Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel

Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel - Mais Imagens+ 16

  • Arquitetos Colaboradores: Frédéric Boilevin, Michel Calzada, Cyril Desroche, Sylvie Erard, Edwin Herkens, Gerd Kaiser, Roland Pellerin, Hafid Rakem, Pierre Truong, Jalil Amor, Gian Luca Ferrarini, Laure Frachet, Nick Gilliland, Karine Jeannot, Freddy Laun, Jeremy Lebarillec, Philippe Monteil, Eric Pannetier, Florence Rabiet, Sophie Redele, Erwan Saliva, Andrès Souza Blanès y Cortès
  • Museografia: Reza Azard, Frédéric Casanova, Mia Hagg, Eric Nespoulous, Matthias Raash, Jérémy LeBarillec
  • Design E Layout: François Xavier Bourgeois, Jérémy Lebarillec, Marie Najdovski, Bertrand Voiron, Aurélien Barbry, Frédéric Imbert, Sabrina Letourneur, Eric Nespoulous
  • Iluminação: Odile Soudant
  • Paisagismo: Emma Blanc
  • Gráficos E Colorimetria: Natalie Saccu de Franchi
  • Maquetes: Jean Louis Courtois, Etienne Follenfant
  • Computação Gráfica Para Concurso: Artefactory
  • Gerentes De Obras: Didier Brault, Pierre Crochelet René Bencini, Guillaume Besançon, Julien Coeurdevey, Ghazal Sharifi, Marcin Woychechovski
  • Economista: Pierre Crochelet
  • Secretários: Cathy Jedonne, Anastasia Kaneva, Catherine Kapzak, Sabrina Kettani.
  • Segurança Contra Incêndios: OTH
  • Fluidos (Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento, Eletricidade, Encanamento, Elevadores): OTH
  • Consultoria Fachadas: Arcora
  • Acabamentos E Conexões: GEC Ingénierie
  • Iluminação Museográfica: Observatoire N°1
  • Acústica: Avel Acoustique
  • Cenografia: Duck’s
  • Segurança: Casso & Cie
  • Consultoria Artística: Alain Bony & Henri Labiole
  • Sinalização: Autobus Impérial e Hiroshi Maeda
  • Fase De Competição: Françoise Raynaud
  • Fase De Estudos: Françoise Raynaud & Didier Brault
  • Fase De Implantação: Isabelle Guillauic & Didier Brault
  • Cidade: Paris
  • País: França
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© Roland Halbe

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto trata-se de um museu construído em torno de uma coleção específica, onde tudo é feito para evocar uma resposta emocional ao objeto primário, protegê-lo da luz, mas também capturar aquele raro raio de luz indispensável para fazê-lo vibrar e despertar sua espiritualidade. Em um lugar habitado por símbolos de florestas e rios, por obsessões de morte e esquecimento, ele se torna um asilo para obras censuradas e arrematadas da Austrália e das Américas. É um lugar carregado e assombrado por diálogos entre os espíritos ancestrais dos homens que, ao descobrirem sua condição humana, inventaram deuses e crenças. É um lugar único e estranho, poético e inquietante.

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Sobre este escritório
Cita: "Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel" [Musee du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel] 14 Abr 2019. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/915007/museu-du-quai-branly-ateliers-jean-nouvel> ISSN 0719-8906

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