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8 Casas na Croácia que renovam a arquitetura tradicional do país

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8 Casas na Croácia que renovam a arquitetura tradicional do país - Imagem de Destaque
© Bosnić+Dorotić

A Croácia é um encontro de culturas. Localizada ao longo do Mar Adriático, faz fronteira com cinco países e possui uma das mais ricas biodiversidades da Europa. O ambiente construído reflete influências da Europa Central e do Mediterrâneo, bem como dos Impérios Romano e Bizantino. Hoje, novos projetos residenciais reinterpretam o passado do país, ao passo que arquitetos e designers procuram reimaginar o que o futuro reserva.

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Erieta Attali e Philipp Valente exploram as sombras do passado industrial da Alemanha

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O passado industrial das cidades pode deixar marcas inquietantes no presente. Grandes estruturas abandonadas e amplas instalações esquecidas são um atrativo tanto para o voraz mercado imobiliário como para a imaginação daqueles que sonham acordados com um passado que já não promete nenhum futuro. Este é o caso do Vale do Ruhr, a região metropolitana mais populosa da Alemanha e maior zona industrial da Europa.

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As muitas faces do design arquitetônico premiado

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A competição internacional A' Design Award nasceu "do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem concebidos" de profissionais de design, arquitetura e inovação de todas as áreas do setor. A cada ano, as inscrições são avaliadas pelo júri do A' Design Award, composto por centenas de especialistas do mundo todo, incluindo profissionais do meio acadêmico, do mercado e da imprensa. Se o seu projeto for selecionado, você receberá uma série de prêmios e benefícios, além de prestígio e reconhecimento internacional. As inscrições estão abertas até 28 de fevereiro de 2021, e uma seleção de projetos vencedores será apresentada em uma publicação no ArchDaily após o anúncio oficial em 15 de abril. Por isso, inscreva seu projeto hoje mesmo para ter a chance de fazer parte da lista.

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'Shofuso e o Modernismo' revisita um importante intercâmbio cultural entre Oriente e Ocidente de meados do século XX

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Em junho de 1954, um artigo publicado na revista House & Home dizia: “Os japoneses tiveram algumas de nossas melhores ideias — há 300 anos”. A matéria destacava três atributos principais da Vila Imperial de Katsura, em Kyoto, construída na década de 1620: a planta aberta estruturada em pilares e vigas, o uso de varandas para controle climático e sua modularidade baseada em esteiras de tatame e painéis shoji.

Quebec, Canadá: o coração da construção em madeira engenheirada

A construção moderna em madeira é simplesmente impressionante. Os arcos de madeira e as curvas singulares encantam até mesmo as mentes mais criativas da arquitetura. A escala e a percepção de um edifício de madeira fazem com que ele se integre ao cenário, sem deixar de ser notado. A inspiração e a viabilidade desse tipo de construção estão em ascensão, mas quem detém o conhecimento e a experiência técnica para viabilizar esses projetos? A resposta está na província de Quebec, líder mundial em construção com madeira engenheirada.

Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar

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Em 16 de outubro é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Nesse mesmo dia, em 1945, foi criada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e desde 1981 a data é comemorada como forma de lançar luz sobre questões relativas ao acesso aos alimentos e à promoção de uma dieta saudável para todos.

Como forma de traçar um importante paralelo entre a arquitetura e urbanismo e questões relativas à alimentação, selecionamos uma série de artigos que mostram as possibilidades de promover, por meio de projetos arquitetônicos e urbanos, uma maior segurança alimentar para as pessoas. 

Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 1 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 4 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 8 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 9 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Mais Imagens+ 5

Afinal, por que ainda falamos sobre o modernismo?

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O modernismo deixou de existir como movimento da arquitetura e urbanismo desde, pelo menos, os anos 1980. Na arquitetura, movimentos como o metabolismo japonês e o desconstrutivismo ajudaram a superar os resquícios da arquitetura moderna. No urbanismo, nomes como Jane Jacobs e Christopher Alexander, ainda na década de 1960, contribuíram para sepultar as premissas do urbanismo moderno.

Ernesto N. Rogers e a "Preesistenza Ambientale" nas Escolas Nacionais de Arte de Havana

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Este artigo de María José Pizarro e Óscar Rueda foi publicado originalmente na edição nº 3 da revista rita com o título "Ernesto N. Rogers y la "Preesistenza Ambientale" en las Escuelas Nacionales de Arte de La Habana" e faz parte de uma colaboração conjunta de difusão. Este texto busca aprofundar a influência que o corpus teórico de Rogers deixou em três de seus alunos de destaque: Ricardo Porro, Vittorio Garatti e Roberto Gottardi, e como esse pensamento esteve presente na concepção de sua primeira e principal obra: as Escolas Nacionais de Arte de Havana.

Klaus Jan Philipp explora a história dos desenhos de arquitetura da Idade Média ao presente

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Ao longo da história, o desenho tem sido o meio essencial para transmitir ideias arquitetônicas, operando em múltiplos níveis, desde a aplicação prática de servir ao processo de construção até a qualidade mais artística de expressar uma visão e oferecer uma impressão de como será a arquitetura resultante. O livro Architecture – Drawn, From the Middle Ages to the Present, de autoria do Prof. Dr. Phil. Klaus Jan Philipp, da Universidade de Stuttgart, reconta o desenvolvimento histórico dos desenhos de arquitetura, explorando as diversas invenções, revoluções e continuidades que abrangem oito séculos de representação arquitetônica.

Uma nova política habitacional para São Paulo: Conjunto Residencial Santo Antônio

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Este empreendimento, concebido e iniciado no governo de João Goulart, pode ser considerado um exemplo de transição entre a antiga gestão do IAPB [Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários] e a nova política habitacional que começa a ser implementada em 1964.

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Desestacionando a cidade: precisamos rever os estacionamentos públicos

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O tema da mobilidade é inescapável quando se discute política urbana — ainda mais em ano eleitoral. Transporte coletivo, pedágio urbano, metrô, faixas exclusivas para ônibus e até o que fazer com os patinetes elétricos tomam conta do debate. Poucos prestam atenção, no entanto, para uma das políticas municipais mais relevantes para mobilidade urbana: o estacionamento público.

Combinando diagnóstico analítico com recomendações propositivas, o estudo “A Cidade Estacionada” direcionou sua lupa sobre a gestão do meio-fio na cidade de São Paulo. Ao analisar as discrepâncias entre os preços de estacionamentos públicos e privados, bem como ao comparar os valores com a evolução das tarifas de transportes coletivos, “A Cidade Estacionada” trouxe à luz as externalidades negativas — sociais e ambientais — de políticas públicas que privilegiam o transporte motorizado individual.

A história dos espaços de cura e suas arquiteturas

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Assim como nós, as palavras têm uma história. Cura vem do latim e está ligada ao ato de cuidar. Esse mesmo radical dá origem à palavra curador, aquele que é responsável por um acervo ou instituição, por exemplo. Já cuidado, no sentido médico, talvez tenha sido descrito pela primeira vez por Celsus: In hoc casu medici cura esse debet, ut morbum mutet (Neste caso o cuidado médico é indicado para mudar o curso da doença) [1]. Hoje, quando pensamos em cura, parece que falamos de um ato isolado dentro de um tratamento qualquer. A cura da gripe. A cura do câncer. A cura do novo coronavírus. Uma linha de chegada que extingue um percurso. Porém é importante pensar na cura como um processo que depende de múltiplos fatores.

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Hashim Sarkis fala sobre “como viveremos juntos?”: explorando o tema da Bienal de Veneza 2021

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Prevista originalmente para ocorrer entre agosto e novembro de 2020, a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza foi adiada, como todos os outros eventos deste ano, e será realizada de 22 de maio a 21 de novembro de 2021. Questionando "como viveremos juntos?", a inquietação do curador Hashim Sarkis convida os arquitetos “a imaginar espaços em que podemos viver juntos generosamente”. De tremenda relevância, o tema da Bienal é, de fato, foco de interesse do cenário global.

Após conversar com Sarkis há mais de um ano, o ArchDaily teve a chance de abrir o debate mais uma vez e reexaminar a questão da Bienal de Arquitetura. Em uma entrevista dividida em duas partes, o arquiteto aborda o tema, a Bienal, a situação atual e o futuro.

Guiapé SP: você já pensou em andar a pé em São Paulo?

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Você já pensou em andar a pé? Essa é a pergunta que o GUIAPÉ SP – um guia apresentado aqui por meio de ensaio – faz ao leitor. Desde a capa, ele propõe andar pela cidade de São Paulo e faz isso por meio de um percurso que passa estrategicamente por lugares nos quais o mais interessante é chegar a pé, para que se veja os detalhes que nem sempre são vistos, as pessoas, a vida urbana. Esse guia não foi feito para visitar pontos turísticos e sim para levar seu leitor a um passeio. Nele, o percurso e as calçadas não são apenas os elementos que conduzem aos lugares deste guia, eles são parte da viagem.

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Lo-TEK: Desenho de indigenismo radical (recuperando técnicas indígenas de trabalho com a natureza)

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"As tecnologias indígenas não estão perdidas nem esquecidas, apenas escondidas pela sombra do progresso nos lugares mais remotos da Terra". Em seu livro Lo-TEK: Desenho Indígena Radical, Julia Watson propõe revalorizar as técnicas de construção, produção, cultivo e extração realizadas por várias populações remotas que, geração após geração, conseguiram manter vivas práticas culturais ancestrais integradas com a natureza, com um baixo custo ambiental e execução simples. Enquanto as sociedades modernas tentavam conquistar a Natureza em nome do progresso, estas culturas indígenas trabalhavam em colaboração com ela, compreendendo os ecossistemas e os ciclos das espécies para articular sua arquitetura em uma simbiose integrada e interconectada.

Vídeo de Laurian Ghinitoiu e Arata Mori explora o novo projeto do OMA em Toulouse

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Em seu vídeo mais recente, o fotógrafo Laurian Ghinitoiu e o cineasta Arata Mori levam os espectadores em um passeio virtual pelo Centro de Convenções e Exposições MEETT, o novo parque de exposições de grande escala de Toulouse, projetado pelo OMA. O filme constrói uma narrativa sobre este projeto que transita nos limites entre arquitetura, infraestrutura, masterplan e espaço público.

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Todas as cidades deveriam transformar seus elefantes brancos

Nem todas as obras arquitetônicas são um sucesso. Existe um termo temido, reservado apenas para os projetos mais inúteis: "Elefantes Brancos".

Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras

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Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras - Imagem 1 de 4Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras - Imagem 2 de 4Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras - Imagem 3 de 4Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras - Imagem 4 de 4Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras - Mais Imagens+ 12

Yuval Noah Harari aponta que, por volta de 300 mil anos atrás, os Homo erectus, os neandertais e os antepassados do Homo sapiens já utilizavam o fogo diariamente. Segundo o autor do best-seller internacional “Sapiens”, o fogo abriu a primeira brecha significativa entre o homem e outros animais. “Ao domesticar o fogo, os humanos ganharam controle de uma força obediente e potencialmente ilimitada.” Alguns estudiosos, inclusive, acreditam que há relação direta entre o advento do hábito de cozinhar os alimentos (possível por conta da domesticação do fogo), ao encurtamento do trato intestinal e o crescimento do cérebro humano, que permitiu que os seres humanos se desenvolvessem e criado tudo o que temos.

Piscinas naturais e um plano diretor para uma cidade aeroportuária: 10 projetos não construídos enviados por nossos leitores

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Focada na diversidade, esta seleção curada de Melhores Projetos Não Construídos apresenta uma variedade de funções. Enviados por nossos leitores e leitoras, os projetos variam em escala, programa, partido e representação. Vindas de diversas partes do mundo, muitas dessas propostas estão em andamento, enquanto outras ainda se encontram em fase de conceito.

Apresentando ideias inovadoras e fora do comum, esta compilação inclui uma fazenda flutuante nos Países Baixos, piscinas naturais na Coreia do Sul, um resort na Hungria e a extensão em cascata de um museu na Armênia. Mesmo programas mais comuns, como um hotel no Vietnã, uma biblioteca em formato de loop infinito na China, um edifício de uso misto no Irã, a sede da Yandex na Rússia e um campus na Alemanha, trazem abordagens inventivas e imagens instigantes.

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Além do fotorrealismo: transmitindo emoção e senso de lugar por meio da renderização

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Hoje, as renderizações fotorrealistas são o padrão. Sua produção é rápida, barata e esperada pelos clientes. Mas será que essas imagens estão realmente cumprindo seu propósito original? Quem está na vanguarda das novas técnicas de design 3D argumenta que, como setor, nos limitamos a transmitir informações, quando o que deveríamos realmente oferecer é emoção. Agora que as condições de atuação se nivelaram em termos de capacidade tecnológica e hiper-realismo, qual é o próximo passo? Ao introduzir uma camada emocional e criar um senso de lugar, as renderizações podem agregar ainda mais valor a um projeto, escritório, cliente e comunidade.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU aplicados em projetos de arquitetura

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015 e fazem parte de uma agenda mundial que visa a implementação de políticas públicas para guiar a humanidade até 2030, rumo a um futuro sustentável.

Segundo a própria organização, eles são um apelo global para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima, garantindo que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. São abordadas, portanto, diferentes temáticas como saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, padrões sustentáveis de produção e de consumo, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, entre outras.

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Série de fotografias explora o brutalismo das habitações coletivas na Europa

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Série de fotografias explora o brutalismo das habitações coletivas na Europa - Image 41 of 4
Edificio Residencial en Paderno Dugnano (1990, Milán, Italia). Image © Stefano Perego

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Embora haja uma certa indefinição teórica quanto aos limites e ao alcance do termo "brutalista", existem certas constantes sobre seus parâmetros estéticos que nos permitem estabelecer uma linha de análise relativamente concreta. Nestes termos, os edifícios pertencentes ao brutalismo - um estilo do Movimento Moderno que atravessou seu boom entre os anos 1950 e 70 - são caracterizados por sua verdade construtiva - mostrando e evidenciando o material que compõe a arquitetura, assim como sua lógica construtiva e estrutural - a geometria de suas formas e a rugosidade das superfícies. O concreto armado aparece como o material principal de escolha e tanto as texturas geradas pelas formas de madeira bruta, quanto as incorreções do concreto não são mais cobertas com reboco ou tinta, mas exibidas deliberadamente como escolha de evidenciar os processos de construção.

SCI-Arc Grad Thesis Weekend 2020 apresenta um empolgante banquete virtual

O SCI-Arc se reuniu para apresentar seu mundialmente renomado Graduate Thesis Weekend, marcando o ápice dos currículos dos programas de pós-graduação de 2020. Com transmissões ao vivo ininterruptas das bancas finais, sessões de comentários no SPIN Room ao longo de toda a programação, além de debates e feedbacks ricos e instigantes de uma ampla variedade de especialistas no campo da arquitetura, os e as estudantes concluintes dos programas M.Arch 1 e M.Arch 2 deste ano subiram ao palco virtual via Twitch e YouTube Live para apresentar seus projetos finais de tese.

Como os biomateriais de construção podem ajudar a enfrentar a crise climática?

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As mudanças climáticas podem ser consideradas uma das maiores ameaças atuais à sobrevivência da humanidade, sendo resultado do aquecimento global que é causado pelo aumento das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), em que o dióxido de carbono (CO2) é o principal deles. No mundo, as edificações foram responsáveis por cerca de 40% emissão de CO2, considerando emissões diretas, indiretas e incorporadas (no ciclo de vida dos produtos de construção) para o ano de 2018 (UNEP, 2019). Ao mesmo tempo, como é um setor que consome e ainda consumirá grande quantidade de materiais para superar o grande déficit habitacional existente, em muitos países, pode ser visto como um setor chave, servindo como uma oportunidade para ajudar o enfrentamento às mudanças climáticas. Para isso, um dos principais caminhos é o incentivo para o uso de biomateriais.

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