecnologias — e a Inteligência Artificial em particular — podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você encontra todas as informações sobre a seção “Eyes of the City”, que tem curadoria de Carlo Ratti, do Politecnico di Torino e da SCUT — incluindo exposições, eventos e desenhos técnicos dos projetos.

Há alguns anos, um tema central no debate europeu vem catalisando a atenção de economistas, sociólogos/as, tecnólogos/as, formuladores/as de políticas públicas e sindicalistas: a Indústria 4.0. Estabelecido na Alemanha em 2012 e discutido inicialmente sob uma perspectiva quase exclusivamente tecnológica, o tema tomou conta da agenda política das principais economias europeias, estimulando políticas industriais e apoio estatal, mas também provocando debates acalorados sobre o futuro do trabalho e sobre a nova relação entre fábrica e sociedade.

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Ferramentas de Projeto: Um Olhar Crítico sobre a Visualização Assistida por Computador e o Desenho à Mão para Desenhos de Arquitetura

Como base de qualquer projeto de arquitetura, os esboços e desenhos são há muito reconhecidos por sua capacidade de permitir que o/a arquiteto/a interaja com seu projeto de forma eficiente e expresse conceitos de maneira intuitiva. Embora a importância do desenho à mão seja amplamente compreendida nas faculdades de arquitetura, o que acontece com quem não tem essa habilidade? Muitos/as estudantes acham extremamente difícil lidar com a intensidade dos exercícios de desenho à mão durante o primeiro ano de formação. Entre esse público, há quem opte por abandonar a arquitetura simplesmente por não desenhar bem, enquanto outros/as decidem focar no aprendizado de técnicas de desenho digitalizado por computador.

Reciclando edifícios: 10 projetos de reabilitação em Portugal

Reabilitar um edifício não é tarefa simples. Além de exigir sensibilidade aguçada para identificar e reconhecer o valor histórico das pré-existências – e, assim, decidir o que perduará no tempo e o que será substituído por elementos novos, coerentes com o programa atual –, trata-se também de uma estratégia que extrapola os limites do desenho e entra em temas como sustentabilidade e economia de meios. Afinal, estamos falando de reciclar uma estrutura, ou partes dela, e isso tem consequências tanto formais quanto ambientais.

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A evolução dos banheiros: Lições históricas para aspirar a um futuro com espaços seguros e inclusivos

Avançar significa também olhar para trás. Cumprir a missão de criar banheiros seguros e inclusivos que satisfaçam as necessidades de uma gama diversa de pessoas de diferentes idades, gêneros, religiões e capacidades requer uma perspectiva ampla. Para compreender como chegamos ao “impasse” em que nos encontramos hoje em relação ao debate sobre o projeto desses espaços, devemos considerar que os banheiros foram e são projetados dentro de um contexto social e histórico particular.

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Realidades incômodas da habitação social na América Latina

Concluindo a série de artigos sobre o estudo da habitação social na América Latina, Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit apresentam uma reflexão sobre os altos preços da terra, grandes esquemas e desestabilização nacional. Confira, a seguir.

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