
Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.
Apesar de seu acervo deslumbrante de obras-primas, a National Gallery de Londres tem sido assombrada por uma série de intervenções arquitetônicas equivocadas ao longo de seus dois séculos de existência. Apenas uma vez sua liderança tomou uma decisão de fato inspirada e visionária: em meados da década de 1980, a galeria realizou um concurso, vencido pelo escritório Venturi, Rauch and Scott Brown (VRSB), da Filadélfia, para projetar um edifício voltado a coleções especiais.
O anexo foi construído de 1988 a 1991, viabilizado por fundos doados pela família Sainsbury como um presente para a nação, e foi imediatamente aclamado como um dos edifícios mais refinados de seu gênero erguidos no século XX. Desde então, permaneceu querido pelos londrinos e cumpriu exemplarmente o papel de expansão do pouco expressivo edifício clássico de William Wilkins. Especialistas na obra de Robert Venturi, John Rauch e Denise Scott Brown consideram-no uma de suas obras-primas. Pelo visto, a National Gallery tem uma opinião diferente.




























