1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido?

Acesso exclusivo | 

Domenig foi um dos arquitetos mais radicais da Áustria e uma grande influência para muitos dos principais nomes da arquitetura, mas permanece amplamente desconhecido. Uma nova exposição pretende mudar isso.

Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido? - Imagem 1 de 4Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido? - Imagem 2 de 4Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido? - Imagem 3 de 4Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido? - Imagem 4 de 4Quem foi Günther Domenig, o desconstrutivista desconhecido? - Mais Imagens+ 4

Turba Tol Hol-Hol Tol, o Pavilhão do Chile na Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza 2022

Acesso exclusivo | 

O Pavilhão Turba Tol Hol-Hol Tol é um projeto coletivo liderado pela curadora Camila Marambio que propõe um caminho experimental para a conservação e a visibilização das turfeiras, um tipo de área úmida considerado o ecossistema natural mais eficiente no acúmulo de carbono na atmosfera e, no entanto, um dos menos pesquisados.

Apresentado pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio e pelo Ministério das Relações Exteriores do Governo do Chile na 59ª Exposição Internacional de Arte - La Biennale di Venezia, com inauguração oficial neste 23 de abril, o projeto foi fruto de um trabalho colaborativo entre arte, ciência e saberes tradicionais, promovendo a pesquisa e a transição ecológica a partir das humanidades ambientais. Para isso, reuniu-se uma equipe multidisciplinar diversa: o artista sonoro Ariel Bustamante, a historiadora da arte Carla Macchiavello, a cineasta Dominga Sotomayor e o arquiteto Alfredo Thiermann.

Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada

Acesso exclusivo | 
Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada - Imagem de Destaque
Galeria Nacional de Londres. Imagem © wikimedia commons

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Apesar de seu acervo deslumbrante de obras-primas, a National Gallery de Londres tem sido assombrada por uma série de intervenções arquitetônicas equivocadas ao longo de seus dois séculos de existência. Apenas uma vez sua liderança tomou uma decisão de fato inspirada e visionária: em meados da década de 1980, a galeria realizou um concurso, vencido pelo escritório Venturi, Rauch and Scott Brown (VRSB), da Filadélfia, para projetar um edifício voltado a coleções especiais.

O anexo foi construído de 1988 a 1991, viabilizado por fundos doados pela família Sainsbury como um presente para a nação, e foi imediatamente aclamado como um dos edifícios mais refinados de seu gênero erguidos no século XX. Desde então, permaneceu querido pelos londrinos e cumpriu exemplarmente o papel de expansão do pouco expressivo edifício clássico de William Wilkins. Especialistas na obra de Robert Venturi, John Rauch e Denise Scott Brown consideram-no uma de suas obras-primas. Pelo visto, a National Gallery tem uma opinião diferente.

Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada - Imagem de DestaqueEm Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada - 1 的图像 4Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada - 2 的图像 4Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada - 3 的图像 4Em Londres, uma obra-prima de Venturi e Scott Brown está ameaçada - Mais Imagens

Arquitetura que esconde histórias: um olhar sobre a Tumba Brion de Carlo Scarpa

Acesso exclusivo | 

Em nossa condição de seres humanos, não podemos viver sem histórias. Precisamos delas para preencher as lacunas que existem em nossa realidade, para viver em nossa imaginação esses milhares de vidas diferentes das nossas e, em alguns casos, impossíveis.

Poderíamos classificar como “boa arquitetura” aquela que tem uma ou várias histórias para nos contar? Aquela que é uma história por si só? Uma pergunta tão subjetiva como essa certamente gera diferentes respostas, mas uma resposta possível é “sim”. E um exemplo disso é o projeto do Túmulo Brion, uma das principais obras-primas do arquiteto veneziano Carlo Scarpa.

CLESAL: Fortalecendo a construção sustentável na América Latina

Acesso exclusivo | 

Enfrentar as mudanças climáticas é um dos principais desafios contemporâneos. Seu grande impacto sobre a biodiversidade e a disponibilidade de recursos naturais exige a criação de estratégias sustentáveis para reduzir seu impacto no meio ambiente. 

O setor da construção civil é atualmente responsável por cerca de 40% das emissões de CO2. Nesse contexto, surge o Projeto CEELA como uma contribuição para a mitigação das mudanças climáticas, a geração de empregos e a redução de problemas sociais relacionados à urbanização. Ao desenvolver edifícios-modelo na Colômbia, no Equador, no México e no Peru, a iniciativa propõe contribuir para o avanço da eficiência energética na América Latina. Para fomentar a difusão do tema, o ArchDaily acompanhou o Curso de Liderança para Edificações Sustentáveis na América Latina, organizado pela Pontifícia Universidade Javeriana, na Colômbia, para dialogar com a organização, participantes e especialistas no assunto.

Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022

Acesso exclusivo | 

UN-Habitat acaba de lançar o seu Relatório Mundial sobre as Cidades anual durante a décima primeira sessão do Fórum Urbano Mundial, que ocorreu em Katowice, Polônia, de 27 a 30 de junho de 2022. Sob o título “Envisaging the Future of Cities” (Vislumbrando o Futuro das Cidades), a edição de 2022 destaca percepções sobre o futuro do ambiente urbano com base em “tendências, desafios e oportunidades existentes, bem como condições disruptivas, incluindo as valiosas lições da pandemia de COVID-19”. O documento busca, de fato, apresentar caminhos para que as cidades se preparem para desafios futuros e enfrentem as questões atuais.

Diante da previsão de que a população global em áreas urbanas passará de 56% em 2021 para 68% em 2050 — principalmente na África e no Oriente Médio —, a transformação de nossas cidades com vistas a um futuro melhor deve ser um interesse global. Diante da necessidade urgente de “soluções inovadoras para que as áreas urbanas respondam a essa tripla crise de COVID, clima e conflito”, conforme declarado pela Subsecretária-Geral da ONU e Diretora Executiva do ONU-Habitat, Maimunah Mohd Sharif, o Relatório Mundial das Cidades de 2022 clama por um maior compromisso por parte dos governos nacionais, regionais e locais, além de incentivar a adoção contínua de tecnologias inovadoras e conceitos de vida urbana.

Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022 - Imagen 1 de 4Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022 - Imagen 2 de 4Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022 - Imagen 3 de 4Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022 - Imagen 4 de 4Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022 - Mais Imagens+ 7

Das fachadas ao mobiliário: arquitetos/as e designers que utilizam o vidro para criar espaços modernos

Acesso exclusivo | 

O efeito sonoro de vidro se quebrando é, há muito tempo, um recurso clássico em esquetes de comédia. Sempre que um objeto leve de cena voa para fora da tela ou do palco, ele inevitavelmente estraçalha uma vidraça um instante depois. Hoje em dia, isso ainda é divertido, embora absurdamente inofensivo, mas, em pouco tempo, a ideia de uma bola de futebol chutada por uma criança quebrando a janela de um vizinho causará apenas estranhamento e ceticismo.

Ativando as bordas: como criar ruas vivas e ativas

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Um skyline famoso pode evocar ricas associações e liberar a imaginação, mas a verdadeira experiência de uma cidade acontece em suas ruas. Os primeiros humanos evoluíram para enxergar os primeiros seis metros à sua frente, acima e ao seu redor, de modo a identificar potenciais ameaças na paisagem. Em nosso ambiente urbano moderno, ainda é assim que experienciamos edifícios e lugares. Embora as vistas aéreas e as imagens do Google Earth sejam úteis para referência, a principal experiência do exterior de um edifício é aquilo pelo qual passamos na rua, até aproximadamente o segundo ou terceiro pavimento. A altura de uma edificação não importa necessariamente se a experiência da rua for rica e acessível. 

Como a IA e as ferramentas orientadas por dados podem ajudar os/as arquitetos/as a projetar cidades compactas e saudáveis?

Acesso exclusivo | 

As Nações Unidas estimam que a população mundial alcançará 10,4 bilhões de pessoas até 2100. Já em 2050, duas em cada três pessoas viverão em cidades, atraídas pelas oportunidades, serviços e comodidades oferecidos. Esse cenário exerce ainda mais pressão sobre as áreas urbanas, já que essa população demandará acesso a água, alimentação, espaços públicos, infraestrutura de qualidade e, sobretudo, habitação. De fato, estimativas sugerem que mais de dois bilhões de lares precisarão ser construídos até o final do século XXI para acomodar essa explosão demográfica. À medida que as cidades crescem, expande-se também a dispersão urbana, trazendo consigo uma série de desafios socioambientais. Diante das mudanças climáticas, o desenvolvimento urbano sustentável deve garantir que as futuras soluções habitacionais — novas ou reformadas — sejam construídas para apoiar comunidades saudáveis, priorizando o bem-estar tanto humano quanto ambiental. Por sua vez, as cidades precisarão ser construídas de forma mais densa e rápida, porém sem abrir mão de uma longa lista de critérios rigorosos. Só assim será possível evitar os efeitos negativos e frequentemente negligenciados do hiperadensamento descontrolado, que costumam comprometer a reputação do desenvolvimento urbano.

A cidade no espaço: Uma utopia de Ricardo Bofill

Acesso exclusivo | 

Corria o ano de 1968 quando o Ricardo Bofill Taller de Arquitectura publicava uma espécie de manifesto em resposta às prementes demandas de uma sociedade em constante transformação. A ideia da Cidade no Espaço surgia pela primeira vez e se apresentava como uma arquitetura absoluta, capaz de resolver todas as complexidades de sua contemporaneidade por meio de um modelo único, aberto, flexível e tridimensional.

A cidade no espaço: Uma utopia de Ricardo Bofill - 1 的图像 4A cidade no espaço: Uma utopia de Ricardo Bofill - 2 的图像 4A cidade no espaço: Uma utopia de Ricardo Bofill - 3 的图像 4A cidade no espaço: Uma utopia de Ricardo Bofill - 4 的图像 4A cidade no espaço: Uma utopia de Ricardo Bofill - Mais Imagens+ 19

Vagas em Xangai | Genarchitects: arquiteto/a sênior, arquiteto/a, assistente de mídia e pesquisa, estagiário/a de arquitetura

Acesso exclusivo | 

Fundado em Xangai em 2013, o escritório genarchitects realiza uma ampla gama de projetos de design sob a liderança de seus/suas três arquitetos/as diretores/as: Fan Beilei, Kong Rui e Xue Zhe. A prática projetual e a pesquisa acadêmica do genarchitects têm sido amplamente publicadas em periódicos acadêmicos e mídias especializadas, como as revistas Architectural Journal, World Architecture, Time+Architecture, New Architecture e Architecture China, além de figurarem em diversas publicações profissionais de editoras internacionais de prestígio, como Thames & Hudson (Reino Unido), Birkhäuser (Alemanha), Images Publishing (Austrália) e China Architecture & Building Press. O projeto recentemente concluído “Escola de Educação de Adultos de Dingshu” foi destaque de capa na edição 05/2022 da Architectural Journal. Outras obras construídas do escritório também foram convidadas a participar de exposições relevantes, como a Bienal de Arquitetura de Veneza, a Exposição de Arquitetura China-Europa, a Exposição de Arquitetura Chinesa Contemporânea na Universidade de Harvard e a Bienal de Arte e Espaço Urbano de Xangai (SUSAS).

Os/as arquitetos/as diretores/as do genarchitects atuam atualmente como professores/as convidados/as de projeto no Departamento de Arquitetura da Universidade de Tongji, participando do ensino de projeto na classe experimental para talentos inovadores interdisciplinares. Também atuaram como críticos/as convidados/as na Universidade de Southeast, na Universidade de Tianjin e na Academia de Artes da China, além de terem proferido palestras acadêmicas em renomadas instituições e escolas de arquitetura, como a Universidade de Tongji, a Universidade de Nanjing, o Centro de Estudos de Xangai da Universidade de Hong Kong, o TEDx e o Museu de Arte Contemporânea de Xangai (PSA).

O Futuro dos Edifícios Verdes com Sistemas de Isolamento e Acabamento Externo

As práticas de construção em todo o mundo, bem como a especificação e o uso de materiais de construção, vêm sendo identificadas como fatores determinantes no aquecimento global. Estudos mostram que o setor da construção civil desempenhará um papel central para atingir as metas de redução de emissões de CO2 até 2030 estabelecidas na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), bem como a neutralidade de emissões de CO2 (zero líquido) até 2050.

A contribuição do setor da construção para atingir essas metas deve se concentrar na construção sustentável, o que pressupõe estruturas ecoeficientes que consumam menos energia e apresentem uma pegada de carbono reduzida ou mesmo nula.

Edifícios verdes são estruturas que, desde a concepção e construção até a operação, reduzem ou eliminam os impactos negativos no clima e no meio ambiente, preservando recursos naturais preciosos e melhorando a qualidade de vida.

Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019

Acesso exclusivo | 

Quando os vencedores do prestigioso Prêmio Aga Khan de Arquitetura são anunciados a cada três anos, a arquitetura celebrada é, sem dúvida, o que há de melhor e mais importante no mundo. Embora os anúncios do ciclo de 2022 estejam iminentes, olhar para trás e analisar os seis projetos laureados em 2019 revela-se uma reflexão valiosa.

Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019 - Imagem 1 de 4Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019 - Imagem 2 de 4Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019 - Imagem 3 de 4Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019 - Imagem 4 de 4Visitando os laureados do Prêmio Aga Khan de 2019 - Mais Imagens+ 13

Cinco cenários para integrar portas pivotantes ao design residencial

Acesso exclusivo | 

As portas externas não apenas proporcionam segurança, mas também definem a primeira impressão de uma residência. Isso fica evidente na porta pivotante apresentada na imagem acima, projetada e fabricada na Europa pela Air-Lux. No interior da casa, por sua vez, as portas internas garantem privacidade, atenuam ruídos, dividem ambientes e valorizam a estética arquitetônica dos espaços. Assim, para atender a essas demandas e resistir ao uso diário contínuo, elas devem ser duráveis e atemporais, sem nunca comprometer a sofisticação e o estilo. Entre as opções que atendem a esses requisitos, as portas pivotantes se destacam por combinarem movimento fluido, elegância e versatilidade. Com um design contemporâneo minimalista, essas portas vão além da função convencional das esquadrias comuns. Girando em torno de um eixo vertical graças a ferragens quase invisíveis, elas se adaptam a qualquer estilo de decoração, uso e dimensão, abrindo um leque de possibilidades criativas ilimitadas.

Chamada de Propostas: Concurso de Projeto para o Centro Marinho, de Negócios, Pesquisa e Inovação (MBRIC) em Ceiba, Porto Rico

Acesso exclusivo | 

A Autoridade de Redesenvolvimento Local de Roosevelt Roads de Porto Rico (LRA, na sigla em inglês) está lançando uma Solicitação de Propostas (RFP nº 2022-004) por meio de um Concurso de Projeto. O objetivo desta RFP é obter propostas de escritórios qualificados de arquitetura e engenharia capazes de fornecer uma gama completa de serviços — incluindo estudos, projeto, design sustentável, obtenção de licenças e outros serviços — para o desenvolvimento e a construção do Centro de Negócios Marinhos, Pesquisa e Inovação (MBRIC). Localizado na região leste da ilha — especificamente no antigo Píer da Guarda Costeira no município de Ceiba, em Roosevelt Roads —, o projeto será desenvolvido em conjunto com a Bluetide Puerto Rico, Inc., que colaborou com a LRA na elaboração do programa, bem como no estabelecimento das necessidades e dos requisitos para o desenvolvimento do MBRIC. A Bluetide será responsável por supervisionar a operação e a manutenção das instalações.

Forma Incapacitante

Acesso exclusivo | 

As discussões sobre a forma arquitetônica demonstram como a deficiência está marcada negativamente no campo da arquitetura. Na teoria e na história da arquitetura, "forma" geralmente se refere à essência física e à configuração de uma obra arquitetônica. Na concepção moderna de forma, trata-se de uma qualidade que surge da atividade projetual, de maneiras que podem ser transmitidas às percepções do/a observador/a da arquitetura. A forma estabelece um elo entre as criações físicas do/a arquiteto/a e a recepção estética dessas obras. Ela ocupa um lugar central na compreensão geral da disciplina: a ideia do/a arquiteto/a como "configurador/a de formas", entre tantas outras expressões, transmite o sentido de uma atividade fundamental e do papel estético da forma na arquitetura — o que os/as arquitetos/as criam e como as pessoas percebem as obras arquitetônicas.

Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica

Acesso exclusivo | 

O título de grande impacto diz tudo: Architecture Unbound, de Joseph Giovannini, é uma tentativa ambiciosa de explorar as fronteiras mais ousadas do design e explicar como e por que arquitetos e arquitetas dissidentes ousaram tanto. A obra também serve como uma introdução abrangente a artistas que lançaram as bases para a inovação arquitetônica há um século; a pensadores e pensadoras que mapearam novas formas de pensar; e às complexidades da teoria do caos, do design paramétrico e dos softwares que moldaram edifícios excepcionais nas últimas décadas.

Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica - Image 1 of 4Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica - Image 2 of 4Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica - Image 3 of 4Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica - Image 4 of 4Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica - Mais Imagens+ 4

Sistemas arquitetônicos de policarbonato: transformando a luz natural em uma ferramenta poderosa

Acesso exclusivo | 

Na arquitetura, o conceito de iluminação natural refere-se à entrada de luz natural nos edifícios para proporcionar uma série de benefícios, que vão desde o maior conforto visual e produtividade até a melhora na saúde e maior economia de energia. No entanto, para alcançar níveis ideais de luz solar, o equilíbrio é fundamental; enquanto o excesso pode produzir um ofuscamento desconfortável e uma quantidade excessiva de calor, a falta de luz pode causar problemas de saúde e uma maior dependência da iluminação artificial. Sob essa perspectiva, as qualidades dos painéis de policarbonato são incomparáveis, tornando-se uma escolha atraente para fachadas e coberturas ao proporcionar uma luz suave e difusa, com diferentes níveis de transparência, brilho e opacidade.

A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna

Acesso exclusivo | 

Nunca deixamos de explorar a manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna, a começar pelo esforço de combinar um volume moderno com uma cobertura de paradigma tradicional. Essa herança e expressão baseiam-se no contexto, que se divide em duas categorias: "Adoção" e "Ablação". A reinterpretação das tradições a partir da "Forma", do "Sentido" e do "Modelo" constitui a "Adoção". A "Ablação" é um compromisso construtivo com o entorno que respeita a textura e a aparência originais, sejam rurais ou urbanas. Baseia-se em formas e técnicas construtivas antigas, aprimoradas com abordagens e técnicas de design moderno. Melhora as condições existentes seja por meio de sua ocultação em certas situações, seja ao desaparecer e se integrar a elas. A arquitetura contemporânea é tanto a tradição do futuro quanto a tradição do passado. Os "clássicos" são continuamente expandidos por arquitetos e arquitetas através de novas técnicas.

A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna - Imagen 1 de 4A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna - Imagen 2 de 4A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna - Imagen 3 de 4A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna - Imagen 4 de 4A manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna - Mais Imagens+ 10

Fórum ArchDaily x Shenzhen Creative Home Design Week: “Um Passo à Frente, Reflexões Contemporâneas sobre o Habitar”

Acesso exclusivo | 

A edição de 2022 da Shenzhen Fashion Home Design Week (doravante denominada "Semana de Design") chegou ao fim com sucesso. Em meio aos desafios impostos pela pandemia, o ArchDaily, em parceria com a MEFine, apresentou o fórum temático "Um Passo à Frente: Reflexões Contemporâneas sobre o Habitar". Integrado ao "Design Loud" — espaço de debates focado em design e criatividade idealizado pelo Design Dome —, o evento foi concluído com êxito, deixando reflexões marcantes.

Luz Amorocho, a primeira arquiteta formada na Colômbia

Acesso exclusivo | 

Como a primeira arquiteta formada na Colômbia, em 1945, María Luz Amorocho Carreño representa uma figura de destaque no campo arquitetônico do país, tendo exercido a profissão em diversas frentes — desde o ensino e o projeto para os setores público e privado até a escrita e a crítica, principalmente na revista Proa. Com uma trajetória de mais de 40 anos, soube defender seus ideais em meio a um contexto de transição voltado à consolidação da modernidade, abrindo um precedente histórico para a prática profissional de futuras arquitetas. A partir da análise de seu trabalho e de sua obra, é possível examinar os diferentes papéis desempenhados por arquitetos e arquitetas, que vão do desenho e da construção à pesquisa e à gestão.

A cidade como tela: a arte como ferramenta em Santiago do Chile

Acesso exclusivo | 

Como conhecemos as cidades? O que nos mobiliza? O que lembramos delas? Monumentos? Museus? Somos simples turistas? Ou vivenciamos a cidade como uma experiência? A arte faz parte da cidade; é uma maneira de criar novos percursos, formas de vida e guias que nos levam a identificar espaços e momentos únicos vividos nela. A arte não está apenas nos museus, mas também nas ruas, nos muros e edifícios que compõem a cidade. O espaço público dialoga com a expressão artística; com pessoas, bairros, urbes e um mundo que se relaciona e cria novos modos de comunidade, dentro de uma cultura atenta que compreende nossos contextos e ecossistemas. 

A cidade como tela: a arte como ferramenta em Santiago do Chile - 1 的图像 4A cidade como tela: a arte como ferramenta em Santiago do Chile - 2 的图像 4A cidade como tela: a arte como ferramenta em Santiago do Chile - 3 的图像 4A cidade como tela: a arte como ferramenta em Santiago do Chile - 4 的图像 4A cidade como tela: a arte como ferramenta em Santiago do Chile - Mais Imagens+ 9

Quanta energia sua casa consome? A etiquetagem de eficiência energética em residências argentinas

Acesso exclusivo | 

Como poderíamos analisar o impacto ambiental gerado pelas edificações? Que estratégias poderiam ser desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida das pessoas e alcançar uma relação de harmonia com o meio ambiente? Ano após ano, cada vez mais questionamentos se somam à lista de decisões de projeto de milhares de arquitetos e arquitetas em todo o mundo que buscam tomar medidas e implementar políticas para promover a melhoria do desempenho ambiental de suas construções, diminuindo o consumo de energia e de recursos, bem como reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e a geração de resíduos.

Industrialização a partir do design: soluções modulares de divisórias

Acesso exclusivo | 

Mais do que uma tendência, a industrialização é uma necessidade no setor da construção. Nos últimos anos, temos sido testemunhas de sua importância no aumento da produtividade e da velocidade de execução – bem como na redução de desperdícios – em obras de arquitetura. Além de agilizar os processos construtivos, essa produção seriada, mecânica e padronizada aumenta a qualidade e reduz os prazos de entrega. Se as primeiras decisões de um projeto consideram a modulação das diferentes etapas que podem ser industrializadas em parâmetros verticais e horizontais, o resultado é mais eficiente do que se isso for avaliado apenas no momento da execução (quando já não é mais possível reduzir as perdas por meio da modulação). Além disso, ao minimizar resíduos e diminuir o consumo de recursos energéticos e hídricos, também se contribui para uma indústria mais sustentável.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.