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Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática

Desde que o acordo de Paris foi firmado em 2015, minimizar os efeitos e consequências das mudanças climáticas em curso no planeta tem sido, pelo menos declarativamente, um objetivo comum em todo o mundo; no entanto, as ações que estão sendo tomadas variam amplamente de país para país. Pensando nisso, as principais grandes cidades do planeta decidiram se posicionar e partir para a ação ao invés de apenas esperar ordens de cima. Fato é que muitas das iniciativas levadas a cabo pelas administrações municipais e regionais acabam sendo neutralizadas pelo consequente aumento das emissões de carbono em outras regiões do país e do mundo. Além disso, é importante ressaltar que a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação frente às consequências do agravamento da crise climática varia muito de lugar para lugar. Procurando esclarecer e discutir o conceito de desigualdade ambiental, este artigo chama a atenção para o fato de que a crise climática só pode ser combatida de maneira eficaz através de um esforço global conjunto, coordenado e transdisciplinar.

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Casas de tijolos na Espanha: o uso da alvenaria em projetos de interiores e exteriores

A facilidade de acesso, a alta disponibilidade no mercado, a resistência e durabilidade assim como o valor relativamente baixo fazem do tijolo um dos materiais mais utilizados na industria da construção civil, servindo muitas vezes, como símbolo de identidade da arquitetura de uma determinada região. No caso da Espanha, país profundamente influenciado pela cultura e arte mudéjar, o tijolo, que tem sido amplamente utilizado na arquitetura espanhola desde tempos imemoriais, ocupa ainda hoje uma posição privilegiada no cenário da arquitetura contemporânea. Recorrentemente utilizados para a construção de planos, arcos e abobadas, tijolos também aparecem na forma de estruturas vazadas como cobogós e muxarabis, permitindo a iluminação e ventilação natural de espaços interiores, especialmente em se tratando de um território cálido como o sul da Europa.

Pensando nisso, apresentamos à seguir uma série de projetos de arquitetura contemporânea que fazem uso deste material, acompanhados de um breve memorial descritivo fornecido pelos arquitetos responsáveis.

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A madeira resiste bem a terremotos?

Para alguns, pode ser aterrorizante pensar que habitamos uma esfera orbitando em volta do Sol, cujo núcleo possui temperaturas de até 6.000ºC e todas as atividades humanas localizam-se sobre a crosta terrestre, a menor das camadas em espessura, nas chamadas placas tectônicas. Essas placas flutuam sobre o manto, mais precisamente na astenosfera e às vezes se chocam, causando tremores de terra. Como vemos neste mapa interativo, os terremotos são muito mais frequentes do que imaginamos, ocorrendo dezenas diariamente pelo mundo, muitos imperceptíveis. Mas alguns são extremamente potentes e, quando ocorrem próximo de áreas urbanas, são uma das forças mais destrutivas da Terra, causando mortes e danos no ambiente construído.

Com o avanço de pesquisas, testes e experimentações na engenharia, países e regiões com atividades tectônicas já possuem conhecimentos para reduzir o perigo de morte e os danos causados. Algumas soluções e materiais funcionam melhor no caso de um terremoto. A madeira é um deles. 

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Resolvendo o condicionamento térmico através do isolamento de paredes e coberturas

Condições inadequadas de vida em um edifício desencadeiam desconfortos e até mesmo patologias no ser humano. Experimentos científicos já demonstraram que a falta de concentração e até mesmo os acidentes cotidianos são influenciados tanto pelas altas quanto pelas baixas temperaturas no interior de um espaço. E embora a sensibilidade térmica varie de pessoa para pessoa – dependendo de suas vestimentas, gênero, hábitos e idade –, os princípios básicos por trás do conforto térmico são universais. O conforto térmico é determinado principalmente pela temperatura do ar e pela umidade presente. Nesse sentido, o corpo humano busca manter uma temperatura corporal quase constante de 37°C, trocando calor continuamente com o meio ambiente.

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Cobrar mais pelo estacionamento nas ruas pode promover equidade no transporte

Quando parte das ruas é dedicada ao estacionamento, opta-se por dar uma destinação privada a um dos ativos mais valiosos da cidade. De ciclovias e faixas dedicadas para ônibus a calçadas mais espaçosas, parklets ou mesmo faixas de tráfego veicular misto, o cardápio de usos mais benéficos à coletividade é vasto. Mais do que nunca, é preciso repensar a mobilidade em nome de cidades mais prósperas e inclusivas. E a cobrança do estacionamento rotativo é um bom ponto de partida.

O transporte coletivo, a bicicleta e a caminhada são as opções mais sustentáveis na mobilidade urbana. Porém, enquanto sistemas de ônibus definham em meio à falta de recursos e à queda na demanda, e ciclistas e pedestres dispõem de infraestrutura precária em seus deslocamentos, cidades investem recursos vultosos na manutenção das vias – e ainda reservam parcela significativa para motoristas armazenarem um bem privado.

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Casa projetada por Frank Lloyd Wright escapa de demolição e será restaurada

Relegada ao esquecimento até poucos meses atrás, uma das casas projetadas por Frank Lloyd Wright em estilo colonial holandês não parecia estar caminhando para um final muito feliz. Naquela ocasião, a residência projetada e construída pelo arquiteto em 1894 na região suburbana de Chicago, estava correndo sérios riscos de demolição quando foi colocada à venda por um valor de aproximadamente um milhão e trezentos mil dólares. Pouco tempo depois, ou melhor, na semana passada, a histórica Frederick Bagley House, definida pela organização sem fins lucrativos responsável pela conservação da obra construída de Frank Lloyd Wright como “uma obra exordial única e insubstituível”, parece agora caminhar em direção a um futuro bastante promissor—ou melhor, para um novo recomeço.

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18 meses depois, revisitamos nossas previsões sobre o ambiente construído em um mundo sob a COVID-19

Há apenas 18 meses, a população global teve sua vida virada de cabeça para baixo pela pandemia de COVID-19. Quase imediatamente, arquitetos/as e designers começaram a especular sobre como projetar um mundo melhor, que fosse flexível, funcional e saudável. Embora a pandemia esteja longe de acabar — com muitos avanços científicos e políticas de saúde pública ainda necessários para de fato nos permitir vivenciar o nosso “novo normal” —, talvez seja o momento de refletir sobre nossas previsões e analisar quais aspectos da pandemia foram reações de curto prazo e quais aspectos da vida podem se refletir permanentemente na forma como pensamos o ambiente construído.

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The Second Studio Podcast: Entrevista com Randy Collins, engenheiro estrutural

The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina recebem Randy Collins, S.E., fundador e diretor da FTF Engineering, Inc., para discutir o papel e as responsabilidades de engenheiros/as estruturais, o dimensionamento de estruturas resistentes a terremotos, as limitações dos requisitos estruturais dos códigos de obras, a contratação de profissionais de engenharia, a colaboração com arquitetos/as, a geração de valor para clientes e muito mais.

Vestígios urbanos do passado colonial: Dar es Salaam e Nairobi

Observando rapidamente o continente africano, encontraremos uma enorme diversidade de padrões de assentamentos humanos, variando desde pequenos ambientes urbanos, enclaves rurais até extensas metrópoles. Sobrevoando este vasto território, podemos concluir também que muitas cidades africanas estão trabalhando para superar a lacuna histórica que as separa do resto do mundo—embora essa “evolução”, na maioria dos casos, esteja apenas acentuando as desigualdades estruturais que permeiam este continente de norte a sul. E esta dinâmica não é uma novidade, pois a aparência de muitas das cidades africanas ainda hoje é resultado de uma longa história de opressão e segregação.

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As mulheres e o canteiro de obras autogestionário

Muitas vezes despercebida ou desconsiderada, a desigualdade de gênero na arquitetura traz consequências tanto às mulheres e suas carreiras quanto aos espaços e produtos criados. Há, porém, um nicho de trabalho dentro da construção civil que contradiz essa lógica, propondo a criar um espaço de trabalho mais igualitário. Este texto propõe uma reflexão sobre essa desigualdade e como ela é desafiada pelas práticas autogestionárias. 

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Equidade e Arquitetura: Um problema global e de todos(as) (na opinião de nossos(as) leitores(as))

Durante o mês de setembro, aconteceu a 4ª edição da Bienal de Arquitetura de Chicago sob o título Available City (Cidade Disponível) – e foi a ocasião perfeita para abrir o debate sobre o papel da arquitetura na equidade urbana.

A arquitetura pode promover a equidade nas cidades? Existem limites para isso? A partir de uma perspectiva crítica, discutimos o assunto por meio de uma pergunta inicial ao nosso público leitor: Quão equitativa é a arquitetura?

Após ler e compilar todos os comentários recebidos, tanto de profissionais da construção quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, concordamos que a equidade na arquitetura é, antes de tudo, um tema multiescalar, um problema global e de todos nós.

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"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal

"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 1 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 2 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 3 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 4 of 4A re-existência do habitar, da língua e do território, Arte a 360 grados + Comunal - Mais Imagens+ 47

O projeto “Tequiocalco. Campa tlachializtli mozcalializtli in totlamatiliz huan toyuhcatiliz” – localizado no estado de Tlaxcala, México - que se traduz para o espanhol como Centro Autónomo de Investigación y Revitalización de Saberes Comunitarios (CAIRSCO), é o "lugar onde observamos ou investigamos e revitalizamos nossa sabedoria e cultura, formas de ser ou o que é vivido na comunidade".

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Casas brasileiras: 40 residências e refúgios rurais

Casas brasileiras: 40 residências e refúgios rurais - Imagem de Destaque
Casa da Mangueira / Alan Chu. Foto: © Djan Chu

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Grandes cidades se tornaram os lugares mais perigosos durante a pandemia, além disso, toda a situação pandêmica validou o trabalho remoto e colocou em questão a necessidade de morar em centros urbanos e densos. Por esse motivo, o êxodo urbano provavelmente será um tema constante num futuro próximo e levantará grandes discussões no campo da arquitetura e urbanismo sobre como lidar com esse movimento.

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Além do vermelho: arquiteturas com tijolos cinzas e pretos

A canção do grupo inglês Pink Floyd “Another brick in the wall” (Outro tijolo na parede) traz à crítica um sistema educacional alienante e pouco motivador. As pessoas, ou as crianças, são retratadas como tijolos, por conta de sua homogeneidade, seja na forma de viver ou de pensar em uma sociedade pouco afeita à contestação. Os tijolos funcionam muito bem nessa comparação, por terem mudado muito pouco na história e pelo mundo em suas formas retangulares. Mas isso não vale em relação às suas cores. Ainda que estejamos acostumados a remeter ao vermelho quando falamos de tijolos, há infinitas possibilidades de tons, conforme a composição e o processo de fabricação das peças. 

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Em Risco: Os comuns rurbanos do Alto Fucha em Bogotá

Este artigo de Ana López Ortego (Colectivo Arquitectura Expandida) © uma colaboração do Colectivo RE e foi publicado originalmente em 02 de agosto de 2020 na segunda edição de Huevo de pato, uma publicação que tem por objetivo compartilhar pensamentos e experiências como estratégia para a democratização do saber e do fazer.

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Recuo obrigatório, um equívoco que precisa acabar

O muro é um dos principais problemas de nossas cidades. Materialização divisionista por excelência, tira o sentido da convivência nas ruas e transforma o caminhar por nossas calçadas em uma experiência vazia, monótona e insegura. Os “olhos na rua” são essenciais para a vida urbana, especialmente em uma sociedade violenta como a brasileira.

Por que nossas cidades têm tantos muros? Usualmente se culpa o setor imobiliário, eterno vilão para os que costumam confundir causa e consequência. Mas, na verdade, casas já antigas também se valem deles.

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Projeto interseccional: transformando a prática arquitetônica para o futuro

Um projeto de arquitetura nasce de nuances, da empatia para com os usuários e de uma compreensão profunda de seu contexto específico. Melhores soluções são aquelas que atendem tanto às necessidades e os anseios dos clientes quanto questões de contexto e identidade. Neste sentido, o projeto interseccional pode ser entendido como uma abordagem que leva em conta diversos fatores —de identidade, gênero, raça, sexualidade, classe e muitos mais — e como estes interagem entre si. Considerando isso, quanto melhor compreendermos as questões de relativas ao contexto específico e ao usuários para os quais projetamos nossos espaços, melhor serão nossos edifícios e, consequentemente, as cidades que estaremos construído para o futuro. 

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Arquivo de Ideias Recebidas: Mauricio Freyre / Estúdio Rien

Archivo de Ideas Recibidas é um projeto interdisciplinar de pesquisa e difusão que busca registrar e relacionar as ideias de pessoas que contribuem para o ecossistema criativo contemporâneo a partir da arte, do design e da arquitetura. O projeto se constrói a partir das conversas que a equipe mantém com diversas mentes criativas, nas quais se aprofundam temas relacionados à memória, à academia, ao contexto cultural, às suas principais influências e metodologias de trabalho. Nesta ocasião, compartilham conosco a entrevista sobre cinema e arquitetura com Mauricio Freyre (Estudio Rien).

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Entendendo o ciclo das feiras: O design de estandes comerciais no bairro de La Floresta, Quito

Pablo Salazar compartilha seu trabalho de pesquisa intitulado "Design de estandes comerciais no bairro de La Floresta, Quito, Equador". Este abrange temas como a pegada climática gerada pela atividade em escala urbana, a análise de radiação, de ventos e heliografia, além do design e detalhamento de materiais de quatro tipos de estandes comerciais.

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O que está por trás do humor oculto da arquitetura

A arquitetura pode ser engraçada. Naturalmente, ela costuma ser um alvo fácil e bem-humorado de piadas, como quando Frank Gehry é satirizado em Os Simpsons; no entanto, os próprios edifícios também podem ser divertidos. Filósofos como Kant acreditavam que o humor residia na incongruência entre o que se espera e o que se vivencia. Existe todo tipo de expectativa depositada sobre as edificações, bem como uma infinidade de maneiras pelas quais essa incongruência pode se desenvolver entre tais expectativas e o que o edifício realmente entrega. Este vídeo explora alguns dos edifícios humorísticos mais interessantes da história, desde o Maneirismo de Giulio Romano até as lojas BEST do SITE Architects, entre muitos outros. Por fim, o vídeo aponta para algumas práticas contemporâneas que recorrem ao humor para alcançar algo que vai muito além de uma simples risada.

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Um retrofit no Reino Unido e um edifício administrativo na Coreia do Sul: 9 projetos de escritórios não construídos enviados ao ArchDaily

Um retrofit no Reino Unido e um edifício administrativo na Coreia do Sul: 9 projetos de escritórios não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem de Destaque
City Garden Layers por CAAT Studio. Imagem © PeNo Visualization Studio

A tipologia dos edifícios de escritórios vem evoluindo em direção a projetos mais fluidos, espacialmente diversos e flexíveis, a fim de acomodar as necessidades das novas gerações de profissionais e dos novos modelos de negócios. A seleção com curadoria desta semana de arquitetura não construída foca em projetos de escritórios e edifícios comerciais e administrativos enviados pela comunidade do ArchDaily, mostrando como profissionais da arquitetura em todo o mundo visualizam os ambientes de trabalho e sua contribuição para o ambiente urbano.

Desde o retrofit de um edifício de escritórios desatualizado em Londres até um projeto comercial e administrativo moldado como um passeio arquitetônico no Irã, passando pelo jogo de cheios e vazios em um edifício corporativo na Turquia, os projetos a seguir apresentam algumas das ideias que moldam a tipologia de escritórios. Essas preocupações incluem a necessidade de atualizar o parque edificado existente, uma maior conexão entre áreas internas e externas ou o distanciamento da planta de escritório genérica. 

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4 maneiras de criar um ambiente construído mais seguro e com melhor custo-benefício

Diante do cenário atual, a pandemia de COVID-19 provavelmente exercerá uma influência duradoura sobre a próxima era da construção e do design, moldando a forma como construímos em cada fase, incluindo projeto, materiais e protocolos de obra. É possível que profissionais de arquitetura e engenharia continuem trabalhando remotamente, revisando projetos e especificações de forma virtual. Fabricantes talvez precisem ampliar o distanciamento em suas áreas de produção ou, ainda, recorrer a uma maior automatização.

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Sordo Madaleno Arquitectos projeta o primeiro complexo Park Hyatt na Cidade do México

Sordo Madaleno Arquitectos projeta o primeiro complexo Park Hyatt na Cidade do México - Image 2 of 4
© Sordo Madaleno Arquitectos

O escritório de arquitetura Sordo Madaleno Arquitectos (agora SOMA) revela o projeto do novo empreendimento de uso misto Park Hyatt, cujo programa inclui um hotel de luxo, residências e escritórios, localizado na região de Polanco, na Cidade do México. Este projeto constitui o primeiro complexo da Hyatt Hotels Corporation no país.

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As melhores fotografias de arquitetura enviadas por nossos leitores em 2021

No dia 19 de agosto, celebramos o Dia Mundial da Fotografia. Este ano, para incentivar nossas leitoras e leitores entusiastas desta arte, lançamos uma chamada que convidava todos os interessados – fotógrafos amadores ou profissionais – a enviarem suas imagens de arquitetura e cidade.

Dos mais de 130 participantes de partes tão distintas do globo quanto Índia, Brasil, Paquistão, Moçambique, Itália e Estados Unidos, recebemos mais de 400 fotografias de edifícios, interiores e espaços públicos localizados contextos diversos, registrados por olhares atenciosos a partir de técnicas variadas. Nossa equipe de conteúdo pré-selecionou 50 fotografias e, em seguida, votou nas 25 imagens mais instigantes. Apresentamos esta seleção a seguir, em ordem alfabética pelo nome dos autores.

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