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Restrições de zoneamento empurram população para áreas periféricas

Um dos temas econômicos mais importantes em pauta em diversos países até o início da pandemia de coronavírus, no começo de 2020, as legislações que impõem restrições à oferta de novos imóveis nos municípios trazem impactos negativos tanto para o crescimento das localidades como para a população, que tem suas opções de habitação, de acesso a empregos e de locomoção afetadas. Adotadas pela maioria das cidades brasileiras, as normas de zoneamento — que determinam critérios para a ocupação dos terrenos, o tamanho dos empreendimentos que podem ser construídos em pontos específicos e as áreas de preservação ambiental — também refletem no aumento dos preços das propriedades, uma vez que a disponibilidade de unidades não consegue acompanhar a demanda existente por elas.

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Aumento do nível do mar: o sistema de drenagem dos Países Baixos poderia funcionar em outros lugares?

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Em abril de 1782, apenas seis anos após a assinatura da Declaração de Independência dos EUA, John Adams chegou a Amsterdã como o primeiro embaixador do país nos Países Baixos. Três meses depois, um consórcio de banqueiros holandeses concedeu um empréstimo de 5 milhões de florins (equivalente a US$ 150 bilhões hoje) à nova república, um sinal claro de confiança nos EUA. Apesar de não poder oferecer um empréstimo, como engenheiro sanitarista holandês, posso oferecer outra coisa aos americanos: os cinco séculos de experiência do meu país vivendo, trabalhando e prosperando abaixo do nível do mar. Este é certamente um conhecimento que os EUA precisarão desesperadamente à medida que o nível da água continua a subir, ameaçando inúmeras comunidades costeiras. 

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50 termos e conceitos de construção que todo arquiteto e arquiteta deve conhecer

Como em qualquer setor, a maior parte das habilidades na construção civil é adquirida por meio de anos de prática e resolução de problemas cotidianos, indo muito além do que é ensinado em sala de aula. Para recém-formados/as em arquitetura, interagir com empreiteiros/as, engenheiros/as e construtores/as durante suas primeiras visitas à obra pode parecer intimidador, especialmente por ser o primeiro contato com a prática profissional real.

Entre os muitos aprendizados adquiridos no canteiro de obras estão as terminologias utilizadas pelas equipes de execução, que nem sempre são abordadas na faculdade. Embora um dicionário de arquitetura pareça ser a solução ideal, carregar um livro com mais de 25.000 verbetes — como o clássico Dictionary of Architecture and Construction de Cyril M. Harris — não seria a opção mais prática para o dia a dia da obra. Por isso, reunimos uma seleção de 50 termos e conceitos de construção com os quais todo/a arquiteto/a se deparará pelo menos uma vez ao longo de sua trajetória profissional.

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Explore o caminho para a arquitetura de carbono zero chinesa a partir da Avaliação do Carbono no Ciclo de Vida (LCA)

A mitigação das mudanças climáticas tornou-se uma questão prioritária, com o setor da arquitetura e da construção sendo responsável por 38% das emissões globais de CO2 relacionadas ao uso de energia. Em dezembro de 2015, o Acordo de Paris propôs limitar o aquecimento global a menos de 2 °C acima dos níveis pré-industriais, com esforços para não ultrapassar 1,5 °C. Para atingir a meta do Acordo de Paris, o setor deve alcançar emissões líquidas zero de carbono até 2050.

Durante a 75ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 22 de setembro de 2020, a China declarou o compromisso de atingir o pico das emissões de dióxido de carbono antes de 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2060. O país definiu sua meta de neutralidade de carbono e suas estratégias de execução com o objetivo de enfrentar as preocupações climáticas e ambientais globais de maneira eficaz.

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William H. Whyte: Ainda relevante após todos esses anos

William H. Whyte: Ainda relevante após todos esses anos - Imagem de Destaque
Cortesia de Common Edge

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

No início dos anos 1980, quando assisti pela primeira vez ao filme The Social Life of Small Urban Spaces e, logo depois, li o livro, ambos de autoria de William H. Whyte, aquilo me fascinou. Eu já conhecia Holly — como era carinhosamente chamado — desde a minha época de repórter no New York Post nos anos 1970, e costumávamos ter ótimas conversas sobre a cidade de Nova York, os erros cometidos por planejadores/as urbanos/as e o descaso de incorporadores/as imobiliários/as. Nos anos 1980, eu já trabalhava em meu primeiro livro, The Living City: Thinking Small in a Big Way, e conversava frequentemente com Jane Jacobs, que viria a se tornar uma grande amiga e mentora. Jacobs validava os pequenos esforços comunitários de base (de baixo para cima) em Nova York que eu vinha observando e que seriam os estopins — tantas vezes ignorados — para impulsionar o lento e constante renascimento da cidade. Minhas observações eram categoricamente rejeitadas — e até ridicularizadas — por profissionais de planejamento e de desenho urbano, mas foram celebradas e incentivadas tanto por Whyte quanto por Jacobs, e hoje fazem parte do consenso geral.

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Montantes de alumínio colorido para o mais novo arranha-céu de Paris

Ao superar o arranha-céu Tour First, a HEKLA Tower, com seus 48 pavimentos e 220 metros de altura, será o edifício mais alto do distrito financeiro de La Défense, em Paris, além do segundo edifício mais alto de toda a França. Atualmente em construção e projetada pelo vencedor do Prêmio Pritzker Jean Nouvel, a torre está destinada a se tornar um forte manifesto arquitetônico. Com conclusão prevista para este ano de 2022, em meio ao programa de revitalização do setor, o arranha-céu futurista distribui seus 76.000 m² de área construída em escritórios, serviços, lobbies, um anfiteatro, salas de projeção e espetáculos, restaurantes, bares, academias e loggias. Tudo isso com o objetivo de proporcionar uma experiência de uso única, com espaços de trabalho amplos e flexíveis que promovem a interação e o bem-estar.

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A evolução do espaço de trabalho: flexibilidade e colaboração inteligente

Durante a pandemia, a comunicação entre as equipes, as reuniões e os processos de trabalho passaram rapidamente da presencialidade para a telepresencialidade. Diante disso, métodos híbridos, de home office e soluções de participação remota são cada vez mais estudados e adotados no mercado de trabalho. Embora alguns tenham pensado que isso significaria o fim dos escritórios físicos, muitas empresas optaram por alcançar um equilíbrio que atenda às novas necessidades dos/as colaboradores/as e, ao mesmo tempo, incentive o trabalho em equipe e a cultura e identidade corporativas. Como resultado, essa tendência se materializou em espaços de trabalho flexíveis que fomentam a colaboração inteligente.

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Estruturas, acabamentos e esquadrias: todas as formas de usar madeira em uma obra

Um dos primeiros elementos utilizados pelo ser humano para a construção de abrigos, a madeira é um material versátil que, junto dos avanços tecnológicos, se mantém protagonista na construção civil, sendo empregada de diferentes modos e momentos em uma obra. 

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Arquitetura de hotéis e uma nova ideia de hospitalidade para viajantes

Hotéis são centros de comércio, transporte e cultura. Hoje, os designers de interiores estão redefinindo os espaços de hospitalidade para acomodar novas formas de viagens, comunicação e descanso. De renovações históricas a hotéis contemporâneos, esses projetos se concentram em lazer e experiências memoráveis para os hóspedes. Por sua vez, expressam também a identidade da marca em repensar o que será o design de interiores e a hospitalidade no futuro.

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Prêmio ArchDaily Obra do Ano 2022 na China: finalistas anunciados

Após duas semanas de votação acirrada, os leitores do ArchDaily elegeram os 10 finalistas do Prêmio Obra do Ano de 2022 na China, selecionados entre mais de 800 projetos indicados. Durante a etapa de indicações, testemunhamos o impacto positivo que esta premiação exerce sobre o desenvolvimento da arquitetura. Os projetos finalistas são, sem dúvida, aqueles que mais inspiram nossos leitores e que melhor refletem os rumos sociais da disciplina hoje.

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O Palácio de Águas Correntes em Buenos Aires: entre a higiene, a arte e a técnica

No caminho em direção à redução da pobreza, ao crescimento econômico e à sustentabilidade ambiental, as ações voltadas aos recursos hídricos e ao saneamento desempenham um papel fundamental, demonstrando a importância do acesso a um recurso vital como a água na vida das pessoas. No âmbito do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, apresentamos o Palacio de Aguas Corrientes, em Buenos Aires: uma das maiores criações da indústria de fundição europeia do século XIX fora da Europa, que combina arte e técnica em uma obra argentina única, declarada Monumento Histórico Nacional em 1989.

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Jornalismo cotidiano e a construção da imagem da arquiteta

A desigualdade de gênero na prática da profissão da arquitetura é fruto de um processo múltiplo, no qual o papel das narrativas tecidas cotidianamente pelo jornalismo é ainda pouco estudado. Aqui, apresentaremos como duas arquitetas foram retratadas pela imprensa diária carioca nos anos de 1950, buscando problematizar como seu deu a construção de uma imagem profissional não dissociada da esfera pessoal.   

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Vamos ampliar a definição de justiça ambiental

Tragédia, protesto, insurreição e turbulência política despertaram uma nova consciência sobre a injustiça racial e a instabilidade democrática. Essas questões criam novos desafios para usuários/as e profissionais de design de espaços públicos nos Estados Unidos. Espasmos culturais resultaram em espaços públicos contestados — cenários de assassinatos, protestos em ruas e parques e cemitérios esquecidos. Esses espaços demandam uma nova forma de justiça ambiental.

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Espaços para relaxar: spas, saunas, banhos e piscinas

As grandes cidades e a rotina conturbada da vida urbana cada dia mais revelam a necessidade de momentos de relaxamento visando saúde física e mental. Essa preocupação se tornou ainda mais evidente depois dos longos períodos de quarentena da pandemia de Covid-19, quando a desconexão com a rotina ficou ainda mais difícil. Assim, nos últimos anos, cada vez mais as pessoas têm procurado atividades e lugares que proporcionem esse descanso. 

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5 Estratégias regenerativas para ativar áreas mortas de nossas cidades após a pandemia

Enquanto a cidade continua a evoluir e se transformar, cantos mortos na paisagem urbana começam a emergir, reduzindo, em consequência, os níveis de atividades no nosso ambiente construído. Essas "zonas mortas" se referem a áreas onde falta engajamento ativo, elas permanecem vazias e privadas de pessoas, já que não se mostram mais úteis ou atraentes. Enquanto a pandemia de Covid-19 se aproxima do fim, a primeira questão que podemos enfrentar após a pandemia é a retomada do nosso ambiente urbano. Um sopro de vida em uma paisagem urbana cansada e desatualizada...

O elemento focal na criação de um ambiente urbano ativo e saudável é o aumentar a vitalidade através da ocupação e criação de espaços. Criar lugares diversos e interessantes para morar, florescer, e trabalhar. Aqui estão cinco estratégias regenerativas que animam a paisagem urbana e produzem ambientes resilientes, atraentes e flexíveis.

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Fanzines de arquitetura no Chile: pequenas utopias autogeridas entre 2005 e 2021

Publicar arquitetura é uma necessidade da própria disciplina para ser compreendida como tal. A ausência desse ato a transforma em um fazer sem questionamentos públicos, repleto de práticas privadas. Contudo, sua presença abre um campo que permite traduzir uma linguagem material para uma escrita, reformulando os discursos que emergem desse cenário. Entre as "menores" publicações estão os fanzines, que emergem do desejo de autogestão e de uma materialização de baixo custo e tiragem reduzida, capazes de se adaptar a diversos conteúdos, assumindo a forma de livretos ou mesmo de papéis dobrados.

A possibilidade de experimentação do fanzine impulsionou sua crescente popularização no Chile, manifestando-se em sua incorporação na XXI Bienal de Arquitetura e Urbanismo do Chile em 2019. Embora as noções sobre esse meio antecedam o evento, há um vácuo em relação às suas características que nos obriga a fazer perguntas de construção simples, quase ingênuas, que questionam o fanzine sobre as singularidades de sua produção, mas cuja discussão revela a rede invisível tecida entre quem, sem saber, já se conhecia.

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As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana

“As formas da sala. Cenários de representação” é um trabalho de pesquisa realizado pelo arquiteto Carlos Montes González para o Mestrado Universitário em Estudos Avançados de Arquitetura da Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona. Nele, propõe-se um estudo alternativo das salas. Esse espaço nevrálgico de qualquer moradia ganha destaque a partir da análise de sua relação com os cômodos adjacentes.

As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana - Imagem 1 de 4As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana - Imagem 2 de 4As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana - Imagem 3 de 4As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana - Imagem 4 de 4As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana - Mais Imagens+ 2

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A tecnologia de impressão 3D pode remodelar a arquitetura residencial como a conhecemos?

Dubai planeja construir um quarto de seus edifícios com tecnologia de impressão 3D até 2025, uma iniciativa que demonstra o potencial dessa tecnologia em rápida evolução para redefinir e expandir os limites da construção tradicional. Desde que a impressão 3D foi introduzida nos setores de construção civil, engenharia e arquitetura, ela vem ganhando cada vez mais popularidade no mercado. Um relatório de julho de 2021 da Grand View Research projeta que o mercado global de construção por impressão 3D crescerá 91% apenas entre 2021 e 2028. Por trás dessa expectativa de crescimento acelerado estão, por um lado, a rapidez e o baixo custo da construção com impressão 3D e, por outro, sua capacidade de viabilizar habitações de interesse social e oferecer infinitas possibilidades de projeto. Assim, à medida que arquitetos e arquitetas se adaptam a uma nova era tecnológica onde velocidade e eficiência são elementos-chave nos processos de projeto e execução, a ascensão da impressão 3D mostra-se extremamente promissora. Esta tecnologia pode, inclusive, remodelar a construção civil como a conhecemos.

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A integração de técnicas têxteis e geração arquitetônica em busca de novos métodos de construção.

Tsz Yan Ng é diretora de escritório, professora, acadêmica e artista sediada em Michigan, cujo trabalho interdisciplinar e colaborativo busca desafiar e aprimorar a manufatura e as práticas de fabricação contemporâneas. “Faz muito tempo que não mudamos nossa forma de construir”, afirma Ng. “Precisamos fazer com que a construção seja melhor, e não apenas mais barata, buscando inspiração em diferentes áreas. A arquitetura é um ecossistema global de pessoas, e o todo deve ser maior do que a soma das partes.”

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Arquitetura e culinária: diferentes layouts para cozinhas residenciais

Arquitetura e culinária: diferentes layouts para cozinhas residenciais  - Imagem de Destaque
Canela House / Workshop, Diseño y Construcción. Image © Tamara Uribe

Seja apreciada em um restaurante ou preparada em casa, uma coisa é fato: a comida une as pessoas. Por essa razão, os arquitetos passaram a colocar as cozinhas no coração das casas, oferecendo aos moradores um espaço para cozinhar, jantar e passar bons momentos com seus familiares e amigos. No entanto, nem todas residências comportam cozinhas espaçosas, já que algumas casas são muito pequenas e outras não têm uma configuração espacial favorável para isso. A seguir, exploraremos como arquitetos e designers utilizam diferentes layouts de cozinha em diferentes situações e para diferentes usuários.

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Iluminação dinâmica para um melhor ambiente de trabalho

Nos últimos anos, tem havido uma atenção cada vez maior à iluminação de interiores, especialmente no contexto do crescente número de escritórios em plano aberto (*open-plan*). Em grande parte do mundo — e sobretudo nos países nórdicos —, as pessoas chegam a passar de 80% a 90% de seu tempo em espaços fechados. A luz que nos cerca afeta tanto nosso ritmo circadiano quanto nossos hormônios, tornando o ambiente interno e sua iluminação fatores determinantes para o nosso bem-estar. As opiniões sobre qual seria a solução ideal de iluminação interna — e se ela de fato existe — são diversas e divergentes. Para compreender melhor essa dinâmica, a fabricante dinamarquesa de iluminação Louis Poulsen propôs-se a testar os efeitos de diferentes condições de iluminação artificial em sua própria sede em Copenhague.

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Instituições de arquitetura se unem em apoio à Ucrânia

Em 24 de fevereiro de 2022, a Rússia iniciou uma invasão em larga escala no território ucraniano. Sendo a maior crise de refugiados e o maior conflito armado no território europeu neste século até o momento, esta guerra está mobilizando pessoas em todo o mundo para pressionar as autoridades a encerrar o conflito armado. Personalidades e instituições do campo da arquitetura participaram desses atos de solidariedade, emitindo declarações, condenando ações e até encerrando atividades na Rússia. Da UIA ao MVRDV, e até organizações russas como o Instituto Strelka, o mundo da arquitetura está denunciando esses atos de violência e apoiando um cessar-fogo imediato.

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Três razões por que precisamos de arquitetos nos sistemas de saúde

Quando pensamos em saúde, pensamos em médicos, enfermeiras, cirurgiões, radiologistas e anestesistas  – as pessoas que tratam doenças e salvam vidas.

Mas esquecemos um grande grupo de pessoas que os tornam bem-sucedidos em salvar vidas – especialistas em codificadores médicos, gerentes de serviços de saúde, arquitetos e engenheiros hospitalahres e outros que correm nos bastidores para trazer resultados positivos para a saúde.

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Mobiliário para gatos: mais conforto e saúde para os felinos em casa

Na arquitetura, o mais comum é desenhar apenas para os humanos. No entanto, abranger o escopo do projeto para outras espécies é um exercício que vem sendo proposto em diversas encomendas. De um mobiliário específico até o design de interiores todo pensado para o animal, as possibilidades de criar um ambiente mais lúdico e confortável, tanto para humanos quanto para os animais, são diversas. 

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