Uma abóbada é um elemento construtivo no qual os elementos que constituem a superfície trabalham em compressão. Embora esta resolução construtiva venha sendo utilizada desde a época romana, alguns tipos de abóbadas (como a catalã ou a valenciana) tornaram-se populares em algumas regiões do mundo a partir do século XIX, apresentando-se como uma solução adequada para a construção residencial (sobretudo por seu baixo custo). Podendo vencer vãos de até trinta metros, esse sistema foi muito usado em certas tipologias industriais, adaptando-se às necessidades e dimensões de oficinas, fábricas e depósitos.
Fundado em Pequim, na China, pelo Sr. Gao Zhiqiang — vice-presidente do Instituto de Design Zhubang (pertencente ao China Architecture Design Group) e arquiteto de interiores sênior —, o AFFD Design Studio é uma empresa de gestão de design que integra planejamento urbano e arquitetônico, paisagismo ecológico, design de interiores humanista e produção de interiores (FF&E). Originado do Instituto de Design Zhubang do CADG, o escritório é liderado por arquitetos/as e engenheiros/as com sólida experiência prática e perspectiva internacional.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130182/trabalho-em-pequim-affd-design-studio-designer-de-interiores-designer-de-projeto-executivo-e-detalhamento-diretor-a-de-designMilly Mo
Fundado em Londres pela arquiteta Zhang Jianheng, o Jane Z Studio estabeleceu sua sede em Shenzhen, China, em 2012. Unindo uma visão internacional à prática local, nossa equipe de design de origem multicultural traz continuamente novas camadas e vitalidade à estética oriental. Oferecemos soluções globais em desenho urbano, arquitetura e design de interiores, com um portfólio que abrange sedes corporativas, complexos comerciais e corporativos, sedes sociais, templos zen, residências de alto padrão e espaços expositivos. Através de nossa criatividade e dedicação, conectamos o Oriente e o Ocidente, entrelaçando o passado e o futuro para inspirar o cotidiano.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131484/vagas-em-shenzhen-jane-z-studio-arquiteto-a-designer-de-interiores-assistente-de-projeto-estagiario-aMilly Mo
Durante o ano de 2020, a passagem do sistema presencial ao remoto–tanto em escolas quanto universidades—, permitiu que jovens e adultos pudessem seguir seus planos de estudo durante as fases mais críticas da pandemia. Entretanto, é evidente que esta repentina mudança transformou substancialmente as antigas dinâmicas de ensino e aprendizado. Nas escolas de arquitetura, por exemplo, onde os alunos muitas vezes trabalham em grupos e utilizam objetos físicos como maquetes e modelos tridimensionais para desenvolver seus estudos, eles tiveram que adaptar-se a esta nova realidade muito rapidamente. Em se tratando de disciplinas de caráter projetual e de desenho, onde o engajamento entre os alunos e a colaboração com os professores são fatores fundamentais para o desenvolvimento do trabalho prático, a transição direta e completa para o ambiente virtual—com aulas, apresentações, discussões, revisões e entregas sempre em modo remoto—privou os alunos de explorar qualquer outro método alternativo de expressão que não a representação digital.
O movimento moderno ainda hoje é um assunto que desperta as mais diversas e controversas reações. O mesmo acontece quando falamos do legado da arquitetura moderna. Acontece que não existe apenas um único legado, mas uma série de legados que varia de acordo com a localização geográfica, com o clima, o contexto político, social e econômico de cada país ou região. Embora a gênese do modernismo na arquitetura tenha se dado na Europa e nos Estados Unidos—onde encontram-se alguns dos seus mais representativos exemplares—, para além do mundo ocidental a chamada “arquitetura moderna” foi sendo moldada por arquitetos e arquitetas de acordo com as necessidades de cada contexto específico. No Sri Lanka, por exemplo, o arquiteto Geoffrey Bawa ajudou a cunhar o termo “Modernismo Tropical”, desenvolvendo uma arquitetura sensível e profundamente enraizadas na paisagem. Também podemos encontrar outros surpreendentes edifícios modernistas na Tanzânia, frutos da vasta e consistente obra construída de dois de seus mais importantes arquitetos: Anthony Almeida e Beda Amuli.
Com pouco mais de dez milhões de haibitantes e praticamente dois terços de sua população vivendo em cidades e áreas urbanizadas, Portugal é, ainda hoje, um dos países mais rurais da Europa. Boa parte da população se distribui ao longo da costa do Oceano Atlântico, concentrando-se sobretudo em Lisboa e Porto, que reúnem quase a metade dos residentes no país, resultando em uma grande faixa interiorana pouco densificada e com caráter predominantente rural.
Apesar da baixa densidade e atmosfera campestre, estas regiões não carecem de arquitetura de qualidade. É possível encontrar inúmeros exemplos de obras – sobretudo residenciais – que merecem atenção pelo modo como se inserem na paisagem, resignificam antigas estruturas, ou rendem homenagem a técnicas vernaculares locais. A seguir, 15 casas de campo que são exemplos disso:
Ainda que a cozinha seja parte onipresente de quase todas as casas - e, em muitos casos, considerada um símbolo da vida doméstica - ela também pode ocupar um espaço precioso, produzir desordem visual e diminuir a estética minimalista de um ambiente residencial moderno e elegante. Para alguns proprietários, a solução é simplesmente manter a cozinha sempre limpa e organizada. Mas, para alguns arquitetos contemporâneos inovadores e seus clientes, a solução é projetar uma cozinha compacta e oculta que possa ser fechada de forma rápida e fácil, para permanecer fora de vista. Abaixo, discutimos vários exemplos de cozinhas escondidas, bem como algumas técnicas e estratégias de projetá-las.
Em artigo recentemente publicado aqui no ArchDaily sob o título “Por que o Do-It-Together pode ser a solução para muitos problemas da arquitetura?”, chamamos a atenção para o fato de que uma nova geração de arquitetos está questionando a “velha maneira de se fazer arquitetura” e trazendo consigo mudanças consideráveis para a industria da construção civil, especialmente no que se refere às camadas mais pobres da população.
https://www.archdaily.com.br/pt/960681/explorando-novas-formas-de-colaboracao-atraves-da-arquitetura-do-it-together-ditArchitecture in Development
A Secretaria de Cultura do Governo do México e o Instituto Nacional de Belas Artes e Literatura apresentarão o pavilhão intitulado Desplazamientos, trabalho curatorial de Isadora Hastings, Natalia de La Rosa, Mauricio Rocha e Elena Tudela, que representará o país na décima sétima edição da Mostra Internacional de Arquitetura na Bienal de Veneza 2021. A intenção nesta edição de participação nacional foi transformar o esquema de trabalho, a partir do tema estabelecido pela Bienal de Veneza, sob uma abordagem que, embora centrada na arquitetura sob diferentes âmbitos, buscou orientar a conversa para construir uma mensagem distinta, tanto em sua base conceitual quanto na manifestação espacial, artística e construtiva do Pavilhão do México.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130808/estes-sao-os-projetos-que-representarao-o-mexico-na-17a-mostra-internacional-de-arquitetura-da-bienal-de-venezaArchDaily Team
Dezenas de bairros da cidade de Nova Iorque foram recentemente reurbanizados com base em hipóteses inventadas e dados manipulados grosseiramente pelas autoridades municipais com a promessa de promover diversidade, acesso à moradia digna e inclusão social. Entretanto, nenhuma destas expectativas chegou a de fato a se concretizar, e o que é pior, na prática, o resultado foi exatamente o oposto disso: menos diversidade, menos moradias acessíveis e consequentemente, mais segregação e um processo de gentrificação generalizado. Ainda assim, muito pouco se fala disso. Mas o dano já está feito, e os incorporadores seguem aproveitando-se das regras do jogo para seu próprio benefício. E assim a cidade vai sendo transformada para a alegria de alguns poucos e a tristeza de muitos. Esta é a situação que Roberta Brandes Gratz explora em seu mais recente artigo entitulado “New Tork City”, analisando como as leis de zoneamento foram manipuladas para gerar um resultado oposto daquilo que se espera.
A Residência Goldenberg foi projetada em 1959 pelo arquiteto Louis Kahn para Morgan e Mitzi Goldenberg. Embora a casa nunca tenha sido construída, Kahn a citava como portadora de lições importantes para o seu processo de projeto, as quais seriam aplicadas em diversas de suas obras posteriores. Essas lições dizem respeito, especificamente, à irregularidade do exterior da casa em contraste com o seu coração, o átrio, que forma um quadrado perfeito. Ainda que possamos observar essa descoberta no desenho da planta, há nuances em seu projeto que seriam mais difíceis de compreender sem uma visita presencial. No entanto, e se pudéssemos visitar a Residência Goldenberg como se ela tivesse sido de fato construída? Este vídeo explora a Residência Goldenberg, sua história e intenções de projeto, utilizando essas descobertas para construir um modelo digital da casa que pode ser explorado em tempo real.
Ambientes ruidosos trazem efeitos extremamente negativos ao nosso organismo e são um grande vilão para a concentração, aprendizado e produtividade em salas de aula e escritórios. Dores de cabeça são sintomas momentâneos. Mas permanecermos expostos a locais muito ruidosos pode trazer problemas como a perda auditiva, afetar a concentração, a pressão arterial e até a digestão. Também pode desencadear altos níveis de estresse, distúrbios do sono, alterações do humor, aumento da frequência cardíaca e zumbidos no ouvido. Esse trata-se de um inimigo invisível e, muitas vezes, negligenciado nas grandes cidades com os ruídos de tráfego intenso, demolições e equipamentos barulhentos, como geradores e condicionadores de ar. Embora a história se repita em ambientes fechados, medidas eficazes podem ser tomadas para evitar ruídos desnecessários.
Martin C. Pedersen conversa com Frank Stasiowski, fundador e presidente da PSMJ Resources, sobre sua visão em relação à IA e ao futuro da profissão. O autor explica que, há seis anos, ele "entrevistou Frank Stasiowski, fundador e presidente da PSMJ Resources, uma consultoria de gestão especializada em empresas de arquitetura, engenharia e construção. Além de assessorar empresas em planejamento estratégico e de crescimento, planos de liderança e sucessão, fusões e aquisições, além de uma série de outras questões, Stasiowski dedica grande parte de seu tempo a analisar como o setor deve evoluir no futuro, especialmente à medida que a tecnologia assume um papel cada vez mais importante". Considerando-o um dos observadores mais perspicazes do setor, Pedersen conversou com Stasiowski para obter sua opinião sobre a IA e o futuro da arquitetura.
Villino Florio, em Palermo. Edifício no estilo liberty, combinando elementos medievais, barrocos, nórdicos e contemporâneos. Obra do arquiteto Ernesto Basile. Créditos: GiuseppeT em Wikimedia Commons
Art nouveau, ou arte nova, foi um movimento artístico surgido na Bélgica do final do século XIX e que rapidamente se difundiu por diversos países do continente europeu e nos Estados Unidos. Arte “nova” porque rejeitava cânones e demarcava uma ruptura com o passado. Estimulados pelos resultados e mudanças trazidas à sociedade pela Segunda Revolução Industrial, os artistas do movimento buscavam criar uma linguagem que acompanhasse os avanços desse contexto e superasse a antiguidade, o academicismo e o conservadorismo na estética. Assim, em suas obras, elementos clássicos surgiam combinados a itens contemporâneos e diferentes estilos eram mesclados para formar um conjunto original.
A história da pintura no México possui um vasto repertório que vai muito além do óleo sobre tela, uma vez que alguns de seus expoentes mais importantes encontraram diversas interseções com outras disciplinas para desenvolver sua capacidade de observar e, sobretudo, de criar cenas que contassem uma história específica de seu tempo e contexto. São diversos os nomes que elevaram o prestígio do México, posicionando-o como um dos países de maior riqueza cultural e artística, tais como Frida Kahlo, Diego Rivera, Rufino Tamayo, Dr. Atl, Emilia Ortíz e Mathias Goeritz, entre outros.
Este projeto trada da reforma de um escritório comercial em um edifício do século XIX. O edifício originalmente era a fábrica de armamento Czarista, o qual, depois da revolução e da Segunda Guerra Mundial sob comando da União Soviética, se transformou em um complexo dedicado à ciência e tecnologia. Tempos depois o espaço foi abandonado e em seguida se transformou em um edifício de escritórios.
Parceiros de longa data, a Portobello e o jornalista e apresentador Pedro Andrade embarcam juntos em um novo projeto, desta vez na criação da linha Horizontes, inspirada nos cinco destinos preferidos de Pedro e lançada neste ano como parte da coleção 2021 Unlimited Experience. A nova parceria representa mais um passo de inovação da Portobello, de interagir com profissionais de diferentes áreas no processo criativo da empresa, que normalmente convida profissionais de arquitetura e designers de mobiliário e superfícies.
Projeto de land readjustment em execução — conversão de áreas agrícolas em urbanizadas (Misato Chuo, Saitama, Japão). Imagem: Felipe Francisco de Souza
Uma vez que a urbanização acontece, seja legal ou ilegalmente, e os terrenos são subdivididos e povoados, é extremamente difícil reorganizar a posteriori seus limites, sobretudo de propriedade, e garantir terrenos para necessidades públicas básicas.
Tal dificuldade acontece devido a dois fatores principais. Em primeiro lugar, qualquer reorganização de terrenos requer o deslocamento dos usuários existentes, o que afeta suas redes sociais, culturais e econômicas — ou seja, o chamado “capital social” — e também afeta o senso de igualdade e de distribuição justa de direitos. Em segundo lugar, o valor do solo urbano aumenta com seu uso intensivo, especialmente quando a oferta é escassa em uma situação de grande demanda.
https://www.archdaily.com.br/pt/961433/reparcelamento-do-solo-uma-solucao-para-a-urbanizacao-nao-planejadaFelipe Francisco de Souza
“Cópias do abandono” é um trabalho de pesquisa desenvolvido pela artista mexicana Sandra Calvo entre 2016 e 2018. Composto por uma série de videos, arquivos, desenhos e depoimentos, o resultado de sua extensa pesquisa de campo foi transformado em uma espécie de instalação audiovisual, a qual foi recentemente escolhida para ser apresentada no Pavilhão do Mexico na Bienal de Veneza de 2021. O trabalho de Sandra Calvo procura reunir evidencias sobre o impacto dos processos migratórios na arquitetura, principalmente entre o México e os Estados Unidos. Ela se concentra em refletir sobre a relação ambígua que se cria entre as casas onde os migrantes trabalham nos Estados Unidos, e as casas que eles constroem com o fruto de seus suor em seu país de origem, o México.
Soluções que facilitam a usabilidade e, ao mesmo tempo, são sustentáveis, devem sempre ser destacadas. A Klabin, empresa brasileira de papel e embalagens do Brasil, desenvolveu a primeira embalagem de cimento do mercado que pode ser integrada ao processo no momento da preparação do concreto. A embalagem hidrodispersível é feita com papel 100% dispersível, o que significa que pode ser incorporada no preparo do concreto, agilizando a produção com o uso direto na betoneira de eixo horizontal. Basta colocar a embalagem fechada na betoneira, acrescentar areia, brita, água e misturar até que ela se disperse e se integre ao produto final, mantendo a qualidade do concreto. A nova embalagem tem garantia de alta performance e fácil manuseio.
Casa SB. Imagem cortesia de Esrawe Studio por Joel Flores & Emanuel Miramontes
A seleção desta semana com curadoria do Melhor da Arquitetura Não Construída destaca projetos residenciais privados enviados pela comunidade do ArchDaily. De cabanas na floresta a vilas à beira-mar, este artigo explora refúgios residenciais privados e apresenta projetos enviados de várias partes do mundo.
Apresentando uma casa encravada nas florestas suíças, uma residência privada na encosta de Los Angeles e uma casa familiar escondida nas montanhas libanesas, esta seleção explora como profissionais de arquitetura integraram a paisagem à arquitetura contemporânea, implantando residências privadas de forma a garantir a privacidade e a serenidade de que necessitam. Esta curadoria também traz um conjunto de casas na Armênia, México, Quênia e El Salvador, cada uma respondendo a diferentes contextos, demandas espaciais e topografias.
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Moscone Center Expansion / Skidmore, Owings & Merrill + Mark Cavagnero Associates. Imagem cortesia de BOK Modern
Como sabe qualquer arquiteto/a ou profissional que atua na indústria da construção, edificar é um processo que exige intensa mão de obra e tempo. Dificuldades esperadas na construção e instalação podem ser agravadas por atrasos imprevistos causados por falhas mecânicas, circunstâncias políticas ou econômicas, ou até mesmo pelo clima. Diante disso, alguns dos melhores produtos de construção no mercado buscam minimizar o tempo de instalação e a necessidade de mão de obra. O Sistema de Painéis Metálicos Estruturalmente Integrados da BŌK Modern, por exemplo, reduz o tempo de instalação no canteiro e minimiza elementos estruturais de suporte redundantes, o que gera economia tanto de materiais quanto no alto custo da mão de obra de campo. Ao mesmo tempo, seu sistema de painéis oferece alta capacidade de personalização, tornando-os ideais para uma variedade de demandas arquitetônicas e construtivas.
Uma escola para educar com dignidade trata-se de uma intervenção na Escola Primária Intercultural Bilíngue Juan H. Álvarez Xochistlahuaca, em Guerrero, no México – coordenada pela Mestra em Urb. Judith Meléndrez Bayardo, pelo Arq. Antonio Plá Pérez e pelo Mestre em Arq. Julio Gabriel Konzevik Kabib – que surge de uma demanda de ampliações e melhorias para vinte e três escolas indígenas da região montanhosa da Costa Chica de Guerrero, as quais estão vinculadas ao Projeto 50-50 Guerrero; este programa busca reforçar a identidade das comunidades indígenas por meio da preservação de sua língua natal. Dessa forma, nesta comunidade específica, a língua natal ñomndaá adquire um peso significativo no sistema de ensino, mas sobretudo na formação da identidade cultural e na compreensão do meio ambiente. Por esse motivo, tornou-se fundamental transformar o espaço para que a arquitetura contribuísse com esse projeto de resistência cultural.
Bloque de viviendas genérico tras ser parcialmente hackeado (simulacro gráfico de modos subversivos de coexistencia). MAPAa, 2021.. Image Cortesía de Marcos Parga
Marcos Parga, diretor do escritório madrilenho MAPAa, nos apresenta um ensaio especulativo intitulado 'Rebeliões Cotidianas'. Trata-se de uma série de reflexões sobre as novas domesticidades e algumas considerações a respeito dos desafios que enfrentamos a partir da arquitetura após a crise da pandemia de COVID-19, principalmente em relação a como reimaginar e atualizar os agrupamentos domésticos em nossas cidades.
Uma das perguntas-chave de sua pesquisa: E se nos proporcionassem um novo tipo de ferramentas de caráter “retroativo” com as quais recalibrar e desbloquear nossa vida doméstica e nossas interações comunitárias, explorando o potencial hackeável dos blocos de habitação atuais?