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Nossas cidades são construídas para os jovens?

As cidades em que vivemos hoje foram construídas com base em princípios concebidos há décadas, com a perspectiva de garantir que sejam habitáveis por todos. Ao longo da história, as cidades têm sido catalisadoras do crescimento econômico, servindo como pontos focais para negócios e migração. No entanto, na última década, especialmente durante os últimos dois anos, o mundo testemunhou reconfigurações drásticas na forma como as sociedades funcionam, vivem e se deslocam.

O tecido urbano de hoje destaca dois padrões demográficos: rápida urbanização e grandes populações jovens. As cidades, embora crescendo em escala, na verdade se tornaram mais jovens, com quase quatro bilhões da população mundial com menos de 30 anos vivendo em áreas urbanas, e em 2030, UN-Habitat espera que 60% da população urbana tenha menos de 18. Então, quando o assunto é planejamento urbano e futuro das cidades, fica evidente que os jovens devem fazer parte da conversa.

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Vagas em Xangai | Xiangyu Design Studio: arquiteto(a), designer de interiores, estagiário(a)

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向域设计事务所 (atelier xy) 由漆晓峰和王宇扬于2018年共同创立,以上海为发展基地,专注于餐饮、零售、办公类型的精品项目,其实践跨越建筑、室内及产品设计等多个领域。

Relações de poder e desigualdade em mapas: uma análise urbana através da cartografia

A humanidade como a conhecemos hoje é resultado de séculos e mais séculos de fenômenos naturais e migratórios complexos responsáveis por forjar a aparência geográfica e humana do planeta no qual habitamos. Humanos são seres sensoriais, e como tais, se relacionam com o mundo através de suas experiências vividas, mas, além disso, há outra forma pela qual podemos compreender o mundo no qual vivemos, isto é, através da uma representação bidimensional inventada pelo homem—os mapas. A cartografia, muitas vezes, é utilizada para delinear fronteiras e estabelecer limites, e desta forma têm sido utilizada historicamente como uma ferramenta de opressão e segregação.

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Como usar redes em apartamentos?

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Uma das paixões nacionais e unânime ícone de brasilidade, as redes fazem parte do dia a dia do brasileiro e representam um importante mobiliário da casa. Morar em apartamentos ou casas pequenas, porém, muitas vezes pode tornar mais difícil a inclusão delas no ambiente doméstico. Neste artigo apresentamos exemplos de como incluir as redes nos projetos, inspirando seu uso em apartamentos. 

O que acontece com o saco de lixo depois que o colocamos na calçada?

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Já estamos acostumados com campanhas de educação ambiental, algumas gerações mais recentes tiveram aulas na escola sobre o tema, as informações são bem simples e já estão marteladas na cabeça de muita gente: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Apesar disso por algum motivo a maioria ainda não consegue seguir a simples recomendação de separar os diferentes resíduos que descartamos diariamente: os orgânicos (passíveis de serem reaproveitados como adubo), os sólidos (passíveis de reciclagem) e finalmente os rejeitos (o que não é reaproveitável) que vão necessariamente direto para os aterros sanitários.

Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática

Desde que o acordo de Paris foi firmado em 2015, minimizar os efeitos e consequências das mudanças climáticas em curso no planeta tem sido, pelo menos declarativamente, um objetivo comum em todo o mundo; no entanto, as ações que estão sendo tomadas variam amplamente de país para país. Pensando nisso, as principais grandes cidades do planeta decidiram se posicionar e partir para a ação ao invés de apenas esperar ordens de cima. Fato é que muitas das iniciativas levadas a cabo pelas administrações municipais e regionais acabam sendo neutralizadas pelo consequente aumento das emissões de carbono em outras regiões do país e do mundo. Além disso, é importante ressaltar que a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação frente às consequências do agravamento da crise climática varia muito de lugar para lugar. Procurando esclarecer e discutir o conceito de desigualdade ambiental, este artigo chama a atenção para o fato de que a crise climática só pode ser combatida de maneira eficaz através de um esforço global conjunto, coordenado e transdisciplinar.

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Casas de tijolos na Espanha: o uso da alvenaria em projetos de interiores e exteriores

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A facilidade de acesso, a alta disponibilidade no mercado, a resistência e durabilidade assim como o valor relativamente baixo fazem do tijolo um dos materiais mais utilizados na industria da construção civil, servindo muitas vezes, como símbolo de identidade da arquitetura de uma determinada região. No caso da Espanha, país profundamente influenciado pela cultura e arte mudéjar, o tijolo, que tem sido amplamente utilizado na arquitetura espanhola desde tempos imemoriais, ocupa ainda hoje uma posição privilegiada no cenário da arquitetura contemporânea. Recorrentemente utilizados para a construção de planos, arcos e abobadas, tijolos também aparecem na forma de estruturas vazadas como cobogós e muxarabis, permitindo a iluminação e ventilação natural de espaços interiores, especialmente em se tratando de um território cálido como o sul da Europa.

Pensando nisso, apresentamos à seguir uma série de projetos de arquitetura contemporânea que fazem uso deste material, acompanhados de um breve memorial descritivo fornecido pelos arquitetos responsáveis.

A madeira resiste bem a terremotos?

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Para alguns, pode ser aterrorizante pensar que habitamos uma esfera orbitando em volta do Sol, cujo núcleo possui temperaturas de até 6.000ºC e todas as atividades humanas localizam-se sobre a crosta terrestre, a menor das camadas em espessura, nas chamadas placas tectônicas. Essas placas flutuam sobre o manto, mais precisamente na astenosfera e às vezes se chocam, causando tremores de terra. Como vemos neste mapa interativo, os terremotos são muito mais frequentes do que imaginamos, ocorrendo dezenas diariamente pelo mundo, muitos imperceptíveis. Mas alguns são extremamente potentes e, quando ocorrem próximo de áreas urbanas, são uma das forças mais destrutivas da Terra, causando mortes e danos no ambiente construído.

Com o avanço de pesquisas, testes e experimentações na engenharia, países e regiões com atividades tectônicas já possuem conhecimentos para reduzir o perigo de morte e os danos causados. Algumas soluções e materiais funcionam melhor no caso de um terremoto. A madeira é um deles. 

Cobrar mais pelo estacionamento nas ruas pode promover equidade no transporte

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Quando parte das ruas é dedicada ao estacionamento, opta-se por dar uma destinação privada a um dos ativos mais valiosos da cidade. De ciclovias e faixas dedicadas para ônibus a calçadas mais espaçosas, parklets ou mesmo faixas de tráfego veicular misto, o cardápio de usos mais benéficos à coletividade é vasto. Mais do que nunca, é preciso repensar a mobilidade em nome de cidades mais prósperas e inclusivas. E a cobrança do estacionamento rotativo é um bom ponto de partida.

O transporte coletivo, a bicicleta e a caminhada são as opções mais sustentáveis na mobilidade urbana. Porém, enquanto sistemas de ônibus definham em meio à falta de recursos e à queda na demanda, e ciclistas e pedestres dispõem de infraestrutura precária em seus deslocamentos, cidades investem recursos vultosos na manutenção das vias – e ainda reservam parcela significativa para motoristas armazenarem um bem privado.

Casa projetada por Frank Lloyd Wright escapa de demolição e será restaurada

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Relegada ao esquecimento até poucos meses atrás, uma das casas projetadas por Frank Lloyd Wright em estilo colonial holandês não parecia estar caminhando para um final muito feliz. Naquela ocasião, a residência projetada e construída pelo arquiteto em 1894 na região suburbana de Chicago, estava correndo sérios riscos de demolição quando foi colocada à venda por um valor de aproximadamente um milhão e trezentos mil dólares. Pouco tempo depois, ou melhor, na semana passada, a histórica Frederick Bagley House, definida pela organização sem fins lucrativos responsável pela conservação da obra construída de Frank Lloyd Wright como “uma obra exordial única e insubstituível”, parece agora caminhar em direção a um futuro bastante promissor—ou melhor, para um novo recomeço.

The Second Studio Podcast: Entrevista com Randy Collins, engenheiro estrutural

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The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina recebem Randy Collins, S.E., fundador e diretor da FTF Engineering, Inc., para discutir o papel e as responsabilidades de engenheiros/as estruturais, o dimensionamento de estruturas resistentes a terremotos, as limitações dos requisitos estruturais dos códigos de obras, a contratação de profissionais de engenharia, a colaboração com arquitetos/as, a geração de valor para clientes e muito mais.

Vestígios urbanos do passado colonial: Dar es Salaam e Nairobi

Observando rapidamente o continente africano, encontraremos uma enorme diversidade de padrões de assentamentos humanos, variando desde pequenos ambientes urbanos, enclaves rurais até extensas metrópoles. Sobrevoando este vasto território, podemos concluir também que muitas cidades africanas estão trabalhando para superar a lacuna histórica que as separa do resto do mundo—embora essa “evolução”, na maioria dos casos, esteja apenas acentuando as desigualdades estruturais que permeiam este continente de norte a sul. E esta dinâmica não é uma novidade, pois a aparência de muitas das cidades africanas ainda hoje é resultado de uma longa história de opressão e segregação.

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As mulheres e o canteiro de obras autogestionário

Muitas vezes despercebida ou desconsiderada, a desigualdade de gênero na arquitetura traz consequências tanto às mulheres e suas carreiras quanto aos espaços e produtos criados. Há, porém, um nicho de trabalho dentro da construção civil que contradiz essa lógica, propondo a criar um espaço de trabalho mais igualitário. Este texto propõe uma reflexão sobre essa desigualdade e como ela é desafiada pelas práticas autogestionárias. 

Equidade e Arquitetura: Um problema global e de todos(as) (na opinião de nossos(as) leitores(as))

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Durante o mês de setembro, aconteceu a 4ª edição da Bienal de Arquitetura de Chicago sob o título Available City (Cidade Disponível) – e foi a ocasião perfeita para abrir o debate sobre o papel da arquitetura na equidade urbana.

A arquitetura pode promover a equidade nas cidades? Existem limites para isso? A partir de uma perspectiva crítica, discutimos o assunto por meio de uma pergunta inicial ao nosso público leitor: Quão equitativa é a arquitetura?

Após ler e compilar todos os comentários recebidos, tanto de profissionais da construção quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, concordamos que a equidade na arquitetura é, antes de tudo, um tema multiescalar, um problema global e de todos nós.

"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal

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"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 1 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 2 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 3 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 4 of 4A re-existência do habitar, da língua e do território, Arte a 360 grados + Comunal - Mais Imagens+ 47

O projeto “Tequiocalco. Campa tlachializtli mozcalializtli in totlamatiliz huan toyuhcatiliz” – localizado no estado de Tlaxcala, México - que se traduz para o espanhol como Centro Autónomo de Investigación y Revitalización de Saberes Comunitarios (CAIRSCO), é o "lugar onde observamos ou investigamos e revitalizamos nossa sabedoria e cultura, formas de ser ou o que é vivido na comunidade".

Casas brasileiras: 40 residências e refúgios rurais

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Casas brasileiras: 40 residências e refúgios rurais - Imagem de Destaque
Casa da Mangueira / Alan Chu. Foto: © Djan Chu

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Grandes cidades se tornaram os lugares mais perigosos durante a pandemia, além disso, toda a situação pandêmica validou o trabalho remoto e colocou em questão a necessidade de morar em centros urbanos e densos. Por esse motivo, o êxodo urbano provavelmente será um tema constante num futuro próximo e levantará grandes discussões no campo da arquitetura e urbanismo sobre como lidar com esse movimento.

Além do vermelho: arquiteturas com tijolos cinzas e pretos

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A canção do grupo inglês Pink Floyd “Another brick in the wall” (Outro tijolo na parede) traz à crítica um sistema educacional alienante e pouco motivador. As pessoas, ou as crianças, são retratadas como tijolos, por conta de sua homogeneidade, seja na forma de viver ou de pensar em uma sociedade pouco afeita à contestação. Os tijolos funcionam muito bem nessa comparação, por terem mudado muito pouco na história e pelo mundo em suas formas retangulares. Mas isso não vale em relação às suas cores. Ainda que estejamos acostumados a remeter ao vermelho quando falamos de tijolos, há infinitas possibilidades de tons, conforme a composição e o processo de fabricação das peças. 

Recuo obrigatório, um equívoco que precisa acabar

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O muro é um dos principais problemas de nossas cidades. Materialização divisionista por excelência, tira o sentido da convivência nas ruas e transforma o caminhar por nossas calçadas em uma experiência vazia, monótona e insegura. Os “olhos na rua” são essenciais para a vida urbana, especialmente em uma sociedade violenta como a brasileira.

Por que nossas cidades têm tantos muros? Usualmente se culpa o setor imobiliário, eterno vilão para os que costumam confundir causa e consequência. Mas, na verdade, casas já antigas também se valem deles.

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Projeto interseccional: transformando a prática arquitetônica para o futuro

Um projeto de arquitetura nasce de nuances, da empatia para com os usuários e de uma compreensão profunda de seu contexto específico. Melhores soluções são aquelas que atendem tanto às necessidades e os anseios dos clientes quanto questões de contexto e identidade. Neste sentido, o projeto interseccional pode ser entendido como uma abordagem que leva em conta diversos fatores —de identidade, gênero, raça, sexualidade, classe e muitos mais — e como estes interagem entre si. Considerando isso, quanto melhor compreendermos as questões de relativas ao contexto específico e ao usuários para os quais projetamos nossos espaços, melhor serão nossos edifícios e, consequentemente, as cidades que estaremos construído para o futuro. 

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Arquivo de Ideias Recebidas: Mauricio Freyre / Estúdio Rien

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Archivo de Ideas Recibidas é um projeto interdisciplinar de pesquisa e difusão que busca registrar e relacionar as ideias de pessoas que contribuem para o ecossistema criativo contemporâneo a partir da arte, do design e da arquitetura. O projeto se constrói a partir das conversas que a equipe mantém com diversas mentes criativas, nas quais se aprofundam temas relacionados à memória, à academia, ao contexto cultural, às suas principais influências e metodologias de trabalho. Nesta ocasião, compartilham conosco a entrevista sobre cinema e arquitetura com Mauricio Freyre (Estudio Rien).

Entendendo o ciclo das feiras: O design de estandes comerciais no bairro de La Floresta, Quito

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Pablo Salazar compartilha seu trabalho de pesquisa intitulado "Design de estandes comerciais no bairro de La Floresta, Quito, Equador". Este abrange temas como a pegada climática gerada pela atividade em escala urbana, a análise de radiação, de ventos e heliografia, além do design e detalhamento de materiais de quatro tipos de estandes comerciais.

4 maneiras de criar um ambiente construído mais seguro e com melhor custo-benefício

Diante do cenário atual, a pandemia de COVID-19 provavelmente exercerá uma influência duradoura sobre a próxima era da construção e do design, moldando a forma como construímos em cada fase, incluindo projeto, materiais e protocolos de obra. É possível que profissionais de arquitetura e engenharia continuem trabalhando remotamente, revisando projetos e especificações de forma virtual. Fabricantes talvez precisem ampliar o distanciamento em suas áreas de produção ou, ainda, recorrer a uma maior automatização.

As melhores fotografias de arquitetura enviadas por nossos leitores em 2021

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No dia 19 de agosto, celebramos o Dia Mundial da Fotografia. Este ano, para incentivar nossas leitoras e leitores entusiastas desta arte, lançamos uma chamada que convidava todos os interessados – fotógrafos amadores ou profissionais – a enviarem suas imagens de arquitetura e cidade.

Dos mais de 130 participantes de partes tão distintas do globo quanto Índia, Brasil, Paquistão, Moçambique, Itália e Estados Unidos, recebemos mais de 400 fotografias de edifícios, interiores e espaços públicos localizados contextos diversos, registrados por olhares atenciosos a partir de técnicas variadas. Nossa equipe de conteúdo pré-selecionou 50 fotografias e, em seguida, votou nas 25 imagens mais instigantes. Apresentamos esta seleção a seguir, em ordem alfabética pelo nome dos autores.

Vagas em Xangai | CROX: arquiteto/a, designer de interiores, assistente de mídia, estagiário/a

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Fundado pelo/a arquiteto/a Lin Congran, o CROX faz alusão a "cross over" (design transdisciplinar), com um portfólio que abrange planejamento urbano, arquitetura, design de interiores, mobiliário, curadoria e criação artística. Pautado pelo conceito de "vanguarda natural" e por uma sensibilidade humanista, o escritório expande o design da arte para um diálogo entre cultura e natureza, materializando constantemente o intangível e o orgânico da imaginação para deixar uma nova marca em nossa época. Nos últimos anos, o escritório participou da Trienal de Milão de 2016 e de duas edições da Bienal de Veneza na Itália (2016 e 2018). Seu trabalho foi reconhecido com diversos prêmios internacionais de prestígio, incluindo o WAF (World Architecture Festival), o AMP (Architecture MasterPrize) dos EUA, o Andrew Martin do Reino Unido, o DNA Paris, o K-DESIGN da Coreia do Sul e o JCD do Japão.

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