
O Laboratório Urbano Efêmero Campo Grande é um ciclo de atividades que vai gerar temporariamente intervenções e debater visões alternativas para o futuro do território da Esplanada Ferroviária.

O Laboratório Urbano Efêmero Campo Grande é um ciclo de atividades que vai gerar temporariamente intervenções e debater visões alternativas para o futuro do território da Esplanada Ferroviária.

O 4° COURB, Encontro de Urbanismo Colaborativo, visa conectar a pluralidade de atores envolvidos na co-criação das cidades, buscando soluções colaborativas, fomentando tecnologias sociais e ferramentas de participação social no desenvolvimento de ações, projetos e políticas urbanas. A cada edição vem aumentando a rede de pessoas, instituições, universidades e organizações engajadas na transformação inclusiva das cidades brasileiras.


Você já deve ter ouvido falar no termo “urbanismo tático”. Apesar de recente, essa abordagem sobre o espaço público ganhou visibilidade nos últimos 10 anos e hoje há diversos exemplos sobre como intervir no urbano a partir de uma visão de curto prazo, baixo custo e alto engajamento social. Pois no episódio #70 batemos um papo com a arquiteta carioca e doutora em Urbanismo Adriana Sansão, que tem um trabalho prático extenso e acumula pesquisas sobre o tema. Clique aqui para saber mais!

II Festival A Cidade Precisa de Você
Um convite para construir brincando a nossa cidade educadora

Durante três semanas São Luís vai experimentar um ciclo de atividades ligadas aos temas da inovação social urbana no contexto do Trapiche Santo Ângelo (Galpões do Complexo Santo Ângelo), situado na região central da cidade, que já está vivenciando um processo de revitalização do seu patrimônio histórico.

O Projeto "Corredor Sur", parceria entre os Coletivos TransLAB.URB (Porto Alegre - Brasil), Urbanismo Vivo (Buenos Aires - Argentina) e a FADU - Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo / Udelar - Universidade da República (Montevideo - Uruguay), iniciado em Novembro de 2017, começa a colher os primeiros frutos.

A construção da Linha 3 do metrô de Santiago, através do centro histórico da capital chilena, implicou no impedimento do trânsito veicular pela rua "Bandera" desde o ano de 2013. Convertido em estacionamento de automóveis desde então, a calçada foi cercada durante um mês para a construção do "Paseo Bandera", um novo e colorido projeto pedonal inaugurado nessa quarta-feira (dia 20) por Felipe Alessandri, prefeito de Santiago e patrocinadores.
O escritório Estudio Victoria — liderado pelo muralista Dasic Fernández (com formação em Arquitetura) e o arquiteto Juan Carlos López — foi encarregado do desenho do "Paseo Bandera", unificando uma calçada de 400 metros lineares em uma colorida faixa de anamorfismos e franjas, numa superfície total de 3.300 metros quadrados.

Apresentamos a seguir uma entrevista com o arquiteto e curador português, Pedro Gadanho, realizada pela arquiteta e pesquisadora Carol Farias. Na conversa, discutem temas como urbanismo tático, utopias e curadoria ativista, temas abordados em exposições realizadas pelo curador em Nova Iorque e Lisboa.

O Baixo Rio é um coletivo multidisciplinar que se propõe a elaborar estratégias para transformar o espaço urbano, em toda a sua abrangência. Temos como premissa a participação ativa dos diversos agentes: população, a iniciativa pública, privada e acadêmica.

>> 2ª edição do Programa para formação de coletivos temporários e experimentação em projetos de inovação social, a partir de ferramentas tecnológicas, tecnologias sociais e conexão com arte e ativismo <<

O urbanismo tático corresponde às intervenções que permitem experimentar mudanças na cidade por um período determinado, oferecendo uma aproximação ao impacto causado caso a iniciativa fosse, de fato, executada.
Em todo o mundo existem vários casos que, diante das necessidades da população, buscaram soluções a partir de intervenções feitas com materiais econômicos e de rápida implementação.


Com o objetivo de formar cidadãos e futuros profissionais autônomos e participativos nos processos de produção de nossas cidades, laboratórios experimentais e escritórios-modelo vem acolhendo práticas pedagógicas experimentais que tornam o aprendizado mais significativo para os alunos ao propor a valorização da prática e da experimentação. É nesse contexto que surge o projeto acadêmico “Arte à Vista: um presente dos alunos do Instituto de Cegos Padre Chico e do FIAM-FAAM para a cidade!

A crescente atuação de cidadãos para enfrentar os desafios urbanos de São Paulo como a convivência no espaço público, crise da água, agricultura urbana, reciclagem, entre outros, deixa claro que não devemos esperar que as soluções venham apenas do poder público.É preciso incentivar que a transformação da cidade seja cada vez mais participativa e coletiva, porque ao construirmos soluções juntos, podemos não só exercer uma cidadania ativa e concreta, como também fortalecer nossas comunidades.
Com esse intuito a incubadora São Paulo Lab lançou a iniciativa inovadora ‘Hackathon Paulista’. O objetivo é engajar os cidadãos na concepção e construção de mobiliários urbanos portáteis para todos aproveitarem a Paulista Aberta e outros espaços públicos da cidade.

Temos publicado nos últimos tempos algumas iniciativas cidadãs em diversos lugares que ocasionam a melhoria dos espaços públicos das cidades. Exemplos disso são as hortas urbanas em Cuba, os murais grafitados em Montreal e as intervenções artísticas que interagem com a paisagem urbana de Saint Étienne, na França, para citar apenas algumas.
Esses exemplos são intervenções urbanas que permitem criar identificação com a cidade e também permitem que os cidadãos com interesses em comum se encontrem. Devido a seus vários benefícios, este tipo de intervenção se enquadra no urbanismo tático, definido como ações dos cidadãos que criam novos espaços públicos; temática que, inclusive, já começa a fazer parte da grade curricular de escolas e universidade de alguns países.

O urbanismo tático é a criação de projetos urbanos de baixo custo, rápidos de construir e temporários, com o objetivo de atrair pessoas e gerar um tráfego de pedestres no centro das cidades.
Em San Diego, nos Estados Unidos, uma organização está levando adiante um projeto que visa a ocupação de espaços urbanos. O terreno foi cedido pelo proprietário com a condição de “valorizar a comunidade” e a organização do projeto consultou a comunidade para saber o que eles gostariam de ver no novo espaço.