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Como edifícios e seus materiais se comportam como organismos? Uma conversa com Jenny E. Sabin

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Por que pesquisar e inovar em arquitetura? Em uma conversa com a arquiteta Jenny E. Sabin, mergulhamos na ligação crítica entre pesquisa e prática em arquitetura. Buscando o desenvolvimento de um novo modelo, sua equipe incorpora uma abordagem interdisciplinar que introduz conexões entre essas áreas, fomentando a colaboração tanto com cientistas quanto com engenheiros.

Observando o comportamento da natureza, o método proposto integra descobertas biológicas e matemáticas ao processo de design. Após passar por um processo de teste sistemático, essas percepções são aplicadas na fase de design generativo do projeto para criar soluções adaptativas e responsivas de materiais. Analisando suas estratégias de pesquisa e design, mostramos como ela traduz a pesquisa em prática arquitetônica.

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Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social?

A habitação é uma das principais premissas da arquitetura. Para muitos, o abrigo é um de seus denominadores principais. Dentro das cidades, é pauta premente e complexa. De todo modo, as iniciativas de habitação com interesse social tentam dar conta de abrigar uma parcela considerável da população, para garantir que usufruam dessa premissa-primeira da arquitetura: uma casa.

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Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower?

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Quando Kisho Kurokawa projetou a icônica Nakagin Capsule Tower em 1972, a estrutura pretendia concretizar os ideais do metabolismo, experimentando ideias de crescimento e adaptação inspiradas em processos biológicos. Este estilo arquitetônico surgiu no Japão pós-guerra com o objetivo de criar edifícios e megaestruturas que se assemelhassem a organismos vivos, capazes de evoluir, expandir, contrair e se adaptar às mudanças do ambiente. Seguindo essa filosofia, a Nakagin Tower era composta por 140 unidades de cápsulas idênticas, cada uma fixada individualmente em dois eixos centrais. As cápsulas deveriam ser substituídas e atualizadas a cada 25 anos, permitindo flexibilidade e mudança. No entanto, essa inovação se revelou impraticável. Quase 50 anos após a sua construção, a torre foi parcialmente demolida. No total, 23 cápsulas foram preservadas para serem reutilizadas. Atualmente, essas cápsulas estão espalhadas pelo mundo e continuam representando os ideais metabólicos.

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Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente

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O conceito de uma cidade pode ser entendido como um sistema em constante transformação, no qual arquitetos e habitantes colaboram para sua concepção e remodelagem. Embora sua estrutura inicial possa ser delineada por designers ou arquitetos, a essência da trama urbana é, em última instância, moldada pela sociedade e pelas gerações que a ocupam. A questão da "autoria da cidade" frequentemente surge no contexto do planejamento urbano. Será que os arquitetos e urbanistas podem prever até que ponto uma cidade evoluirá por meio de seu projeto inicial? A resposta é não. A noção de autoria do usuário reconhece, então, que o planejamento urbano não deve ser abordado como um projeto de construção convencional, no qual os designers tentam prever todos os aspectos de forma, padrão, comportamento e cultura. Em vez disso, ela reconhece o papel desempenhado pelas pessoas na configuração da trama urbana por meio de suas preferências arquitetônicas, desenvolvimento da identidade do bairro e remodelagem contínua que contribui para a história e o espírito do lugar. Esses elementos devem ser considerados desde o início do processo de projeto, contemplando ideias relacionadas à expansão futura, infraestrutura adaptável e capacitação dos cidadãos para contribuir com a arquitetura da cidade, tornando, assim, o planejamento urbano mais democrático. Este artigo explora conceitos de cidades radicais, nas quais os designers adotam ideias de autoria dos usuários e a evolução constante da arquitetura efêmera.

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Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores

Diante de um mundo cada vez mais inserido nas dinâmicas dos agitados ambientes urbanos e tecnologias digitais, uma maior conexão com a natureza parece ter se tornado mais importante para o bem-estar físico e emocional das pessoas, o que perpassa, de maneira direta e fundamental, os espaços em que elas convivem. Discussões e estudos acerca de temas como a neuroarquitetura e a biofilia são cada vez mais presentes e populares no campo da arquitetura e do design de interiores contemporâneos, levantando reflexões importantes sobre uma escolha mais assertiva e consciente de uma série de elementos projetuais que compõem os ambientes que mais convivemos.

Nesse cenário, o uso de materiais como a madeira, seja em ambientes residenciais, comerciais ou corporativos, têm demonstrado efeitos positivos em como sentimos e experienciamos os espaços ao nosso redor, ao suscitarem alguma conexão com o meio natural, reconfigurando a forma como percebemos nossos ambientes de vida e de trabalho e como somos afetados por eles. Ao incorporar elementos de madeira em nossos espaços, somos capazes de criar locais de maior tranquilidade que nos permitem desconectar do estresse e da agitação da vida urbana.

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Benevides, Jundiaí e Fortaleza vencem Prêmio Cidade Caminhável

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Para enfrentar a crise climática é urgente transformar o modo de vida nas cidades, grandes poluentes e consumidoras de energia. O uso de veículos motorizados, especialmente no transporte individual, é uma das mudanças necessárias nos centros urbanos. Cidades que ofereçam segurança para pedestres, ciclistas e uma rede eficiente de transporte público são cada vez mais fundamentais.

Incentivar o desenvolvimento de centros urbanos em que as pessoas possam se deslocar de forma ativa – a pé e de bicicleta – para suas atividades diárias é o caminho que o Instituto Caminhabilidade impulsiona. Por isso, criou o Prêmio Cidade Caminhável, que valoriza e inspira ações por cidades caminháveis no Brasil.

Carbono incorporado no setor imobiliário: a contribuição oculta para as mudanças climáticas

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A janela para resolver a mudança climática está se estreitando; qualquer solução deve incluir o carbono incorporado. O Sexto Relatório de Avaliação publicado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) concluiu que o mundo poderia emitir apenas 500 gigatoneladas a mais de dióxido de carbono, contados a partir de janeiro de 2020, se quisermos ter 50% de chance de ficar abaixo de 1,5 grau. Somente em 2021, o mundo emitiu cerca de 36,3 gigatoneladas de carbono, a maior quantidade já registrada. Estamos no caminho para estourar nosso orçamento de carbono nos próximos anos e, segundo o relatório, “as escolhas e ações implementadas nesta década terão impactos agora e durante milhares de anos.”

Uma escola primária no interior da Toscana e a ampliação de uma academia de belas artes na Alemanha: 8 projetos de espaços educacionais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Com o fim dos dias de verão, as atenções naturalmente se voltam para o universo acadêmico, um espaço repleto de curiosidade, energia e engenhosidade. Para profissionais de arquitetura, os espaços educacionais representam uma oportunidade de exploração, ao reunirem estudantes ávidos com docentes e especialistas em suas respectivas áreas. O ambiente das instalações de ensino torna-se, assim, uma tela em branco para o cultivo da criatividade, da curiosidade e do desenvolvimento. Desde a ludicidade de creches e pré-escolas até os corredores das faculdades que moldam os acadêmicos e acadêmicas de amanhã, a arquitetura dos espaços educacionais deve equilibrar estrutura e flexibilidade para responder às necessidades de estudantes, docentes e de suas comunidades.

A seleção desta semana de Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições de ensino. De programas inovadores dedicados ao desenvolvimento infantil e engajamento comunitário a escolas de ensino médio especializadas ou instituições inclusivas que exploram o uso de materiais locais disponíveis, como a terra batida, esta seleção destaca projetos voltados para a troca de conhecimento em suas variadas formas.

Uma escola primária no interior da Toscana e a ampliação de uma academia de belas artes na Alemanha: 8 projetos de espaços educacionais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - 7 的图像 4Uma escola primária no interior da Toscana e a ampliação de uma academia de belas artes na Alemanha: 8 projetos de espaços educacionais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - 18 的图像 4Uma escola primária no interior da Toscana e a ampliação de uma academia de belas artes na Alemanha: 8 projetos de espaços educacionais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - 24 的图像 4Uma escola primária no interior da Toscana e a ampliação de uma academia de belas artes na Alemanha: 8 projetos de espaços educacionais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - 32 的图像 4Uma escola primária no interior da Toscana e a ampliação de uma academia de belas artes na Alemanha: 8 projetos de espaços educacionais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - Mais Imagens+ 42

Mitigação de Riscos 101: Ferramentas para profissionais de arquitetura aprimorarem a gestão de riscos

Quando um/a arquiteto/a se dedica de corpo e alma a um projeto, a última coisa com que deseja lidar é um/a cliente insatisfeito/a e, consequentemente, um possível litígio.

A mitigação de riscos continua sendo uma preocupação prioritária para arquitetos/as, independentemente de como o setor de Arquitetura, Engenharia, Construção e Operações (AECO) evolua. Novas e crescentes exigências para que os escritórios redobrem seus esforços na identificação de riscos potenciais e garantam o arquivamento da documentação adequada para evitar atribuição de culpa têm um limite de eficácia.

Cidades mais bem projetadas: criatividade nas áreas verdes

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As cidades ao redor do mundo enfrentam desafios cada vez maiores em relação ao planejamento urbano e à criação de espaços públicos sustentáveis e atraentes, como áreas verdes. Diante disso, tem-se buscado novas alternativas para criar paisagens verdes nos espaços públicos das cidades. Esses lugares desempenham um papel fundamental no desenvolvimento e transformação das cidades, sendo há muito tempo o cenário das interações sociais, expressão cultural e troca de ideias.

Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical

A África tropical abriga vastas florestas que se estendem por 3,6 milhões de quilômetros quadrados nas regiões Ocidental, Oriental e Central do continente. Essas florestas desempenham um papel crucial, fornecendo madeira para os setores de móveis, combustíveis e indústrias de papel. No entanto, a madeira ainda não faz parte da arquitetura contemporânea dessas regiões. Embora o gosto arquitetônico seja um fator, a principal razão para essa ausência está relacionada à incapacidade das indústrias madeireiras em atender aos requisitos de disponibilidade, acessibilidade, apelo estético, durabilidade e desempenho climático e estrutural da madeira. A indústria madeireira na África tropical é composta principalmente por operações informais e de pequena escala, focando principalmente no corte de toras, em vez de refinar a madeira para uso em projetos arquitetônicos ou estruturais. Apesar disso, o grande número de empresas informais na região apresenta uma oportunidade para remodelar a indústria e aproveitar os recursos florestais locais na construção de edifícios em madeira.

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Cidades universitárias nos Estados Unidos: revitalização ou gentrificação?

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O anúncio da criação de um novo campus universitário costuma ser motivo de celebração, pois sinaliza oportunidades econômicas e crescimento urbano. Os Estados Unidos abrigam mais de 700 cidades universitárias que prosperaram com a inauguração de instituições de ensino, como Boulder, onde fica a Universidade do Colorado, e Chapel Hill, sede da Universidade da Carolina do Norte. Diante desse desenvolvimento, no entanto, a gentrificação infelizmente tornou-se um tema polêmico nessas localidades em todo o país. Embora a transformação dessas cidades traga expansão econômica e efervescência cultural, ela frequentemente ocorre às custas do desalojamento de moradores antigos, do apagamento do caráter histórico e da alteração da própria essência local. As cidades universitárias norte-americanas oferecem uma perspectiva única sobre como os centros urbanos podem equilibrar progresso e preservação.

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Modernidade em Mendoza: o Pavilhão 24 da Feira da América

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A cidade de Mendoza (Argentina) sediou o certame internacional conhecido como “Feria de América”, um evento de caráter industrial e continental que ocorreu entre janeiro e abril de 1954. Como cenário adequado para a mostra, foram destinados 30 hectares no perímetro do lago do Parque General San Martín, onde foram montados 93 pavilhões e quase 20 estruturas de apoio, incluindo a Torre Alegórica, um teatro ao ar livre e bares. Os países americanos representados (e com pavilhões próprios) foram Brasil, Chile, Equador e Paraguai. Também houve um grande pavilhão que abrigou diferentes países latino-americanos, como Colômbia, Cuba, Bolívia, El Salvador, Honduras e México; estandes de empresas chilenas e de Mendoza, além de pavilhões provinciais para Mendoza, San Juan, Misiones, La Rioja, Eva Perón (atual La Pampa), Juan Domingo Perón (atual Chaco), Córdoba, Corrientes, Santa Fe, Tucumán e Buenos Aires, além de estandes e espaços para diversas câmaras comerciais (Quiroga, 2012). A Feira materializou o desejo do governo nacional de mostrar uma Argentina pujante, próspera, integrada aos países da região e na vanguarda do desenvolvimento industrial.

LIGA inaugura a mostra: 'Do outro lado' de Juan Campanini e Josefina Sposito na Cidade do México

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Como parte da agenda cultural do LIGA, Espaço para Arquitetura na Cidade do México, no início deste mês foi inaugurada a mostra "Al otro lado", de Juan Campanini e Josefina Sposito, que estabeleceram seu escritório em 2017 na cidade de Buenos Aires (Arg) e, desde então, vêm focando sua prática tanto no desenvolvimento de projetos arquitetônicos quanto no ensino e na pesquisa. Trata-se de uma intervenção que consiste em uma nova fachada, a qual propõe uma releitura da paisagem da Cidade do México como um tecido fragmentado composto por múltiplas partes reconhecíveis.

Abrir-se / Contemplar a vista: portas de grande porte para uma entrada impressionante

Boas-vindas a West Hollywood e ao episódio 9 de Opening Up. Denis Devin Donner, do escritório Rudin Donner Design, sediado em Los Angeles, nos apresenta este projeto pelo qual é apaixonado. A transformação começou com uma mansão que carecia de uma entrada definida e culminou em um portão que emoldura uma bela vista.

Como compreender e aplicar o resselvagemento na arquitetura?

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Em uma época na qual os impactos nocivos da ação humana sobre o meio ambiente se tornam cada vez mais evidentes, o conceito de renaturalização surge como uma abordagem promissora para a conservação e a restauração ecológica. Nos últimos anos, acompanhando o crescente interesse pela arquitetura de paisagem, a premissa de cessar a intervenção antrópica no meio natural para restabelecer um equilíbrio dinâmico parece propor um caminho economicamente viável e quase idílico para remediar danos climáticos históricos. Contudo, será que abdicar do controle sobre a natureza resume de fato o que é a renaturalização? E de que forma esse conceito se articula com a arquitetura e o design? Buscaremos respostas para essas indagações a partir de seus fundamentos, aplicações práticas e exemplos referenciais.

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A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos

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A Índia possui muitos museus, galerias de arte, bibliotecas públicas, teatros e centros de preservação do patrimônio cultural. No entanto, muitos desses locais estão abandonados e negligenciados, assim como os objetos que deveriam expor e proteger. Historicamente, o desenvolvimento da infraestrutura cultural na Índia tem sido responsabilidade do governo, o que muitas vezes resultou em um estado de estagnação. No entanto, nas últimas duas décadas, temos observado uma mudança significativa na cena cultural do país. O crescente interesse de instituições privadas abriu caminho para diversos projetos culturais, geralmente em parceria com autoridades locais. Esses projetos têm como objetivo celebrar a riqueza da cultura indiana, tanto histórica quanto contemporânea, tornando-se destinos populares para a classe média em ascensão.

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Madeira: os melhores artigos do ArchDaily

A madeira tem desempenhado um papel fundamental na história da arquitetura ao proporcionar às construções versatilidade e sustentabilidade. Atualmente, seu uso está se transformando, impulsionado tanto pelos avanços tecnológicos trazidos pelo uso da madeira laminada cruzada (CLT) quanto por uma crescente consciência ambiental.

A lista a seguir é um índice de artigos, notícias e projetos publicados no ArchDaily que abordam tudo o que você precisa saber sobre o uso da madeira na arquitetura, desde estratégias de design e as últimas tendências até sua aplicação em obras e materiais de construção.

Viena: uma política de habitação social fora do comum

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A cidade de Viena tem uma política habitacional bastante elogiada. Ela realmente tem muitos méritos, mas não é necessariamente perfeita. Na verdade, a política habitacional de Viena caminhou em uma direção diferente das outras cidades europeias, o que desperta o interesse de quem estuda o tema. Nesse episódio do podcast Housing Voice, produzido pela universidade UCLA, Justin Kadi apresenta algumas características que tornam a capital austríaca um caso único. O episódio também disponibiliza uma série de artigos científicos para quem quiser se aprofundar no assunto.

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Favelas latino-americanas: projetos de melhoria e a participação da comunidade

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Há algumas semanas, o Instituto Real de Arquitetos Britânicos (RIBA) anunciou a estudante ganhadora do subsídio de viagem RIBA Norman Foster 2023. Trata-se da peruana Martha Pomasonco que obteve a bolsa em reconhecimento ao seu projeto intitulado “Barrios Mejorados”.

A pesquisa que conquistou o júri investigará o impacto dos mais bem-sucedidos programas de melhoria nos assentamentos informais aplicados em alguns países latino-americanos a fim de encontrar lições de projeto relacionadas à sustentabilidade social e ambiental. Sua investigação parte da ideia de que 80% da população da América Latina vive em cidades, o que a torna a região mais urbanizada do planeta. Dessa porcentagem, entretanto, estima-se que 15% viva em assentamentos informais caracterizados principalmente pela infraestrutura inadequada e baixa qualidade de vida. Por este motivo, nos últimos 30 anos, diferentes programas de melhoria foram aplicados tendo como fator chave para seu sucesso a participação dos cidadãos em todas a etapas de projeto.

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The Second Studio Podcast: Arquitetos/as devem vender plantas baixas online?

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais do campo criativo em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.

Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem se os/as arquitetos/as devem ou não vender suas plantas baixas online. A dupla aborda os benefícios financeiros da venda de plantas, a democratização do acesso a boas plantas baixas, as desvantagens de vender serviços parciais, as preocupações com a qualidade, o futuro da profissão, a priorização da velocidade e da eficiência no projeto, os motivos pelos quais os/as arquitetos/as frequentemente não são contratados/as para os projetos, entre outros tópicos.

Eficiência energética pode ser justificativa técnica para a escolha das cores nos projetos de arquitetura

As cores têm desempenhado um papel essencial na história da arquitetura moderna — desde a teoria da policromia de Le Corbusier até as concepções estéticas da Bauhaus. No entanto, estamos no início de uma era em que a interpretação e implementação das cores na arquitetura estão passando por uma mudança a partir de seu impacto no ambiente construído.

Ao longo do mês de agosto, realizamos uma chamada aberta para ouvir de nossos leitores suas previsões e opiniões sobre o futuro das cores na arquitetura. Depois de revisar uma grande quantidade de comentários, foi uma surpresa encontrar reincidências em relação à importância de considerar a eficiência energética na escolha. Confira a seguir os principais pontos de vista.

Neuroarquitetura em projetos corporativos: como o ambiente construído pode reduzir o burnout?

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A Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. Especialmente durante e após a pandemia, ou seja, período atual, os índices de burnout estão aumentando. No entanto, pouco está sendo discutido sobre o tema. Tendo em vista o papel da concepção do espaço construído na vida dos colaboradores, como a neuroarquitetura pode auxiliar a qualidade de vida, mitigando o burnout?

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Círculos no design de interiores: 27 projetos que abraçam as curvas

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Os círculos, como uma forma geométrica fundamental, possuem uma qualidade cativante e harmoniosa que foi integrada perfeitamente à arquitetura e ao design ao longo de várias épocas e estilos. De detalhes sutis a pontos focais ousados, o uso de curvas no design de interiores transcende a mera ornamentação, muitas vezes simbolizando continuidade, conexão e um ritmo visual relaxante. Com suas curvas infinitas e contínuas, eles oferecem uma sensação de unidade, movimento e equilíbrio que pode transformar espaços em ambientes convidativos e esteticamente agradáveis — um efeito especialmente útil para os projetos de interiores. A seguir, reunimos 27 projetos que empregam formas circulares em interiores ao redor do mundo.

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