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Ventilação natural: estratégias tradicionais de resfriamento em casas no Paraguai

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Localizado na região central da América do Sul, o Paraguai possui uma grande variedade de condições geográficas, com paisagens e recursos diversos. Em geral, o território está enquadrado em uma área de alta umidade e temperaturas amenas, que prevalecem durante todo o ano, com verões quentes e chuvosos e invernos amenos. Nestas condições, o arrefecimento dos espaços interiores adquire grande relevância e os sistemas de ventilação passiva são especialmente levados em consideração nas fases iniciais do projeto.

Doutorado remoto em Design para profissionais atuantes está com inscrições abertas

Para profissionais de design em meio de carreira, quais caminhos existem para investigar questões e problemas que surgem da vivência prática? Que oportunidades existem para explorar ou articular uma ideia para um tipo de projeto ou estrutura organizacional que possa aprimorar a prática profissional?

Las Tres Esperanzas: Celebrando a arquitetura popular e vernácula, o conhecimento anônimo e o senso comum

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Las Tres Esperanzas: Celebrando a arquitetura popular e vernácula, o conhecimento anônimo e o senso comum - Image 1 of 4
© Al Borde

"As Três Esperanças são três ações construtivas que compõem o espaço educativo no qual não apenas se formaram e se formam crianças e adolescentes, mas no qual nós também nos formamos como arquitetos e arquitetas". Estas palavras iniciais e instigantes já evidenciam um percurso que, como resultado de uma sequência, demonstra que os fios dos acontecimentos são complexos de tecer e compreender a partir de um único ponto de vista.

Por isso, acredito que é importante a cadeia de diferentes perspectivas que organiza este novo livro apresentado pelo Al Borde. Ele não apenas aponta para um processo — e uma série de eventos paralelos —, mas também para a singularidade de uma construção. Uma prova tanto da complexidade, dos tempos e dos imprevistos quanto das trocas, aprendizados e lições que a realização de uma obra de arquitetura envolve.

Arquitetura errante: 4 projetos que abraçam o erro (para o bem e para o mal)

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Na arquitetura moderna, projetar envolve analisar, prever e determinar espaços e funções com precisão, sem lugar para erro. Ao longo da segunda metade do século XX, esse caráter racionalizante e guiado pela máxima eficiência foi duramente criticado, e errar – no sentido de vaguear, percorrer sem rumo e sem destino – passou a ser reconhecido como parte inevitável da experiência humana.

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Interiores boêmios: a arquitetura dos bares de São Paulo

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São Paulo, por vocação ou falta de outros atrativos, apresenta uma vida noturna vibrante, com opções tão variadas quanto seus mais de 12 milhões de habitantes. Bares são, assim, amigos aos quais recorrem paulistanos do centro e da periferia, moradores das zonas leste, oeste, norte e sul. 

Reunimos a seguir alguns projetos de bares já publicados no ArchDaily que ilustram um pouco desta arquitetura da boemia à qual tantos habitantes de São Paulo estão habituados – uma arquitetura fala de remodelações, sociabilidade, encontros e espaços de intimidade.

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10 Tipos de telhados e as possibilidades das telhas de ardósia

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Toda criança já teve que desenhar uma casa. Talvez um dia ensolarado com algumas nuvens, uma árvore frondosa, uma família com um cachorro, cercas baixas de madeira ou até um carro. Mas, é quase certeiro que estará ali representado um volume simples com um telhado inclinado de duas ou quatro águas. Este arquétipo da casa é algo que figura em praticamente todas as culturas, e até hoje muitos arquitetos utilizam-no para projetos contemporâneos. 

Além da função primordial de escoar a água da chuva e a neve, protegendo a edificação das intempéries, os telhados podem ser um artifício formal importante para composição de um projeto. Com a arquitetura moderna, as lajes impermeabilizadas surgiram com força, mas coberturas inclinadas continuaram tendo espaço cativo para clientes e arquitetos. Neste artigo abordaremos os vários tipos de telhados e, mais especificamente, o processo de fabricação e características das telhas de ardósia natural.

Open House Worldwide 2020: acompanhe 48 horas de atividades em mais de 40 cidades

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Hoje, o Open House Worldwide (OHWW) realizará seu primeiro evento colaborativo: um festival de eventos, discussões, tours e outras atividades, com 48 horas ininterruptas de duração. Como parceiro de mídia, o ArchDaily transmitirá todo o evento.

O que é bioconstrução?

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À medida em que as preocupações em torno das consequências da ação humana em escala global aumentam, a busca por alternativas de menor impacto no meio ambiente nas mais diversas escalas também tem se tornado mais comum. Na construção civil, setor em que apenas os edifícios são responsáveis por 33% do consumo global de energia e 39% das emissões de gases de efeito estufa, práticas como a da bioconstrução têm apontado uma direção diferente na forma de lidar com as demandas humanas de forma indissociada da natureza.

Em termos gerais, a bioconstrução é conhecida como a concepção de ambientes sustentáveis a partir do emprego de materiais e técnicas construtivas de baixo impacto ambiental, levando em conta parâmetros como a adequação às condições locais e o tratamento de resíduos.

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As tragédias do Castelo Laurens, pelas lentes de Romain Veillon

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Localizado no porto de Agde, no sul da França, o eclético Castelo Laurens guarda uma história tão rica quanto sua arquitetura. Emmanuel Laurens, proprietário e arquiteto da villa, buscou inspiração em diferentes países do mundo para criar sua obra-prima. O fotógrafo Romain Veillon visitou o castelo antes de sua reforma e registrou o palimpsesto arquitetônico de seu interior.

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A arquitetura brutalista que moldou as paisagens urbanas da Polônia

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Ao longo dos últimos anos assistimos a uma (re)descoberta de um dos principais e mais fascinante capítulos da história da arquitetura moderna. O concretismo puro e explícito de uma arquitetura comumente chamada de brutalista passou a despertar um interesse tão significativo quanto previsível na comunidade internacional de arquitetos e amantes da arquitetura. Acontece que, este fenômeno o qual costumamos chamar de “brutalismo soviético”, encontra-se indissociavelmente conectado ao contexto político totalitário e opressor que o viu nascer. Não é de se espantar que, na maioria dos países que estiveram sob influência e domínio soviético até o final da guerra fria, esta face da arquitetura seja muitas vezes tratada com um certo ceticismo, quando não com repudia e desprezo. Neste contexto, a paisagem urbana e arquitetônica de um país como a Polônia não poderia ser menos complexa e fascinante.

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Sobre a ressignificação do corpo na produção arquitetônica

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Vários autores como Michel Foucault, Maurice Merleau-Ponty e os pensadores contemporâneos Marina Garcés e Judith Butler trouxeram o tema do corpo para a mesa de discussões globais da filosofia. Isso tem permeado diversas disciplinas onde o corpo é o centro de seu estudo e até mesmo em algumas outras onde essa relação não parece tão evidente.

Criando projetos a partir de um olhar decolonial

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Descolonizar. Provavelmente você já ouviu essa palavra, mas se não fizer ideia do que se trata, talvez possa imaginar que tem a ver com colonização. Nós brasileiros, conhecemos bastante o que é colonização: fomos colônia de Portugal por muito anos, falamos português, comemos bacalhau na Páscoa e somos em grande maioria católicos por conta disso.

Já entender a palavra descolonizar é compreender que a colonização não trouxe só heranças linguísticas, religiosas e culinárias, mas também envolveu muita exploração: culturas foram apagadas, líderes locais foram mortos, riquezas foram roubadas e memórias destruídas.

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Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia

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O surfe é um esporte e um estilo de vida. Como arte de he'e nalu, reflete a arquitetura como um jogo entre a experiência espacial e o ambiente. Hoje, a arquitetura comercial e cultural do surfe se tornou cada vez mais comum – projetos que se inspiram em casas icônicas e retiros à beira-mar para criar novas conexões entre o público, os surfistas e o oceano.

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Fachadas de malhas metálicas proporcionam soluções versáteis de sombreamento

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Agora que estamos todos passando muito mais tempo dentro de casa devido à pandemia, tivemos a chance de realmente entender e apreciar o impacto significativo que as janelas podem ter em um espaço. Vistas, ângulos de sol e orientação das janelas são considerações importantes ao projetar um novo edifício - e por mais agradável que seja ter uma conexão com o exterior, as janelas também podem causar problemas como brilho excessivo e ganho de calor. É claro que ninguém quer um prédio com janelas apenas de um lado ou com as persianas fechadas constantemente para poder ver a tela do computador; uma solução arquitetônica versátil é sombrear as janelas usando uma tela metálica.

Em meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza

Em meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Mais Imagens

Se você estiver em um local afetado pela pandemia de COVID-19, passar 20 minutos vivenciando a natureza em um parque, rua ou mesmo em seu quintal, pode reduzir significativamente seus níveis de estresse. Apenas se certifique de seguir as diretrizes federais, estaduais e locais, além de manter o distanciamento social de 2 metros (6 pés). Mas, se você não puder sair de casa, fazer uma pausa abrindo uma janela e olhando para uma árvore ou planta, também auxiliam a aliviar o estresse.

Como podemos transformar nossas cidades com o uso da tecnologia?

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Segundo estimativas das Nações Unidas, atualmente mais de 55% da população mundial vive em cidades ou áreas urbanizadas, com uma forte probabilidade de este numero aumentar para quase 70% ao longo das próximas décadas. Apesar deste previsível e vertiginoso crescimento populacional urbano, muitas das grandes cidades do mundo têm feito pouco ou quase nada para qualificar suas infraestruturas já muito precárias e insuficientes. De fato, o que se desenha a nossa frente é o grande desafio da vez, talvez um dos maiores que a humanidade já enfrentou. Se a solução dos problemas de grande escala parece algo impraticável ou até impossível, talvez devêssemos buscar resolver os pequenos problemas, um de cada vez.

Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres?

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Um estudo publicado recentemente pelo Institute for Transportation and Development Policy (ITDP) revela quais são as melhores cidades do mundo para quem não quer usar o carro para encontrar serviços básicos como escolas e centros de saúde, além ter acesso a pé para outras facilidades.

Entre as cidades mais indicadas para pedestres estão Londres, Paris, Hong Kong e Bogotá. Mais de mil cidades foram avaliadas de acordo com o acesso que oferecem a quem precisa encontrar produtos e serviços sem depender de outros meios de transporte, a não ser os próprios pés. Segundo o relatório, as cidades americanas estão entre as menos adequadas aos pedestres, com a sua expansão urbana.

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Paisagens efêmeras: um domingo na paulista

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Na análise de um projeto arquitetônico é comum que nos debrucemos sobre questões como quais foram as demandas e contexto histórico daquele projeto, como foi seu processo de elaboração e representação, de que forma foi construído. Tendemos a estudá-lo como um processo finalizado. Entretanto, no momento em que a obra é construída ela se abre à cidade e a terceiros, se torna vulnerável a falhas, imperfeições, requalificações e apropriações não previstas a priori. As consequências derivam então de conflitos, relações sociais e políticas que atuam na cidade formando uma paisagem fluida e mutável. 

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Casas brasileiras: 10 residências geminadas

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Em regiões urbanizadas, devido ao alto custo dos terrenos e a disputa pelo acesso à infraestruturas urbanas, é comum vermos exemplos de edificações geminadas, sobretudo em áreas de uso residencial. Erguidas quase sempre seguindo um eixo de simetria, compõem duplas ou faixas de várias residências que, além de baratear o custo da obra e do projeto, apresentam um bom aproveitamento do uso do solo. 

Aqui, selecionamos dez casas brasileiras geminadas que apresentam diferentes estratégias projetuais para lidar com as condicionantes urbanas. 

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A cidade na escala humana: espaços públicos com e sem pessoas

Durante os primeiros dias de quarentena em diferentes cidades do mundo pudemos ver ruas, praças e parques desertos. Uma das coisas mais desejadas em tempos pré-pandêmicos era a vida pública dos espaços urbanos. Nesse sentido, reunimos uma série de fotografias que ajudam a compreender a importância da presença humana aos espaços públicos das cidades. 

Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível

Projetar em uma época marcada por rápidas e constantes transformações significa estar atento ao surgimento de novas demandas e, mais do que isso, significa desenhar espaços que abarcam tal mutabilidade.

O mobiliário flexível, seja por sua capacidade de movimentação, por sua facilidade de transformação ou por assumir diferentes funções em uma mesma forma, é reflexo desse comportamento contemporâneo. São peças que possibilitam diferentes opções de organização espacial remodelando suas configurações conforme requisitos específicos e necessidades de mudanças servindo, também, para otimizar os espaços internos.

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A seguir, selecionamos oito projetos brasileiros que trabalham a versatilidade e flexibilidade no mobiliário interno.

A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia

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Em junho deste ano, o programa Cidades Globais, da Universidade de São Paulo (USP), realizou a pesquisa Emoções Momentâneas para mensurar como a pandemia alterava a relação dos sujeitos com os espaços públicos em São Paulo. Entre os dados recolhidos, um chamou a atenção do coletivo pesquisador: 86% dos entrevistados tinham vontade de ocupar espaços verdes como parques e praças.

“A pesquisa aponta para um desejo de reconciliação com o espaço público”, explana a arquiteta Deize Sanches, uma das responsáveis pela pesquisa. “Um desejo de ver o potencial dos espaços verdes na melhora da qualidade de vida de um modo que antes da pandemia não estava acontecendo.”

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Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise

Incorporar a figura humana na fotografia de arquitetura é uma das formas mais eficazes de ajudar o espectador a decifrar a escala de uma obra. Com ela, não apenas é possível transmitir noções das medidas dos elementos fotografados, mas também criar interessantes relações que podem favorecer a composição de uma imagem. Com isso em mente, compilamos a seguir uma seleção de nossas fotografias favoritas que têm na escala humana seu principal elemento compositivo. 

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Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina

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A série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy y Ernesto Philibert-Petit, sobre o estudo da habitação social na América Latina, nesta ocasião, os autores apresentam conselhos práticos para a realização de projetos que abordem novas soluções para o futuro da habitação social. 

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