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Zaha Hadid Architects: O mais recente de arquitetura e notícia

O futuro da representação na arquitetura: uma entrevista com Morean Digital Realities e Zaha Hadid Architects

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Acima: Vídeo da apresentação final da Danjiang Bridge por Zaha Hadid Architects, com sequências de construção feitas pela Morean Digital Realities e entorno fornecido pelo Studio MIR.

Nesta época de rápidas respostas e decisões, é mais importante do que nunca para os arquitetos serem capazes de fornecer aos clientes uma ideia clara do que será construído. Felizmente para nós, existem empresas que se especializam em ajudar nesse processo. A Morean Digital Realities, por exemplo, é uma empresa de representação que trabalha em conjunto com arquitetos para criar renderizações e animações que ajudam a explicar como os projetos funcionarão. Essas visualizações podem ser feitas para clientes, concursos ou usadas como material para captação de recursos. Seu trabalho recente inclui um vídeo para o concurso da Danjiang Brigde, em que Morean forneceu uma animação dramática acompanhado por uma montagem do entorno feita por outra empresa visualização, o Estúdio MIR. Juntos, esses dois estúdios de visualização ajudaram o escritório Zaha Hadid Architects a conquistar a comissão do projeto.

O ArchDaily falou com três membros da equipe desse projeto - Saman Saffarian, diretora de projeto no Zaha Hadid Architects; Karl Humpf, diretor de pontes internacionais do Leonhardt, Andrä und Partner; e Gonzalo Portabella, arquiteto e diretor Gerente do Morean Digital Realities - sobre o papel da representação digital dentro da arquitetura e como o campo ainda pode se expandir.

Críticos comentam a Bienal de Arquitetura de Chicago

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Críticos comentam a Bienal de Arquitetura de Chicago - Imagem de Destaque
Imagem de Chicago do ensaio fotográfico de Iwan Baan. Imagem © Iwan Baan

Na semana retrasada, a Bienal de Arquitetura de Chicago abriu para mais de 31.000 visitantes e com muito alarde, por uma boa razão - trata-se do maior evento de arquitetura no continente desde a Exposição Universal de 1893 , com mais de cem expositores de mais de trinta países. Com um tema tão ambíguo como "O Estado da Arte da Arquitetura", e com a esperança de fazer a bienal, de acordo com diretores Joseph Grima e Sarah Herda, "um espaço de debate, diálogo e de produção de novas idéias", o evento certamente geraria opiniões igualmente abrangentes. Leia mais para descobrir o que os críticos têm a dizer sobre a Bienal.

Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra

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O concreto sempre possuiu uma estreita relação com a terra; como material preferido para a criação das fundações dos edifícios, um dos seus usos mais comuns é efetivamente como o substituto mais viável para a terra. No século XX, a capacidade do concreto de transformar nossa interação com o solo foi levada a outro nível. Na medida que tanto arquitetos como engenheiros exploravam as oportunidades que oferece a combinação do concreto armado e da mentalidade modernista, foram feitas várias tentativas de substituir a terra de uma maneira mais dramática: através da criação de uma nova base, separada do chão. O exemplo mais difundido entre estes foi a autopista elevada que surgiu em todo o mundo, e a mais relevante para os arquitetos, as "ruas no céu", baseados em obras como a Robin Hood Gardens de Alison e Peter Smithson. Newcastle oferece um exemplo de cidade sobre esta teoria, iniciando um ambicioso plano para tornar-se a "Brasília do Norte" por meio da criação de uma rede elevada de passagens de pedestres totalmente separada dos automóveis. O projeto foi abandonado na década de 70 e estas ideias foram implementadas apenas em pequenas partes.

Depois da dramática queda do modernismo na década de 70 e 80, o projeto de reinterpretar o solo com concreto foi, em grande medida, esquecido. Claro que os arquitetos ainda utilizaram o concreto nos seus desenhos, mas estavam felizes com a relação puramente tradicional com a terra: seus edifícios era entes discretos que estavam assentados sobre a terra, e nada mais. Entretanto, este material explorado em profundidade no livro de 2001 de Stan Allen e Marc McQuade: Landform Building: Architecture's New Terrain, nos últimos anos demostrou que os arquitetos estão dispostos a trabalhar, uma vez mais, o solo com novas e emocionantes formas. Nos anos posteriores à publicação do Landform Building, esta tendencia se intensificou, como demostram os seguintes três projetos.

Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra - Image 1 of 4Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra - Image 2 of 4Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra - Image 3 of 4Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra - Image 4 of 4Ground Control: Como o concreto transforma nossa relação com a terra - Mais Imagens+ 5

Zaha Hadid divulga nova imagem do edifício próximo ao High Line de Nova Iorque

Marcando o início das vendas das unidades do condomínio de luxo próximo ao High Line em Nova Iorque, o escritório Zaha Hadid Architects e a Related Companies divulgaram novas imagens do 520 West 28th - primeiro edifício residencial de Hadid em Nova Iorque. Localizado em um privilegiado terreno em West Chelsea, o empreendimento de onze pavimentos conta com 39 unidades de até 590 metros quadrados.

"Sempre fui fascinada pelo High Line e suas possibilidades para a cidade. Décadas atrás, costumava visitar as galerias da região e considerar como construir ao longo da via. É muito emocionante estar construindo lá agora", comentou Zaha Hadid.

Zaha Hadid propõe edifício corporativo com o átrio mais alto do mundo

O escritório Zaha Hadid Architects propôs um edifício corporativo em Pequim que terá o "átrio mais alto do mundo". Segundo o Architects' Journal, o projeto Leeza Soho contará com um átrio de 200 metros de altura que se prolongará por toda a extensão vertical do edifício, dividindo visualmente a estrutura cilíndrica em duas partes. Se construído, ele contará também com um passeio subterrâneo que conectará a nova estrutura à estação de metrô abaixo e ao parque público a oeste.

Wangjing SOHO de Zaha Hadid vence o Emporis Skyscraper Award

Wangjing SOHO de Zaha Hadid vence o Emporis Skyscraper Award - Imagem de Destaque
Wangjing SOHO; Beijing, China / Zaha Hadid Architects. Image © Feng Chang

O projeto Wangjing SOHO de Zaha Hadid Architects em Pequim foi eleito o vencedor do 2014 Emporis Skyscraper Award. Selecionado por um júri internacional de especialistas dentre mais de 300 arranha-céus, o empreendimento composto por três torres de 200 metros de altura é o primeiro arranha-céu na China a receber algum tipo de prêmio. Os jurados se impressionaram por sua "excelente eficiência energética e seu desenho distinto, que rende ao complexo uma dinâmica orgânica e harmoniosa."

Todos os anos o Emporis Award homenageia o melhor edifício do mundo que tenha sido recentemente construído e tenha mais de 100 metros de altura. Veja, a seguir, os 10 edifícios celebrados este ano.

Série fotográfica mostra a Dominion Tower de Zaha Hadid em Moscou

O fotógrafo Laurian Ghinitoiu compartilhou conosco essa série de fotos sobre o trabalho de Zaha Hadid concluído mais recentemente, a Dominion Tower em Moscou. Liderado pelo Diretor de Projeto Christos Passas, o edifício apresenta oito pavimentos retilíneos empilhados e deslocados um em relação ao outro, criando aberturas em alongadas, já o interior conta com um átrio iluminado por uma claraboia e cruzado por um jogo de escadas. Veja a série de fotografias de Ghinitoiu, a seguir.

Zaha Hadid desiste da segunda licitação para o Estádio Olímpico de Tóquio

Apenas duas semanas após o Conselho Japonês de Esportes ter lançado a segunda chamada de propostas para o Novo Estádio Nacional, Zaha Hadid Architects e o escritório parceiro Nikken Sekkei, se retiraram do concurso.

"É decepcionante que os dois anos de trabalho e investimento no projeto existente para um novo Estádio Nacional do Japão não possam mais ser desenvolvidos para atender às novas exigências deste novo concurso", comentou ZHA em um comunicado de imprensa.

Tem início a construção do One Thousand Museum de Zaha Hadid em Miami

Foi iniciada a construção do One Thousand Museum de Zaha Hadid em Miami, e mais de 7 mil metros cúbicos de concreto já foram derramados. Projetado em parceria com o escritório local O’Donnell Dannwolf Partners Architects, o arranha-céu residencial terá 62 pavimentos, com uma ou duas unidades por andar e uma cobertura duplex. Área em expansão, o Museum Park - outrora chamado de Bicentennial Park - é o lar do Peréz Art Museum Miami e em breve receberá também o Frost Museum of Science.

Zaha Hadid Architects divulga vídeo de apresentação do novo Estádio Nacional de Tóquio

Em meados de julho o Primeiro Ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou que o projeto de Zaha Hadid para o novo Estádio Nacional não seria continuado e que os planos para o estádio para as Olimpíadas e Paraolimpíadas de Tóquio "começariam do zero". Em resposta a isso, Zaha Hadid Architects divulgou um comunicado de imprensa e um link para um vídeo de apresentação de 23 minutos. O vídeo, explica o escritório, "apresenta em detalhes o projeto para o Novo Estádio Nacional, que foi desenvolvido durante mais de dois anos para ser o estádio mais compacto e eficiente para essa localidade de Tóquio. Zaha Hadid Architects recebe com prazer um novo processo licitatório para o Estádio Nacional a fim de reduzir custos e garantir o valor do investimento em termos de qualidade, durabilidade e sustentabilidade em longo prazo."

Zaha Hadid Architects vence concurso de projeto para a ponte Danjiang em Taiwan

O escritório Zaha Hadid Architects foi anunciado como vencedor da Danjiang Bridge International Competition em Taiwan. Uma colaboração com Leonhardt, Andrä und Partner, a Ponte Danijang conectará uma área adjacente ao Estreito de Taiwan sobre a foz do Rio Tamsui.

Segundo Patrik Schumacher, diretor do ZHA, a nova ponte foi projetada para "criar um marco notável contra o famosos pôr do sol de Tamsui."

Zaha Hadid Architects divulga declaração na íntegra sobre o cancelamento do projeto do Estádio Nacional de Tóquio

Na sequência da notícia do final do mês passado de que seu projeto para o Estádio Nacional para as Olimpíadas de Tóquio 2020 teria sido cancelado, o escritório Zaha Hadid Architects lançou uma declaração abrangente sobre o fato. Apesar de diversas críticas em relação ao projeto - incluindo as de Toyo Ito e Fumihiko Maki - foram, fundamentalmente, os custos excessivos que provocaram seu fracasso. No entanto, a declaração de 1.400 palavras do ZHA procura colocar distância entre o escritório e a alegação do Conselho Desportivo Japonês (JSC), que alega que grande parte do aumento dos custos deveu-se ao projeto complexo. O escritório argumenta que "em cada etapa ao longo dos dois anos de desenvolvimento, o projeto e o orçamento estimado foram aprovados pelo JSC", acrescentando que o escritório trabalhou proativamente para redução dos custos do projeto".

Leia a seguir para descobrir o que o escritório ZHA aponta como responsabilidade para os aumentos dos custos, com a declaração na íntegra.

Projeto de Zaha Hadid para o Estádio Nacional de Tóquio será cancelado

Seguindo a notícia de 2012 de que Zaha Hadid vencera o concurso para projetar o Estádio Nacional de Tóquio, elemento central das Olimpíadas de Tóquio 2020 com capacidade para 80 mil pessoas, o Primeiro Ministro do Japão anunciou que os planos de construção serão cancelados. Citando os custos astronômicos como principal razão, Shinzo Abe declarou que o estádio, que deveria substituir o atual Estádio Nacional Kasumigaoka, não ficará pronto a tempo para a Copa do Mundo de Rugby em 2019, nem para os Jogos Olímpicos de 2020, como originalmente planejado.

BIG, Jean Nouvel e 5 outros arquitetos reinterpretam a cadeira Series 7 de Arne Jacobsen

Sessenta anos atrás, Arne Jacobsen projetava a cadeira Series 7. Diferentemente de muitos outros projetos seus, esta cadeira não foi desenhada para um uso específico, mas sua versatilidade lhe torna adequada para muitas situações. Em comemoração ao 60° aniversário da cadeira, Fritz Hansen contratou sete escritórios de arquitetura - entre os quais BIG, Zaha Hadid, Jean Nouvel e Snøhetta - para recriar a emblemática cadeira. Veja o resultado a seguir.

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Japão autoriza a construção do Estádio Nacional de Tóquio de Zaha Hadid

Apesar das ferozes críticas em função de sua enorme escala e custos, o Estádio Nacional de Tóquio, projetado por Zaha Hadid, será enfim construído. Segundo o USA Today, o governo japonês anunciou sua decisão de dar prosseguimento ao projeto, dizendo que modificações mais profundas acarretariam em atrasos na construção.

O estádio de 80 mil lugares já passou por algumas mudanças em função da reação dos Pritzkers Toyo Ito e Fumihiko Maki; sua versão mais atual é considerada mais "eficiente, focada no usuário, adaptável e sustentável." Todavia, a controvérsia continua, já que a cidade e o governo central devem agora decidir como repartir os custos do estádio, estimados em US$ 2 bilhões.

Zaha Hadid propõe duas torres "esculturais" na costa da Austrália

Zaha Hadid divulgou recentemente o projeto de duas torres "esculturais" e um novo centro cultural em Mariner's Cove, na costa australiana. Realizado a pedido do Sunland Group, o projeto de US$ 600 milhões inclui dois edifícios residenciais de 44 pavimentos, um térreo comercial, um hotel com 69 suítes e um aquário subterrâneo, além de uma galeria de arte, um museu e jardins de esculturas.

17 produtos projetados por arquitetos na Semana de Design de Milão 2015

A 54ª edição da Semana de Design de Milão (também conhecida como Salone del Mobili) chegou ao fim, e para celebrar seu sucesso, compilamos uma lista com os produtos mais interessantes deste ano criados por arquitetos. Veja, a seguir, os objetos e acessórios produzidos por Rem Koolhaas, Zaha Hadid, David Chipperfield, entre outros.

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Patrik Schumacher: "A denúncia dos ícones e estrelas da arquitetura é superficial e ignorante"

Em sua última postagem provocativa no Facebook, Patrik Schumacher se manifestou em defesa dos projetos icônicos e dos "arquitetos estrelas", argumentando que a tendência atual de críticas é "superficial e ignorante" e "fácil por demais, perdendo, na verdade, o ponto em questão".

Schumacher diz que os críticos "deveriam, talvez, diminuir um pouco seu (pré)julgamento e refletir sobre seu papel como mediadores entre o discurso da arquitetura e o interesse público". Em seu post de 1.400 palavras, o arquiteto diz que os chamados ícones e o star system são resultados inevitáveis dessa mediação, acrescentando que "a explicação, em vez da rejeição, deveria ser vista como a tarefa do crítico."

Leia, a seguir, alguns trechos do argumento de Schumacher.