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London Design Festival 2022: Refletindo sobre a história criativa da cidade

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A primeira edição presencial e em escala total do London Design Festival (LDF) em três anos, marcando também o 20º aniversário do evento, deveria ser uma celebração. Contudo, como diz o ditado, a vida tinha outros planos. Impactados pela notícia do falecimento de Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II, o país — e, na verdade, o mundo — iniciou o festival em um período de luto. Tendo reinado durante a era de maior efervescência e inovação no design na história humana, a monarca, no entanto, não era alheia às transformações.

Com temas de longa data como a sustentabilidade, novos materiais, crises econômicas e futuros digitais mais presentes do que nunca na consciência pública, o LDF '22 não se limitou a ser um ponto de encontro corporativo. O festival representou, acima de tudo, uma oportunidade de compartilhar uma dose necessária de positividade com entusiastas do design e com o público local de passagem. A seguir, apresentamos as instalações e debates mais instigantes e comentados de nove dias de reflexão sobre o passado e otimismo em relação ao futuro.

A integração de técnicas têxteis e geração arquitetônica em busca de novos métodos de construção.

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Tsz Yan Ng é diretora de escritório, professora, acadêmica e artista sediada em Michigan, cujo trabalho interdisciplinar e colaborativo busca desafiar e aprimorar a manufatura e as práticas de fabricação contemporâneas. “Faz muito tempo que não mudamos nossa forma de construir”, afirma Ng. “Precisamos fazer com que a construção seja melhor, e não apenas mais barata, buscando inspiração em diferentes áreas. A arquitetura é um ecossistema global de pessoas, e o todo deve ser maior do que a soma das partes.”

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Piso cerâmico que pode ser instalado 8 vezes mais rápido que o convencional

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O piso é um elemento capaz de consagrar ou arruinar um espaço. Com o design adequado, ele valoriza o projeto do ambiente, causa uma excelente primeira impressão e impacta positivamente a experiência de uso. No entanto, como os pisos precisam resistir a condições adversas — como exposição à umidade e ao calor, tráfego constante de pessoas e movimentação de móveis pesados —, é natural que se desgastem com o tempo. Por isso, a renovação dos pisos é crucial para manter os interiores em bom estado, especialmente aqueles com alto fluxo de uso.

Ao selecionar um novo material para substituir a superfície antiga, proprietários/as, arquitetos/as e designers devem considerar diversos fatores-chave, como conforto, durabilidade e estética. Contudo, em edifícios de uso cotidiano contínuo que não podem fechar por longos períodos — como supermercados, escritórios e restaurantes —, a rapidez na instalação costuma se tornar a prioridade máxima. Afinal, como diz o ditado, "tempo é dinheiro".

10 livros de arquitetura e design para adicionar à sua lista de leitura de primavera

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Cortesia das Editoras

À altura do marco de dois anos do início da pandemia de COVID-19, quase nada parece igual a março de 2020 — seja o modo como trabalhamos, como estudamos ou mesmo como nos movimentamos em nossas próprias casas. Muitos títulos nesta seleção de lançamentos de livros de arquitetura e design de primavera evidenciam como autores/as e profissionais de design estão lidando com as grandes transformações do nosso tempo. Volumes como Why Design Matters, de Debbie Millman, e Design Emergency, de Paola Antonelli, compartilham os diversos pontos de vista e soluções de design de algumas das principais vozes criativas do mundo; Making Trouble, de Otto von Busch, e Yes to the City, de Max Holleran, avaliam formas de ativismo habitacional e do conceito "faça você mesmo" (DIY); enquanto Queerness of Home, de Stephen Vider, e Form Follows Feeling, de Suchi Reddy, exploram uma abordagem do espaço mais empática e centrada no ser humano. Todos eles, de alguma forma, voltam-se para o passado como um caminho para enxergar com clareza o futuro do ambiente construído.

‘Good Living’ em Bruxelas

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Desde a criação do BOGDAN & VAN BROECK em 2007, temos nos concentrado na realização de uma arquitetura do cuidado, no ativismo por uma cultura urbana de alta qualidade e na redefinição do papel tradicional do/a arquiteto/a. No entanto, foi minha experiência na política na Romênia que mais me ajudou em meu envolvimento com as políticas públicas na Região de Bruxelas-Capital. Minha atuação como Secretária de Estado na Romênia, coordenando a área do patrimônio cultural sob a perspectiva do patrimônio como recurso estratégico em 2016-2017, e como cofundadora de um partido político romeno em 2017-2019, me fez adotar uma abordagem holística para o desenvolvimento regenerativo.

Escritórios de arquitetura e design em Pequim, Shenzhen, Hangzhou e outras cidades estão contratando | Vagas do mês

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Desde que o ArchDaily expandiu seus serviços de recrutamento, recebemos propostas de vagas de escritórios de arquitetura de diversas escalas e localizações, abrangendo cidades de norte a sul da China, como Pequim, Shenzhen e Hangzhou. Atuando em diferentes campos da arquitetura com estilos singulares, esses escritórios buscam atrair arquitetos/as talentosos/as. A seguir, apresentamos uma seleção de 8 escritórios com vagas abertas e seus respectivos projetos de destaque. Convidamos todos/as os/as leitores/as a se candidatarem.

Revitalizando a paisagem abandonada na China: pedreiras como recursos espaciais não convencionais

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Hoje em dia, a reutilização e a adaptação de recursos espaciais existentes são vistas em todo o mundo como uma contribuição importante para o desenvolvimento sustentável e, com isso, surgem novos desafios às margens das tarefas clássicas da construção, impulsionados pela mudança na avaliação entre preservar ou demolir. Os projetos de Xu Tiantian nas pedreiras de Jinyun combinam aspectos de planejamento paisagístico, design de interiores, instalações artísticas e planejamento social com a revitalização econômica da área rural. Dessa forma, uma paisagem degradada e explorada torna-se um ponto de partida onde uma nova coexistência sustentável pode se vincular à narrativa histórica do lugar.  

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EDGE Suedkreuz Berlin leva a construção híbrida de madeira a uma nova escala e visão.

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Localizado na área entre a avenida Sachsendamm e a estação de trem S-Bahn Berlin Südkreuz, em Schöneberg, o novo complexo de uso misto EDGE Suedkreuz Berlin foi concluído no mês passado pelo/a arquiteto/a radicado/a em Berlim Sergei Tchoban e seu escritório Tchoban Voss Architekten, que conta com filiais em Hamburgo e Dresden. O complexo é composto por duas estruturas independentes: o edifício Carré, de maior porte, e o edifício Solitaire, menor. Juntos, eles ocupam uma quadra inteira. Trata-se atualmente do maior complexo de edifícios em estrutura híbrida de madeira da Alemanha e um dos maiores da Europa.

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Como incorporar interruptores no design de interiores?

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Acender ou apagar a luz de um espaço faz parte do cotidiano das pessoas. Essa operação –quase automática para a sociedade– ocorre por meio da ação de um interruptor, definido como um dispositivo responsável por desviar ou interromper o fluxo de corrente elétrica. Considerando que sua presença é necessária no dia a dia, como combinar a estética com a funcionalidade de um interruptor?

Assim como as novas tendências exploram a incorporação de instalações e equipamentos dentro da estratégia de design de interiores, a nova gama de interruptores de luz combina sua funcionalidade com uma diversidade estética alinhada à personalidade de cada espaço. Sua adaptação a diferentes estilos ocorre por meio da composição de três fatores: a escolha de materiais, cores e formatos. Vejamos as opções disponíveis com base no catálogo da GIRA.

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Esprit en los colores de Gira System 55 disponible a partir de 10/202. Image Cortesía de GIRA

Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido?

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Domenig foi um dos arquitetos mais radicais da Áustria e uma grande influência para muitos dos principais nomes da arquitetura, mas permanece amplamente desconhecido. Uma nova exposição pretende mudar isso.

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18 maneiras de fazer a arquitetura importar

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Houve algum momento em que os/as arquitetos/as se sentiram devidamente valorizados/as? Provavelmente não. Certamente não desde que a profissão se tornou dependente dos negócios da América, cujo negócio principal são os negócios em si. Com o crescimento econômico como diretriz primordial do país ao longo do século XX, os/as arquitetos/as — como membros da indústria da construção — desempenharam seu papel. Como? Projetando edifícios de todos os tipos que fossem mais leves, baratos e rápidos de erguer. Os valores dos/as arquitetos/as podiam ser sociais, artísticos e até cósmicos, mas seu valor para a sociedade tem sido primordialmente econômico.

Melhor "Arquitetura Comercial" de 2021

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No contexto cultural do consumismo global predominante, tudo em nossas vidas está sendo consumido. Sendo o meio físico do ato de consumo, a arquitetura comercial é, sem dúvida, uma engrenagem fundamental nessa sociedade. Os espaços "instagramáveis" — que representam a cultura pop, o espetáculo e a espetacularização do olhar — são um dos reflexos desse consumismo na arquitetura. Contudo, ao analisar a história da arquitetura, é preciso admitir que o avanço do consumismo também impulsionou, em grande medida, o desenvolvimento da própria disciplina. O aporte massivo de capital e o interesse dos incorporadores imobiliários abriram, de certo modo, novos caminhos para que os/as arquitetos/as pudessem materializar suas aspirações projetuais em edifícios comerciais.

Seja no meio urbano ou rural, a "arquitetura de consumo" enquanto espaço público costuma ser o elemento mais marcante e o principal ponto de encontro das pessoas. Diante do desafio de criar espaços comerciais confortáveis e convidativos, este artigo apresenta uma seleção dos melhores projetos de "arquitetura de consumo" de 2021, com o objetivo de oferecer inspiração para futuros projetos.

Turba Tol Hol-Hol Tol, o Pavilhão do Chile na Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza 2022

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O Pavilhão Turba Tol Hol-Hol Tol é um projeto coletivo liderado pela curadora Camila Marambio que propõe um caminho experimental para a conservação e a visibilização das turfeiras, um tipo de área úmida considerado o ecossistema natural mais eficiente no acúmulo de carbono na atmosfera e, no entanto, um dos menos pesquisados.

Apresentado pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio e pelo Ministério das Relações Exteriores do Governo do Chile na 59ª Exposição Internacional de Arte - La Biennale di Venezia, com inauguração oficial neste 23 de abril, o projeto foi fruto de um trabalho colaborativo entre arte, ciência e saberes tradicionais, promovendo a pesquisa e a transição ecológica a partir das humanidades ambientais. Para isso, reuniu-se uma equipe multidisciplinar diversa: o artista sonoro Ariel Bustamante, a historiadora da arte Carla Macchiavello, a cineasta Dominga Sotomayor e o arquiteto Alfredo Thiermann.

Arquitetura e urbanismo no “País Dogon”: De Aldo van Eyck a Francis Kéré

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Visitamos o “país dogon” no Mali (paralelo 15°N) em 2008 para observar como a arquitetura vernácula “dogon” (Patrimônio da UNESCO) alcançou a contraforma das vivências. Buscávamos a coerência entre sociedade e habitar com a arquitetura e o urbanismo em outra dimensão e em outra cultura.

Rojkind Arquitectos projeta destilaria de tequila no metaverso

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Como parte de uma iniciativa para a Tequila José Cuervo, o escritório Rojkind Arquitectos apresenta seu primeiro projeto no metaverso, intitulado "Metadestilaria". O trabalho baseia-se em um exercício de design que responde à função dos objetos em relação às necessidades humanas dentro de contextos específicos, assumindo o desafio de criar experiências únicas por meio de objetos e da arquitetura.

Ensino de arquitetura no Chile 1999-2019: Potencial ecológico e sentido político coletivo

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Rodrigo Lagos Vergara e Macarena Paz Barrientos Díaz publicaram originalmente o artigo intitulado "Ensino da arquitetura no Chile, 1999-2019. Potencial ecológico e sentido político coletivo das prácticas do projeto" na Revista [i2]: Investigación e Innovación en Arquitectura y Territorio, do Departamento de Expressão Gráfica, Composição e Projetos de Arquitetura da Universidade de Alicante, em 1º de janeiro de 2022.

A seguir, nos apresentam alguns dos pontos mais importantes de sua publicação: três ações pedagógicas no Chile que entendem a docência como prática central por meio do exercício acadêmico do projeto.

Casas no bosque: exemplos que dialogam com o entorno na América Latina

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Qual é o papel das florestas no nosso dia a dia? De que maneira elas podem se tornar espaços habitáveis? Quais estratégias podem ser implementadas para reduzir o impacto ambiental das nossas construções? No âmbito do Dia Internacional das Florestas, celebrado a cada 21 de março, o objetivo deste ano é conscientizar sobre os vínculos que se estabelecem entre as florestas e o nosso cotidiano. Mesmo com o avanço do desmatamento, as florestas representam uma fonte de grandes benefícios econômicos, sociais e ecológicos.

Projeto DIT: Construindo um espaço para as crianças no Rimac

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No Peru, as ollas comunes (cozinhas comunitárias) são iniciativas comunitárias autogestionárias localizadas em áreas vulneráveis. Diante do cenário de insegurança alimentar e educativa provocado pela pandemia, elas assumiram um papel de vital importância no desenvolvimento das crianças, transformando o espaço em escolas comunitárias de bairro. Nesse contexto, surge "DIT: Construyendo un espacio para los niños", projeto selecionado na XII Bienal Iberoamericana de Arquitectura y Urbanismo. Por meio dele, a equipe de arquitetura composta por Gian Franco Pedreschi, Sergio Iván Puch e Jhordano Zabanick, juntamente com a comunidade do Assentamento Humano (A.H.) Horacio Zevallos, intervém no espaço público anexo a uma cozinha comunitária no distrito de Rímac, melhorando a qualidade de vida dos moradores locais.

Projeto DIT: Construindo um espaço para as crianças no Rimac - Image 1 of 4Projeto DIT: Construindo um espaço para as crianças no Rimac - Image 2 of 4Projeto DIT: Construindo um espaço para as crianças no Rimac - Image 3 of 4Projeto DIT: Construindo um espaço para as crianças no Rimac - Image 4 of 4Projeto DIT: Construindo um espaço para as crianças no Rimac - Mais Imagens+ 5

Espaço Mínimo Comum Múltiplo: movimento, flexibilidade e magnetismo em San Luis, Argentina

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Seria possível um espaço ser um e muitos ao mesmo tempo? Sob o nome Mínimo Múltiplo Comum, Estudio BNAA projetou um espaço de superfícies mínimas, comumente utilizado para fins comerciais ou escritórios, com a particularidade de poder se transformar em múltiplos espaços ao mesmo tempo. Localizado em San Luis, Argentina, trata-se de um projeto que faz referência ao conceito matemático (MMC), mas sob outra perspectiva e função, combinando movimento, flexibilidade e o uso do magnetismo como sistema construtivo.

Como será a nova orla do rio Molino em Popayán, Colômbia

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Anderson Marín Vidal e Juan Sebastián García, do grupo de pesquisa em Tecnologias Emergentes Sustentáveis e Aplicadas (T.E.S.A.), apresentam uma análise dos principais impactos esperados para o projeto do Malecón do Rio Molino, uma criação do escritório de arquitetura Celeste & Piedra que obteve o primeiro lugar em um concurso organizado pela Prefeitura de Popayán e pela Findeter.

Casas argentinas com menos de 100 m²: 40 exemplos em planta

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Alcançar o máximo aproveitamento dos espaços, reduzir a projeção de implantação das edificações e projetar uma distribuição ideal que atenda às necessidades de seus habitantes estão entre as demandas e os desafios enfrentados diariamente por arquitetos e arquitetas em todo o mundo. Por meio da utilização de materiais específicos, da definição da morfologia ou mesmo das condições geográficas e naturais do terreno, é possível adotar diversas estratégias para projetar residências com o conforto de que seus habitantes necessitam, ocupando a menor área possível.

Relatos de Bairros: O conjunto habitacional Rengifo em La Serena

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Cortesía de Equipo Relatos de Barrio

O que entendemos por patrimônio? Essa é uma das principais questões levantadas por Alejandro Orellana, diretor do Relatos de Barrios, um projeto chileno que busca resgatar o valor patrimonial e histórico dos conjuntos habitacionais, destacando a dimensão comunitária por trás da vida de seus habitantes.

Um documentário e um livro são o resultado da experiência vivenciada com as “Casas para obreros CCU” em La Serena, posteriormente denominadas “Conjunto Habitacional Rengifo”. Projetado em 1957 pelo arquiteto Carlos Feuereisen Polanco e construído em 1958 por Negochea e Vergara, o complexo corresponde a uma tipologia característica da habitação na cidade.

6 jovens fotógrafos/as oferecem novos olhares sobre o Museu Tamayo de Teodoro González de León

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Como parte de uma iniciativa da LIGA, um espaço independente fundado na Cidade do México em 2011, que promove a arquitetura contemporânea latino-americana por meio de exposições, publicações, eventos, palestras e oficinas, foi inaugurada, no dia 21 de abril, a mostra “Registro: Museo Tamayo”, que integra a iniciativa LIGA-ARCHIVOS. Nesta ocasião, apresentou-se uma releitura do edifício projetado pelo arquiteto Teodoro González de León e construído em 1981 na Primeira Seção do Bosque de Chapultepec.

A totora, um material sustentável para o isolamento térmico

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A importância da arquitetura voltada para a sustentabilidade leva os/as arquitetos/as a explorar novas alternativas de materiais de construção sustentável que possam ser implementados em novas edificações. A pesquisa “La totora como material de aislamiento térmico: propiedades y potencialidades” foi publicada pela arquiteta Leyda Aza Medina como dissertação de mestrado em 2016 e venceu o prêmio de práticas acadêmicas ADUS 2021. O estudo apresenta uma alternativa sustentável, utilizando como base o recurso renovável da totora para o uso de isolantes térmicos em edificações no altiplano peruano.

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