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Prêmio ArchDaily Obra do Ano 2022 na China: finalistas anunciados

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Após duas semanas de votação acirrada, os leitores do ArchDaily elegeram os 10 finalistas do Prêmio Obra do Ano de 2022 na China, selecionados entre mais de 800 projetos indicados. Durante a etapa de indicações, testemunhamos o impacto positivo que esta premiação exerce sobre o desenvolvimento da arquitetura. Os projetos finalistas são, sem dúvida, aqueles que mais inspiram nossos leitores e que melhor refletem os rumos sociais da disciplina hoje.

O Palácio de Águas Correntes em Buenos Aires: entre a higiene, a arte e a técnica

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No caminho em direção à redução da pobreza, ao crescimento econômico e à sustentabilidade ambiental, as ações voltadas aos recursos hídricos e ao saneamento desempenham um papel fundamental, demonstrando a importância do acesso a um recurso vital como a água na vida das pessoas. No âmbito do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, apresentamos o Palacio de Aguas Corrientes, em Buenos Aires: uma das maiores criações da indústria de fundição europeia do século XIX fora da Europa, que combina arte e técnica em uma obra argentina única, declarada Monumento Histórico Nacional em 1989.

Jornalismo cotidiano e a construção da imagem da arquiteta

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A desigualdade de gênero na prática da profissão da arquitetura é fruto de um processo múltiplo, no qual o papel das narrativas tecidas cotidianamente pelo jornalismo é ainda pouco estudado. Aqui, apresentaremos como duas arquitetas foram retratadas pela imprensa diária carioca nos anos de 1950, buscando problematizar como seu deu a construção de uma imagem profissional não dissociada da esfera pessoal.   

Vamos ampliar a definição de justiça ambiental

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Tragédia, protesto, insurreição e turbulência política despertaram uma nova consciência sobre a injustiça racial e a instabilidade democrática. Essas questões criam novos desafios para usuários/as e profissionais de design de espaços públicos nos Estados Unidos. Espasmos culturais resultaram em espaços públicos contestados — cenários de assassinatos, protestos em ruas e parques e cemitérios esquecidos. Esses espaços demandam uma nova forma de justiça ambiental.

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Espaços para relaxar: spas, saunas, banhos e piscinas

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As grandes cidades e a rotina conturbada da vida urbana cada dia mais revelam a necessidade de momentos de relaxamento visando saúde física e mental. Essa preocupação se tornou ainda mais evidente depois dos longos períodos de quarentena da pandemia de Covid-19, quando a desconexão com a rotina ficou ainda mais difícil. Assim, nos últimos anos, cada vez mais as pessoas têm procurado atividades e lugares que proporcionem esse descanso. 

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5 Estratégias regenerativas para ativar áreas mortas de nossas cidades após a pandemia

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Enquanto a cidade continua a evoluir e se transformar, cantos mortos na paisagem urbana começam a emergir, reduzindo, em consequência, os níveis de atividades no nosso ambiente construído. Essas "zonas mortas" se referem a áreas onde falta engajamento ativo, elas permanecem vazias e privadas de pessoas, já que não se mostram mais úteis ou atraentes. Enquanto a pandemia de Covid-19 se aproxima do fim, a primeira questão que podemos enfrentar após a pandemia é a retomada do nosso ambiente urbano. Um sopro de vida em uma paisagem urbana cansada e desatualizada...

O elemento focal na criação de um ambiente urbano ativo e saudável é o aumentar a vitalidade através da ocupação e criação de espaços. Criar lugares diversos e interessantes para morar, florescer, e trabalhar. Aqui estão cinco estratégias regenerativas que animam a paisagem urbana e produzem ambientes resilientes, atraentes e flexíveis.

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Fanzines de arquitetura no Chile: pequenas utopias autogeridas entre 2005 e 2021

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Publicar arquitetura é uma necessidade da própria disciplina para ser compreendida como tal. A ausência desse ato a transforma em um fazer sem questionamentos públicos, repleto de práticas privadas. Contudo, sua presença abre um campo que permite traduzir uma linguagem material para uma escrita, reformulando os discursos que emergem desse cenário. Entre as "menores" publicações estão os fanzines, que emergem do desejo de autogestão e de uma materialização de baixo custo e tiragem reduzida, capazes de se adaptar a diversos conteúdos, assumindo a forma de livretos ou mesmo de papéis dobrados.

A possibilidade de experimentação do fanzine impulsionou sua crescente popularização no Chile, manifestando-se em sua incorporação na XXI Bienal de Arquitetura e Urbanismo do Chile em 2019. Embora as noções sobre esse meio antecedam o evento, há um vácuo em relação às suas características que nos obriga a fazer perguntas de construção simples, quase ingênuas, que questionam o fanzine sobre as singularidades de sua produção, mas cuja discussão revela a rede invisível tecida entre quem, sem saber, já se conhecia.

As formas da sala: Uma análise alternativa dos cenários da vida cotidiana

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“As formas da sala. Cenários de representação” é um trabalho de pesquisa realizado pelo arquiteto Carlos Montes González para o Mestrado Universitário em Estudos Avançados de Arquitetura da Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona. Nele, propõe-se um estudo alternativo das salas. Esse espaço nevrálgico de qualquer moradia ganha destaque a partir da análise de sua relação com os cômodos adjacentes.

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A tecnologia de impressão 3D pode remodelar a arquitetura residencial como a conhecemos?

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Dubai planeja construir um quarto de seus edifícios com tecnologia de impressão 3D até 2025, uma iniciativa que demonstra o potencial dessa tecnologia em rápida evolução para redefinir e expandir os limites da construção tradicional. Desde que a impressão 3D foi introduzida nos setores de construção civil, engenharia e arquitetura, ela vem ganhando cada vez mais popularidade no mercado. Um relatório de julho de 2021 da Grand View Research projeta que o mercado global de construção por impressão 3D crescerá 91% apenas entre 2021 e 2028. Por trás dessa expectativa de crescimento acelerado estão, por um lado, a rapidez e o baixo custo da construção com impressão 3D e, por outro, sua capacidade de viabilizar habitações de interesse social e oferecer infinitas possibilidades de projeto. Assim, à medida que arquitetos e arquitetas se adaptam a uma nova era tecnológica onde velocidade e eficiência são elementos-chave nos processos de projeto e execução, a ascensão da impressão 3D mostra-se extremamente promissora. Esta tecnologia pode, inclusive, remodelar a construção civil como a conhecemos.

A integração de técnicas têxteis e geração arquitetônica em busca de novos métodos de construção.

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Tsz Yan Ng é diretora de escritório, professora, acadêmica e artista sediada em Michigan, cujo trabalho interdisciplinar e colaborativo busca desafiar e aprimorar a manufatura e as práticas de fabricação contemporâneas. “Faz muito tempo que não mudamos nossa forma de construir”, afirma Ng. “Precisamos fazer com que a construção seja melhor, e não apenas mais barata, buscando inspiração em diferentes áreas. A arquitetura é um ecossistema global de pessoas, e o todo deve ser maior do que a soma das partes.”

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Arquitetura e culinária: diferentes layouts para cozinhas residenciais

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Arquitetura e culinária: diferentes layouts para cozinhas residenciais  - Imagem de Destaque
Canela House / Workshop, Diseño y Construcción. Image © Tamara Uribe

Seja apreciada em um restaurante ou preparada em casa, uma coisa é fato: a comida une as pessoas. Por essa razão, os arquitetos passaram a colocar as cozinhas no coração das casas, oferecendo aos moradores um espaço para cozinhar, jantar e passar bons momentos com seus familiares e amigos. No entanto, nem todas residências comportam cozinhas espaçosas, já que algumas casas são muito pequenas e outras não têm uma configuração espacial favorável para isso. A seguir, exploraremos como arquitetos e designers utilizam diferentes layouts de cozinha em diferentes situações e para diferentes usuários.

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Iluminação dinâmica para um melhor ambiente de trabalho

Nos últimos anos, tem havido uma atenção cada vez maior à iluminação de interiores, especialmente no contexto do crescente número de escritórios em plano aberto (*open-plan*). Em grande parte do mundo — e sobretudo nos países nórdicos —, as pessoas chegam a passar de 80% a 90% de seu tempo em espaços fechados. A luz que nos cerca afeta tanto nosso ritmo circadiano quanto nossos hormônios, tornando o ambiente interno e sua iluminação fatores determinantes para o nosso bem-estar. As opiniões sobre qual seria a solução ideal de iluminação interna — e se ela de fato existe — são diversas e divergentes. Para compreender melhor essa dinâmica, a fabricante dinamarquesa de iluminação Louis Poulsen propôs-se a testar os efeitos de diferentes condições de iluminação artificial em sua própria sede em Copenhague.

Instituições de arquitetura se unem em apoio à Ucrânia

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Em 24 de fevereiro de 2022, a Rússia iniciou uma invasão em larga escala no território ucraniano. Sendo a maior crise de refugiados e o maior conflito armado no território europeu neste século até o momento, esta guerra está mobilizando pessoas em todo o mundo para pressionar as autoridades a encerrar o conflito armado. Personalidades e instituições do campo da arquitetura participaram desses atos de solidariedade, emitindo declarações, condenando ações e até encerrando atividades na Rússia. Da UIA ao MVRDV, e até organizações russas como o Instituto Strelka, o mundo da arquitetura está denunciando esses atos de violência e apoiando um cessar-fogo imediato.

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Três razões por que precisamos de arquitetos nos sistemas de saúde

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Quando pensamos em saúde, pensamos em médicos, enfermeiras, cirurgiões, radiologistas e anestesistas  – as pessoas que tratam doenças e salvam vidas.

Mas esquecemos um grande grupo de pessoas que os tornam bem-sucedidos em salvar vidas – especialistas em codificadores médicos, gerentes de serviços de saúde, arquitetos e engenheiros hospitalahres e outros que correm nos bastidores para trazer resultados positivos para a saúde.

Mobiliário para gatos: mais conforto e saúde para os felinos em casa

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Na arquitetura, o mais comum é desenhar apenas para os humanos. No entanto, abranger o escopo do projeto para outras espécies é um exercício que vem sendo proposto em diversas encomendas. De um mobiliário específico até o design de interiores todo pensado para o animal, as possibilidades de criar um ambiente mais lúdico e confortável, tanto para humanos quanto para os animais, são diversas. 

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Vazios Concretos: um olhar para a ociosidade urbana

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A região central de São Paulo estampa as contradições das nossas cidades. Por um lado, verificam-se imóveis ociosos em regiões bem atendidas por infraestruturas urbanas, por outro lado, cresce o número de pessoas em situação de rua, alojadas em barracas e estruturas precárias improvisadas.

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Mudando os paradigmas da memória coletiva: a história do Memorial do Holocausto Babyn Yar

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Babyn Yar, uma ravina na capital ucraniana Kiev, testemunhou a morte de mais de 33.000 homens, mulheres e crianças judeus, em 29 e 30 de setembro de 1941. Local de um dos maiores massacres perpetrados por tropas alemãs de ocupação contra judeus durante a Segunda Guerra Mundial, Babyn Yar tornou-se um dos símbolos do Holocausto.

Embora o principal evento trágico tenha ocorrido em 1941, durante toda a ocupação o espaço foi utilizado como local de extermínio pelas forças alemãs. Com efeito, entre 70 e 100 mil pessoas perderam suas vidas em Babyn Yar. Sem uma arquitetura destinada à tragédia e apenas uma paisagem remanescente, não há espaço de memorialização para o reconhecimento público.

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The Second Studio Podcast: O problema da saúde mental e do burnout na arquitetura

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O The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos profissionais de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais do campo criativo para conversas espontâneas, abrindo espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com franqueza e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas de profissão, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

No episódio desta semana, David e Marina debatem a saúde mental e o burnout na arquitetura, abordando como o problema é percebido por diferentes gerações; por que olhar para outros/as colegas e profissões pode ser útil, mas também prejudicial; a paixão como solução e como problema; a complexidade inerente da arquitetura; a desvalorização dos/as profissionais de arquitetura; se o ensino acadêmico deve ou não mudar; a instabilidade de uma prática baseada em projetos; e as principais razões pelas quais a saúde mental fragilizada e o burnout persistem na arquitetura, bem como as maneiras de enfrentá-los.

Arquitetos que migraram para o mundo da moda

O termo "arquiteto" pode ser aberto à interpretações tal como "artista". No entanto, a definição universalmente reconhecida do papel é considerada como aquele que projeta e planeja edifícios, um membro fundamental em termos de construção de edificações. A arquitetura como profissão, no entanto, apresenta-se como uma ocupação muito diversificada. Como uma arte e ciência em todos os sentidos, oferece aportes sobre uma vasta gama de assuntos que podem ser aplicados a uma variedade de empreendimentos diferentes.

Muitas vezes aos estudantes de arquitetura são oferecidos caminhos tão rígidos, limitados por essas ideias míopes de que um arquiteto deve seguir uma direção específica para florescer no campo. Quando na verdade é interessante notar as vastas oportunidades que surgem quando se dá a oportunidade de diversificar. Aqui estão os arquitetos que se ramificaram e se tornaram designers de moda de sucesso…

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Quanta energia sua casa consome? A etiquetagem de eficiência energética em residências argentinas

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Como poderíamos analisar o impacto ambiental gerado pelas edificações? Que estratégias poderiam ser desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida das pessoas e alcançar uma relação de harmonia com o meio ambiente? Ano após ano, cada vez mais questionamentos se somam à lista de decisões de projeto de milhares de arquitetos e arquitetas em todo o mundo que buscam tomar medidas e implementar políticas para promover a melhoria do desempenho ambiental de suas construções, diminuindo o consumo de energia e de recursos, bem como reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e a geração de resíduos.

Projetando com a escuridão: por que precisamos de menos luz na arquitetura

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Train station, Lisbon / Portugal . Image © Nina Papiorek Photography

Com prédios envidraçados de todos os lados e salas brilhantemente iluminadas de maneira monótona, não é supresa que queiramos espaços internos e externos que sejam menos claros.  Refúgios de sombra no sol escaldante, salas escurecidas e contrastes são bem recebidos pelos olhos como um oásis. O alto consumo de energia e o aumento da poluição por iluminação no mundo todo mostram o quão sério o problema do excesso de luz é, e sua contribuição alarmante para as mudanças climáticas. Para um futuro melhor, é imperativo explorar maneiras de projetar e focar no potencial da escuridão. 

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Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind

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O arquiteto, artista, professor e cenógrafo polonês-americano Daniel Libeskind, fundador do Studio Libeskind em 1989, acredita que os edifícios são concebidos com uma energia humana perceptível, construídos com o intuito de dialogar com o contexto cultural mais amplo no qual se inserem. Seu compromisso em expandir o escopo da arquitetura reflete seu profundo interesse e envolvimento com a filosofia, a arte, a literatura e a música.

Ele aborda a noção de que o desenho se assemelha a uma partitura, uma peça musical interpretada por uma comunidade em sintonia. Proporções, luz e materialidade estão todas implicadas no desenho e, da mesma forma, os edifícios também são chamados a apresentar espaço e atmosfera, iluminando a própria prática.

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Cultivando territórios: novos espaços alimentares

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Pela primeira vez na história a população urbana superou a rural. Hoje 55% das pessoas vivem em centros urbanos e as projeções mostram que esse número deve chegar a quase 70% em 2050. Isso representa um aumento de 2.5 bilhões de pessoas vivendo em áreas urbanas. Dessa forma nos perguntamos, qual é o modelo de urbanização que queremos para as próximas décadas? A resposta a essa pergunta depende da compreensão do aumento nos índices de urbanização como um desafio não só para as áreas urbanas mas também para as áreas rurais e periurbanas – sejam elas produtivas ou naturais.

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Tecnologia de impressão 3D em espuma para a fabricação de elementos arquitetônicos complexos

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Com o objetivo de impulsionar a transição sustentável de recursos na indústria da construção, a ETH Zurich, em colaboração com a FenX AG, está utilizando a impressão 3D de espuma (F3DP) para fabricar fôrmas de geometria complexa destinadas à produção de elementos especiais de concreto.

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