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Lima, a cidade de 'todos os sangues' e todas as cores

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Lima, a cidade de 'todos os sangues' e todas as cores - Imagem de Destaque
© Eleazar Cuadros

O melhor é lembrar da Lima diversa, não da capitalina e centralizada. Lembrar que precisamente essa centralidade a converteu no ponto de encontro de diferentes cidades do Peru. Todos vêm para a capital, sim, mas nesta cidade as três regiões (costa, serra e selva) se misturam e conservam sua essência como em nenhuma outra parte. “Todas las sangres” é o título do romance (1964) mais ambicioso do escritor peruano José María Arguedas, uma tentativa de retratar o conjunto da vida por meio da representação de cenários geográficos e sociais de todo o país. Esta expressão, vigente até os nossos dias, alude à variedade racial, regional e cultural de nossa sociedade. Mencionar "todas las sangres" nos une e nos mistura: contém e integra a nossa diversidade. Mencionar todas as cores evoca essa natureza colorida e intercultural. 

Mares de Madrid: processos espaciais resilientes de transformação urbana e economia social

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O Mares é um projeto de transformação urbana e economia social realizado pelo estúdio SIC, VIC (Vivero de iniciativas ciudadanas) e TXP (Todo por praxis) em Madri, Espanha. O projeto recupera quatro antigos edifícios distribuídos em quatro distritos diferentes da cidade, transformando-os em hubs de inovação. Cada um deles está vinculado aos desafios enfrentados pela cidade: Mobilidade, Alimentação, Reciclagem, Energia e Cuidados.

Centro de Desenvolvimento Comunitário Parque 'El Higuerón' por Dellekamp/Schleich + AGENdA

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Centro de Desenvolvimento Comunitário Parque 'El Higuerón' por Dellekamp/Schleich + AGENdA - 1 的图像 4Centro de Desenvolvimento Comunitário Parque 'El Higuerón' por Dellekamp/Schleich + AGENdA - 2 的图像 4Centro de Desenvolvimento Comunitário Parque 'El Higuerón' por Dellekamp/Schleich + AGENdA - 3 的图像 4Centro de Desenvolvimento Comunitário Parque 'El Higuerón' por Dellekamp/Schleich + AGENdA - 4 的图像 4Centro de Desenvolvimento Comunitário Parque 'El Higuerón' por Dellekamp/Schleich + AGENdA - Mais Imagens+ 9

No outono de 2017, um terremoto de magnitude 7,1 atingiu pelo menos nove estados do México, deixando diversas áreas gravemente afetadas na Cidade do México, Puebla, Morelos, Oaxaca, Veracruz, Tlaxcala, Guerrero e no Estado do México. Jojutla, município localizado em Morelos, foi um dos muitos que se transformou em um cenário de ruínas após o abalo que sacudiu o país em 19 de setembro. Com grande parte da infraestrutura comprometida, uma iniciativa do Infonavit viabilizou a elaboração de um plano diretor para a reconstrução dos principais edifícios públicos do município.

A construção a seco: um avanço rumo a um mundo mais sustentável

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O conceito de sustentabilidade remonta aos anos 1980, quando a presidente da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas, Gro Harlem Brundtland, redigiu o relatório intitulado “Nosso Futuro Comum”. O documento questionava as consequências ambientais negativas do desenvolvimento e da globalização, propondo a necessidade de avançar em direção a um “Desenvolvimento Sustentável”.

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Edifícios para as telecabines de Kuélap: arquitetura a partir da memória e do ambiente

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Edifícios para as telecabines de Kuélap: arquitetura a partir da memória e do ambiente - Imagem 1 de 4
01-Estação de Embarque. Imagem © Manuel Medir

Kuélap, sítio pré-inca construído pela cultura Chachapoyas, está localizado na região norte-central do país, na Região Amazonas. Forma um conjunto arquitetônico de pedra de grandes dimensões caracterizado por seu caráter monumental, com uma grande plataforma artificial assentada sobre a crista de rocha calcária no topo do morro. Suas colossais muralhas e sua complexa arquitetura interior são evidências de sua função como um núcleo populacional bem organizado, que inclui recintos de caráter administrativo, religioso, espaços cerimoniais e de residência permanente.

Durante muito tempo, o complexo arqueológico esteve na mira do Estado peruano para que pudesse ser constantemente visitado e conservado. Sendo um ponto de parada obrigatório para turistas nacionais e internacionais, viabilizou-se o projeto do circuito de teleféricos por meio de uma parceria público-privada. Nesta ocasião, apresentamos um interessante projeto arquitetônico desenvolvido pelo escritório FD Arquitectos y Urbanistas, cuja solução alia de forma coerente a tecnologia e a modernidade exigidas pela complexidade do projeto à tradição das construções vernáculas do Amazonas, promovendo a sustentabilidade ambiental e a compreensão profunda do território da floresta alta.

Estudantes exploram as possibilidades das estruturas para secagem de madeira

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Tradicionalmente, a Escuela de Arquitectura de la Universidad Finis Terrae organiza oficinas em que estudantes constroem obras em escala real. Desta vez, a atividade foi liderada pela arquiteta chilena Verónica Arcos, que trabalhou com os/as participantes inspirando-se nos sistemas de encastelamento para a secagem de madeira.

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Fevereiro no ArchDaily: Representação na arquitetura

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A partir deste mês, o ArchDaily apresentará temas mensais. Nossa equipe editorial e de curadoria alinhará esforços para se aprofundar em tópicos que consideramos relevantes no debate arquitetônico atual, por meio de novos artigos, projetos, colaborações e contribuições do nosso público leitor. Em fevereiro, começamos com Representação arquitetônica.

Repensar a forma de fazer cidade implica repensar como aprendemos a fazer cidade

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A CityMakers está trabalhando em conjunto com o ArchDaily para publicar uma série de artigos, conversas e entrevistas com os diversos atores da coprodução da cidade que estão por trás do Barcelona CityMakers Lab 2019, evento que ocorrerá de 14 a 20 de outubro de 2019.

Para esta edição, reunimos trechos de uma conversa com o arquiteto e planejador territorial Victor Torres, Diretor Criativo da CityMakers, que nos convida a uma reflexão sobre a necessidade de repensar os modelos tradicionais de fazer e de aprender a fazer cidade, e sobre a CityMakers, uma comunidade que busca inspirar a mudança por meio da transferência de conhecimento in situ em cidades exemplares ao redor do mundo.

A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos

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A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos - Image 1 of 4A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos - Image 2 of 4A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos - Image 3 of 4A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos - Image 4 of 4A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos - Mais Imagens+ 16

“Decidi chamá-lo de Silos porque este edifício costumava armazenar alimentos, o que é, naturalmente, essencial para a vida. Para mim, assim como a comida, a roupa também faz parte da vida” [1].

Construído em 1950, o antigo armazém de cereais de 4.500 metros quadrados, hoje Armani Silos, por Giorgio Armani, expandiu-se e transformou-se em um espaço único. Distribuído em quatro pavimentos, o local abriga uma impressionante seleção de criações do estilista, dividida por temas, paletas de cores e texturas, em que cada uma narra uma história distinta.

Conheça o projeto que conecta o centro de Veracruz e Boca del Río: 'Puerto Veracruz, Corazón Jarocho'

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Conheça o projeto que conecta o centro de Veracruz e Boca del Río: 'Puerto Veracruz, Corazón Jarocho' - Imagen 1 de 4Conheça o projeto que conecta o centro de Veracruz e Boca del Río: 'Puerto Veracruz, Corazón Jarocho' - Imagen 2 de 4Conheça o projeto que conecta o centro de Veracruz e Boca del Río: 'Puerto Veracruz, Corazón Jarocho' - Imagen 3 de 4Conheça o projeto que conecta o centro de Veracruz e Boca del Río: 'Puerto Veracruz, Corazón Jarocho' - Imagen 4 de 4Conheça o projeto que conecta o centro de Veracruz e Boca del Río: 'Puerto Veracruz, Corazón Jarocho' - Mais Imagens+ 27

Não existe um elemento físico que divida Veracruz e Boca del Río; no entanto, as duas são muito diferentes, apesar de serem cidades vizinhas. Por um lado, encontra-se a cidade histórica de  Veracruz, a porta de entrada da América para o Velho Continente, e, por outro, localiza-se Boca del Río, uma cidade jovem, mas com maior poder econômico. O Porto de Veracruz funciona como um espaço tangível e de referência que tece essa configuração urbana em meio a contrastes; estende-se de norte a sul, com uma ampla vista para o Golfo do México, conectando os centros dessas duas cidades.

Maio no ArchDaily: Reutilizar

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A população urbana mundial duplicará até 2050, e as cidades precisam encontrar formas sustentáveis de acomodar esse movimento de massa. As obras de arquitetura são construídas de maneira cada vez mais rápida para responder a tempo às demandas desse crescimento acelerado. Muitas vezes, essa velocidade gera edifícios sem personalidade, resultando em cidades totalmente genéricas.

Uma solução mais inteligente e sustentável é adensar os centros existentes, bem como recuperar as estruturas construídas por meio da restauração e do reuso. No entanto, transformar o antigo em novo é um processo desafiador. Exige uma visão ousada e um compromisso rigoroso com o projeto.

As redes sociais na construção coletiva da memória urbana: o caso de #RobinHoodGardens

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Nesta ocasião, Beatriz Coeffé Boitano nos apresenta parte da tese "Brutalism Revival: media as active spaces of urban memory", desenvolvida em seu Mestrado em Arte e Gestão Cultural na King’s College London. Nela, a autora reflete sobre o registro e a construção de um discurso coletivo em torno da memória urbana por meio das redes sociais, destacando, neste caso, a experiência da demolição do edifício brutalista Robin Hood Gardens, de Alison e Peter Smithson.

Rafael Aburto: a arquitetura moderna esquecida na Espanha

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A cultura mais importante da arquitetura moderna castelhana, e do século XX, nasceu pelas mãos de Rafael Aburto [1913-2014] e de seus contemporâneos; dessa geração esquecida. Uma geração do entreguerras, de trincheiras não apenas nos campos de batalha, mas também na arquitetura. Um grupo de arquitetos e arquitetas que precisou enfrentar, além dos estragos da guerra civil espanhola, um tradicionalismo inócuo, cercado de profissionais que não haviam lido, não sabiam nem tinham visto quase nada. Era a tradição que sustentava as coisas, neste caso a espanhola. A própria guerra civil marcou um revés geracional na profissão, como não poderia deixar de ser; porém, não apenas na geração de Rafael Aburto, mas também nas vindouras. 

A diferença geracional passava pelo único crivo de ter combatido na guerra. Oíza tinha dezoito anos quando o conflito eclodiu; Sota, Cabrero, Coderch, Aburto… foram convocados para a batalha, combatendo, em sua maioria, no lado nacionalista. Com o fim da guerra, a imagem da Espanha já não lembrava aquela de antes de seu início; e o pensamento arquitetônico tampouco. Ao retornarem à profissão nos anos quarenta, os/as arquitetos/as se depararam com uma tradição já antiquada, praticamente inútil, bem como com uma modernidade precária, na qual não havia densidade nem conhecimento. É por isso que surgem figuras como Aburto, arquitetos e arquitetas da geração do pós-guerra que assumiram o papel de pioneiros ou, ao menos, demonstraram empenho em romper com os laços do academicismo para abraçar uma modernidade própria. 

Manuel Gallego Jorreto, a arquitetura do Prêmio Nacional de Arquitetura de 2018 na Espanha

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Conheci a obra de Manuel Gallego pela primeira vez em Valência, pelas mãos de José María Lozano. Ali, onde eu estudava, haviam organizado um simpósio sobre arquitetura galega. 

Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González

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Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Imagem de DestaqueLinha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Image 3 of 4Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Image 4 of 4Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Image 6 of 4Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Mais Imagens+ 8

Até alguns anos atrás, circulava um boato em Santiago do Chile: por trás das paredes de Cal y Canto, a histórica estação da Linha 2 do Metrô, escondia-se uma estação fantasma que se conectaria com a Linha 3, uma rota que fazia parte do plano diretor da rede subterrânea. No entanto, sua construção foi suspensa após o terremoto de 1985, que obrigou o redirecionamento de recursos estatais para a reconstrução da região central do Chile.

Na última terça-feira, 22 de janeiro —34 anos mais tarde— a estação Cal y Canto finalmente abriu sua conexão com a Linha 3, a mais recente adição à rede metroviária da capital chilena, tornando-se, assim, a sétima linha de Santiago, depois das linhas 1, 2, 4, 4A, 5 e 6.

Qual a relação das práticas arquitetônicas no México com a obra de Zaha Hadid Architects?

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Qual a relação das práticas arquitetônicas no México com a obra de Zaha Hadid Architects? - Image 1 of 4Qual a relação das práticas arquitetônicas no México com a obra de Zaha Hadid Architects? - Image 2 of 4Qual a relação das práticas arquitetônicas no México com a obra de Zaha Hadid Architects? - Image 3 of 4Qual a relação das práticas arquitetônicas no México com a obra de Zaha Hadid Architects? - Image 4 of 4Qual a relação das práticas arquitetônicas no México com a obra de Zaha Hadid Architects? - Mais Imagens+ 3

Há alguns meses, foi encerrada a primeira exposição do escritório Zaha Hadid Architects (ZHA) na América Latina, realizada no Museo Universitario de Arte Contemporáneo (MUAC), no Centro Cultural de Ciudad Universitaria, na Cidade do México. A mostra reunia alguns dos projetos da arquiteta Zaha Hadid por meio de maquetes, materiais audiovisuais, pinturas e fotografias, abordando o processo criativo de sua prática e evidenciando a importância e a complexidade do design como eixo articulador de formas e processos construtivos em sua obra.

Concurso Binacional para Laboratório de Controle Ambiental no Rio Uruguai

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Promovido pela Comissão Administradora do Rio Uruguai, com organização da Sociedade de Arquitetos do Uruguai (SAU) e do Colégio de Arquitetos da Província de Entre Ríos (CAPER) — e com o patrocínio da Federação Argentina de Entidades de Arquitetos (FADEA) —, está aberta a convocatória para o concurso binacional de anteprojetos arquitetônicos com o objetivo de desenvolver um Laboratório de Controle destinado à análise ambiental do Rio Uruguai.

Arquitetura para a educação: 24 projetos de escolas no México

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Arquitetura para a educação: 24 projetos de escolas no México - Image 1 of 4Arquitetura para a educação: 24 projetos de escolas no México - Image 2 of 4Arquitetura para a educação: 24 projetos de escolas no México - Image 3 of 4Arquitetura para a educação: 24 projetos de escolas no México - Image 4 of 4Arquitetura para a educação: 24 projetos de escolas no México - Mais Imagens+ 22

Os espaços educativos são ambientes que evoluíram ao longo dos anos em resposta aos avanços tecnológicos e às novas formas de ensino que buscam se concentrar cada vez mais em métodos flexíveis, permitindo a cada estudante traçar seu próprio caminho com base em um sistema comum. A importância desses espaços reside no fato de serem pontos de encontro que atendem às nossas necessidades sociais de compartilhar ambientes físicos voltados para sistemas educacionais muito mais horizontais e inclusivos, como é o caso do Centro de Deficientes Visuais, projetado pelo Taller de Arquitectura Mauricio Rocha + Gabriela Carrillo, que busca gerar diferentes experiências sensoriais por meio dos materiais, da luz e das temperaturas geradas tanto dentro quanto fora dos espaços.

Instagram: Como posicionar seus produtos e materiais de construção entre arquitetos e arquitetas

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O Instagram é uma das redes sociais mais populares do mundo, com mais de um bilhão de usuários que recorrem à plataforma diariamente em busca de inspiração e para descobrir conteúdos de seu interesse. Isso inclui marcas e empresas. De acordo com pesquisas do próprio Instagram, 60% das pessoas afirmam ter descoberto novos produtos na rede social, e mais de 200 milhões de usuários visitam pelo menos um perfil comercial todos os dias.

Dia do/a arquiteto/a no México: 15 entrevistas que refletem sobre as práticas contemporâneas

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A cada dia 1º de outubro, com o objetivo de destacar e recordar no México a responsabilidade coletiva da arquitetura no desenho das futuras cidades e assentamentos do mundo, celebra-se o Dia do/a Arquiteto/a. Ao longo dos anos – após sua oficialização em 2004 –, diversas têm sido as celebrações por parte de uma grande comunidade que questiona constantemente seu papel na sociedade e no mundo. Isso tem desencadeado diferentes debates sobre o significado da arquitetura, sobre a atuação dos arquitetos e arquitetas em momentos-chave da história e, sobretudo, qual é o futuro da arquitetura no México? E para onde devem se direcionar os esforços da categoria para construir espaços que aumentem a qualidade de vida das pessoas?

Transporte público sustentável, um objetivo necessário a ser alcançado na cidade de Córdoba

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Desde meados do século XX, as cidades latino-americanas vêm experimentando fenômenos de metropolização nos quais o transporte é profundamente afetado pelo crescimento expressivo do uso do automóvel particular. Esse cenário se deve à rápida e desregulada expansão da mancha urbana, fazendo com que as cidades se estendam de forma dispersa pelo território. Somam-se a isso a deficiente gestão pública dos transportes e as frágeis condições socioeconômicas internas dos países latino-americanos, que condicionam o desenvolvimento dos sistemas de mobilidade.

Córdoba, a segunda cidade mais populosa da Argentina, depois de Buenos Aires, insere-se nesse paradigma como detentora de uma das maiores malhas urbanas do mundo, cobrindo 576 km² (além de sua área metropolitana). Sua estrutura física caracteriza-se por uma configuração radiocêntrica, com corredores viários que convergem para o núcleo urbano, consolidando um centro denso, com alta concentração de serviços, e uma periferia em constante expansão.

Protótipo arquitetônico para expansões urbanas de baixa renda em climas tropicais

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Cortesía de SUMA Arquitectos
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Cortesía de SUMA Arquitectos
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Cortesía de SUMA Arquitectos

Exibido em uma mostra paralela à Bienal de Veneza 2018, o projeto Habitação Tropi-Co-Re do SUMA Arquitectos propõe reflexões sobre a interseção entre o projeto urbano e arquitetônico no contexto residencial econômico de um clima equatorial/tropical, investigando sistemas de materiais alternativos para sua construção, como estruturas de treliça de bambu e coberturas metálicas de placas dobradas.

Confira o projeto em detalhes com as palavras de seus/as autores/as, a seguir.

Ferramentas para um projeto eficiente de habitação social na América Latina

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Nesta ocasião, Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit apresentam um novo artigo de sua série sobre o estudo da habitação social na América Latina. Neste texto, eles compartilham recomendações sobre como trabalhar com os(as) futuros(as) moradores(as), baseadas em uma sólida experiência em projetos práticos. Confira as publicações anteriores e o novo artigo a seguir.

Fechamentos translúcidos na Argentina: iluminação natural sem perder a privacidade

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Fechamentos translúcidos na Argentina: iluminação natural sem perder a privacidade - 12 的图像 4
Casa em Fincas del Sur / Manuel Ignacio Martínez. Image © Gonzalo Viramonte

Campo Baeza afirmava que “A luz é o material mais bonito, o mais rico e o mais luxuoso utilizado por arquitetos/as. O único problema é que ela nos é dada gratuitamente, está ao alcance de todos e não é valorizada suficientemente” [1]. Inúmeros arquitetos e arquitetas concordam hoje sobre a importância das questões lumínicas na hora de criar espaços arquitetônicos, refletindo sobre sua qualidade, quantidade, matiz e direcionalidade. Apesar disso, no momento de determinar as características de seus fechamentos, muitos optam por trabalhar com materiais que garantam altos graus de privacidade, seja por meio da incorporação de elementos opacos ou envoltórias que filtrem as visuais e diluam o contato com os exteriores públicos.

Em determinados casos nos quais a insolação permite, o desenvolvimento tecnológico atual possibilita a incorporação de sistemas de fechamento translúcidos que garantam a entrada de uma grande quantidade de luz natural controlada durante o dia, sem que isso implique em perda de privacidade. Trata-se de sistemas de painéis autoportantes de vidro tratado, que oferecem a possibilidade de gerar superfícies completamente envidraçadas, contínuas, homogêneas, sem obstruções e translúcidas, que ao mesmo tempo filtram as visuais para o interior dos espaços. A seguir, apresentamos 6 obras localizadas na Argentina que exemplificam diversas formas de trabalhar com esses sistemas.

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