Floreira do acervo do Museu do Ipiranga. Hélio Nobre / José Rosael / Museu Paulista.
Em 2021, a Casa Brasileira é o tema que norteia as ações do Museu do Ipiranga em parceria com o Wiki Movimento Brasil (WMB). A programação inclui maratonas de edição de verbetes que, neste ano, iniciam com encontros com pesquisadores da área, que falarão sobre as linhas de pesquisa que desenvolvem no Museu, seguidos de treinamento e assistência técnica sobre a plataforma. O segundo encontro desta série acontece no dia 23 de abril, sexta-feira, a partir das 14h, com o tema Decoração e identidades feminina e masculina.
Brinquedo - caldeirão metal e ágata, Coleção Inah Meirelles Faria Guimarães. Foto: José Rosael/Hélio Nobre/Museu Paulista.
A temática será abordada em cinco encontros ao longo deste semestre, voltados para a produção e aprimoramento de verbetes na enciclopédia digital; com a presença de pesquisadores do Museu, as maratonas de edição trazem discussões como a construção das relações de gênero a partir dos espaços e objetos da casa, bem como as transformações históricas ocorridas nos interiores domésticos do Brasil
Com foco num contexto pós-pandémico, 'Emergência' é o tema do CASA - Coimbra Architecture Summer Atelier de 2021. CASA traz uma (re)emergência da sincronia entre criar e habitar, a partir de estratégias operativas de design no território urbano de Coimbra e suas ocupações.
Tepoztlán é uma região localizada no estado de Morelos, no centro-sul do México, limitada geograficamente pelos estados de Guerrero, Puebla, o Estado do México e a Cidade do México. Possui 242.646 km² de área e é um dos 111 povoados catalogados pelo governo que recebem incentivos para impulsionar o turismo patrimonial e ecológico.
Em praticamente todas as cidades do mundo, sempre encontraremos algum tipo de espaço residual: terrenos vazios, áreas abandonadas, lacunas deixadas entre uma obra e outra, espaços em branco, sem uso. Nestas circunstancias, uma série de lotes urbanos acabam se tornando inadequados ou inaptos à construção de tipologias convencionais. Entretanto, estas mesmas limitações podem se tornar um terreno fértil para a nossa imaginação. Ressignificar um espaço esquecido, uma esquina desocupada, becos sem saída ou terrenos de formatos estranhos pode nos abrir uma nova frente de trabalho, criando novas oportunidades para o desenvolvimento urbano como um todo. Seja ampliando os espaços existentes de moradia ou acrescentando novas atividades e programas em áreas densamente povoadas, ocupar terrenos residuais pode ser uma valiosa contribuição para a ativação do espaço urbano.