A classificação dos Pueblos Mágicos do México surge como um programa da Secretaria de Turismo (SECTUR) para impulsionar o turismo, destacando os atributos específicos de cada local considerado único. Isso resulta em um aumento na qualidade de vida dos habitantes, gerando novos empregos e fomentando investimentos.
O Salone é o evento de mobiliário mais importante do mundo, fortemente conectado à cidade e à cultura do design. Este ano, apresenta-se um novo formato expandido para marcar o 60º aniversário do Salone del Mobile, intitulado "SuperSalone", uma prévia da edição de 2022, com um foco bastante acentuado na materialidade e no aspecto sustentável.
Ao conseguir conciliar o físico e o digital, de modo a tornar o evento mais acessível ao mundo todo, o Salone ocorreu durante a primeira semana de setembro, na Rho Fiera. Durante esses dias dedicados ao design, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador, Stefano Boeri, para discutir esta edição tão especial, a relação entre a cidade de Milão e o Salone, a democratização do design, bem como a qualidade ambiental em seus projetos ao redor do mundo.
O A’ Design Award "nasceu do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem projetados." Ao reconhecer talentos excelentes e originais de todo o mundo, o A' Design Award representa tanto uma grande conquista para profissionais de design quanto uma fonte de inspiração para arquitetos/as, marcas e agências de design premiadas. As inscrições e indicações estão abertas a participantes de todos os países. As inscrições para a edição de 2021-2022 do A' Design Award & Competition já estão abertas. Inscreva-se e envie seu projeto aqui para receber uma avaliação preliminar gratuita.
The Mighty House Single Family Home e ADU projetada por EYRC Architects. Renderização em Enscape. Imagem cortesia de EYRC e Mighty House
Por que a arquitetura impressa em 3D está em ascensão?
Segundo um relatório de julho de 2021 da Grand View Research, o mercado global de construção em 3D deve crescer impressionantes 91% entre 2021 e 2028. Mas por que a arquitetura impressa está registrando uma expansão tão rápida? Em primeiro lugar, a impressão 3D surge como uma possível solução para alguns dos desafios que a arquitetura, a engenharia e a construção (AEC) enfrentam atualmente, pois pode viabilizar habitações acessíveis, abrigos para regiões afetadas por desastres e uma resposta para a construção sustentável. Além disso, uma das principais vantagens é a redução dos custos de obra, uma vez que se torna muito mais simples calcular o volume real de material necessário, minimizando o desperdício.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131028/construindo-o-futuro-com-impressao-3d-e-visualizacao-em-tempo-realGemma Falconer Da Silva
O arquiteto norte-americano Brian Mac cresceu perto de Detroit. Ele se formou na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Detroit em 1988 e, nos cinco anos seguintes, trabalhou em um escritório especializado em preservação histórica, o Quinn Evans Architects, em Ann Arbor. Foi lá que ele aprendeu a amar o detalhamento arquitetônico histórico e, enquanto trabalhava no escritório, em 1992, obteve seu registro profissional. Em seguida, veio um breve período de desilusão com a profissão, o que o levou a se mudar para o Ohio para trabalhar em um centro de tratamento residencial para jovens infratores.
Galeria RGR apresenta pela primeira vez na América Latina a exposição You Are Everything, do artista dinamarquês Jeppe Hein, que cria um espaço de interação social e diálogo intercultural. Este espaço busca fazer com que as obras sejam ativadas pelas pessoas que o visitam, oferecendo oportunidades de intercâmbio e criando uma forma de interação entre a obra de arte e o público.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130951/artista-dinamarques-jeppe-hein-apresenta-a-exposicao-you-are-everything-na-galeria-rgr-cidade-do-mexicoArchDaily Team
Há muitas pessoas que diariamente se perguntam qual é o tamanho ideal de uma televisão para o tamanho de sua sala de estar ou qual é o melhor lugar para colocá-la. A verdade é que há uma série de fatores a serem considerados ao decidir onde colocar o dispositivo que envolvem considerar as dimensões tanto do ambiente quanto da televisão, a resolução da imagem, a altura, o design e assim por diante. Aqui estão algumas recomendações para garantir o conforto e o bem-estar dos usuários, evitando possíveis problemas de fadiga ocular ou posturas corporais inadequadas.
Cinco perfis de escritórios de arquitetura emergentes da Suíça, França, Países Baixos, Áustria, Reino Unido e Eslováquia foram selecionados pela New Generations, uma plataforma europeia que analisa as práticas emergentes mais inovadoras em âmbito europeu, proporcionando um novo espaço para troca de conhecimento, debate, teoria e produção. Desde 2013, New Generations envolveu mais de 300 escritórios em uma programação diversa de atividades culturais, como festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas em vídeo, workshops e formatos experimentais.
Ao passar mais tempo em casa, muitas pessoas perceberam que pensar os espaços interiores está além de um mero "gosto" pessoal, mas que suas ambiências influenciam diretamente no nosso conforto, humor e qualidade de vida. Esse ponto de vista afetou o modo como enxergamos o próprio banheiro, buscando por soluções que animem esse ambiente e tirem ele da monotonia padrão na qual normalmente é realizado. Por isso, buscamos em nosso arquivo diversos exemplos que quebram essa regra e apresentam espaços que adicionam mais personalidade para a casa e bem-estar para seus usuários.
Um edifício desponta no calçadão à beira-mar da cidade de Palma. Este edifício, construído por José Ferragut Pou em 1960, foi um projeto de vanguarda influenciado pela arquitetura moderna americana da época. Hoje, ele conta uma história de vazio e solidão, como muitos outros.
Lluís Bort é um arquiteto e fotógrafo espanhol que apresenta "Arquiteturas Vazias", um registro fotográfico de alguns dos edifícios e construções abandonadas em toda a Ilha de Maiorca, Espanha.
Muitas vezes, os edifícios acabam como lixo no final de seu ciclo de vida. Como o ambiente construído pode se mover em direção a uma economia circular e, por sua vez, re-imaginar como os materiais valiosos são rastreados e reciclados? Procurando resolver este problema, os "passaportes de materiais" são uma ideia que envolve repensar como os materiais são recuperados, durante a reforma e demolição, para reutilização. O resultado é que, quando um prédio está pronto para ser demolido, ele se torna um banco de armazenamento de materiais úteis.
Cortesia de Trent Basin, Nottingham, UK. Blueprint Regeneration, Martine Hamilton Knight
Em seu mais recente relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) afirma que o aumento da temperatura média global em 1,5ºC será essencialmente inevitável ao longo das próximas décadas. Embora tenhamos que aceitar e conviver com esta realidade, a questão agora é se seremos capazes de inverter esta tendência para evitar um acréscimo ainda maior—que é para onde estamos apontando hoje segundo o IPCC. O relatório informa ainda que, para limitarmos o aumento da temperatura global em apenas 1,5ºC, não poderemos superar em hipótese alguma, a quota das 420 gigatoneladas em emissões de gases do efeito estufa. Acontece que, de acordo com os cálculos do IPCC, se mantivermos o nosso atual passo em matéria de emissões, atingiremos esta meta com facilidade até o ano de 2030. Isso significa que precisamos eliminar com urgência o uso de combustíveis fósseis e investir amplamente na construção de usinas de energia de fontes renováveis para abastecer nossos veículos, casas e cidades.
As intenções da Cidade de 15 Minutos são louváveis. Há muito tempo acredito que caminhar é o melhor de todos os modos de transporte. Também creio que as cidades devem ser livres das regulamentações comerciais que dificultam o surgimento de pequenas lojas e cafés aconchegantes em bairros residenciais. Um bairro de uso misto vivo e dinâmico pode ser um dos melhores presentes do empreendedorismo urbano.
Nos Estados Unidos, regulamos o empreendedorismo dos pobres muito mais do que o dos ricos. Os ricos inovam no ciberespaço, uma zona, em grande parte, livre de regulamentação. Do outro lado, os pobres inovam na prática, em coisas reais, sob as regras do governo local, que microgerenciam o físico.
A prática da arquitetura cada vez mais se voltará para a reutilização de espaços pré-existentes, confiando ao projeto a chance de remodelar seus ambientes, trazer novos usos ao espaço e, assim, diminuir o dano ao meio ambiente. Neste panorama, reciclar galpões não é uma novidade. Por se tratar de espaços que cobrem grandes vãos e possibilitam infinitas possibilidades de ocupação em seu interior, a prática tem se tornado cada vez mais comum.
As técnicas vernaculares e os materiais locais têm ganhado protagonismo no debate da arquitetura, mas, é possível trazer esses conceitos para os grandes centros urbanos?
O arquiteto amazonense Severiano Porto já apontava em 1984 a necessidade de se pensar em uma arquitetura mais conectada com o lugar onde está implantada. A lógica do uso de materiais e técnicas locais cada dia mais se mostra necessária quando pensamos no impacto que a cadeia produtiva da construção civil têm no planeta. Não à toa, cada dia está mais comum o número de projetos que partem do princípio das técnicas vernaculares e do uso de materiais locais, assim como a produção de Severiano já anunciava desde a década de 1980.
A incrível pesquisa “A Long History of a Short Block”, de Bill Easterly, Laura Freschi e Steven Pennings, analisou o desenvolvimento de uma quadra na Greene St., no bairro do SoHo, em Nova York, ao longo de quatro séculos. Neste período, a cidade se mostrou em um constante processo de desenvolvimento, mostrando que a pergunta “Qual o ‘caráter original’ de um bairro?” é mais difícil de responder do que parece.
A começar que a Manhattan de arranha-céus que conhecemos hoje é relativamente recente na sua história. Antes dos holandeses chegarem ao que chamariam de “Nova Amsterdã”, em 1625, a região era tomada por florestas e pantanais, um ecossistema rico que incluía, inclusive, ursos e lobos.
Na China tradicional, tanto o chá quanto o álcool, foram similarmente estetizados e ambos influenciaram a linguagem da literatura e da arte. As pessoas costumavam oferecer o álcool como um presente, posteriormente o mesmo ocorreu com o chá. Hoje, diversas cidades na China abraçaram esta cultura de beber, passada de geração em geração e reinterpretada com uma nova forma contemporânea, em constante evolução nos cafés e bares urbanos.
Estima-se que o cobre tenha sido o primeiro metal a ser encontrado pelos homens e utilizado na fabricação de ferramentas e armas. Isso ocorreu no último período da pré-história, há mais de 10.000 anos atrás, na chamada Idade dos Metais, quando os grupos, até então nômades, começaram a se tornar sedentários, dominando a agricultura e iniciando os primeiros aglomerados urbanos. O cobre, desde então, tem sido explorado para usos muito diversificados. De objetos de decoração, joias, peças automotivas, sistemas elétricos e até amálgamas dentárias, entre muitos outros, o material possui uma demanda enorme. Na arquitetura, os revestimentos de cobre são bastante apreciados por conta de sua estética e grande durabilidade. Mas um fator que cabe ser mencionado é que o cobre pode ser reciclado infinitas vezes, praticamente sem perder suas propriedades.
Quando falamos de arquitetura vernacular, na maioria dos casos, estamos nos referindo a uma forma de se construir específica de uma determinada região—ou uma arquitetura que incorpora sistemas construtivos e materiais locais. As características que definem a arquitetura vernacular, portanto, variam enormemente de lugar para lugar, compreendendo exemplos que vão desde as Casas Colmeias de Harran, na Turquia, às tradicionais casas malaias encontradas em todo o sudeste da Ásia. Dito isso, a arquitetura vernácula continua sendo hoje uma das principais fontes de inspiração para muitos arquitetos e arquitetas ao redor do mundo.
Neste vídeo, Will Quam, do Brick of Chicago, nos conduz pela cidade norte-americana para questionar o famoso ditado de Louis Kahn de que todo tijolo aspira a ser um arco. Aqui, no bairro de Logan Square, encontramos tijolos de todos os tipos que — além dos arcos — assumem outras configurações e metáforas para descrever suas qualidades: tijolos têxteis e paginações ornamentais, pinceladas de uma pintura, juntas finas e acabamentos vitrificados, tijolos em pé (soldados) e de cantos arredondados.
CLOU architects é um premiado escritório internacional que atua nas áreas de arquitetura, interiores e paisagismo. A equipe desenvolve projetos de tipologias diversas com foco na conexão comunitária e no design de espaços sociais. O corpo técnico multidisciplinar da CLOU é composto por 65 arquitetos/as e designers experientes da China e de várias partes do mundo. Sua carteira de clientes engloba incorporadoras de varejo comercial e de uso misto, investidores residenciais, operadoras hoteleiras, além de instituições governamentais e de ensino. Sob a liderança do arquiteto alemão JAN CLOSTERMANN, a equipe da CLOU dedica-se a conceber soluções espaciais integradas e inovadoras sob medida para seus clientes. O escritório explora o potencial dos espaços públicos em edifícios de alta densidade, com o objetivo de impulsionar de forma sutil o desenvolvimento comunitário e gerar um impacto positivo no comportamento e no estilo de vida das pessoas.
Como arquitetas e arquitetos, entendemos a importância da troca de conhecimentos para o nosso setor e, com a Internet, vimos uma oportunidade de encaminhar o tradicional formato de publicações de arquitetura no sentido de sua evolução natural. Um esforço apaixonado e instintivo que acabou encontrando as forças que moldavam nosso novo contexto global à medida que adentrávamos a era das megacidades e a população urbana global crescia exponencialmente. A compreensão desse cenário deu forma à nossa missão: oferecer inspiração, conhecimento e ferramentas para os arquitetos – e todos os envolvidos no processo – enfrentarem os desafios do nosso ambiente construído.
Desenho de proposta de concurso número 11956 de Jørn Utzon, Jørn Utzon | Hellebæk, Dinamarca.. Imagem cortesia de State Archives, NSW
Este breve ensaio, escrito pelo autor e crítico Jonathan Glancey, coincide com o lançamento da primeira edição do Architecture Drawing Prize – uma premiação organizada pelo World Architecture Festival, pelo Sir John Soane's Museum e pelo escritório Make. O prazo de inscrição para o prêmio se encerra em 17 de setembro de 2021.
“'Letramento visual' é uma palavra?”, pergunta Ken Shuttleworth, fundador da Make Architects e idealizador do The Architecture Drawing Prize. Sim, é. “Assim como a alfabetização tradicional”, diz ele, “é certamente o que me interessa ao analisar e avaliar desenhos. Trata-se da fluência em produzi-los e compreendê-los.” O Architecture Drawing Prize está agora em seu quinto ano. “Costumamos ver pouquíssimos desenhos feitos à mão por jovens arquitetos/as — eles/as usam majoritariamente computadores — e, hoje, a maior parte dos/as estudantes de arquitetura vem de uma formação mais voltada à matemática e à física do que às artes. Ainda assim, acredito que o desenho à mão seja de suma importância.”
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Casa Piedra Blanca / Pablo Lobos Pedrals, Angelo Petrucelli. Image Cortesia de Pablo Lobos Pedrals, Angelo Petrucelli
O steel frame é um sistema composto por perfis de aço galvanizado, de espessura entre 0,80 mm e 3 mm, dobrados a frio, e montados como quadros estruturais, com montantes verticais e horizontais. Para envolver os perfis estruturais, são utilizadas chapas de OSB, cimentícias ou de gesso acartonado, que podem receber acabamentos e pinturas interna e externamente. No interior das paredes pode-se incluir materiais isolantes, como lã mineral, de vidro, ou outros, para aumentar o isolamento termo acústico. No sistema steel frame, toda a parte elétrica e hidráulica é instalada antes do fechamento dos painéis, tornando o processo mais eficiente e sem quebras e desperdícios de materiais. Limpeza da obra, eficiência e rapidez são pontos chave neste sistema construtivo altamente disseminado pelo mundo.