Como parte de uma iniciativa do Tec de Monterrey, este ano celebra-se o Primeiro Prêmio do 215º Tradicional Sorteo Tec com uma obra da arquiteta mexicana Cristina Grappin. Com este projeto, o sorteio universitário do Tecnológico de Monterrey reforça o apoio ao Programa Líderes del Mañana, uma iniciativa para impulsionar a mudança, a mobilidade social e o impacto duradouro de jovens com excelência acadêmica.
Há alguns dias, num belo domingo de sol em pleno inverno, minha esposa e eu resolvemos levar nossos dois filhos pequenos para conhecerem o Parque Villa-Lobos, no extremo oeste da cidade de São Paulo, já quase na divisa com Osasco.
Não é um parque a que costumamos ir com frequência hoje em dia; mas é, sem dúvida, um local que faz parte da nossa memória afetiva. Ela cresceu em Cotia; eu, em Osasco. Ambas as cidades ficam na parte oeste da Região Metropolitana de São Paulo e o Parque talvez fosse o principal espaço público relativamente próximo das nossas casas durante nossa infância e juventude. Temos inclusive algumas fotos de lá no começo do nosso namoro, em 2013, à toa, ora estirados num amplo gramado verde, ora abraçados embaixo de uma árvore florida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1007014/zeladoria-de-espacos-publicos-a-solucao-e-alugar-o-brasilVitor Meira França
Como editores/as e curadores/as do maior site de arquitetura do mundo, nossa equipe ocupa uma posição privilegiada que nos permite vivenciar em primeira mão um volume imenso de insights sobre arquitetura de todo o mundo, nos capacitando a vislumbrar como será o futuro de nossas cidades.
Com a missão de difundir as melhores informações para nossos/as leitores/as, assumimos a responsabilidade de ficar atentos/as a acertos e inovações que, no futuro, possam se tornar referências e ferramentas para melhores ambientes urbanos e de convívio.
Parte do nosso trabalho consiste em identificar padrões recorrentes e específicos de cada contexto que formam o que chamamos de tendências, as quais apresentamos regularmente em nosso site sob diversos formatos.
A seguir, apresentamos alguns caminhos para navegar pelas Tendências no ArchDaily.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138688/newsletter-dos-apoiadores-edicao-number-4ArchDaily Team
Rayon, uma inovadora ferramenta de projeto online que tem como objetivo criar uma nova abordagem colaborativa para o desenvolvimento de "prédios mundanos" na cidade, foi selecionada como uma das melhores Novas Práticas do ArchDaily 2023. Fundado em 2021 por Bastien Dolla e Stanislas Chaillou, o software de projeto colaborativo reúne profissionais das indústrias de arquitetura, engenharia e construção. A empresa acredita que existe uma "cultura do ordinário" na arquitetura. Essa cultura representa um ecossistema de edifícios que podem parecer comuns ou não são marcos impressionantes na cidade. No entanto, esses edifícios e seus profissionais da construção constituem 90% do tecido urbano e contribuem para a cultura do design que coletivamente dá identidade à cidade. Os fundadores acreditam que as gerações anteriores de software negligenciaram essa cultura e propõem o Rayon como uma nova ferramenta para preencher essa lacuna, aprimorando a colaboração e a ergonomia do usuário.
No ArchDaily, somos mais do que apenas arquitetos e arquitetas. Somos uma equipe dinâmica com trajetórias diversas, que vão desde software e finanças até design, jornalismo, arte, contabilidade e até seguros! Ainda assim, há algo que nos conecta: a criatividade. E a criatividade é também o que temos em comum com você.
É por isso que, ao analisarmos como melhorar o conteúdo que geramos para você, frequentemente nos perguntamos o que podemos fazer para alimentar a sua mente (e a nossa) de modo a fomentar a criatividade.
Pessoas altamente criativas costumam ter um profundo conhecimento especializado e a capacidade de pensar de forma divergente. É por essa razão que o nosso fluxo de publicações é composto por projetos e conteúdos periódicos, novos, frescos e diversos, nos quais você nunca sabe o que virá a seguir.
É por isso que somos sempre fascinados pelo novo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138426/newsletter-dos-apoiadores-edicao-no-3ArchDaily Team
À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.
No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138471/arquitetura-inflavel-estruturas-pneumaticas-que-transformam-o-ambiente-construidoEnrique Tovar
O Serviço Social do Comércio (Sesc) oferece uma ampla gama de atividades nas áreas de cultura, esportes, lazer, educação, saúde e assistência social. Desde 1946, a instituição também desempenha um papel fundamental na Arquitetura ao trazer edifícios com abordagens inovadoras que priorizam a integração com a comunidade. Arquitetos renomados como Lina Bo Bardi e Paulo Mendes da Rocha já assinaram projetos icônicos como as unidades Pompeia e 24 de Maio, que demonstram como o espaço pode ser fundamental para transformar e revitalizar áreas urbanas, e conceber pontos de referência cultural e social nas cidades. São Paulo receberá 12 novas unidades na próxima década e uma delas inaugura ainda nesta semana, a 14 Bis.
A digitalização revolucionou a forma como vivenciamos a arte em plataformas como a SINGULART, que combina múltiplas influências de vários artistas. Imagem cortesia de SINGULART
A relação entre arte e arquitetura é um tema recorrente de debate, dado que a arquitetura se posiciona na interseção entre estrutura, tecnologia e estética. Apesar do uso do conhecimento técnico, a arquitetura e o design de interiores também incorporam conceitos artísticos em seus processos. De ilustrações cativantes na fase de desenvolvimento do projeto a murais e peças artísticas que integram a concepção espacial, a arte desempenha um papel essencial na produção arquitetônica e na sociedade.
No contexto da sociedade contemporânea, muitas de nossas atividades são realizadas digitalmente, desde a reserva de acomodações para viagens até a fabricação de materiais e a criação de exposições de arte. Nesse sentido, a digitalização também permeou o mundo da arte, dando origem a iniciativas como a SINGULART, que desafia o conceito tradicional de galeria de arte ao existir em formato digital. Essa plataforma reúne obras de diversas fontes de inspiração e técnicas artísticas, englobando desde esboços e pinturas até fotografia de arquitetura. Ela funde múltiplas influências de vários contextos, incluindo o trabalho arquitetônico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138631/do-croqui-a-pintura-uma-galeria-de-arte-digital-para-inspirar-o-trabalho-diario-na-arquiteturaEnrique Tovar
Trabalhar sob as restrições de uma pegada de carbono limitada pode ser uma das partes mais difíceis — mas também mais gratificantes — do papel do/a arquiteto/a contemporâneo/a. Seja para atender ao relatório de sustentabilidade de uma grande corporação multinacional, obter a certificação LEED ou equivalente para uma incorporadora comercial, ou construir uma casa ecológica para um/a cliente particular consciente do clima — ou mesmo alguém que apenas deseja gastar menos com energia —, é fundamental manter-se atualizado/a com as mais recentes práticas e materiais de construção de baixo carbono e neutros em carbono.
Seja analisando a fase estrutural inicial de um projeto, seus acabamentos de alto padrão ou pensando de forma mais holística em todo o seu ciclo de vida, há grandes avanços a serem conquistados com substitutos e alternativas sustentáveis aos materiais e técnicas tradicionais.
A madeira tem desempenhado um papel importante na arquitetura mexicana contemporânea devido à sua versatilidade e conexão cultural com a história arquitetônica do país. Atualmente, a arquitetura do país tem se destacado por sua sensibilidade no design de espaços do dia a dia por meio de diversas técnicas que abordam questões de sustentabilidade, estética e design bioclimático.
Crescendo tanto em tamanho quanto em número, as cidades em todo o mundo estão experimentando uma expansão acelerada. Com áreas verdes sendo regularmente perdidas para a urbanização ou seus efeitos — como o aumento do nível do mar ou desastres ambientais — e populações em expansão trazendo mais bocas para alimentar, as indústrias agrícolas estão em crise. Visto por muitos como solução, a agricultura vertical é a prática de empilhar camadas de cultivos uns sobre os outros, usando a mais recente tecnologia de design e engenharia para produzir mais em menos espaço.
A agricultura tradicional horizontal, no entanto, faz mais pelo meio ambiente do que simplesmente cultivar nossa comida. Os espaços verdes ao ar livre muitas vezes servem como habitats naturais, filtragem do ar e controle de temperatura para a área circundante. Ao levar o conceito de agricultura vertical para o mundo da arquitetura, podemos trazer toda a bondade da fazenda diretamente para nossa porta.
A melancolia de uma típica "copa" de escritório — e por copa entende-se uma chaleira velha, duas colheres enferrujadas (ambas sumidas) e três cadeiras bambas em torno de uma mesa para uma única pessoa — pode ser a causa de grande descontentamento entre as equipes. No entanto, quando as alternativas se resumem a caminhar em meio à poluição da cidade ou se curvar sobre a mesa com uma marmita, derrubando migalhas no teclado, não resta muita escolha.
No ambiente de trabalho pós-pandemia, contudo, em que o bem-estar dos/as colaboradores/as exige atenção e as próprias empresas buscam maneiras de tornar seus escritórios mais atraentes em um modelo híbrido, o antigo formato do refeitório corporativo pode estar prestes a voltar ao cardápio. Apresentamos a seguir uma seleção de projetos que provam que essa fórmula funciona, e de que maneira.
O Duffle é um sistema modular que pode criar uma poltrona ou uma composição muito maior de unidades unidas, oferecendo um amplo espectro de possibilidades dependendo do espaço que ocupa. Imagem cortesia de BOSC
Há algo de nostálgico, ou mesmo de antifashion, em um casaco duffle. É uma peça charmosamente ingênua, associada a uniformes escolares e ao Urso Paddington, com uma história que remonta a meados do século XIX. Teve origem militar, como parte do uniforme da Marinha Real Britânica, e, como tantas outras vestimentas de serviço, acabou sendo reimaginada pelo mundo da alta-costura. Jean Cocteau costumava passear com sua amiga próxima Coco Chanel vestindo uma versão branca da peça. Décadas mais tarde, Rei Kawakubo fez uma declaração ousada com versões *oversized* na Comme des Garçons, e o casaco continua sendo um dos favoritos da fervorosa modernista Margaret Howell. Quando Jean Louis Iratzoki trabalhava no projeto de um novo sofá para integrar sua crescente linha de design na BOSC, inspirou-se nos fechos e na nostalgia que envolvem o casaco duffle. Foi uma maneira sutil de injetar um toque de suavidade vindo do passado em uma peça de mobiliário contemporânea e altamente sofisticada.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138138/conforto-nostalgico-o-charme-do-casaco-duffle-no-sofaMark C. O'Flaherty
O podcast "Lápiz femenino en el aula de arquitectura" foi criado por Layla Jorquera Sepúlveda, arquiteta pela Universidade do Chile, para dar visibilidade a mulheres de diferentes instituições ligadas à arquitetura que tenham cursado a disciplina de Ateliê ou Projeto Arquitetônico com a maior carga horária.
Toda primeira segunda-feira de outubro, celebramos o Dia Mundial da Arquitetura e o Dia Mundial do Habitat, datas que servem como um lembrete para a comunidade global de sua responsabilidade coletiva pelo bem-estar do ambiente construído. Esta edição, assim como nos anos anteriores, lança luz sobre o campo da arquitetura e os desafios enfrentados por nossas cidades, introduzindo novos temas, contemplando o estado de nossas áreas urbanas e propondo estratégias construtivas.
Uma vez que as economias urbanas enfrentaram dificuldades significativas este ano, o Dia Mundial do Habitat promovido pela ONU concentra-se em no tema Economias Urbanas Resilientes: cidades como impulsionadoras do crescimento e da recuperação. Lançando o Outubro Urbano, este evento busca reunir diversos atores para deliberar políticas que ajudem as cidades a se recuperarem após os impactos econômicos duplos causados pela pandemia de Covid-19 e conflitos em todo o mundo. Alinhado a esse conceito, o Dia Mundial da Arquitetura, criado pela UIA em 1985, foca em Arquitetura para Comunidades Resilientes, enfatizando o papel e o dever da arquitetura em promover a existência próspera entre comunidades, ao mesmo tempo em que inicia um diálogo global sobre a interconexão das regiões urbanas e rurais dentro de cada país.
A cada ano, a Trust for Public Land (TPL) emite o ParkScore, que classifica os sistemas de parques das 100 cidades mais populosas nos Estados Unidos. Este ano, a organização também explorou os resultados positivos para a saúde das cidades com as melhores pontuações, analisando mais de 800 programas e práticas inovadoras que integram parques e sistemas de saúde.
https://www.archdaily.com.br/pt/1007390/parques-urbanos-deveriam-fazer-parte-do-sistema-de-saude-publicaJared Green
Para o subcontinente indiano, meados do século XX marcaram um período de transformação, repleto de turbulências e esperança. Ao se libertarem de um século de domínio britânico, a Índia e os recém-formados Paquistão e Bangladesh apegaram-se a uma visão otimista de uma sociedade transformada. A recente independência abriu caminho para que o movimento modernista internacional projetasse uma nova identidade para as nações. Na vanguarda desse movimento em Bangladesh estava o arquiteto Muzharul Islam, cujo trabalho continua a influenciar a arquitetura contemporânea do país.
O papel e a relação do mobiliário na arquitetura e no design de interiores são de extrema relevância. Profissionais de design como Eileen Gray, Alvar Aalto, Mies Van der Rohe e Verner Panton conceberam móveis —principalmente banquetas e cadeiras— que resistem ao tempo como elementos potentes e atemporais, exercendo um impacto determinante na atmosfera dos interiores. Desse modo, a relação entre o mobiliário e o espaço torna-se um diálogo constante no qual design, estética e materialidade aportam suas próprias dimensões.
Atualmente, o mobiliário não deve se limitar a desempenhar apenas um papel estético e funcional, mas também deve ter um propósito no contexto do design contemporâneo e do desenvolvimento sustentável. É fundamental refletir e questionar os processos e as escolhas de materiais na fabricação desses elementos, além do valor que agregam aos espaços internos. Diante desse cenário, a HEWI deu um passo à frente ao criar a família Re-seat, composta por banquetas e cadeiras feitas de materiais reciclados pós-industriais (PIR), provenientes em parte dos processos da própria empresa e de um fornecedor regional, ambos baseados em Bad Arolsen, na Alemanha. A linha também apresenta soluções integradas pautadas pelo design universal, posicionando-se a favor da inovação e do ecodesign.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138166/reaproveitamento-de-materiais-do-reciclado-pos-industrial-ao-mobiliario-acessivelEnrique Tovar
HSG Learning Center / Foto de Roland Halbe. Imagem cortesia de Holcim
A necessidade de reduzir a pegada de carbono da indústria da construção e sua dependência de recursos naturais virgens é o desafio mais urgente enfrentado pelo setor. Portanto, é de extrema importância fomentar inovações que possam aprimorar os materiais de construção existentes e torná-los ecológicos, de modo a enfrentar com sucesso sua significativa pegada de carbono e fechar o ciclo dos materiais.
O concreto, por exemplo, é utilizado desde a época dos antigos romanos, tendo se mostrado um material de construção durável, resistente, acessível e versátil. Hoje, é o recurso manufaturado mais utilizado no mundo. Contudo, seus métodos de produção geram preocupações ambientais: em primeiro lugar, devido ao alto consumo de recursos naturais como areia e cascalho; e, em segundo lugar —e ainda mais importante— por conta das emissões de CO₂ associadas à produção de seu ingrediente principal: o cimento.
A fruição de um espaço depende de fatores múltiplos: área, iluminação, vista, temperatura, novidade. Em outras palavras, a emoção que se manifesta em uma pessoa dentro de um espaço é resultado de vários dos elementos próprios da arquitetura (intencionais ou não). Da parte do arquiteto, além do cliente ou da proposta, existe uma intenção formal, ou seja, estética, que seja digna do lado artístico da disciplina. O equilíbrio entre essas premissas são a base do pensamento arquitetônico em geral, mas o compromisso com ele é o que norteia a produção do spaceworkers, fundado por Carla Duarte, diretora financeira, Henrique Marques e Rui Dinis, diretores de criação do escritório.
Morar num país tropical significa apreciar momentos ao ar livre. Seja pelo contato com a brisa, a proximidade com a natureza ou para aproveitar o sol. Culturalmente, crescemos acostumados a brincar nos quintais, sentar com família e amigos em varandas, se divertir em churrascos ou apenas contemplar a paisagem ao redor. Para receber ou ampliar esses programas, muitas residências brasileiras adotam o deck de madeira como solução, um espaço versátil que pode receber distintos usos.
A madeira tem sido uma fonte popular de material de construção há milhares de anos. Por meio de processos de serragem, fresagem e outras transformações, várias formas foram criadas e aplicadas em produtos, móveis e arquiteturas. No entanto, esses processos às vezes podem alterar as linhas básicas da estrutura da madeira. Os troncos podem se dividir, os padrões de grãos podem mudar e algumas madeiras, como carvalho e cedro, podem ser facilmente reduzidas, enquanto outras podem se tornar intratáveis. Isso levou à exploração de peças inteiras nas estruturas antigas, como as cabanas feitas com madeira roliça, nas quais as camadas de madeira em diferentes seções transversais formam os perfis da casa. Por meio do projeto, o uso de troncos ou galhos de árvores em sua totalidade pode acentuar as propriedades mecânicas inatas para sustentabilidade estrutural. Embora essas práticas sejam pouco usuais nas técnicas de construção contemporâneas, inovações tecnológicas expandem as perspectivas da construção em madeira na arquitetura.
Para serem realmente eficientes, os ônibus precisam de condições especiais, como corredores exclusivos e plataformas elevadas para embarque e desembarque. Imagem: Mario Roberto Duran Ortiz
A crítica mais famosa do espaço desmedido ocupado pelos automóveis foi representada por um cartaz da cidade de Müenster, que compara o espaço ocupado por 60 carros, um ônibus e 72 bicicletas (todos transportando 72 pessoas). A imagem deixa evidente que o espaço ocupado pelos automóveis para transportar o mesmo número de passageiros é espantosamente maior.