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Como a arquitetura e a moda se inspiram mutuamente

Arquitetura e moda parecem uma combinação improvável. No entanto, em mais de um aspecto, elas são feitas do mesmo tecido. Antigas tribos nômades viviam em abrigos de tecido e peles de animais — os mesmíssimos materiais usados em suas vestimentas. Dessa forma, roupas e abrigos eram confeccionados pelas mesmas mãos artesãs. Com o tempo, à medida que nossas construções supriram as necessidades básicas de proteção do corpo humano, esses ofícios se elevaram a formas de arte distintas. Hoje, designers como Virgil Abloh, com formação em arquitetura, costuram esses dois campos de volta em desfiles que fazem referência a projetos de Mies van der Rohe, ou em jaquetas adornadas com edifícios tridimensionais acolchoados. Os espaços comerciais de moda também aproximam o espaço e o vestuário, frequentemente de maneira meticulosa e instigante. Este vídeo analisa a história da relação entre arquitetura e moda e visita uma loja em Chicago chamada Notre, com projeto de Norman Kelley.

Escritórios com vegetação integrada: 7 exemplos notáveis

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Os escritórios evoluíram tremendamente nos últimos anos, tornando-se cada vez mais como um espaço doméstico, incorporando novas paletas de cores, mobiliários flexíveis, texturas aconchegantes e até mesmo vegetação como parte do design. Neste último caso, não é simplesmente um acréscimo estético, mas o verde é integrado de tal forma que transforma e valoriza completamente a experiência de trabalho de quem está dentro. Como as plantas podem se tornar protagonistas do espaço de trabalho? Vamos rever 7 casos que os integram de forma criativa em prol do bem-estar dos usuários.

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Redesenho de um conjunto brutalista no Reino Unido e uma vila de resíduos de cacau no Equador: 10 projetos não construídos enviados ao ArchDaily

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Envisioning Tomorrow’s Israel. Imagem cortesia de S Wieder Architect P.C

A seleção desta semana dos melhores projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas conceituais, propostas de concursos e projetos em diferentes fases de desenvolvimento enviados pela comunidade do ArchDaily. De uma vila feita de resíduos de cacau impressos em 3D para um fabricante de chocolate no Equador à transformação de um shopping center em Ontário em um bairro sustentável e voltado para pedestres, passando pela reforma e readequação de conjuntos habitacionais brutalistas em Londres, as propostas a seguir ilustram uma ampla gama de abordagens projetuais que moldam o ambiente construído.

A seleção de projetos não construídos desta semana destaca intervenções globais que abordam uma série de temas altamente relevantes, como construção circular, adoção de materiais sustentáveis, biodiversidade, requalificação urbana de infraestruturas obsoletas, reuso adaptativo e a reavaliação do patrimônio edificado existente.

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Visita ao estúdio: uma conversa com Christoph Hesse Architects em seu espaço de trabalho em Berlim

Visita ao estúdio: uma conversa com Christoph Hesse Architects em seu espaço de trabalho em Berlim - Imagem de Destaque
© Marc Goodwin

Há muito mais a se descobrir sobre arquitetos/as e seus projetos quando começamos a conhecer as histórias por trás de suas obras. Compreender de onde e como vem sua inspiração, e de que forma uma ideia se transforma em uma realidade palpável, sensorial e vivenciável, nos permite entender melhor por que o projeto chegou ao seu resultado final.

Em parceria com o fotógrafo Marc Goodwin, como parte de seu projeto Atlas of Architectural Atmospheres — desta vez na cidade de Berlim —, tivemos a oportunidade de nos reunir com o arquiteto alemão Christoph Hesse, do escritório Christoph Hesse Architects, sediado em Korbach e Berlim, para conversar sobre os elementos que compõem sua visão de arquitetura e sua produção. Encontrar um profissional em seu próprio espaço de trabalho é também um diferencial; analisamos diferentes projetos enquanto observávamos maquetes físicas, e a narrativa de seu trabalho transformou-se em uma bela história sobre um lugar — uma cidade do interior da Alemanha —, suas pessoas, suas vidas e um futuro sustentável em harmonia com a natureza.

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Conexões coloniais: a ferrovia no continente africano

Uma frase de efeito, muito conhecida — "Do Cabo para o Cairo" — gerou inúmeros livros e despertou a imaginação de incontáveis viajantes do continente africano. As origens da frase são de natureza imperial, nascida de uma proposta de 1874 do jornalista inglês Edwin Arnold, que procurava descobrir as origens do rio Congo. Este projeto foi mais tarde retomado pelo imperialista Cecil Rhodes, que imaginou uma ferrovia contínua de territórios governados pela Inglaterra que se estendia do Norte ao Sul do continente.

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O que é a cor para arquitetos(as) e designers?: Uma exposição de Claudia Valsells

“What's color? para arquitetos/as e designers” é uma exposição da artista Claudia Valsells. Com curadoria de Julia Ruiz-Cabello y Gonzalo de Benito, a mostra reúne depoimentos de escritórios de arquitetura sobre o uso da cor em seus projetos. O evento ocorreu de 10 a 14 de dezembro de 2021 no espaço Pavilion do escritório de arquitetura PLANTEA, em Madri. A montagem de um espaço expositivo, à semelhança do ateliê no qual a artista trabalhou por mais de duas décadas para criar sua própria cartela de cores, configura o espaço.

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Antes e Depois: Como Acabamentos Decorativos de Superfície Podem Transformar um Projeto

A camada externa das superfícies e dos edifícios é a interface com o mundo, expressando grande parte de sua aparência, características e condições. Em alguns momentos, seja por restrições orçamentárias, complexidades técnicas ou falta de tempo, torna-se necessário buscar soluções rápidas e de fácil instalação. Os revestimentos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes são películas decorativas adesivas que oferecem uma opção sustentável e econômica para a renovação de superfícies, reduzindo o descarte em aterros sanitários e minimizando o tempo de inatividade, o ruído e a poeira. São ideais para aplicação em marcenaria, portas, colunas e paredes internas. Há também uma versão para soluções externas, a linha de produtos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes Exterior EX Series. Os acabamentos podem ser aplicados diretamente sobre o material existente da fachada, proporcionando um design sofisticado aliado a outros benefícios técnicos. A seguir, apresentamos dois exemplos que demonstram as possibilidades dos revestimentos de superfície da 3M.

Como criar belos interiores com o V-Ray 5 para SketchUp

Com o V-Ray 5 para SketchUp, Update 2, a Chaos introduziu novas ferramentas inteligentes que facilitam a criação de renderizações incríveis por arquitetos/as e artistas de visualização de arquitetura (arch-viz). É possível aproveitar os modelos e materiais gratuitos disponíveis no Chaos Cosmos, personalizar superfícies com o V-Ray Decal e ajustar a renderização com o LightMix e pós-processamento.

Neste tutorial, Ricardo Ortiz, Especialista de Produto do V-Ray, utiliza uma cena de interior para demonstrar como essas novas e poderosas adições podem acelerar seus processos criativos e adicionar detalhes extras para um fotorrealismo excepcional.

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Como os/as arquitetos/as usam arquitetos de inteligência artificial? (Inclui benefícios)

A palavra em inglês para arquiteto/a, architect, pode ser dividida em três partes: “Arch”, o arco arquitetônico que, em seus radicais de origem grega, representa o “máximo, mais forte, maior”; no centro, o “I” (“eu”, em inglês); e, por fim, “Tect”, que remete às “ferramentas técnicas”. Assim, a própria origem da identidade do/a arquiteto/a carrega a premissa de “utilizar o ‘eu’ como consciência subjetiva para realizar a melhor construção possível através de ferramentas técnicas”.

Ao longo do tempo, o “Arch” almejado pelo/a arquiteto/a, o “I” da perspectiva subjetiva e o “Tect” das ferramentas técnicas de viabilização transformaram-se de acordo com as mudanças das eras e do contexto social. No entanto, o significado essencial desses três elementos e sua relação de sinergia mútua não sofreram alterações substanciais.

Nas últimas duas ou três décadas, a aceleração das tecnologias de ponta impulsionou os/as arquitetos/as a tentar inventar e reconstruir novas ferramentas “técnicas” voltadas ao projeto e à construção, buscando acompanhar o ritmo da era da informação. Com a chegada de uma nova onda tecnológica liderada por inteligência artificial, Big Data e computação em nuvem, o mundo caminha decisivamente rumo à digitalização e à inteligência artificial. Como resultado, as definições e as relações entre “Arch”, “I” e “Tect” precisam mudar para que os/as profissionais de arquitetura possam realmente romper com as amarras das relações de produção tradicionais.

O “I” do/a arquiteto/a deixa de ser o único agente do projeto e da construção. Em vez disso, a fusão plena entre “I” e “Tect” gera uma consciência híbrida que une a inteligência humana à da máquina para moldar o nosso objetivo final, o “Arch”. A mentalidade de projeto e os fluxos de trabalho estão se transformando, e esse paradigma de colaboração coletiva inaugura novos modelos profissionais para a arquitetura.

Qual é a diferença fundamental nessa mudança de agente?
Trata-se da transição entre a tomada de decisão individual do/a arquiteto/a e a decisão compartilhada entre o ser humano e o computador.

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Cinquenta concursos: uma exposição da identidade arquitetônica de Misiones

El colectivito nasceu como tal há cerca de cinco anos. Sem nome nem forma, reunia de maneira quase casual um grupo de estudantes interessados em refletir criticamente sobre a arquitetura e o território. Seu nome alude ironicamente ao momento histórico em que nasceu. Entende-se como um dos infinitos coletivos de arquitetos e se faz pequeno por reconhecer sua gestação incipiente. Hoje em dia, é um espaço de encontro no qual arquitetas, arquitetos e estudantes de arquitetura da província de Misiones, na Argentina, compartilham e discutem interesses e inquietações em relação à cultura arquitetônica do lugar particular que habitan.

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A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte

A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte - Imagem de Destaque
Imagem de cabana El Molo. Turkana, Quênia via Shutterstock

Se a Natureza tivesse sido confortável, a humanidade nunca teria inventado a arquitetura. - Oscar Wilde

A arquitetura é humana. Apesar de sua beleza primorosa, tocas, colmeias, ninhos e formigueiros são criações do instinto. O projeto desenvolvido por seres humanos, por outro lado, avalia opções, meios e métodos de criação, solucionando anseios que vão muito além de meras adequações funcionais.

A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte - Image 1 of 4A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte - Image 2 of 4A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte - Image 3 of 4A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte - Image 4 of 4A arquitetura é humana: mas a beleza está em toda parte - Mais Imagens+ 1

Como arquitetos/as podem gerenciar melhor seus e-mails?

Quantas vezes você já ouviu a antiga afirmação de que o “e-mail está morto”? Certamente mais de uma vez. Para a surpresa de muitos/as, e apesar do surgimento de novas ferramentas de mensagens como o Slack e o Microsoft Teams durante a pandemia, o e-mail continua sendo, de longe, a ferramenta de comunicação mais utilizada em muitas empresas. Todos os dias, mais de 300 bilhões de e-mails são enviados e recebidos globalmente, e colaboradores/as passam em média 5 horas verificando suas correspondências online. Espera-se que essa tendência apenas aumente nos próximos anos, especialmente em setores baseados em projetos e clientes – como arquitetura, engenharia e construção – que dependem fortemente desse meio de comunicação.

No entanto, seu uso consolidado nem sempre é sinônimo de eficiência, particularmente em empresas que não estabelecem os processos internos necessários para arquivar e-mails em um espaço centralizado. Diante da ameaça silenciosa de uma gestão de e-mails ineficaz, muitos escritórios de arquitetura e outras empresas enfrentam riscos desnecessários, perda de tempo e produtividade, além de maior estresse entre seus/suas profissionais.

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5 Movimentos artísticos de vanguarda que moldaram a arquitetura do século XX

A síntese entre arte e arquitetura remonta à origem da própria disciplina. Das formas elaboradas do barroco à estrutura geométrica do modernismo, a arte tem sido historicamente uma determinante fonte de inspiração para muitos arquitetos, os quais se tornaram responsáveis por traduzir estilos, técnicas e conceitos em estruturas habitáveis. Pensando nisso, neste artigo procuramos explorar a influência de cinco dos principais movimentos da história da arte na arquitetura, observando a forma como os arquitetos se apropriaram de algumas de suas características mais elementares para criar as suas próprias composições arquitetônicas.

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Escritórios de arquitetura de Berlim, pelas lentes de Marc Goodwin

Depois de uma pausa de dois anos por conta da pandemia, o fotógrafo de arquitetura Marc Goodwin retomou seu projeto intitulado Atlas das Atmosferas Arquitetônicas, ou Archmospheres, começando pela cidade de Berlim. Este projeto busca capturar escritórios de arquitetura de todo o mundo e já reuniu imagens de Madri, São Paulo, México, Panamá, Países Baixos, Dubai, Londres, Paris, Pequim, Xangai, Seul, Escandinávia, Barcelona, Los Angeles e Istambul.

Buscando seu objetivo de registrar diversos escritórios de arquitetura e design, em sua passagem por Berlim, Goodwin capturou imagens de 13 escritórios: Hesse, LAVA, JWA, Tchoban Voss, Richter Musikowski, Barkow Leibinger, FAR frohn&rojas, studio Karhard, Jasper, Kleihues + Kleihues, Graft, Bundschuh Architekten e Sauerbruch Hutton.

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Melhor "Arquitetura Comercial" de 2021

No contexto cultural do consumismo global predominante, tudo em nossas vidas está sendo consumido. Sendo o meio físico do ato de consumo, a arquitetura comercial é, sem dúvida, uma engrenagem fundamental nessa sociedade. Os espaços "instagramáveis" — que representam a cultura pop, o espetáculo e a espetacularização do olhar — são um dos reflexos desse consumismo na arquitetura. Contudo, ao analisar a história da arquitetura, é preciso admitir que o avanço do consumismo também impulsionou, em grande medida, o desenvolvimento da própria disciplina. O aporte massivo de capital e o interesse dos incorporadores imobiliários abriram, de certo modo, novos caminhos para que os/as arquitetos/as pudessem materializar suas aspirações projetuais em edifícios comerciais.

Seja no meio urbano ou rural, a "arquitetura de consumo" enquanto espaço público costuma ser o elemento mais marcante e o principal ponto de encontro das pessoas. Diante do desafio de criar espaços comerciais confortáveis e convidativos, este artigo apresenta uma seleção dos melhores projetos de "arquitetura de consumo" de 2021, com o objetivo de oferecer inspiração para futuros projetos.

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Construindo imagens: entre a natureza e a arquitetura

Se “natureza” e “arquitetura” são comumente concebidas como entidades opostas, representantes da invasão humana no cenário primordialmente físico do mundo, em que condições esses dois fatores fundamentais formam uma forte ligação e qual é o subproduto resultante? Esse vínculo, muitas vezes ignorado, entre cultura e natureza pode ser desenterrado e esclarecido pelo uso da fotografia?

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Dicas de como projetar bancadas de áreas molhadas

Apesar de não serem consideradas áreas de longa permanência em uma casa, as cozinhas e os banheiros são espaços onde a funcionalidade é fundamental para o cotidiano dos moradores e visitantes. De todos os elementos das áreas molhadas, aqueles que precisam de uma atenção especial são as bancadas de trabalho. Neste texto iremos apontar algumas dicas para se projetar bancadas de áreas molhadas funcionais, de fácil manutenção e apropriadas para seus usos. 

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"Como pensam os designers": Vencedores do German Design Awards 2022

A décima edição do German Design Awards foi apresentada pelo German Design Council. Os prêmios, de prestígio internacional, são concedidos a empresas cujos produtos e projetos inovadores se destacam nas categorias de “Excellent Product Design”, “Excellent Communications Design” e “Excellent Architecture”. Além das distinções “Winner” e “Special Mention”, o júri concedeu um total de 81 prêmios “Gold” — a honraria máxima da premiação.

Como a gestão eficaz das informações de projeto pode aprimorar a entrega de projetos?

Do planejamento à construção, a arquitetura vai muito além de projetar edifícios. Com a participação de diversos agentes multidisciplinares e um fluxo contínuo de imagens, plantas e arquivos, qualquer projeto envolve também a gestão de grandes volumes de informação. Como os/as arquitetos/as costumam lidar com prazos apertados – precisando concluir um determinado número de edificações em um período específico –, os dados devem ser gerenciados de forma produtiva e eficiente. No entanto, à medida que os projetos de construção e seus métodos de entrega se tornam cada vez mais complexos, gerenciar essas informações virou um desafio sem precedentes. Somando-se a isso, a pandemia de COVID-19 impôs o trabalho remoto aos escritórios de arquitetura, impactando a forma e o local a partir dos quais os/as colaboradores/as acessam as informações. Portanto, para garantir uma entrega de projeto eficaz, o grande desafio reside em gerenciar com sucesso as informações do projeto.

Novos modelos de moradia coletiva

Novos modelos de moradia coletiva - Imagem de Destaque
251 1st Street by ODA New York. Imagem © Miguel de Guzman / Imagen Subliminal

Por séculos, a produção habitacional tem se amparado em um conjunto bastante limitado de configurações espaciais, uma conduta que finalmente parece não mais responder às correntes necessidades dos usuários. Somado a isso, a escassez generalizada de moradias acessíveis, o aumento de pessoas que vivem sozinhas e o envelhecimento da população têm nos forçado a reavaliar nossos principais modelos de habitação, a fim de propor soluções de moradia que possam melhor reponder a realidade humana das cidades. Com isso em mente, a seguir exploramos alguns dos modelos contemporâneos de habitação coletiva que buscam reinterpretar o conceito de moradia para melhor os amoldar aos estilos de vida atuais.

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Os melhores desenhos de arquitetura de 2021

O ArchDaily dá continuidade a uma tradição de sete anos que celebra e reconhece os melhores desenhos de arquitetura do ano. De pinturas a colagens, a edição de 2021 destaca uma coleção cuidadosamente curada de desenhos arquitetônicos e visualizações com uma ampla variedade de técnicas e representações, todas orientadas para o objetivo comum de compartilhar ideias, visões e projetos.

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Espaços surpreendentes: ideias para projetar estabelecimentos comerciais envolventes

Estabelecimentos comerciais são lugares que precisam nos transportar para outro universo. Precisamos ter nossos sentidos estimulados e nossos instintos atiçados para que a experiência seja realmente convincente. 

A arquitetura é parte fundamental dessa sedução, podendo usar artifícios como cores, materiais, iluminação e volumes para despertar nos clientes os sentimentos mais variados. A arquitetura comercial, além de todos os elementos técnicos, precisa atingir o público desde a fachada até seu espaço interior, mantendo-se sempre fiel aos conceitos e identidades da marca. Neste artigo selecionamos alguns exemplos de estabelecimentos comerciais que estimulam os clientes de diversas formas. 

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Habitação moderna, acessível e fácil de construir: lições das Case Study Houses

Entre 1945 e 1966, o programa Case Study Houses, similar à exposição Weißenhof-siedlung, abordou o estudo de habitações econômicas de fácil construção, supervisionando o projeto de 36 protótipos para construir em face do desenvolvimento residencial do pós-guerra. A iniciativa do editor John Entenza, da revista Arts & Architecture, reuniu e centralizou em Los Angeles figuras arquitetônicas renomadas para esse fim, onde foram encontrados talentos como Richard Neutra, Charles e Ray Eames, Pierre Koenig e Eero Saarinen, entre outros.

O programa experimental não só definiu o lar moderno de uma maneira diferente, exercendo forte influência sobre a arquitetura internacional até hoje, mas também promoveu a aplicação de novos sistemas de construção e materiais na arquitetura residencial. Analise detalhadamente algumas das suas características mais emblemáticas em conjunto com recomendações para enfrentar situações contemporâneas, abaixo.

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Resgate arquitetônico: polos culturais através do reuso adaptativo

O despertar do Antropoceno colocou a ideia do reuso adaptativo em evidência, consolidando-o como o ápice da regeneração e revitalização urbana. A prática aproveita edifícios existentes de valor histórico e cultural, ressignificando-os para torná-los funcionais. Trata-se, essencialmente, de uma forma de salvamento arquitetônico — um meio sustentável e viável de reconstrução.

Eventos recentes, como a pandemia, evidenciaram as desigualdades em nossa paisagem urbana, expondo setores negligenciados em estado de desuso e abandono. O reuso adaptativo pode revitalizar essas áreas e criar novos polos culturais, estimulando a atividade urbana e gerando ambientes de uso misto vibrantes e saudáveis.

Abaixo, apresentamos uma seleção diversa de polos culturais que utilizam o reuso adaptativo:

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