O National Provincial Bank em Plymouth, sudoeste da Inglaterra, concluído em 1959 e projetado pelo departamento de arquitetura do banco, com BC Sherren como arquiteto-chefe. Imagem cortesia de Elain Harwood
O termo “mid-century modern” evoca imagens de um elegante Don Draper, armários esguios de teca e cadeiras escandinavas sofisticadas. Essa é, pelo menos, uma das perspectivas desse movimento de design, uma visão que remete muito mais aos escritórios de Manhattan nos anos 1950 do que a qualquer outra coisa. No entanto, na Grã-Bretanha, esse estilo manifestou-se de forma ligeiramente diferente, expressando-se em escolas, catedrais, habitações e em um festival que definiu a época — tudo isso eloquentemente descrito e ilustrado pela prolífica historiadora da arquitetura Elain Harwood em Mid-Century Britain: Modern Architecture 1938-1963.
FOUN’TA’SY. Imagem cortesia de Public Housing Enterprise J.S.C
Com foco no ambiente urbano, a seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca intervenções em espaços públicos, enviadas pela comunidade do ArchDaily. Alinhado ao nosso tema do mês, o artigo destaca abordagens globais que enfrentam os desafios dessas áreas por meio de soluções inovadoras.
Explorando uma variedade de métodos adequados a diferentes contextos, esta seleção apresenta uma estratégia de urbanismo tático implementada em um bairro no Kosovo e medidas de micromobilidade na Itália. Outros projetos propõem abordagens públicas em empreendimentos privados e o fortalecimento de conexões históricas e culturais entre parques, edifícios e cidades. Além disso, esta compilação traz intervenções conceituais que respondem ao distanciamento social e aos desafios da pandemia, com o objetivo de permitir que as pessoas se desloquem livre e seguramente pelo espaço.
Durante a semana de seleção final dos Prêmios Obra do Ano 2021 do ArchDaily China, recebemos um total de 75.000 votos, graças a leitores e leitoras de todo o mundo. O ArchDaily China se empenha em trazer mais escritórios chineses para a onda de intercâmbios globais e apresentar a arquitetura chinesa ao mundo.
Este ano, o escritório CCTN Design, com o Museu do Alto-Forno Nº 3 de Shougang, foi selecionado para o primeiro lugar, adotando a estratégia de projeto de “selar o antigo, desmontar o excedente e reabastecer o novo”, transformando as ruínas industriais de Pequim em um espaço urbano acolhedor. O MAD Architects, com o Jardim de Infância YueCheng Courtyard, conquistou o segundo lugar ao desmontar e expandir uma tradicional casa com pátio. Já o escritório gad, com o Mountain & Sea Art Museum, ficou com o terceiro lugar ao solucionar o desafio da construção em encostas montanhosas e moldar a forma escultórica do museu de arte.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130608/entrevista-com-os-vencedores-do-premio-archdaily-china-obra-do-ano-2021韩爽 - HAN Shuang
#Chapas de alumínio anodizado Nos últimos anos, as chapas de alumínio anodizado vêm se consolidando como um material emergente, amplamente aplicado em projetos de interiores e exteriores na arquitetura contemporânea chinesa. O alumínio anodizado apresenta as seguintes características principais: 1. Aparência metálica, com a película de anodização transparente que protege o material, preservando plenamente a textura metálica natural e suave do alumínio; 2. Maleabilidade, apresentando excelente usinabilidade, com ótimas propriedades de moldagem e dobra; 3. Consistência superficial, mantendo uma tonalidade uniforme independentemente da volumetria e complexidade do edifício; 4. Resistência à corrosão, graças ao processo de anodização que cria uma camada de óxido densa na superfície metálica, proporcionando alta resistência à corrosão e aumentando a dureza e a resistência estrutural da edificação; 5. Alta resistência intempérica, com uma superfície eletrostaticamente neutra que repele a poeira, facilitando a limpeza e mantendo o brilho original mesmo após sucessivas lavagens, o que garante fachadas duradouras — projetos executados há 40 anos com chapas de alumínio anodizado mantêm-se hoje com a mesma aparência original; 6. Sustentabilidade, tratando-se de um material ecologicamente correto, classificado com nível A de incombustibilidade.
#Chapas de alumínio anodizado Almeco A Almeco, especialista global em alumínio com tratamento de pré-superfície, oferece uma ampla gama de produtos inovadores de alumínio anodizado para fachadas e decorações internas e externas. Sua textura metálica incomparável, variedade de cores e excelente trabalhabilidade conferem uma nova vitalidade e expressão artística à arquitetura, transformando cada edifício em uma obra de arte singular. Por essas qualidades, a marca tornou-se a escolha de arquitetos/as de renome internacional, como Jean Nouvel, Thom Mayne, MAD e UNStudio.
A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 finalmente abriu suas portas ao público no dia 22 de maio, apesar de todas as adversidades e após dois adiamentos. Ao apresentar 115 respostas diferentes para "Como viveremos juntos?", a exposição de arquitetura reuniu propostas inovadoras de todo o mundo, todas nascidas de uma determinação comum de transformar o status quo. Ao aproximar pessoas que enfrentam os mesmos desafios para participar de uma troca essencial de ideias, esta 17ª edição ampliou o papel e a relevância da Bienal como a maior plataforma voltada à arquitetura.
Diretamente de Veneza, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador Hashim Sarkis para discutir mais uma vez a crescente relevância da bienal, as diferentes escalas e áreas que se sobrepõem, os aspectos recorrentes e a linguagem global da arquitetura. Na expectativa de que “as pessoas saiam da bienal acreditando ainda mais na arquitetura como um meio capaz de fazer a diferença”, Sarkis fala, nesta sua terceira entrevista, sobre um imaginário coletivo que pode inspirar novos pactos espaciais.
# Red Dot Design Award 2020 - Product Design # Longlist Archiproducts 2019 # Exposto no ADI DESIGN INDEX 2020
Quando Mies van der Rohe nos incentivou a reduzir as quatro paredes ao seu estado mais essencial com a célebre frase "menos é mais", ele talvez não imaginasse que acabaríamos nos cansando de caixas perfeitamente uniformes. Embora o minimalismo continue sendo uma vertente estética dominante em todo o mundo, há um desejo crescente de ir além da simplicidade pura, introduzindo detalhes engenhosos que quebrem a monotonia e tragam calor e refinamento estético. É dessa busca que nasce o Eclisse 40.
O batente da série Eclisse 40 não representa apenas uma inovação técnica, mas também uma releitura da estética do marco como elemento decorativo e de design. Seu perfil inclinado esculpe o volume e dialoga com a luz para criar um efeito cenográfico único. Um elemento estrutural que outrora era puramente invisível — o batente — assume o protagonismo do design, transformando a porta em uma presença marcante e altamente expressiva no design de interiores.
"Under The Zhengyangmen". Imagem cortesia de DRAWING ARCHITECTURE STUDIO
A arquitetura nunca se limitou a edifícios e construções; alguns arquitetos e arquitetas notáveis contribuíram com inúmeras obras fantásticas para os campos da moda, do mobiliário, da joalheria e de outras vertentes do design. Os nomes de jovens profissionais da arquitetura atuantes na indústria da construção civil chinesa aparecem em diversos setores. Por meio de intersecções, extensões e explorações, essa nova geração busca atuar além das fronteiras da arquitetura.
Sabe-se que, desde a sua fundação, o mundo da arquitetura tem sido composto majoritariamente por homens cisgênero brancos que, até hoje, continuam ocupando alguns dos postos mais importantes tanto em escritórios de arquitetura quanto em algumas das premiações mais prestigiadas. Por esse e muitos outros motivos, a luta para visibilizar as mulheres na arquitetura sempre esteve latente, respondendo aos momentos específicos de seu tempo e vencendo batalhas cada vez mais significativas. Contudo, as condições ainda permanecem desiguais, tornando a profissão um desafio para as mulheres, e ainda mais para as mulheres negras, indígenas, latinas e em condições econômicas desfavoráveis.
'Instituto de la neoprehistoria' é o título da mostra organizada pela galeria guadalajara90210 no município de Zapopan, Jalisco, no México, que surge como uma entidade fictícia que emula uma configuração institucional. O projeto constitui um exercício especulativo que tenta reimaginar a pré-história mexicana como imensa e ambígua, em um cenário no qual seres antropomórficos e intersexuais e uma megafauna endêmica —agora extinta— convivem em perfeita simbiose. O nome da instituição baseia-se em uma pesquisa do Museo Nacional de Antropología intitulada “Departamento de la Prehistoria”, que, entre as décadas de 1950 e 1970, publicou uma série de tomos sobre a pré-história mexicana.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130778/guadalajara90210-reimagina-a-pre-historia-mexicana-atraves-de-mostra-de-arteArchDaily Team
The Ithaca Commons, um calçadão de pedestres no centro da cidade, fotografado em 2012.. Imagem via Paul Sableman/Flickr/CC BY 2.0
Na semana passada, a Câmara Municipal de Ithaca, no estado de Nova York, aprovou um plano de descarbonização inédito nos Estados Unidos. Pelo projeto, as cerca de 6.000 residências e edifícios localizados nessa cidade universitária à beira de um lago, notoriamente conhecida por seu perfil “progressista”, serão eletrificados para atingir as metas estabelecidas pelo impressionante e ambicioso plano Green New Deal (GND) do município. Esse plano de neutralidade de carbono até 2030 foi adotado por unanimidade pela Câmara em junho de 2019 com o objetivo de “enfrentar as mudanças climáticas, a desigualdade econômica e a injustiça racial”, segundo a prefeitura.
Origine por Davide Groppi. Imagem cortesia de Davide Groppi
A iluminação externa não apenas prolonga o uso dos espaços ao ar livre nos meses mais quentes, mas também pode destacar e transformar diferentes aspectos de seu desenho. Assim como a iluminação de interiores, os projetos luminotécnicos externos devem encontrar um equilíbrio entre diferentes categorias de iluminação. Atualmente, a proliferação de LEDs de luz quente permite que projetos de alta eficiência energética também ofereçam a tonalidade suave das tecnologias anteriores. Ao contrário de escritórios ou residências, os espaços externos não precisam de uma iluminação totalmente uniforme — sejam parques ou jardins privados, contrastes dramáticos de luz e sombra costumam valorizar o projeto.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que a cada 15 dias analisa detalhadamente publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 60, 70 e 80 que trazem as histórias mais interessantes nos bastidores.
Neste décimo primeiro capítulo, intitulado "O Ovo", Carmelo fala sobre o livro escrito em 1978 por André Bruyère, intitulado "L'Oeuf". A obsessão por ovos leva o arquiteto francês a propor um arranha-céu com esse formato para Nova York e a escrever este livro que defende o ovoide como forma fundamental.
MAIO está construindo atualmente um edifício de cinco pavimentos com 40 habitações sociais em Sant Feliu de Llobregat, Barcelona. O projeto desenvolve uma série de estratégias sociais cujo objetivo se centra na conectividade urbana, na equidade social e na sustentabilidade. A proposta, vencedora do primeiro prêmio em um concurso de duas fases, abrigará espaços genéricos sem hierarquias, flexíveis e adaptáveis às mudanças nas necessidades de vida de seus/suas habitantes.
Neste vídeo, o canal Architecture with Stewart analisa as estratégias de planta baixa de Louis Kahn (1901-1974), observando como elas tratam e organizam os ambientes em configurações de espaços servidores e servidos. Após a Segunda Guerra Mundial ter revelado a face sombria da tecnologia, a arquitetura que nos legou as “máquinas de morar” passou a parecer equivocada e desumanizadora. Em contraposição às plantas livres e abertas do período anterior à guerra, Louis Kahn vislumbrou novas possibilidades para os cômodos, acreditando que sua privacidade e fechamento poderiam coexistir harmonicamente em uma “sociedade de salas”. A partir de uma análise detalhada da Trenton Bath House, o vídeo utiliza animações digitais, croquis, fotografias e narrativas históricas para traçar a evolução do espaço por meio de projetos como a Adler House, a Esherick House e a Biblioteca de Exeter — esta última, uma sala monumental de memória cultural.
O escritório HANNAH, fundado por Leslie Lok e Sasa Zivkovic, é um estúdio de arquitetura e pesquisa baseado nos Estados Unidos que vem experimentando técnicas de projeto e fabricação digital nos mais variados tipos de projeto, que vão do mobiliário ao urbanismo. Ambos docentes na Cornell University College of Architecture, Art, and Planning, Leslie e Sasa lideram um estúdio focado em design inovador, onde a tecnologia desempenha um papel crucial, combinada com uma investigação rigorosa de materiais, novas aplicações e técnicas construtivas, resultando em projetos altamente criativos.
Em nosso mundo cada vez mais urbanizado, tudo e todos adotaram um estilo de vida nômade. Novas restrições ambientais e sociais forçaram as pessoas a adotar um comportamento em constante movimento, a ponto de quase tudo ganhar rodas — até mesmo os edifícios. No entanto, diante da ascensão de debates como “a humanidade está sendo substituída por robôs?” e “a tecnologia está assumindo o controle?”, a mobilidade urbana tem ajudado a garantir o acesso à moradia, à saúde e à educação em locais com condições de extrema vulnerabilidade.
Com o objetivo de lançar luz sobre atividades móveis que prosperam globalmente, o Institut pour la Ville en Mouvement (Instituto da Cidade em Movimento), sediado na França, é uma organização que vem enfrentando os desafios impostos pela mobilidade urbana e contribuindo para o surgimento de soluções inovadoras. Em uma série de vídeos curtos no YouTube (clipes), a organização convidou especialistas das áreas de arquitetura, urbanismo e tecnologia para compartilhar suas perspectivas sobre o futuro da mobilidade urbana.
Transformação de área industrial abandonada na cidade de Náchod. Imagem cortesia de LETO Architects
O desenho urbano busca cada vez mais criar ambientes mais inclusivos e sustentáveis, reunindo diversos grupos e atividades e fomentando a interação social. A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos foca em projetos urbanos, propostas de desenvolvimento de grande escala e masterplans enviados pela comunidade do ArchDaily, mostrando como arquitetos e arquitetas de todo o mundo trabalham e moldam o tecido urbano de ambientes altamente diversos.
Da transformação de uma área industrial desativada em um bairro vibrante na República Tcheca à reurbanização do centro de Bérgamo em torno de novos valores espaciais e coletivos, os projetos a seguir revelam as ideias que moldam o desenho urbano atual, desde a diversidade funcional e noções de proximidade até o foco nos espaços públicos e ao ar livre. O denominador comum dessas propostas é o seu foco coletivo e a forte conexão com o tecido urbano existente.
Ruínas de Quilmes, Tucumán, Argentina. Imagem de Guaxinim. Imagem via Shutterstock
Considerada uma das civilizações mais avançadas no território da América Latina, os quilmes habitavam o Vale de Santa María, a oeste das serras de Quilmes, no noroeste da província de Tucumán e praticamente no centro dos Vales Calchaquíes da Argentina. Sua cidade evidencia as marcas do tempo no espaço, revelando a complexidade daquele mundo construído em função da vida de um povo, sua economia, seus espaços privados e públicos, seus locais sagrados e seus intercâmbios com outras populações. Como primeiros habitantes desse local, contavam com uma alta densidade demográfica, que chegava a 450 mil habitantes antes da invasão espanhola.
As cidades formadas nos Vales Calchaquíes são consideradas as primeiras cidades pré-hispânicas da Argentina, uma vez que começaram a se desenvolver por volta do século X. Embora hoje restem apenas ruínas, sua história representa a complexidade de uma cultura material e espiritual que alcançou um notável grau de organização social e econômica.
O ambiente construído no Extremo Oriente asiático vem desafiando paradigmas por meio de empreendimentos urbanos focados nos princípios de sustentabilidade, comunidade e design centrado no usuário. Diante das preocupações com bairros de alta densidade e a degradação de paisagens naturais, profissionais da arquitetura da região compreenderam que projetar para o futuro exige mudar a perspectiva sobre empreendimentos puramente financeiros e de estratégias insustentáveis, substituindo-os por estruturas que priorizam o usuário e o meio ambiente.
De um hotel com vista panorâmica contínua na orla das Filipinas a um memorial emocionante inspirado pela chuva na Coreia do Sul, esta seleção de projetos não construídos demonstra como equipes de arquitetura integraram a cultura, a história e a geografia singular do Extremo Oriente a propostas contemporâneas, resultando em projetos de vanguarda. Esta compilação também inclui projetos na China, no Vietnã, na Indonésia e em Hong Kong.
Paul Carneau, ex-aluno do Design by Data trabalhando com as instalações de impressão 3D na Ecole des Ponts ParisTech - Foto por Stefano Borghi
O Master Avançado[1] “Design by Data” em Design Computacional e Robótica para Arquitetura e Construção foi lançado em 2016 e é um dos programas mais recentes em formação profissional inovadora na l'École des Ponts ParisTech. O programa foi concebido para atender à crescente necessidade dos setores profissionais de arquitetura e engenharia de aliar a sensibilidade arquitetônica a competências em engenharia criativa. O Design by Data capacita profissionais para dominar ferramentas avançadas de projeto (programação, design generativo, aprendizado de máquina), bem como processos de fabricação digital e design (robótica, impressão 3D e mecatrônica) aplicados a projetos de arquitetura e construção.
Sendo a metrópole mais populosa do Canadá, Toronto consolidou-se como uma potência global, atuando tanto como polo econômico quanto cultural. Essa relevância se estende aos importantes museus e espaços artísticos espalhados pela "Cidade Rainha". Com uma das paisagens e condições de solo mais singulares do país, Toronto foi erguida sobre um vasto sistema de ravinas que atravessa sua malha urbana. Hoje, as instituições educacionais, artísticas e culturais da cidade vivem um período de plena efervescência.
Cultivada de forma responsável, a madeira é um recurso renovável e de baixas emissões que, além de reter o carbono em sua composição, apresenta baixa condutividade térmica e alta capacidade de absorção acústica, gerando espaços confortáveis e bem isolados durante todo o ano. Um edifício de madeira bem projetado não apenas potencializará essas propriedades, mas também será esteticamente agradável para seus habitantes e energeticamente eficiente.
Nesta reedição, o autor Mark Alan Hewitt discute as maquetes e sua relevância. "Para quem teve a sorte de crescer nas décadas de 1950 e 1960, as maquetes eram a grande sensação — e não apenas as do tipo que essa expressão costuma sugerir", afirma ele. Recuperando a trajetória das maquetes realistas dos anos 1970, semelhantes às renderizações virtuais atuais, este ensaio reconstitui a sua história e a dos artistas que as produziram.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130703/o-fascinio-e-a-importancia-das-maquetesMark Alan Hewitt
O arquiteto Martín Luis Gutiérrez Martínez nasceu em Gómez Palacio – cidade do estado de Durango, no México – no ano de 1927, e nunca deixou para trás sua marca nortista nem suas convicções de vida. No breve e valioso tempo que compartilhei com ele, não faltaram à mesa sua memória excepcional, avivada por sua incansável paixão por viver e sentir a arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130696/martin-l-gutierrez-1927-2020-65-anos-entre-a-pratica-e-a-docencia-da-arquitetura-no-mexicoJorge Andreas Hernández