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Presença do México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza

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Esta edição da Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza tem se mostrado a mais ativa e representativa para a arquitetura no México. Trata-se da bienal com o maior número de participantes mexicanos em diferentes frentes e projetos colaborativos. O Pavilhão do México, “Echoes of a Land”, localizado na Sala de Armas do Arsenale, apresenta uma abordagem da arquitetura que vai além da forma e da função programática ao associá-la à geografia, à cultura e à identidade.

Teste do Pavilhão de Hélio: quais são as possibilidades da arquitetura inflável?

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O Pavilhão de Hélio -GA estudio- não apenas evidencia uma exploração projetual e construtiva sobre as instalações temporárias, mas também faz referência, especialmente, às interessantes capacidades da arquitetura inflável: o leve, o fácil de montar, o flexível, o econômico, o nômade.

Nós, arquitetos/as e designers, devemos evoluir mais rápido do que o nosso contexto

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Nas últimas décadas, a arquitetura e as profissões relacionadas ao ambiente construído mantiveram uma postura isolada, o que as distanciou de debates relevantes e impediu a identificação de oportunidades e novos territórios a serem conquistados. O futuro exigirá líderes com uma visão ampla e renovadora do nosso campo: líderes — homens e mulheres — com a agudeza e as habilidades para identificar problemas reais originados em um espectro de áreas mais amplo do que o atual, capazes de transformá-los em oportunidades de negócios inovadoras, com poder de impacto e que se conectem melhor com a sociedade, gerando mais valor.

A onipresença da tecnologia, a pressão demográfica, o crescimento urbano exponencial ou as diversas ameaças ambientais estão transformando a maneira como planejamos, compreendemos e interagimos com o espaço: em suma, o nosso modo de viver. Para enfrentar esse cenário, devemos evoluir mais rápido do que o nosso contexto. Profissionais de arquitetura e design contam com um talento excepcional como grupo. Temos a capacidade de pensar de forma sistêmica, combinando naturalmente abordagens criativas e propositivas com uma sólida capacidade analítica, e somos capazes de integrar fatores bastante distintos em uma visão de longo prazo, o que nos torna bons estrategistas. Aproveitar esse talento a partir de uma perspectiva profissional muito mais ampla não significa esquecer o papel que tradicionalmente desempenhamos, mas exige questionar o status quo: como em uma árvore, quanto mais alto pretendemos chegar, mais profundas devem ser nossas raízes.

Relembrar as seguintes ideias pode servir como um guia relevante neste interessante trabalho de redefinição:

Qual é o discurso da arquitetura para a classe média no Chile?

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Mark Wigley afirma que os/as arquitetos/as, mais do que construtores/as, são faladores/as. "Os/as arquitetos/as não fazem objetos sólidos. Eles/as fazem discursos sobre os objetos", propõe Wigley em “Typographic Intelligence” (2002). Isso ganha particular relevância quando associado à proposta de discurso do filósofo Michel Foucault, que argumenta em "A ordem do discurso" que estes consistem em uma série de enunciados ou formulações que comunicam uma determinada ideia e definem tudo o que pode ser dito sobre um tema a partir da conformação de uma forma particular de compreender a realidade.

Os discursos, portanto, não são apenas um glossário particular de palavras, mas abrangem os significados ou ideologias expressos por meio delas. Dito isso, gostaria de sugerir que a arquitetura pode ser compreendida como uma disciplina na qual opera um conjunto de discursos administrados por um organismo de controle que valida constantemente quais deles geram arquitetura e quais não. E, se nos referirmos aos discursos que podem operar na arquitetura, veremos que vários poderiam coexistir de forma paralela, justificando-se mutuamente, enquanto outros se ignorariam e se excluiriam —conformando enunciados de verdade distintos—. Pode inclusive haver estratégias discursivas aparentemente extintas devido ao seu desuso ou à sua ocultação intencional.

Flores do Humedal, menção honrosa do XXXII Concurso CAP Chile

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A equipe integrada por Francesca Fuentes, Juan Andrés Hoffmann e Kevin Gómez recebeu a menção honrosa do XXXII Concurso CAP Chile. Projetado para o Humedal Tres Puentes, em Punta Arenas, o projeto conhecido como "Flores del Humedal" busca gerar "um vínculo físico entre o território isolado e a sociedade, a fim de facilitar o encontro, o conhecimento, a pesquisa e a conservação", segundo os/as autores/as.

O júri do certame explica que se trata de um "projeto que levou a estrutura de aço a um nível altamente criativo e que desafiou o programa, propondo uma nova maneira de observar a natureza. Ao mesmo tempo, gera uma relação intensa com o território para a observação das áreas úmidas".

Por que os/as arquitetos/as são tão obcecados/as por Piet Mondrian?

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Na década de 1920, o pintor holandês Piet Mondrian começou a produzir suas obras mais emblemáticas e estilizadas: telas estruturadas sobre uma malha preta irregular, pontuadas por planos dinâmicos nas três cores primárias (vermelho, amarelo e azul). Aparentemente desvinculado de elementos da realidade figurativa, o artista simplificou a linguagem de linhas e planos no que chamou de Neoplasticismo (Neo-Plasticism), explorando a dinâmica entre cor e forma. Embora suas pinturas de blocos de cores primárias tenham se tornado um marco do movimento De Stijl no início do século XX, os elementos abstratos de sua obra continuam, um século depois, a inspirar os/as arquitetos/as em todo o mundo.

Afinal, o que há na obra de Mondrian que tanto fascina pintores/as e designers, levando-os/as a transpor seus conceitos para a exploração do espaço?

Tendências em renderização em tempo real

Será que arquitetos/as estão realmente recorrendo à renderização em tempo real para a visualização de seus projetos? A Epic Games, criadora do Unreal Engine, decidiu investigar a questão por meio de uma pesquisa independente.

Os resultados confirmaram o que muitos de nós já suspeitávamos: a renderização em tempo real está em ascensão na arquitetura, na mídia, no entretenimento e na indústria manufatureira. No entanto, a pesquisa também revelou alguns detalhes surpreendentes sobre essa tecnologia e suas aplicações.

Um homem, um terno e uma janela: o estranho mundo dos vídeos promocionais de arranha-céus de luxo

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Um novo gênero cinematográfico está surgindo: o vídeo promocional de arranha-céus de luxo. Geralmente lançadas antes mesmo de a construção do edifício ser concluída, essas renderizações fílmicas seguem um formato estranhamente padronizado: uma trilha sonora emocionante invariavelmente acompanha o *time-lapse* do horizonte de uma cidade; o espectador sobe por um edifício renderizado até alcançar o último andar. Ali, deparamo-nos com alguma variação da cena mais comum nesses vídeos: um homem de negócios que observa, em silêncio, a imensidão da cidade abaixo. A figura costuma ser pensativa, bem-vestida, branca e masculina. Continue lendo para conhecer três exemplos marcantes dessa tendência peculiar.

A arte salvará a arquitetura, segundo Steven Holl

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A arte salvará a arquitetura, segundo Steven Holl - Imagem de Destaque
Cortesia de Yudi Ela

O premiado arquiteto Steven Holl expressou seu descontentamento com a arquitetura contemporânea em entrevista à Metropolis Magazine. Embora o escritório Steven Holl Architects (SHA) tenha vencido recentemente o concurso de projeto para um edifício de acesso na University College Dublin e concluído novas obras em Londres, Houston, Virgínia e Richmond somente no último ano, o arquiteto está convencido de que, apesar de todo esse sucesso, “não é um grande momento, há muitos profissionais ruins na arquitetura”.

Vencedor(a) do World Architecture Festival compartilha sua experiência no evento

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Um mês após o evento, os diversos indicados ao World Architecture Festival de 2018 já retornaram às suas cidades de origem, deixando para trás a efervescência do encontro deste ano em Amsterdã. No entanto, isso não significa que o festival não tenha deixado um impacto duradouro. 

Joaquín Vaquero e a beleza do descomunal

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O que a obra de Joaquín Vaquero Palacios tem que nos surpreende depois de tanto tempo e a torna merecedora de uma exposição no Museu ICO e de tantas visitas de especialistas? Muitas vezes fui acionado — com a maior satisfação — como arquiteto de contato para visitas às Astúrias para ver as obras de Vaquero. A disposição da Hidrocantábrico e agora da EDP (continuo conversando com as mesmas pessoas; meu muito obrigado a Nicanor Fernández e sua equipe) é sempre total, assumindo as mudanças com estoicismo, pois quem vem de fora muitas vezes não se dá conta, por exemplo, de que ir a Grandas de Salime continua sendo uma grande viagem que ocupa, e preenche de alegria, o dia inteiro, ou de que as questões de segurança são fundamentais.

Em certa ocasião, trouxemos um ônibus da Universidade Internacional Menéndez Pelayo e, ao final do dia, as pessoas aplaudiam no veículo como se tivessem assistido a uma ópera. E era exatamente isso: a grande ópera formal de Vaquero. Este ano, para não ir mais longe, fui *cicerone* do Mestrado em Arquitetura Avançada da Universidade Politécnica de Madri, dirigido por Juan Herreros — um entusiasta de Vaquero que nos acompanhou em diversas ocasiões —, em uma visita com estudantes de cinco nacionalidades diferentes que ficaram boquiabertos ao ver as usinas. Também nos encontramos em Proaza, nos escritórios, e em Veriña com a jovem equipe de arquitetura que concebeu esta exposição, que ia revisando cada detalhe, cada arquivo que encontrava nos edifícios.

O futuro dos Países Baixos: o método pôlder como solução

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Quando falamos de cidades como Amsterdã, inevitavelmente nos lembramos daquela rede de canais, de ruas entremeadas por água. E a água é, de certa forma, um dos desafios mais célebres enfrentados por essa cidade. Com 60% de seu território abaixo do nível do mar, as mudanças climáticas (e a consequente elevação do nível dos mares e rios) são uma questão de sobrevivência não apenas para ela, mas para todo o país.

A maior lição de B.V. Doshi para nós

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Cortesia de The Leewardists

O laureado com o Prêmio Pritzker, Balkrishna Doshi, transmitiu muitas lições por meio de sua arquitetura poética. Ao se apoiar no artesanato e na cultura locais, ele criou edifícios voltados para a comunidade e a humanidade. Doshi certa vez descreveu o design como "nada mais do que uma compreensão humilde dos materiais, um instinto natural para soluções e respeito pela natureza", filosofia evidente em sua arquitetura, que combina o ambiente natural com o foco no ser humano. Aqui, The Leewardists ilustra uma de suas citações célebres e mostra como B.V. Doshi inspirou gerações de estudantes e profissionais com os valores universais que manifesta em sua arquitetura.

A maior lição de B.V. Doshi para nós - Image 4 of 4
Cortesia de The Leewardists

Os 100 melhores projetos de arquitetura em madeira nos EUA

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Considerada um dos materiais de construção mais nobres — e também uma das favoritas de muitos profissionais da arquitetura em todo o mundo —, a madeira oferece valor estético, estrutural e prático das maneiras mais versáteis. Por meio de diferentes técnicas, como o trabalho artesanal ou a pré-fabricação, a construção em madeira permanece relevante não apenas historicamente, mas também na vanguarda da arquitetura e do design (graças a novas tecnologias que expandiram suas possibilidades).

De pavilhões temporários a residências unifamiliares e edifícios institucionais de grande porte em múltiplos pavimentos, a madeira tem demonstrado seu valor no mesmo patamar de outros materiais estruturais, como o aço, o tijolo ou até mesmo o concreto. Esse protagonismo é especialmente evidente nos Estados Unidos, onde arquitetos e arquitetas de renome utilizam novas técnicas para aprimorar as soluções que o material pode oferecer. Além disso, novas regulamentações estão permitindo que esses(as) profissionais explorem ainda mais a diversidade e as possibilidades da construção em madeira.

Com o apoio do ThinkWood, reunimos 100 exemplos das melhores estruturas de madeira nos Estados Unidos.

Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru

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Cortesía de Archivos T3 ALBORDE

Quantos estudantes de arquitetura sentam para ouvir as necessidades de uma comunidade para transformá-las em um projeto que será construído durante o semestre acadêmico? Poucos. Embora existam várias disciplinas participativas nas universidades, muitas vezes elas não passam de propostas — brilhantes, por sinal —, mas que não chegam a se materializar; ainda que, claro, nos sirvam de inspiração. Por outro lado, outros projetos que de fato são construídos não necessariamente passaram por um diálogo exaustivo com os habitantes do local da intervenção. Nos últimos anos, os/as estudantes das faculdades de arquitetura do Peru vêm se aproximando cada vez mais da realidade, reconhecendo que o país é um laboratório de experimentação ainda em processo de construção. E este projeto que apresentamos a seguir é o primeiro com tamanha complexidade a ser construído no âmbito de um ateliê universitário.

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Um workshop sem vencedores: a experiência da EA USS no Chile

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Um workshop sem vencedores: a experiência da EA USS no Chile - Image 2 of 4Um workshop sem vencedores: a experiência da EA USS no Chile - Image 3 of 4Um workshop sem vencedores: a experiência da EA USS no Chile - Image 4 of 4Um workshop sem vencedores: a experiência da EA USS no Chile - Image 5 of 4Um workshop sem vencedores: a experiência da EA USS no Chile - Mais Imagens+ 5

Por ocasião da terceira edição do Workshop EA USS, do qual o ArchDaily é parceiro de mídia, Ernesto Silva, diretor da Escola de Arquitetura da Universidade San Sebastián, reflete sobre as origens desta iniciativa, que teve sua primeira edição em 2016 com a participação internacional de Juan Herreros e, um ano mais tarde, ao lado de Alberto Veiga, sócio fundador do Estudio Barozzi Veiga.

A ideia de realizar um workshop no Chile surgiu em 2015, durante um encontro com Juan Herreros. A princípio, parecia uma iniciativa extremamente difícil de concretizar, mas logo, e após a inclusão de Enrique Walker na conversa, a ideia começou a tomar forma. O projeto se concretizou em outubro de 2016 graças ao apoio e generosidade da Faculdade de Arquitetura da Universidade San Sebastián, quando Juan Herreros e Enrique Walker lideraram na EAUSS o primeiro workshop desta série: Correções Tipológicas.

50 termos e conceitos de planejamento urbano que todo(a) arquiteto(a) deve conhecer

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Como arquitetos e arquitetas, costumamos usar um vocabulário de nicho que, às vezes, é desnecessariamente complexo e confuso para quem é de fora da área. Em 2015, reunimos uma lista desses termos, que iam de “tipologia” a “Blobitecture”. Desta vez, selecionamos 50 termos de planejamento urbano que podem ser um pouco menos familiares, mas são igualmente importantes.

De neologismos curiosos como “Boomburb” a siglas de sonoridade simpática como “YIMBY”, apresentamos a seguir um divertido glossário de A a Z do vocabulário do planejamento urbano que facilitará colaborações futuras.

As vantagens de namorar um/a arquiteto/a

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Se você está lendo este texto, é provável que seja arquiteto/a ou que esteja namorando um/a. Caso pertença ao primeiro grupo, deixamos nossa homenagem a você e a todo o seu esforço. Mas, se faz parte do segundo, esta lista pode servir de lembrete sobre a sua sorte em estar com alguém que possui os talentos e características singulares da arquitetura — sem mencionar, claro, a possibilidade real de acabar morando em uma casa espetacular com o mobiliário mais incrível de todos.

5 maneiras de se preparar para a faculdade de arquitetura durante o verão

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Neste período de férias, uma nova turma de aspirantes à arquitetura se prepara para iniciar sua trajetória no design em escolas de arquitetura pelo mundo todo. Ingressar em um ambiente de ateliê pela primeira vez traz um conjunto empolgante de novos desafios criativos; contudo, esse fascinante universo da arquitetura muitas vezes pode ser difícil de prever para quem ainda vai começar a jornada, fazendo com que os/as novos/as estudantes se sintam despreparados/as e ansiosos/as no primeiro dia de aula.

10 canções que falam sobre cidades

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A música é uma importante conexão com a cultura. Além de ser uma fonte de entretenimento, é também um canal para comunicar ideias e expressar a criatividade de artistas. Com conteúdos românticos, sociais, políticos e históricos, cada peça musical desperta lembranças e sensações.

Embora atualmente exista uma infinidade de gêneros em comparação a algumas décadas atrás, a música nos permite viajar pelo mundo sem sair de casa, seja por meio de suas letras ou de suas imagens nos videoclipes. Por isso, elaboramos uma lista com 10 canções que não apenas trazem nomes de cidades em seus títulos, mas que, graças à sua lírica e estética visual, nos transportam para cada uma dessas localidades — que, sendo capitais ou não, transbordam magia em sua arquitetura e em suas ruas.

Arquitetas mexicanas que estendem os limites da profissão

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A arquitetura, por sua própria definição, estabelece que é a arte e a técnica de projetar, desenhar, construir e modificar o habitat humano. No entanto, minha trajetória profissional tem me levado a enfrentar constantemente a mesma pergunta: se você é arquiteto/a e não projeta, continua sendo arquiteto/a?

Clássicos da Arquitetura: Ala Sainsbury, National Gallery de Londres / Venturi Scott Brown

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A ampliação da Ala Sainsbury da National Gallery de Londres (1991), projetada por Venturi Scott Brown, nasceu em meio ao fogo cruzado entre as correntes neomodernista e tradicionalista. Antes disso, ambos os lados já travavam intensas discussões sobre os rumos do desenvolvimento urbano britânico, transformando este projeto de expansão no campo de batalha mais emblemático da arquitetura no Reino Unido. Esse conflito tornou-se ainda mais evidente após a campanha de 1984 que barrou a proposta de viés High-Tech desenvolvida pelo escritório ABK (Ahrends, Burton and Koralek, atual ABK Architects), resultando na rejeição final de sua aprovação urbanística.

Clássicos da Arquitetura: Ala Sainsbury, National Gallery de Londres / Venturi Scott Brown - Imagen 19 de 4Clássicos da Arquitetura: Ala Sainsbury, National Gallery de Londres / Venturi Scott Brown - Imagen 25 de 4Clássicos da Arquitetura: Ala Sainsbury, National Gallery de Londres / Venturi Scott Brown - Imagen 26 de 4Clássicos da Arquitetura: Ala Sainsbury, National Gallery de Londres / Venturi Scott Brown - Imagen 27 de 4Clássicos da Arquitetura: Ala Sainsbury, National Gallery de Londres / Venturi Scott Brown - Mais Imagens+ 30

Esquecemos de criticar a própria arquitetura

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Há mais de uma década decidi estudar a arquitetura contemporânea, dedicando-me simultaneamente à docência em história e crítica com ênfase no último século. A trajetória apaixonante da arquitetura neste período revela-se tão surpreendente e prolífica quanto certamente foi no período renascentista. Nomes como Gropius, Jeanneret, Mies, Wright, Costa, Niemeyer, Tange, Bonet, Williams, Scharoun, Terragni ou Aalto formam um grupo genial de arquitetos/as, assim como foram em sua arte, a partir do século XV, personalidades como Leonardo, Rafael, Michelangelo, Brunelleschi, Bramante, Tintoretto, Tiziano, Masaccio, Botticelli, Palladio, Alberti e Vignola. Definitivamente, a modernidade possui na arquitetura e na arte o caráter de período revolucionário, de contribuições transcendentais, de um ponto de inflexão na história.

Como uma estação de trabalho otimizada acelera o seu design

Como uma estação de trabalho otimizada acelera o seu design - Image 2 of 4
Cortesia de BOXX

Qual processador escolher? Quantas placas de vídeo? Quanta memória RAM? Para profissionais de arquitetura, engenharia, engenharia civil, gerência de BIM e outras especialidades em CAD, navegar pelo mercado de estações de trabalho pode ser uma tarefa árdua, dificultada por equipes de vendas sem conhecimento técnico, informações imprecisas e outras armadilhas.

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