Um ano e meio de pandemia global de coronavírus fez – ou deveria ter feito – todos perceberem a importância dos sistemas públicos de saúde de cada país. Nunca na história se falou e notíciou tanto sobre uma crise sanitária e seus impactos na sociedade, economia e espaços públicos.
Nesse contexto, para celebrar os espaços dedicados à saúde física e mental, reunimos uma série de projetos de postos de saúde, clínicias médicas e centros de terapia de pequena e média escala. Arquiteturas concebidas para o tratamento ou prevenção de doenças, que têm no bem-estar do paciente seu enfoque principal.
Este artigo de Lina Toro Ocampo foi publicado originalmente com o título "Olhar distanciado: conceptualização da experiência de Denise Scott Brown entre África e Londres, como motor e origem de Learning from Las Vegas*" na edição nº 23 da revista Dearq em 23 de janeiro de 2018 (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq23.2018.01). Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância da valorização de certas circunstâncias autobiográficas no âmbito docente do ensino e da aprendizagem do projeto arquitetônico.
A seguir, o apresentamos como parte de uma colaboração conjunta para contribuir com a difusão de pesquisas, análises e opiniões que a comunidade acadêmica nacional e internacional elabora sobre a arquitetura, os temas da cidade e as áreas afins.
Casas de palafitas são edificações erguidas em estacas sobre a superfície do solo ou de um corpo d'água. Datando do Neolítico e da Idade do Bronze, uma grande variedade de moradias elevadas foram identificadas de várias formas em todo o mundo, concebidas com metodologias inovadoras. As palafitas são adequadas para regiões costeiras e climas subtropicais. Mais do que apenas uma resolução de projeto estrutural distinta, também protegem contra inundações, maximizam as vistas e permitem que os proprietários construam em terrenos rochosos, íngremes ou instáveis. Também servem para impedir a entrada de animais silvestres, fornecer ventilação por baixo e minimizar a pegada ecológica de uma casa.
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Cortesia de ICD/ITKE University of Stuttgart
Eficiência no canteiro de obras, reduzir desperdícios, diminuir custos, aprimorar a segurança, melhorar o planejamento e trazer as máquinas para auxiliar na construção e processo projetual. Hoje estes tópicos podem ser associados à automação na arquitetura, no entanto, para que a tecnologia chegasse até esse ponto, de brindar maior possibilidade de ousadia criativa e sustentabilidade, houve um longo caminho. Para conhecer essa trajetória, apresentamos uma breve linha do tempo que ajuda a compreender como ela se desenvolveu e quais são as possibilidades que ela traz para o futuro da profissão.
A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza está em andamento, revelando uma ampla gama de respostas à pergunta "Como viveremos juntos". Com 60 pavilhões nacionais, inúmeras contribuições de arquitetos convidados de todo o mundo e vários eventos paralelos, a edição deste ano reafirma o papel da Bienal como uma plataforma para investigação, exploração e pensamento disruptivo em arquitetura. A declaração original do curador Hashim Sarkis convocou os arquitetos "a imaginar espaços nos quais possamos viver juntos com generosidade". As circunstâncias recentes tornaram a questão ainda mais relevante, levando a uma reavaliação holística de como o mundo, como um coletivo, pode enfrentar mudanças e desafios de uma escala sem precedentes, desde o papel perturbador da tecnologia até a desigualdade, a migração em massa e as mudanças climáticas. As contribuições nacionais a seguir refletem sobre "como viveremos juntos" em meio às mudanças climáticas, explorando ideias para um futuro mais sustentável.
Bryggervangen e Praça Sankt Kjeld’s em Copenhagen. Imagem Cortesia de SLA
Para este mês, The Dirt e o autor Jared Green compartilham conosco um estudo sobre ilhas de calor urbanas, explorando novas abordagens que foram projetadas para reduzir as temperaturas urbanas e ajudar as comunidades a se adaptarem a um mundo mais quente, em três cidades: Nova York, Copenhague e Abu Dhabi.
https://www.archdaily.com.br/pt/963291/ilhas-de-calor-estao-cada-vez-mais-perigosas-mas-arquitetos-e-urbanistas-podem-trazer-solucoesJared Green
Via Wikimedia. Autor: Alejandro Núñez. Licenciado sob CC BY-SA 4.0
O Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio, em colaboração com a Construtora Presidente Riesco, assinou um convênio histórico para dar início aos trabalhos de valorização e recuperação dos vestígios do Bloco 14, onde será implantado o museu em questão. O projeto prevê manter a altura original do conjunto de 10,62 m, contando ainda com uma área de até 800 m². Este será acompanhado, de igual modo, por uma proposta paisagística que será executada dentro dos 1.000 m² de área de preservação no entorno, no setor leste da cidade de Santiago.
Este livro não é sobre arquitetura, é um livro sobre um território. Um território no Chile, na Região Metropolitana, marcado pela cordilheira, por um rio e por um vale.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130183/o-territorio-em-um-relato-lo-barnechea-cronicas-de-sua-historia-de-miguel-labordeJuan Miguel de la Fuente
A cópia acontece o tempo todo na arquitetura. Desde estudantes que copiam as lições de exemplos consagrados, passando pela repetição de casas-modelo e pela referência direta a elementos do passado, até a própria reprodução de desenhos técnicos, o ato de copiar é uma ferramenta importante para arquitetos e arquitetas. Raramente a cópia é vista como uma atividade genuinamente negativa ou proibida, como costuma ocorrer em outras disciplinas criativas. Este vídeo detalha como e por que profissionais de arquitetura copiam, abordando precedentes pós-modernos como a Sainsbury Wing, a Vanna Venturi House e a Villa Dall'Ava, de Rem Koolhaas, além de exemplos mais recentes, como o concurso para a Eyebeam e o processo judicial envolvendo David Childs. Todos esses casos servem para destacar o amplo espectro das cópias na arquitetura, que vão desde as criativas e inteligentes até as preguiçosas e mal-intencionadas.
O conforto térmico fica bastante evidenciado quando não é atendido. Isso porque quando as condições térmicas são adequadas em um local, o corpo encontra-se em equilíbrio com o ambiente e os ocupantes podem simplesmente desenvolver suas atividades normalmente. Pelo contrário, quando um espaço é quente ou frio demais, logo observamos mudanças no nosso humor e corpo. A insatisfação com o ambiente térmico ocorre quando o balanço térmico é instável, ou seja, quando há diferenças entre o calor produzido pelo corpo e o calor do corpo perdido para o ambiente.
Fundada em julho de 2014, a July Cooperative é uma equipe profissional de elite que valoriza a colaboração, busca a essência do design e abrange diversos estilos de paisagismo. O escritório atua também como representante na China do mestre paisagista japonês Shunmyo Masuno, da Uetoh Zoen e da Izumiya Stone. Aliando uma estética oriental a uma bagagem internacional diversificada, nosso objetivo é promover o intercâmbio profissional e gerar valor para o setor por meio de nossos recursos.
Frequentemente, existe uma relação intrincada entre a arquitetura e o ambiente. Cada parte do mundo definiu suas próprias técnicas arquitetônicas com base em suas condições climáticas únicas. No entanto, as preocupações ambientais no século 21 provocaram novas técnicas, implementando soluções para preservar os recursos naturais e proporcionar conforto térmico. Enquanto alguns optaram por uma abordagem futurista com soluções mecânicas e tecnologicamente avançadas, outros decidiram voltar no tempo e explorar como as civilizações protegiam seu povo, arquitetura e meio ambiente quando não tinham mais nada a que recorrer a não ser o próprio meio natural. Neste artigo, veremos como os muxarabis encontraram seu caminho de volta à arquitetura moderna.
Residência GAF/Jacobsen Arquitetura. Image Cortesia de Jacobsen Arquitetura
A evolução dos abrigos representa uma tendência constante em função de uma adaptação às condições ambientais. Para climas quentes e úmidos existem estratégias e soluções de projeto que são muito diferentes daquelas utilizadas em projetos localizados em climas frios e secos, por exemplo. Para cada clima há uma estratégia diferente de conforto ambiental dedicada a adequar a arquitetura às suas necessidades. Dentre essas muitas estratégias, a ventilação natural é um requisito de conforto importante para projetos localizados em climas quentes.
O escritório HANNAH, fundado por Leslie Lok e Sasa Zivkovic, é um estúdio de arquitetura e pesquisa baseado nos Estados Unidos que vem experimentando técnicas de projeto e fabricação digital nos mais variados tipos de projeto, que vão do mobiliário ao urbanismo. Ambos docentes na Cornell University College of Architecture, Art, and Planning, Leslie e Sasa lideram um estúdio focado em design inovador, onde a tecnologia desempenha um papel crucial, combinada com uma investigação rigorosa de materiais, novas aplicações e técnicas construtivas, resultando em projetos altamente criativos.
A viabilidade da impressão em 3D na arquitetura - passou por uma mudança sísmica nos últimos anos. Geralmente rebaixados a protótipos ou modelos conceituais, os projetos de construção impressos em 3D estão cada vez mais atualizados com os projetos físicos. Em 2013, a WinSun, uma empresa chinesa - conseguiu imprimir 10 casas em um período de 24 horas, tornando-se uma das primeiras empresas a obter esse resultado ao usar a tecnologia de impressão 3D. Mais recentemente, em 2018, uma família na França tornou-se a primeira no mundo a morar em uma casa impressa em 3D. A cidade de Dubai também pretende que um quarto de seus prédios sejam impressos até 2025. Esses exemplos indicam a ascensão dessa tecnologia e com o passar dos anos, é possível que a automação na fabricação de edifícios seja uniforme e mais integrada ao processo de construção.
Manter os materiais em sua forma natural e aparentes nos projetos parece uma estratégia cada vez mais disseminada na prática da arquitetura contemporânea. Herdada das formulações modernas, a ideia de manter em vista os elementos que constituem as construções, além de estabelecer uma relação franca entre o usuário e o espaço construído, diversifica a paleta material das obras e pode ser uma ferramenta muito importante no momento de pensar as composições de interiores. O tijolo talvez seja o material mais aplicado nesse contexto: hoje em dia, fala-se em "revestimento" de tijolo à vista, o que leva a noção da exposição dos materiais para um outro lugar, o do ornamento, sendo reproduzido inclusive como papel de parede ou peças exclusivamente de acabamento.
A idade média de uma casa em Cuba é de pouco mais de 75 anos, e além disso, três delas desaparecem a cada novo dia que nasce. Neste contexto, a crise habitacional cubana talvez seja um dos exemplos mais dramáticos da desigualdade urbana no planeta. Embora em sua extensa história, Cuba tenha testemunhado diversas ondas de influência estrangeira em seu governo e, por sua vez, em suas políticas públicas e estratégias de planejamento urbano, nenhum de seus habitantes jamais foi privado de um teto onde morar. Neste momento, entretanto, o seu estoque imobiliário envelhecido está ruindo e milhares de pessoas se vêm forçadas a viver em abrigos compartilhados. Dito isso, o acesso à moradia digna em Cuba nunca esteve tão ameaçado e muito se pergunta sobre como o país está enfrentando esta crise habitacional sem precedentes. Investir na preservação e manutenção de um patrimônio construído maltratado por anos ou lançar-se a construir novas casas, bairros e cidades? Como está se dando o processo de atualização das normas locais e códigos de obras específicos no que se refere ao processo de transferência de propriedade e autonomia em relações aos projetos de reforma e construção?
Muitas vezes, em projetos de interiores, podemos encontrar determinadas peças de mobiliário que são facilmente reconhecidas por representarem um marco para determinada época, local, cultura ou trajetória do profissional que a projetou.
A iconicidade de uma peça ou objeto, seja no contexto do design mobiliário ou não, não é obtida por um conjunto específico de regras. Pôr em questão o que confere a um design a condição de “ícone” pode levar a questionamentos sobre a sua capacidade de ser reconhecido, romper cânones, ser durável no tempo, ou ainda sobre quais são os atores responsáveis por definir esta iconicidade.
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Graças às propriedades de superfície aprimoradas, os painéis lacados PerfectSense Premium Matt agora podem ser usados em superfícies horizontais. Imagem cortesia de EGGER Holzwerkstoffe
A fabricante de materiais derivados de madeira EGGER continua desenvolvendo e aprimorando seus painéis laqueados foscos e de alto brilho PerfectSense Lacquered Board — uma linha de superfícies que está no mercado há cinco anos e oferece propriedades visuais e táteis de alta qualidade. Desde seu lançamento em 2015, os Painéis Laqueados de MDF PerfectSense Matt e Gloss vêm elevando os padrões da indústria de mobiliário. Arquitetos/as, fabricantes e clientes têm se inspirado em seu visual elegante, toque agradável e durabilidade. Sendo uma especialista em materiais derivados de madeira, a EGGER tem aprimorado continuamente o desempenho dos produtos PerfectSense para conceitos de mobiliário e ambientes de alta qualidade. Como resultado, a versão Matt evoluiu para o Premium Matt, e a Gloss transformou-se no Premium Gloss. Agora, ambas as variantes podem ser utilizadas de formas ainda mais diversas. "Devido ao sucesso global e à tendência contínua de superfícies foscas, aprimoramos ainda mais nossos conhecidos painéis laqueados foscos e de alto brilho. Agora, eles também demonstram suas vantagens em superfícies horizontais", afirma Hubert Höglauer, Diretor de Marketing e Gestão de Produtos de Mobiliário e Design de Interiores do Grupo EGGER. Premium Matt: novas aplicações horizontais Os Painéis Laqueados em Premium Matt (PM) se destacam à medida que a tendência contemporânea de superfícies foscas continua a ganhar popularidade. Para os/as clientes, surgem novas vantagens no planejamento e no processamento, como afirma Höglauer: "O inovador sistema de laca otimizou de forma perceptível a resistência a microrriscos e arranhões de nosso painel laqueado PerfectSense fosco. Consequentemente, estamos expandindo a gama de aplicações desse produto para superfícies horizontais, tais como mesas, balcões e prateleiras." A propriedade de resistência a marcas de dedos (anti-fingerprint) do Premium Matt facilita a limpeza, uma vez que quase não ficam marcas na superfície. Isso é particularmente vantajoso no caso de acabamentos escuros. Premium Gloss: novos níveis de brilho Os Painéis Laqueados Premium Gloss (PG) se diferenciam por sua elegância atemporal. O desenvolvimento contínuo do Premium Gloss enfatiza o acabamento espelhado e a natureza reflexiva brilhante, o que contribui para a sensação de amplitude visual em qualquer ambiente. As propriedades da superfície agora estendem as aplicações possíveis do Premium Gloss para superfícies horizontais, como aparadores, que também podem ser executados em alto brilho. Mais variedade, combinações perfeitas O portfólio de produtos da EGGER inclui bordas ABS correspondentes e bordas de destaque de PMMA, produzindo resultados visualmente interessantes para todos os painéis laqueados em Premium Matt e Premium Gloss. Para completar o visual fosco ou de alto brilho, estão disponíveis os laminados PerfectSense Topmatt ou HighGloss. A nova bancada Topmatt com acabamento de borda também pode ser utilizada para garantir um design fosco uniforme em cozinhas. "Dessa forma, oferecemos a solução de produto certa para todas as ideias de design com um acabamento sofisticado fosco ou brilhante", afirma Hubert Höglauer. Alguns dos benefícios dos Painéis Laqueados PerfectSense Premium Matt e Premium Gloss incluem:
"Os deck parks estão cada vez mais em voga nos centros urbanos do sudoeste, mas não se adequam a El Paso", escreve o/a autor/a Sito Negron. Recentemente, diversas cidades ao redor do mundo têm repensado os espaços urbanos dedicados ao transporte, introduzindo áreas públicas sobre rodovias ao mesmo tempo em que expandem a malha viária. Nesta republicação do The Architect's Newspaper, explora-se os limites dessa tendência e questiona-se sua implementação em determinados casos.
Ao definir a sexualidade como uma dentre as várias tecnologias sexuais, Michel Foucault expandiu nossa compreensão sobre o que se entende por sexo. Desta maneira, não só o artefato construído, com seus diversos mecanismos espaciais de produção de corporeidades, mas também o próprio pensamento, em forma de discurso disciplinar, modula a relação entre a arquitetura e o corpo. E o inverso também se verifica, com a incidência do gênero e da sexualidade sobre a teoria arquitetônica. De uma forma ou de outra, vê-se como esse campo de relações é rico e capaz de multiplicar nosso conhecimento acerca da arquitetura e dos próprios meios de constituição e entendimento do corpo generificado e sexuado.
No artigo desta semana da Metropolis Magazine, Kelly Beamon explora “a simbologia do telhado em duas águas”, analisando como muitos arquitetos contemporâneos têm se apropriado desta tipologia fundamental para ressignificar a sua própria essência. De acordo com Beamon, o telhado em duas águas é uma das mais tradicionais soluções arquitetônicas de cobertura, utilizada amplamente tanto em regiões de clima frio quando temperado, a qual está composta por dois planos inclinados e opostos os quais se encontram para formar a cumeeira. Como uma das soluções construtivas mais emblemáticas na arquitetura residencial dos EUA, este artigo procura analisar como este tradicional recurso tem sido reinventado ao longo das últimas décadas.
No momento em que escrevo este artigo, o Brasil está na mais grave crise humanitária de sua história — não apenas uma “crise sanitária”, como se costuma comentar. A pandemia da COVID-19 matou, até 30 de abril de 2021, 411.854 de pessoas e, apenas nos últimos dias, a média móvel de mortes começou novamente a arrefecer — tendo chegado ao máximo de 3.125 em abril.
Epidemiologistas, microbiologistas, infectologistas etc. observam que o impacto da pandemia nas cidades brasileiras é fortemente idiossincrático: cada qual tem condições peculiares a considerar, antes de podermos ousar generalizações. Por outro lado, estima-se uma alta subnotificação (até um décimo dos casos reais), que, inclusive, varia entre cidades. Contudo, feitas as reservas, o que podemos observar no quadro geral?
Arquitetura e automação são dois conceitos que na era moderna de projeto e avanços tecnológicos andam de mãos dadas - ou não? Por um lado, há um leve temor de que "robôs substituam os arquitetos", tornando a profissão mais automatizada e menos criativa. Por outro lado, a tecnologia tornou a prática da arquitetura mais eficiente, em termos de processo e custo. Até onde a tecnologia nos levará? Nosso trabalho será substituído pela tecnologia? A resposta curta é, provavelmente não.