1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema

Acesso exclusivo | 
Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagem de Destaque
Cenário de Parasita (2019). Fonte: captura de tela do filme

Um dos elementos de mais afinidade entre arquitetura e cinema é o projeto cenográfico. O cenógrafo, assim como o arquiteto, parte de um conceito para elaborar espaços com uma finalidade. O arquiteto projeta espaços para a vivência e o cenógrafo projeta os espaços pra contar histórias. Muitos arquitetos trabalham com cenografia em razão da afinidade que as atividades apresentam. 

Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 1 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 2 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 3 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagen 4 de 4Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Mais Imagens+ 11

A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo

Acesso exclusivo | 

Os municípios, assim como as pessoas, são dinâmicos e vão se transformando para acompanhar e se adaptar às mudanças sociais, econômicas e ambientais de seu tempo. Da mesma forma, a visão sobre como a cidade ideal deveria ser planejada foi sendo influenciada pela realidade e pelo pensamento vigente de cada época.

A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Image 1 of 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Image 2 of 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Image 3 of 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Image 4 of 4A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo - Mais Imagens+ 1

"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind

Acesso exclusivo | 
"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Imagem de Destaque
Museu Judaico de Berlim. Imagem © Hufton+Crow

Daniel Libeskind (n. 1946, Lodz, Polônia) estudou arquitetura na Cooper Union em Nova York, graduou-se em 1970 e recebeu seu diploma de pós-graduação na Universidade de Essex, na Inglaterra, em 1972. Enquanto seguia a carreira de professor, ganhou o concurso internacional de 1989 para projetar o Museu Judaico em Berlim, antes mesmo de construir um único edifício. Ele então, mudou-se com sua família para lá estabelecendo um escritório com sua esposa Nina e dedicou a próxima década à conclusão do museu que abriu em 2001. O projeto levou a uma série de outras comissões de museus que exploraram noções como memória e história na arquitetura.

"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 1 of 4"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 2 of 4"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 3 of 4"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Image 4 of 4Sem uma história, não há razão para construir: entrevista com Daniel Libeskind - Mais Imagens+ 15

Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana

Acesso exclusivo | 

O final do século XIX nas Américas é marcado por uma onda de disputas históricas e transformações políticas que têm como pano de fundo a busca por uma identidade nacional. A época registra uma série de conflitos e disputas pelas independências daqueles que hoje conhecemos como países e repúblicas soberanas. É neste contexto que surgem os movimentos pan-americanos, ou ainda hispano-americanos, que, apesar de terem influências políticas variadas e distintas entre si, almejavam uma unificação de todos os territórios do continente Americano. 

Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagen 1 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagen 2 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagen 3 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Imagen 4 de 4Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana - Mais Imagens+ 10

Painéis OSB em interiores: de um material humilde a um recurso de design

Acesso exclusivo | 

Do revestimento externo ao sistema estrutural, um edifício é feito de muitas camadas. Assim como o corpo humano, muitas delas - que tendem a ser os componentes mais cruciais e funcionais - permanecem invisíveis pelo público, cobertas com características estéticas. Entre todos os elementos ocultos, todos os edifícios incluem chapas usadas para servir vários propósitos principais: proteger o chão, paredes, telhados e tetos, fortalecendo a estrutura contra forças internas e externas, dando à edificação solidez.

A madeira é o material mais comum para este revestimento, com Oriented strand board (OSB), geralmente sendo a melhor escolha. Mas por quê? Feitas por lascas de madeira coladas e comprimidas com adesivos curados pelo calor, placas OSB são leves, flexíveis, fortes, versáteis e totalmente recicláveis. Também se destacam resistindo à deflexão, deformação e distorção, além de oferecer algum isolamento térmico e acústico. No entanto, além de seu bom desempenho e propriedades mecânicas, o OSB é especialmente conhecido por ser mais barato do que outras alternativas, economizando drasticamente custos e o tempo. De fato, este painel estrutural pode ser de U$ 3 a U$ 5 mais barato do que o compensado, o que explica por que muitas vezes é considerado seu substituto de baixo custo.

Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento

Acesso exclusivo | 

Art Deco ou Arts Décoratifs originou na década de 1920, após a Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes realizada em Paris (1925). No entanto, somente na década de 1930 o movimento ganhou força na Europa e nos EUA, ampliando o Art Deco e abrangendo todos os elementos da arte decorativa, incluindo mobiliários, design de interiores, joias e arquitetura. Sua popularidade decorre de suas origens únicas. Em vez de um movimento de design impulsionado por forças políticas ou filosóficas, ele foi criado pelo desejo de uma mudança glamourosa e atraente, um reflexo da era de ouro em Hollywood e um boom econômico generalizado.

Caracterizado por sua decadência, rica aplicação de cores e formas geométricas, o movimento é influenciado pela descoberta de artefatos de civilizações antigas e pela introdução e admiração do automóvel. Como um movimento fortemente influído por aspectos em voga, procurou criar uma forma de modernidade luxuosa, a um passo de uma arquitetura mais tradicional, enfatizando elementos artesanais e projetados individualmente, raramente produzidos em massa.

Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 1 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 2 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 3 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Image 6 of 4Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento - Mais Imagens+ 7

O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras?

Acesso exclusivo | 

As cidades litorâneas sempre foram um ponto de atração para moradores, turistas e empresas. Além das características estéticas, a proximidade com o mar tornou estas cidades um foco de transporte marítimo com a construção de portos, bem como polos de atividades recreativas e aquícolas. No entanto, nas últimas décadas, essas regiões têm sido ameaçadas pelo aumento dos níveis de água, inundações e ciclones recorrentes, juntamente com outros desastres naturais que puseram em perigo suas comunidades, colocando sua população, ecossistema e ambiente construído em risco.

O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 1 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 2 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 3 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Image 4 of 4O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras? - Mais Imagens+ 3

O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns

Acesso exclusivo | 

Em condições normais, a maioria das pessoas gosta de viver em lugares com fácil acesso à sua vida cotidiana. É bom poder levar seus filhos a pé para o jardim de infância e é mais fácil manter uma vida social quando muitos de seus amigos moram na mesma rua que você. Quando você fica sem sabão, você é grato por poder reabastecer na mercearia no andar de baixo, ao invés de ter que dirigir 20 minutos até o supermercado. 

O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 1 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 2 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 3 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Image 4 of 4O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns - Mais Imagens+ 3

O futuro cripto da arquitetura: uma entrevista com Krista Kim

Acesso exclusivo | 

Em preparação para o Disrupt Symposium, à medida que se aproxima o lançamento da conferência, planejado para o dia 1º de maio, conversei com Krista Kim, artista contemporânea e fundadora do movimento Techism, cujo trabalho explora o conceito de consciência digital. Seu interesse pela tecnologia digital e por seus efeitos revolucionários na percepção humana, na mídia, nas estruturas sociais e na comunicação a levou a trabalhar tanto no ambiente digital quanto no físico.

Um novo guia abrangente sobre a arquitetura da África Subsaariana

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Comparados ao Ocidente e Oriente, a consciência e o conhecimento da arquitetura da África subsaariana - África ao sul do deserto do Saara - são escassos. Um novo livro pretende mitigar esse descuido, e é uma conquista significativa. Architectural Guide Sub-Saharan Africa (editora DOM, 2021), organizado por Philipp Meuser, Adil Dalbai e Livingstone Mukasa, levou mais de seis anos para ser elaborado. O guia de sete volumes apresenta a arquitetura nos 49 estados-nação subsaarianos do continente, inclui contribuições de cerca de 340 autores, 5.000 fotos, mais de 850 edifícios e 49 artigos expressamente dedicados a teorizar a arquitetura africana em seus aspectos sociais, econômicos, históricos e contexto cultural. Entrevistei dois dos editores — Adil Dalbai, pesquisador e arquiteto praticante especializado na África subsaariana, e Livingstone Mukasa, um arquiteto nativo de Uganda interessado nas interseções entre a história da arquitetura e a antropologia cultural — sobre os desafios de criar o guia, algumas de suas revelações sobre a arquitetura da África e seu impacto potencial.

Construa um escritório resiliente identificando oportunidades de colaboração remota

Acesso exclusivo | 

Empresas de todos os portes, grandes ou pequenas, enfrentaram desafios sem precedentes nos últimos anos — no entanto, um dos desdobramentos positivos da pandemia global é a consolidação da ideia de que o trabalho pode ser realizado de qualquer lugar do mundo. Embora a dinâmica de trabalho tenha mudado, as expectativas continuam as mesmas. As equipes precisam atuar com a mesma rapidez, eficiência e segurança de quando compartilhavam o mesmo espaço físico. Cabe agora ao setor de TI responder a esse desafio com soluções adequadas para atender às novas demandas de uma força de trabalho híbrida. O trabalho remoto — e a colaboração remota — vieram para ficar. 

Casa com estúdio e ateliê: residências que incorporam espaços de trabalho na Argentina

Acesso exclusivo | 

Embora muitas das residências construídas durante o movimento moderno, como ensaios projetuais sobre os novos modos de morar, tenham fomentado o surgimento precoce de "híbridos programáticos", associando habitualmente as moradias de artistas, pintores/as ou arquitetos/as com seus espaços de trabalho – basta lembrar, por exemplo, o ateliê que Le Corbusier projetou para o pintor Amédée Ozenfant em 1922 –, atualmente, os novos modelos de trabalho e a hiperconectividade favoreceram ainda mais o desenvolvimento de uma nova tipologia que considera que os espaços de trabalho podem fazer parte da arquitetura de caráter residencial. Arquitetos/as, escritores/as, fotógrafos/as, designers e pintores/as escolhem, cada vez com maior frequência, integrar seus estúdios e ateliês às suas residências, fusionando em um único conjunto o habitar com o trabalhar .

Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily

Acesso exclusivo | 
Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem de Destaque
The Library of SONGDO International City por DROO Da Costa Mahindroo Architect. Imagem © Visual Depiction

A seleção curada desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos educacionais e culturais enviados pela comunidade do ArchDaily. A partir de exemplos de diversas partes do mundo, o artigo explora como esses espaços de conhecimento e descoberta são projetados para inspirar e informar.

Com um museu monolítico em Portugal, um centro de patrimônio digital com fachada de mídia na Coreia e um centro de pesquisa em mobilidade na Turquia, esta seleção abrange vários tipos de espaços educacionais e culturais, bem como diferentes abordagens em relação ao ambiente construído ou natural. Os projetos a seguir revelam as ideias que moldam os espaços de conhecimento em diferentes contextos, ilustrando diversas abordagens sobre o que constitui uma instituição cultural.

Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 1 de 4Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 2 de 4Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 3 de 4Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 4 de 4Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Mais Imagens+ 52

Funhouse Situacionista: O complexo papel da arte na revitalização das cidades

Acesso exclusivo | 
Funhouse Situacionista: O complexo papel da arte na revitalização das cidades - Imagem de Destaque
Cortesia de Stephen Zacks. ImageHovagimyan colaborou com Gordon Matta-Clark em Day’s End, obra na qual Matta-Clark fez um corte ilegal em formato de meia-lua no Navy Pier, ao final da Gansevoort Street, em 1975

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Embora o novo livro de Stephen Zacks, G.H. Hovagimyan: Situationist Funhouse, seja ostensivamente sobre a vida e a obra do artista, há um subtexto intrigante e aparentemente oportuno pairando ao fundo: o complexo papel da arte e da cultura no desenvolvimento e redesenvolvimento das cidades. Trata-se de uma questão complexa e por vezes tensa, propensa a um pensamento simplista, até mesmo binário. Zacks, amigo e ex-colega na revista Metropolis, sempre teve uma visão mais sutil do assunto. Na semana passada, entrei em contato com ele para conversar sobre a obra de Hovagimyan, as lições históricas da Nova York dos anos 1970 e os motivos pelos quais a "gentrificação" precisa de um novo nome.

O conhecimento como agente disruptivo na prática em rede do UNStudio

Acesso exclusivo | 

Após os primeiros anos de atuação no mercado, Ben van Berkel e Caroline Bos rebatizaram seu escritório de arquitetura como UNStudio. Abreviação de United Network Studio, a mudança de nome é emblemática da natureza colaborativa e baseada em conhecimento da empresa, que hoje se expandiu para seis escritórios em todo o mundo.

Cortando o ruído com soluções acústicas da Impact Acoustic

Acesso exclusivo | 

Costuma-se dizer que só percebemos se o/a arquiteto/a considerou a acústica de um espaço quando isso não foi feito. Pense em interiores de restaurantes altamente instagramáveis, mas nos quais é impossível ouvir o que a pessoa do outro lado da mesa está dizendo.

Durante muito tempo, o tratamento acústico recebeu pouca ou nenhuma atenção na formação acadêmica em arquitetura. As coisas podem estar mudando, mas — para a sorte de empresas como a suíça Impact Acoustic — ainda há uma clara necessidade de provedores de soluções com sensibilidade arquitetônica que priorizam, acima de tudo, a redução de ruídos.

Como desenvolver bairros amigáveis à primeira infância?

Acesso exclusivo | 

Para quem você projeta uma cidade? Dificilmente sua resposta terá em mente um bebê ou uma criança de até seis anos de idade, período que define a primeira infância. No entanto, são diversas as diretrizes e ações que podem ser tomadas para incluir esse público no planejamento urbano. Afinal, é nesse momento que começam as primeiras relações de um cidadão com a urbanidade e é fundamental que haja o melhor acolhimento possível. 

Plotters para arquitetura: Design e sustentabilidade para profissionais

As impressoras de grande formato HP DesignJet foram projetadas para simplificar as necessidades de impressão dos profissionais do ecossistema da construção (arquitetos/as, engenheiros/as, construtores/as e subcontratados/as), ao mesmo tempo que oferecem impressões rápidas e de alta qualidade a um baixo custo.

Desenvolvimento de Negócios na Snøhetta: Um Olhar por Dentro

Acesso exclusivo | 

O Snøhetta foi fundado com base nos três pilares principais do desenvolvimento sustentável estabelecidos pela Comissão Brundtland da Organização das Nações Unidas em 1987: crescimento econômico, proteção ambiental e igualdade social. Suas operações, fortemente pautadas por valores e propósitos, expandiram-se desde então para 330 profissionais em sete escritórios pelo mundo — desde sua cidade natal, Oslo, até Adelaide, Hong Kong, Paris e Innsbruck, além de seus escritórios parceiros em Nova York e São Francisco.

Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural

Acesso exclusivo | 

Com uma extensão territorial de mais de 8,5 milhões de km², o Brasil é um país com enorme diversidade geográfica e climas que variam a cada região. Isso significa que as estratégias de ventilação natural na arquitetura devem ser analisadas a partir das especificidades locais, o que implica na análise do relevo, clima, entorno e das variações das condições de vento, além do estudo do projeto arquitetônico em si.

Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural - 6 的图像 4Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural - 8 的图像 4Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural - 14 的图像 4Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural - 18 的图像 4Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural - Mais Imagens+ 21

Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego

Acesso exclusivo | 

San Diego é uma cidade intrinsecamente ligada ao oceano. Desse modo, sua arquitetura responde a uma variedade de influências culturais e condições naturais. Lar de estilos arquitetônicos diversos e distintos, San Diego abriga desde residências vitorianas no estilo Queen Anne e bangalôs craftsman até estruturas de estilo neocolonial espanhol. Além de obras monumentais como o Salk Institute e a Geisel Library, San Diego também abriga uma série de projetos contemporâneos, tanto culturais quanto residenciais.

Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego - Image 1 of 4Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego - Image 2 of 4Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego - Image 3 of 4Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego - Image 4 of 4Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego - Mais Imagens+ 10

O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal

Acesso exclusivo | 

Como o Desenho Universal pode superar as divisões que deixaram tantas pessoas nos Estados Unidos isoladas em suas próprias comunidades? Em sua mais recente exposição, o Center for Architecture de Manhattan propõe uma “reconfiguração”. Em cartaz até 3 de setembro, Reset: Towards a New Commons apresenta projetos que “incentivam novos modos de vida colaborativa” e “abordagens mais holísticas de inclusão”.

O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagem 1 de 4O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagem 2 de 4O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagem 3 de 4O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagem de DestaqueO Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Mais Imagens

Consciente do clima e focada no design: a revolução da iluminação da Tala

Consciente do clima e focada no design: a revolução da iluminação da Tala - Imagem de Destaque
O design mais recente do estúdio britânico de iluminação sustentável Tala é a luminária para ambientes internos e externos, Muse, concebida em parceria com a marca de tintas ecologicamente consciente Farrow & Ball, em três cores atemporais. Imagem Cortesia de Tala

Às vezes, neste mercado chamado design, basta uma única ideia inteligente para dar o pontapé inicial. Um momento de inspiração — uma lâmpada que se acende, por assim dizer. Um produto que traz algo inovador e oportuno, oferecendo aos clientes algo que eles nem sabiam que precisavam, mas que agora certamente desejam. Isso, no entanto, é apenas o início de uma jornada. Depois que o burburinho inicial passa, como transformar esse produto de sucesso em um negócio robusto, sustentável e com impacto que vá além de sua revolução inicial?

Como seriam as cidades se fossem projetadas por mulheres?

Acesso exclusivo | 
Como seriam as cidades se fossem projetadas por mulheres? - Imagem de Destaque
Foto © Thiago Silva

Você já parou para pensar que, praticamente todas as cidades do mundo, desde os primórdios da humanidade, foram e continuam sendo criadas e pensadas por homens? Do planejamento urbano ao desenho dos edifícios, dos transportes públicos às cadeiras – as mulheres pouco fizeram parte do processo de criação de tudo que nos rodeia.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.