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Arquitetura, moda e direção de arte em desfiles de alta costura

O ensino de arquitetura não trata apenas de aprender como projetar e construir edifícios, mas oferece uma perspectiva totalmente nova sobre nosso ambiente construído e sobre como o projeto pode contribuir para criar espaços e experiências de qualidade. Além disso, parte do conhecimento em arquitetura pode ser utilizada como um recurso para criar outras configurações espaciais além do edifício tradicional, abrindo um mundo diversificado de possibilidades em termos de espacialidade e materiais.

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Dando um lar à natureza nas cidades: tijolos para ninhos de abelhas

A relação da humanidade com os insetos é antiga e complexa. Enquanto eles podem disseminar doenças e arrasar plantações, também são vitais para nossa sobrevivência no Planeta Terra, como polinizadores e recicladores. Edward Osborne Wilson, importante biólogo norte-americano, afirmou, em um de seus artigos, que “se os insetos desaparecessem, quase todas as plantas com flores e as teias alimentares que elas sustentam desapareceriam. Essa perda, por sua vez, causaria a extinção de répteis, anfíbios, aves e mamíferos: na verdade, quase toda a vida animal terrestre. O desaparecimento de insetos também acabaria com a rápida decomposição da matéria orgânica e, assim, interromperia a ciclagem de nutrientes. Os humanos seriam incapazes de sobreviver.”

Sobretudo com as abelhas a opinião pública tem mudado nos últimos anos e sua importância para a produção de alimentos tem acendido alertas sobre o uso indiscriminado de venenos e agrotóxicos pelo mundo. Mas diferente da natureza, com meandros e inúmeras possibilidades de locais para repouso, nossas cidades e edifícios modernos geralmente não criam bons locais para receber os insetos, e mesmo pássaros ou outros animais. A empresa inglesa Green&Blue tem trabalhado nisso e criado refúgios para incorporar a natureza às nossas edificações. Conversamos com eles para entender sobre estes produtos.

Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto

Após décadas de crises socioculturais e econômicas em todo o mundo, a comunidade arquitetônica percebeu que é hora de "projetar como se ela se importasse". E com isso, abraçou um movimento que viu arquitetos e designers usarem suas habilidades a fim de desenvolver soluções para crises humanitárias, desde a construção de habitações modulares e mapeamento de paisagens, até o desenvolvimento de aplicativos ou documentários, tudo de um ponto de vista altruísta. Mas, já que, o trabalho pro bono ainda não está enraizado no ethos da arquitetura, como os arquitetos romperam com o modelo tradicional de arquitetura “corporativa” e estabeleceram uma forma de garantir a responsabilidade ética pelo bem-estar humano?

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Arquitetura para as artes cênicas: 15 espaços no México

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Em termos gerais, as artes cênicas são todas aquelas disciplinas que ocorrem em um palco, embora a dança, o teatro e a música sejam os três eixos principais. No entanto, desfiles, procissões religiosas, festas populares e carnavais também têm uma clara dimensão de palco. É por isso que o espaço de palco é tão importante não só para as apresentações destas disciplinas, mas também para a realização de todo um processo corporal e espacial que se apoia na arquitetura.

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9 Áreas de atuação para arquitetos além do projeto

Você já deve ter ouvido algum colega arquiteto afirmar que escolheu cursar arquitetura pelas inúmeras possibilidades de atuação que este diploma permite. O campo da arquitetura é, de fato, muito extenso, por meio do qual é possível enveredar não apenas pelas atribuições mais “tradicionais”, mas também se aventurar em diversas especificidades que compreendem o papel do arquiteto e urbanista.

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Guia arquitetônico e de exposições para compreender a Semana da Arte Moderna

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As celebrações do centenário da Semana da Arte Moderna já começaram. Durante a última semana, artigos e matérias jornalísticas sobre o tema estamparam as mais distintas mídias. Afinal, há cem anos um grupo de artistas se reunia por uma arte que mirava no futuro e se colocava contra o passado, propondo uma nova forma de explorar a brasilidade na música, poesia, pintura e dança. Para compreender como o evento influenciou novos rumos na cultura brasileira e segue importante ainda hoje, reunimos diversos espaços que exaltam a Semana de 22 em um guia para você!

As passagens de Buenos Aires: um escape da cidade

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Em um percurso pelas quadras de Buenos Aires, cerca de 500 passagens se distribuem por toda a cidade. Independentemente do bairro em que estão localizadas, elas representam cartões postais de uma arquitetura urbana contemporânea com um toque de improvisação. Apesar do que se vê hoje, elas são testemunhas da organização de Buenos Aires, que aspirava a regularidade de um tabuleiro de xadrez.

Muitas vezes é difícil dizer a diferença entre a passagem, o beco e a rua sem saída, mas todos eles fazem parte do espaço urbano, aquele lugar de troca, de encontro, de sinais, símbolos e palavras onde as pessoas vivem, brincam e aprendem ao mesmo tempo.

Novos espaços verdes não precisam levar à gentrificação

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Décadas de renovação urbana, enraizadas em políticas de planejamento racistas, criaram as condições para que a gentrificação ocorresse nas cidades norte-americanas. Mas a principal preocupação com a gentrificação hoje é o deslocamento, que afeta principalmente as comunidades marginalizadas moldadas por um histórico de acesso negado a hipotecas. Na Conferência ASLA 2021 sobre Arquitetura Paisagística em Nashville, Matthew Williams e o Departamento de Planejamento da Cidade de Detroit, mostraram preocupação de que novos espaços verdes em sua cidade aumentem o valor de mercado das casas e "prejudiquem as comunidades marginalizadas". Entretanto, o investimento em espaços verdes não precisa necessariamente gerar o deslocamento dessas pessoas: se o projetos forem liderados pelas comunidades, podem gerar benefícios para todos.

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Vencedor do Prêmio Pritzker 2022 será anunciado em abril

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O "vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura 2022 será anunciado no próximo mês", publicou o site oficial do Prêmio. A honraria mais importante da arquitetura revelará seu(s) vencedor(es) em abril deste ano, diferentemente do usual, feito em março. O "Prêmio Nobel de Arquitetura" homenageia todos os anos, desde 1979, um arquiteto vivo (ou grupo de arquitetos) que alcançou conquistas significativas para a humanidade e o ambiente construído.

A pandemia arquitetônica dos edifícios em "stick frame" sobre embasamento

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A pandemia arquitetônica dos edifícios em "stick frame" sobre embasamento - Imagem de Destaque
via Structure Magazine

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Caso tenha passado despercebido, nosso mundo continua, após dois anos, a sofrer espasmos culturais em resposta a agentes infecciosos invisíveis, implacáveis e mortais que seguem assolando populações inteiras, espalhando medo, doença e morte. 

Os EUA também sofrem com uma praga arquitetônica mais silenciosa — porém igualmente invasiva —, que se espalha como metástase por todo o país. Esse contágio arquitetônico tem passado praticamente imune a críticas, mas, desde a popularização da raised ranch, nenhuma outra "tipologia" arquitetônica transformou comunidades de forma tão profunda. Na década de 1950, milhares de alusões simplórias ao estilo Prairie House varreram campos agrícolas suburbanos improdutivos como um incêndio florestal. Mais do que um estilo, o pavimento inferior semienterrado e os níveis intermediários (separados por apenas meio lance de escada) representavam uma nova maneira de explorar como os edifícios poderiam abrigar pessoas, especialmente em uma América em rápida suburbanização.

DeCoding Asian Urbanism se debruça sobre o crescimento sem precedentes da Ásia

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Como é evidente para qualquer pessoa com o mínimo interesse em demografia, as cidades estão se tornando mais densas — muito mais densas. A vida rural continua seu esvaziamento constante à medida que a vida urbana acelera seu preenchimento explosivo.&nbsp"Essa tendência é evidente pelo menos desde meados do século passado, quando o geógrafo francês Jean Gottmann cunhou a palavra “megalópole” para descrever a urbanização contínua de Boston a Washington, D.C., que então abrigava um quinto da população dos Estados Unidos. Contudo, em nenhum lugar a transição do campo para a cidade tem sido tão dramática quanto na Ásia atual. 

Vagas em Pequim | Centro de Planejamento e Arquitetura do Instituto de Design Arquitetônico de Pequim: Arquiteto(a) Principal, Arquiteto(a) de Conceito, Arquiteto(a) de Projeto Executivo, Estagiário(a)

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O Beijing Institute of Architectural Design Co., Ltd. (BIAD) é uma empresa de atuação abrangente que engloba planejamento urbano, planejamento de investimentos, projeto de grandes edifícios públicos, arquitetura civil, design de interiores, paisagismo, projeto de sistemas prediais inteligentes, elaboração de orçamentos de engenharia, sistemas de baixa tensão, engenharia de decoração e contratação geral de obras (EPC). Atualmente, a empresa possui qualificações de Classe A em áreas como design de engenharia, planejamento urbano e rural, consultoria de engenharia, consultoria de custos, planejamento e design de turismo, projeto de paisagismo e engenharia ambiental (controle de poluição física).

O BIAD atende a uma ampla gama de clientes, incluindo órgãos governamentais e instituições públicas nas esferas nacional e local, empresas estatais, empresas privadas, bem como companhias estrangeiras e joint ventures. O valor do nosso design se reflete no sucesso dos projetos de nossos clientes, com obras distribuídas por toda a China e pelo mundo, muitas das quais se tornaram marcos arquitetônicos nacionais e urbanos. A instituição reúne um corpo técnico de excelência, composto por arquitetos/as e engenheiros/as de diversas especialidades, incluindo 1 membro da Academia Chinesa de Engenharia, 9 Grandes Mestres Nacionais de Prospecção e Design, 73 especialistas com subsídio especial do Conselho de Estado, 1 integrante do Programa Nacional de Mil Talentos, 12 especialistas com contribuições de destaque de Pequim e 3 profissionais do Programa de Talentos de Pequim. Entre os/as mais de 4.000 colaboradores/as, 620 possuem títulos profissionais seniores, 836 contam com qualificações de registro profissional nacional, 36 são doutores/as, 995 são mestres/as e 86 concluíram seus estudos no exterior. O BIAD possui 13 filiais na China, 14 subsidiárias integrais e controladas, 9 empresas coligadas, além de manter parcerias acadêmicas com renomadas universidades do país, como a Universidade Tsinghua e a Academia Central de Belas Artes. 

O que é concreto carbono?

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Visto como uma das grandes promessas para o futuro da construção civil, o concreto carbono mescla resistência, leveza e flexibilidade. Além disso, em uma época marcada por uma grave crise ambiental que põe em xeque os métodos construtivos da indústria civil, o concreto carbono surge como uma alternativa que se aproxima das diretrizes da sustentabilidade.

O que são os esgrafitos? Uma análise dos revestimentos murais novecentistas do século XX em Barcelona

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Barcelona é uma cidade que já foi estudada inúmeras vezes. Pelas quadras do Plano Cerdá e pelas esquinas chanfradas, por seu centro histórico e pelas guerras que ali ocorreram, pela arquitetura dos modernistas e seus edifícios monumentais. No entanto, não se tem muito conhecimento de que ela já tenha sido estudada a fundo a partir de um material tradicional de revestimento e suporte artístico como o esgrafiado.

O que são os esgrafitos? Uma análise dos revestimentos murais novecentistas do século XX em Barcelona - Image 1 of 4O que são os esgrafitos? Uma análise dos revestimentos murais novecentistas do século XX em Barcelona - Image 2 of 4O que são os esgrafitos? Uma análise dos revestimentos murais novecentistas do século XX em Barcelona - Image 3 of 4O que são os esgrafitos? Uma análise dos revestimentos murais novecentistas do século XX em Barcelona - Image 4 of 4O que são os esgrafitos? Uma análise dos revestimentos murais novecentistas do século XX em Barcelona - Mais Imagens+ 9

Ao ar livre: 10 terraços em edifícios residenciais na Argentina

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Nos últimos anos, os terraços desempenharam um protagonismo na vida urbana, atuando como refúgio, lugar de lazer e reunião, de contemplação, ou ainda como espaço de trabalho ao ar livre. Privilégio e escape nos períodos de confinamento desde o início da pandemia de Covid-19, estes espaços externos onde se pode fazer exercício, se conectar com a natureza, estudar ou trabalhar se tornaram especialmente desejados por aqueles que vivem nas grandes cidades.

Estratégias passivas de conforto térmico aplicadas em projetos residenciais

Foi-se o tempo em que eram bem vistas as arquiteturas que se fechavam para dentro de si, nas quais seu envoltório seria, não como um moderador do clima exterior no ambiente interno, mas uma barreira inerte e independente. Inúmeros equipamentos mecânicos, elétricos para ventilar, para aquecer, para resfriar. Uma completa máquina.

Hoje se pensa cada vez mais na interação da arquitetura com meio no qual está inserida, fazendo com que nós arquitetos assumamos a responsabilidade do conforto térmico dos ambientes, utilizando estratégias de projeto para uma climatização natural.

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A impressão 3D pode redefinir a arquitetura residencial como a conhecemos?

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Até 2025, Dubai planeja que um quarto de seus edifícios seja construído por meio de métodos de impressão 3D, demonstrando o potencial de uma tecnologia de crescimento rápido, capaz de redefinir e expandir os limites da arquitetura tradicional. À medida que a técnica desponta como uma solução viável nas áreas de construção, engenharia e arquitetura, sua popularidade cresce rapidamente. De fato, apenas entre 2021 e 2028, estima-se que o mercado global de construção 3D cresça 91%, de acordo com um relatório de julho de 2021 da Grand View Research. A que se deve esse crescimento tão rápido? Além de ser uma alternativa mais rápida e apresentar menores custos de construção, ela também pode oferecer soluções de habitação acessível e viabilizar inúmeras possibilidades projetuais, entre muitos outros benefícios. Desse modo, em um momento em que arquitetos e arquitetas precisam se adaptar a uma nova era tecnológica — na qual velocidade e eficiência se tornaram fatores-chave nos processos de projeto e execução —, a ascensão da impressão 3D demonstra um enorme potencial, podendo inclusive ajudar a remodelar a construção civil como a conhecemos.

Quanto mais a tecnologia LED evolui, mais importam os princípios do bom design

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Todos nós já passamos por isso e já agimos da mesma forma! Refiro-me, claro, à nossa reação diante de uma iluminação que deixa a desejar. Pense a respeito.

Todos nós já estivemos em espaços arquitetônicos nos quais algo na iluminação não parecia correto. Poderia ser qualquer um dos seguintes problemas, para citar apenas alguns: aparência, qualidade da cor, controlabilidade, destaque ou a falta dele, oscilação (flicker), sombras muito marcadas, ausência de sombras, níveis de iluminância em superfícies horizontais e/ou verticais, posicionamento das luminárias, proporções e/ou escala. Qualquer um desses fatores pode ser percebido como uma iluminação ruim.

15 Arquitetos contemporâneos que projetam cadeiras

Durante seus anos de universidade, arquitetos adquirem uma ampla gama de habilidades que vão além de aprender a projetar edifícios. Isso inclui a resolução criativa de problemas, gerenciamento de projetos, alta atenção aos detalhes, coordenação de equipes e resposta precisa às necessidades do cliente. Um diploma geralmente fornece as ferramentas necessárias para projetar em qualquer escala – do urbano ao design de produto – e explorar outros campos criativos, como arte, fotografia, jornalismo ou design industrial. Das muitas possibilidades que se abrem, é especialmente comum que muitos deem o salto para o design de móveis, principalmente o design de cadeiras, em vez de seguir o caminho tradicional.

Fé e luz: a arquitetura judaica

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Poucas religiões têm tanta história e simbolismo quanto o judaísmo. Como a religião monoteísta mais antiga do mundo, remonta a cerca de quatro mil anos. No judaísmo, a arquitetura e as casas de culto servem como locais não apenas para serviços litúrgicos, mas também para reuniões e estudos. Hoje, os arquitetos estão repensando o projeto de sinagogas e espaços de encontro comunitário para celebrar o judaísmo, a reflexão e a comunidade.

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Poder feminino na arquitetura: destacando figuras de todo o mundo

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O ambiente construído destinado a todos, na verdade ainda não chega a ser imaginado por todos. No ano passado, no Dia Internacional da Mulher, afirmamos que “a batalha pela equidade está longe de acabar”. Este ano, o ArchDaily está virando a mesa e buscando orientação de nosso público, além do conteúdo normal que publicamos, destacando mulheres arquitetas e tópicos relacionados a gênero. Valorizamos muito as opiniões de nossos leitores e agora, mais do que nunca, estamos buscando sua opinião, para alcançar âmbitos mais amplos e lançar luz sobre figuras femininas desconhecidas no cenário internacional.

Na sua opinião, quais são as arquitetas que faltam na nossa plataforma? Ajude-nos a destacar as mulheres envolvidas no ambiente construído e nomear as principais personagens femininas de todo o mundo, para que possamos ajustar as narrativas, apresentar seus trabalhos e compartilhar conhecimentos e ferramentas para um mundo mais inclusivo. Essas mulheres podem pertencer a qualquer época da história: de jovens forças em ascensão a indivíduos ou empresas estabelecidas, a figuras que fizeram parte da história da arquitetura. Elas também podem ter diversas formações profissionais, desde arquitetas, urbanistas, designers, até construtoras e tomadoras de decisão; todos os perfis envolvidos na formação do ambiente que nos cerca são elegíveis.

Rompendo barreiras: o mês da história negra nos EUA

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Pouco menos de dois anos após o início de uma pandemia global, a inclusão na profissão de arquiteto infelizmente ainda é um tema limitado. Uma pesquisa de 2020 do Architects' Journal do Reino Unido revelou uma quantidade preocupante de obstáculos para arquitetos negros naquele país. Nos Estados Unidos, por sua vez, profissionais negros renomados, como Mabel O. Wilson, do Studio &, questionaram a natureza eurocêntrica de uma grande quantidade de estudos arquitetônicos.

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Readaptando a configuração e o uso dos espaços com um sistema de construção leve

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A partir da pandemia iniciada em 2019, muitas organizações optaram por uma nova metodologia de trabalho desenvolvida de forma remota, visando proteger contra o contágio o maior número possível de seus colaboradores e colaboradoras. O teletrabalho ou “Home Office” tem mostrado uma alta porcentagem de eficácia, pois estima-se que a produtividade de funcionários e funcionárias subiu até 45%. Por essa razão, concluiu-se que, em nível mundial, quase 64% das empresas consideram muito viável que grande parte de sua equipe continue trabalhando remotamente, enquanto outros 30% planejam implementar este sistema de trabalho no curto prazo.

Tudo isso significa que as pessoas agora necessitam de um novo espaço em seus lares, o qual deve ser inteiramente destinado ao cumprimento de suas atividades profissionais, tendo como principal requisito a ausência de elementos de distração. Paralelamente, a economia de tempo gerada pelo “Home Office” (evitando o deslocamento até o escritório), bem como o crescimento acelerado das plataformas de negócios digitais, motivou muitas pessoas a empreender ou a monetizar seus hobbies. Isso também significa destinar outro espaço em suas residências para o desenvolvimento e/ou administração de tais projetos de negócios.

Sobre a construção de uma arquitetura através das palavras

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Durante a última década, testemunhamos como a profissão tem se diversificado para atuar em diferentes frentes — seja por curiosidade, mas principalmente devido a fatores econômicos atrelados às crises financeiras e ambientais que nos assolaram nos últimos anos. Acredito que um dos grandes mitos cultivados nas faculdades de arquitetura seja pensar que, ao se formar, toda essa geração se dedicará a construir grandes edifícios. A realidade, porém, é bem diferente: ao longo dos anos, é muito comum que, de acordo com os interesses específicos de cada pessoa, as oportunidades se diversifiquem, integrando-as a outras áreas que compõem a arquitetura de forma integral.

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