1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Tipos de lajes de concreto: vantagens e desvantagens

Acesso exclusivo | 

Ao desenvolver um projeto de arquitetura, independente da escala ou programa, os arquitetos se deparam com uma série de escolhas a serem feitas quanto ao processo construtivo adotado, sob aspectos variados: estrutural, econômico, mão de obra disponível, estética, entre outros – em prol da melhor solução.

A partir das muitas dúvidas que surgem no decorrer de seu desenvolvimento quanto à escolha dos sistemas construtivos, preparamos um guia prático acerca dos principais tipos de lajes de concreto moldadas in loco e pré-fabricadas que o projetista deve conhecer, com as vantagens e desvantagens de cada uma delas.

Saiba mais a seguir:

Lelé: um Projeto de Brasil

Acesso exclusivo | 
Lelé: um Projeto de Brasil - Imagem de Destaque
Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo / João Filgueiras Lima (Lelé). Foto: © Joana França

Quem vai à exposição Lelé: um Projeto de Brasil, que ficará até dia 20 de maio na Galeria da Cidade, espaço expositivo de arquitetura e urbanismo da Escola da Cidade, além de ver a exposição, sai de lá com duas listas: das pesquisas feitas sobre vários dos assuntos ali tratados e outra com os vídeos do e sobre o arquiteto João da Gama Filgueiras Lima, Lelé.

Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde

Acesso exclusivo | 
Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde - Imagem de Destaque
© Marcelo Londoño

Melhorar a qualidade de vida das pessoas é um dos maiores objetivos de profissionais da Arquitetura e do Urbanismo. Ao planejar cidades, criar habitações ou numa simples reforma, busca-se aprimorar o espaço construído independente da escala. A Reabilitação Urbana de Alto de Bomba, realizada na cidade do Mindelo, Cabo Verde, surgiu da necessidade de combater a precariedade encontrada anteriormente no local. Um projeto que exigiu a imersão diária da equipe na vida cotidiana do lugar e resultou numa prova inspiradora do quanto a arquitetura pode revelar melhores formas de viver a cidade e agir diretamente na sociedade. Não a toa, em 2022, recebeu o Prêmio Obra do Ano, eleita por nossos leitores como a grande vencedora entre centenas de projetos concorrentes.

Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde - Image 1 of 4Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde - Image 2 of 4Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde - Image 3 of 4Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde - Image 4 of 4Arquitetura como agente transformador: reabilitação urbana em Cabo Verde - Mais Imagens+ 9

Comunidades ribeirinhas do Rio Negro recebem iluminação solar

Acesso exclusivo | 
Comunidades ribeirinhas do Rio Negro recebem iluminação solar - Imagem de Destaque
Leo é embaixador da Litro de Luz na sua comunidade, no litoral norte de São Paulo e veio para a Amazônia participar da instalação de iluminação solar no Rio Negro. Foto: Uatumã | Litro de Luz

Levar iluminação para quem precisa, com energia solar e materiais acessíveis. Este é o trabalho da ONG Litro de Luz que, em 3 dias de ação, impactou positivamente a qualidade de vida de 173 famílias, de comunidades ribeirinhas que vivem às margens do Rio Negro, na Amazônia.

Da representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização

Da representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E Arquitetura
© José Hevia

A representação gráfica, mesmo antes da linguagem e da escrita, foi o primeiro meio de comunicação e significado para a humanidade. O desenho é o ato de substituir a realidade pela representação, ou seja, substituir objetos por imagens codificadas em cada um dos sistemas de representação gráfica.

Na arquitetura, a representação gráfica estimula a imaginação e é a base do pensamento do projeto, uma vez que não só constitui nosso código de comunicação, mas também molda nossa capacidade de nos expressarmos em termos disciplinares. O desenho é primeiro construído na mente do arquiteto e depois transferido para o suporte determinado por qualquer tipo de instrumento.

Da representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Mais Imagens+ 35

Mobiliário em destaque em 14 interiores residenciais

O mobiliário tem influência direta na qualidade de projetos de interiores. Sua presença contribui, entre outras implicações, para a atribuição de funções aos espaços e determinar limites entre eles, mas, em alguns casos, sua posição no ambiente confere também certo destaque próprio. Isto é, o design do móvel é ressaltado pela sua relação com as texturas, cores e composições do ambiente construído.

Um espaço interno com cores neutras, por exemplo, pode colaborar para dar destaque a determinados móveis que, além de cumprirem sua função, acabam por assumir também certo caráter contemplativo. Este é o caso de móveis que se tornaram icônicos por seu design, em alguns casos pensados por grandes nomes da arquitetura que exploraram este campo e desenharam peças que se tornaram representativas do seu estilo.

Mobiliário em destaque em 14 interiores residenciais - Imagen 2 de 4Mobiliário em destaque em 14 interiores residenciais - Imagen 7 de 4Mobiliário em destaque em 14 interiores residenciais - Imagen 11 de 4Mobiliário em destaque em 14 interiores residenciais - Imagen 13 de 4Mobiliário em destaque em 14 interiores residenciais - Mais Imagens+ 10

Menos atrasos, mais tempo para projetar: uma solução de pagamento online para arquitetos/as

Acesso exclusivo | 

Embora alguns possam questionar, a arquitetura é, essencialmente, um setor de prestação de serviços. E, como em qualquer serviço, o processo em si (reuniões, faturamento, pagamentos) pode ser tão importante quanto o resultado final (o projeto concluído). No fim das contas, ao oferecer um serviço coerente, eficiente e bem estruturado que complemente um bom projeto, os/as clientes ficarão satisfeitos/as e provavelmente retornarão. Além disso, farão a propaganda boca a boca e recomendarão o escritório, o que, em última análise, é a melhor maneira de profissionais de design e arquitetura construírem uma boa reputação e atraírem novos/as clientes.

Muitos requisitos precisam ser atendidos para prestar um bom serviço. Mas talvez um dos mais cruciais envolva o faturamento e os pagamentos, vitais para o fluxo de caixa e, portanto, fundamentais para a saúde financeira de qualquer negócio. Em setores baseados em projetos, como arquitetura e design, os honorários costumam ser pagos em várias parcelas definidas por etapas específicas, desde a entrega do estudo preliminar até a execução da obra. Dessa forma, contar com uma receita consistente e previsível em todas as etapas é indispensável, pois evita inadimplência e atrasos que podem comprometer a entrega do projeto e causar situações complexas.

Metaverso e sustentabilidade: como o mundo virtual pode nos ajudar a projetar melhor?

Acesso exclusivo | 

Com a recente publicidade acerca do metaverso, decidimos abordar esse assunto ainda muito desconhecido! À medida que mais e mais pessoas têm se preocupado em relação às mudanças climáticas, pode ser prejudicial para os arquitetos conscientes da sustentabilidade utilizar o metaverso. Com isso, decidi entrevistar Oliver Lowrie, diretor da Ackroyd Lowrie, um escritório de arquitetura premiado com sede em Londres dedicado à construir as cidades do futuro, que já está usando essa tecnologia para aprimorar os projetos de baixo consumo de energia da empresa.

Arquitetura com blocos de concreto: como construir com este material modular e de baixo custo?

Acesso exclusivo | 

O bloco de concreto é um material pré-fabricado utilizado, sobretudo, para a construção de paredes e muros. Como os tijolos comuns, os blocos funcionam em conjunto quando empilhados e quando unidos com argamassa. Para realizar esta união, os blocos têm um interior oco que permite a passagem de barras de aço e enchimento de argamassa.

Há uma grande variedade de dimensões e texturas, desde as superfícies lisas mais tradicionais até os acabamentos ondulados ou rugosos. Existem unidades especiais para cantos ou blocos próprios para receberem armaduras longitudinais. Suas dimensões variam entre o clássico 8x8x16 polegadas (aproximadamente 19x19x39 cm), para uso estrutural e outras versões mais finas para partições, com dimensões próximas a 8x3,5x39 polegadas (aproximadamente 19x9x39 cm). Mas como incorporá-los de forma criativa em nossos projetos?

O que é Design Justice?

Acesso exclusivo | 
O que é Design Justice? - Imagem de Destaque
Assentamento Kya Sands em Joanesburgo, África do Sul. Foto © Johnny Miller Photography

Design Justice é um ramo da arquitetura e do design focado em redesenhar cidades, produtos, serviços e ambientes pensando em reparações históricas.  

O termo surgiu há mais ou menos 7 anos quando os debates e diálogos sobre inclusão e diversidade nos espaços começaram a ficar mais fortes criando movimentos que lutavam pelo direito de pessoas que tiveram suas raízes e escolhas negadas na sociedade.

Casas sem cozinha: co-living e novos interiores

A ascensão do co-living começou a moldar radicalmente o design de interiores. Em projetos residenciais e empreendimentos comerciais, o co-living está ligado ao surgimento da ideia de uma moradia sem cozinha. Iniciada pela arquiteta espanhola Anna Puigjaner, essa ideia está conectada a uma série de inovações em design de interiores e co-living construídas nos últimos cinco anos. Por sua vez, esses novos interiores começaram a contar uma história de habitação e experiência espacial enraizada na vida moderna.

Casas sem cozinha: co-living e novos interiores - Image 1 of 4Casas sem cozinha: co-living e novos interiores - Image 2 of 4Casas sem cozinha: co-living e novos interiores - Image 3 of 4Casas sem cozinha: co-living e novos interiores - Image 4 of 4Casas sem cozinha: co-living e novos interiores - Mais Imagens+ 6

Da colagem digital aos croquis: inspiração para suas representações de arquitetura

É normal se sentir intimidado pelo número crescente de representações de arquitetura sendo publicadas nas mídias sociais. Somando isso ao funcionamento do famigerado algoritmo, acabamos sendo expostos a publicações que são, em muitos aspectos, semelhantes entre si. Mas para nós, arquitetos, designers e estudantes, as redes sociais não são apenas uma plataforma de networking e divulgação de nossos trabalhos, elas servem também como fonte de inspiração. Se o algoritmo não está nos ajudando a conhecer coisas novas e diferentes, cabe a nós procurá-las.

Diálogos entre arquitetura e contexto: conhecendo a obra do Brasil Arquitetura

Acesso exclusivo | 

Nada mais representativo para um escritório do que carregar o nome do país na sua identidade. Longe de parecer banal, a arquitetura do Brasil no Brasil Arquitetura passa por uma análise minuciosa que destaca aspectos de nossa cultura e sociedade.

Diálogos entre arquitetura e contexto: conhecendo a obra do Brasil Arquitetura - Image 1 of 4Diálogos entre arquitetura e contexto: conhecendo a obra do Brasil Arquitetura - Image 2 of 4Diálogos entre arquitetura e contexto: conhecendo a obra do Brasil Arquitetura - Image 3 of 4Diálogos entre arquitetura e contexto: conhecendo a obra do Brasil Arquitetura - Image 4 of 4Diálogos entre arquitetura e contexto: conhecendo a obra do Brasil Arquitetura - Mais Imagens+ 8

Um pavilhão que une upcycling de materiais, fabricação automatizada e realidade virtual

A indústria da construção tem experienciado mudanças severas nas últimas décadas. Se antes era possível contar com mão-de-obra abundante e uma falsa noção de que os recursos naturais eram infinitos, hoje em dia o setor tem se esforçado a buscar inovações para tornar-se mais sustentável, sobretudo considerando o seu enorme impacto e importância no mundo. Além disso, a recente pandemia do COVID-19 alterou diversos contextos e dinâmicas e exigiu dos projetistas criatividade para superar os desafios. Isso pode abranger o próprio processo projetual que precisou ser revisto em alguns casos. O projeto S'Winter Station, desenvolvido por alunos e professores da Ryerson University’s Department of Architectural Science, é um destes exemplos, já que se amparou na tecnologia existente de visualização e fabricação para ser concretizado.

Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico

Acesso exclusivo | 
Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagem de Destaque
Biblioteca-Vac / Farming Architects. Image © Thai Thach, Viet Dung An

Muito além da formação básica, a leitura é uma atividade de lazer que faz parte da sociedade moderna. Seja ao ar livre, em praças e parques, seja em casa, ou até no trabalho, esse hábito, que melhora a capacidade de raciocínio e a saúde mental, já teve, nos palácios e palacetes, grandes espaços dedicados aos livros. Selecionamos 15 projetos que demonstram as diferentes formas de integrar a leitura em diferentes escalas e programas arquitetônicos.

Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagen 1 de 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagen 2 de 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagen 3 de 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagen 4 de 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Mais Imagens+ 11

Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema

Acesso exclusivo | 
Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagem de Destaque
Cenário de Parasita (2019). Fonte: captura de tela do filme

Um dos elementos de mais afinidade entre arquitetura e cinema é o projeto cenográfico. O cenógrafo, assim como o arquiteto, parte de um conceito para elaborar espaços com uma finalidade. O arquiteto projeta espaços para a vivência e o cenógrafo projeta os espaços pra contar histórias. Muitos arquitetos trabalham com cenografia em razão da afinidade que as atividades apresentam. 

Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 1 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 2 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 3 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 4 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Mais Imagens+ 11

A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo

Acesso exclusivo | 

Os municípios, assim como as pessoas, são dinâmicos e vão se transformando para acompanhar e se adaptar às mudanças sociais, econômicas e ambientais de seu tempo. Da mesma forma, a visão sobre como a cidade ideal deveria ser planejada foi sendo influenciada pela realidade e pelo pensamento vigente de cada época.

A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Imagen 1 de 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Imagen 2 de 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Imagen 3 de 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Imagen 4 de 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Mais Imagens+ 1

"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind

Acesso exclusivo | 
"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Imagem de Destaque
Museu Judaico de Berlim. Imagem © Hufton+Crow

Daniel Libeskind (n. 1946, Lodz, Polônia) estudou arquitetura na Cooper Union em Nova York, graduou-se em 1970 e recebeu seu diploma de pós-graduação na Universidade de Essex, na Inglaterra, em 1972. Enquanto seguia a carreira de professor, ganhou o concurso internacional de 1989 para projetar o Museu Judaico em Berlim, antes mesmo de construir um único edifício. Ele então, mudou-se com sua família para lá estabelecendo um escritório com sua esposa Nina e dedicou a próxima década à conclusão do museu que abriu em 2001. O projeto levou a uma série de outras comissões de museus que exploraram noções como memória e história na arquitetura.

"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 1 of 4"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 2 of 4"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 3 of 4"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 4 of 4Sem uma história, não há razão para construir: entrevista com Daniel Libeskind - Mais Imagens+ 15

Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana

Acesso exclusivo | 

O final do século XIX nas Américas é marcado por uma onda de disputas históricas e transformações políticas que têm como pano de fundo a busca por uma identidade nacional. A época registra uma série de conflitos e disputas pelas independências daqueles que hoje conhecemos como países e repúblicas soberanas. É neste contexto que surgem os movimentos pan-americanos, ou ainda hispano-americanos, que, apesar de terem influências políticas variadas e distintas entre si, almejavam uma unificação de todos os territórios do continente Americano. 

Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagem 1 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagem 2 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagem 3 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagem 4 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Mais Imagens+ 10

Painéis OSB em interiores: de um material humilde a um recurso de design

Acesso exclusivo | 

Do revestimento externo ao sistema estrutural, um edifício é feito de muitas camadas. Assim como o corpo humano, muitas delas - que tendem a ser os componentes mais cruciais e funcionais - permanecem invisíveis pelo público, cobertas com características estéticas. Entre todos os elementos ocultos, todos os edifícios incluem chapas usadas para servir vários propósitos principais: proteger o chão, paredes, telhados e tetos, fortalecendo a estrutura contra forças internas e externas, dando à edificação solidez.

A madeira é o material mais comum para este revestimento, com Oriented strand board (OSB), geralmente sendo a melhor escolha. Mas por quê? Feitas por lascas de madeira coladas e comprimidas com adesivos curados pelo calor, placas OSB são leves, flexíveis, fortes, versáteis e totalmente recicláveis. Também se destacam resistindo à deflexão, deformação e distorção, além de oferecer algum isolamento térmico e acústico. No entanto, além de seu bom desempenho e propriedades mecânicas, o OSB é especialmente conhecido por ser mais barato do que outras alternativas, economizando drasticamente custos e o tempo. De fato, este painel estrutural pode ser de U$ 3 a U$ 5 mais barato do que o compensado, o que explica por que muitas vezes é considerado seu substituto de baixo custo.

Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento

Acesso exclusivo | 

Art Deco ou Arts Décoratifs originou na década de 1920, após a Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes realizada em Paris (1925). No entanto, somente na década de 1930 o movimento ganhou força na Europa e nos EUA, ampliando o Art Deco e abrangendo todos os elementos da arte decorativa, incluindo mobiliários, design de interiores, joias e arquitetura. Sua popularidade decorre de suas origens únicas. Em vez de um movimento de design impulsionado por forças políticas ou filosóficas, ele foi criado pelo desejo de uma mudança glamourosa e atraente, um reflexo da era de ouro em Hollywood e um boom econômico generalizado.

Caracterizado por sua decadência, rica aplicação de cores e formas geométricas, o movimento é influenciado pela descoberta de artefatos de civilizações antigas e pela introdução e admiração do automóvel. Como um movimento fortemente influído por aspectos em voga, procurou criar uma forma de modernidade luxuosa, a um passo de uma arquitetura mais tradicional, enfatizando elementos artesanais e projetados individualmente, raramente produzidos em massa.

Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 1 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 2 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 3 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 6 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Mais Imagens+ 7

O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras?

Acesso exclusivo | 

As cidades litorâneas sempre foram um ponto de atração para moradores, turistas e empresas. Além das características estéticas, a proximidade com o mar tornou estas cidades um foco de transporte marítimo com a construção de portos, bem como polos de atividades recreativas e aquícolas. No entanto, nas últimas décadas, essas regiões têm sido ameaçadas pelo aumento dos níveis de água, inundações e ciclones recorrentes, juntamente com outros desastres naturais que puseram em perigo suas comunidades, colocando sua população, ecossistema e ambiente construído em risco.

O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 1 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 2 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 3 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 4 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Mais Imagens+ 3

O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns

Acesso exclusivo | 

Em condições normais, a maioria das pessoas gosta de viver em lugares com fácil acesso à sua vida cotidiana. É bom poder levar seus filhos a pé para o jardim de infância e é mais fácil manter uma vida social quando muitos de seus amigos moram na mesma rua que você. Quando você fica sem sabão, você é grato por poder reabastecer na mercearia no andar de baixo, ao invés de ter que dirigir 20 minutos até o supermercado. 

O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 1 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 2 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 3 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 4 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Mais Imagens+ 3

Um novo guia abrangente sobre a arquitetura da África Subsaariana

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Comparados ao Ocidente e Oriente, a consciência e o conhecimento da arquitetura da África subsaariana - África ao sul do deserto do Saara - são escassos. Um novo livro pretende mitigar esse descuido, e é uma conquista significativa. Architectural Guide Sub-Saharan Africa (editora DOM, 2021), organizado por Philipp Meuser, Adil Dalbai e Livingstone Mukasa, levou mais de seis anos para ser elaborado. O guia de sete volumes apresenta a arquitetura nos 49 estados-nação subsaarianos do continente, inclui contribuições de cerca de 340 autores, 5.000 fotos, mais de 850 edifícios e 49 artigos expressamente dedicados a teorizar a arquitetura africana em seus aspectos sociais, econômicos, históricos e contexto cultural. Entrevistei dois dos editores — Adil Dalbai, pesquisador e arquiteto praticante especializado na África subsaariana, e Livingstone Mukasa, um arquiteto nativo de Uganda interessado nas interseções entre a história da arquitetura e a antropologia cultural — sobre os desafios de criar o guia, algumas de suas revelações sobre a arquitetura da África e seu impacto potencial.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.