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Sustentabilidade: O mais recente de arquitetura e notícia

Uma botânica arquitetônica: redefinindo a agência (e escopo) do arquivo de arquitetura

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O ensaio a seguir é um trecho de "Architectural Botany: A Conversation with William Balée on Constructed Forests", o oitavo capítulo de “Environmental Histories of Architecture”, um livro de acesso gratuito publicado pelo Canadian Centre For Architecture. A publicação completa está disponível aqui: https://www.librarystack.org/environmental-histories-of-architecture/

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No início da década de 1980, enquanto trabalhava com o povo Ka'apor, na região leste da Amazônia, o botânico norte-americano William Balée, naquela época um jovem pesquisador, deparou-se pela primeira vez com o que os Ka'apor chamam de taper, isto é, um tipo específico de formação florestal que reconhecem como sendo “plantada” por seus ancestrais:

"Build: from high to low tech" discute o impacto da arquitetura e da construção no meio ambiente

O evento Build: from high to low tech está de volta para a sua segunda edição na Casa da Arquitectura em Matosinhos, Porto.

Fabricação digital e biomateriais na arquitetura: fusão de identidade e tecnologia

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Pedras esculpidas foram as primeiras ferramentas que os hominídeos usaram para transformar seu ambiente. É emocionante imaginar como, desde a Idade da Pedra, e graças ao longo processo evolutivo da humanidade, as ferramentas que usamos evoluíram de pedras simples para sistemas robóticos complexos. Esses avanços representam uma revolução nos métodos de produção, tanto no nível industrial atual quanto em escala local.

Tecnologias como inteligência artificial (IA) e sistemas de fabricação digital têm sido percebidas como ameaças que substituem o trabalho, variando de acordo com o contexto. Na América Latina, a fabricação manual é profundamente enraizada, especializada e com bom custo-benefício em alguns setores, tornando a substituição digital menos urgente. Em contraste, biomateriais derivados de fungos ou resíduos agrícolas oferecem alternativas de construção ambientalmente amigáveis, promovendo sustentabilidade e economia circular. Isso estimula discussões significativas sobre o potencial da fabricação digital, exigindo uma compreensão dos recursos e desafios locais. Portanto, isso estabelece as bases para biomateriais que preservam a identidade ao oferecer soluções para questões locais.

A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental

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Estamos vivendo um momento de emergência. Desde o início da industrialização, temos corrido pelos recursos finitos de nosso planeta como se fossem ilimitados, esgotando e desestabilizando os próprios ecossistemas dos quais dependemos para nosso sustento, economia, alimentação, saúde e qualidade de vida.

Em apenas 50 anos, perdemos mais da metade da vida selvagem do mundo. No momento, a Terra está a caminho de aquecer além de 1,5 graus celsius, o que os cientistas alertam ser um limite planetário rígido para os ecossistemas existentes na Terra. Este é um “código vermelho para a humanidade”, conforme descrito no Sexto Relatório de Avaliação do IPCC. Continuar em nosso caminho atual significará danificar irreversivelmente as próprias condições que sustentam a vida neste planeta.

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Preparação para a COP28: ações no ambiente construído podem nos salvar da crise climática?

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2023, mais frequentemente referida como COP28, é um encontro de mais de 160 países que concordam em combater os impactos prejudiciais das atividades humanas no clima. A Cúpula Internacional sobre o Clima acontece anualmente, reunindo chefes de estado, delegados e representantes de vários países para negociar ações e acordos relacionados à mitigação da crise climática. No ano passado, a COP 27 foi realizada de 6 a 18 de novembro de 2022, em Sharm El Sheikh, Egito. Com a próxima COP 28 nos Emirados Árabes Unidos prestes a acontecer, vale a pena examinar o impacto da conferência e o que esperar.

A COP 28 ocorrerá de 30 de novembro a 12 de dezembro de 2023 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Este ano, o programa será voltado para responder à Avaliação Global e "fechar as lacunas de 2023". A presidência da COP lançou uma consulta sobre áreas temáticas, incentivando os participantes internacionais a destacar as questões mais urgentes que devem ser priorizadas no evento. Os temas deste ano são Tecnologia e Inovação, Inclusão, Comunidades de Linha de Frente, e Finanças.

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Como adaptar cidades para o calor extremo

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Junho de 2023 foi o mês mais quente já registrado no planeta.  No Irã, o índice de calor atingiu 66,7 graus Celsius, perto dos limites da sobrevivência humana. Este não é o novo normal – à medida que as mudanças climáticas avançam, o mundo ficará ainda mais quente.

O aumento está sendo relacionado por cientistas às mudanças climáticas provocadas pelo homem e ao fenômeno El Niño o aquecimento natural das águas do Oceano Pacífico, que também vem sendo agravado pelo aquecimento global.

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Sustentabilidade social: o papel do processo participativo de projeto na criação de espaços coletivos

O conceito de sustentabilidade social está cada vez mais presente nas discussões arquitetônicas contemporâneas à medida que a valorização dos usuários — por meio de necessidades subjetivas e não estáticas — tem se tornado protagonista no momento da concepção projetual. A sustentabilidade social na arquitetura trata, portanto, de projetar e construir edifícios e espaços urbanos que promovam o bem-estar, a inclusão e a coesão das comunidades. Ela se concentra na criação de ambientes que viabilizem interações sociais positivas, apoiem diversas necessidades e melhorem a qualidade de vida geral das pessoas que habitam e usam esses espaços. Uma arquitetura socialmente sustentável considera os aspectos sociais, culturais, econômicos e de saúde de uma comunidade, com o objetivo de enfrentar os desafios sociais e proporcionar benefícios de longo prazo aos moradores.

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Sustentabilidade e economia: casas brasileiras que usam energia solar

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Diante da crise ambiental que vivemos atualmente e da necessidade de mitigar os efeitos das mudanças climáticas, torna-se cada vez mais importante e imperativa a adoção de fontes de energia limpas e renováveis, como a energia solar, em projetos de arquitetura. Sendo um país com abundância de incidência solar ao longo do ano, o Brasil tem um enorme potencial para aproveitar essa fonte de energia que, ano após ano, tem se tornado uma opção cada vez mais atrativa e viável no cenário brasileiro. Uma das tipologias favorecidas é a residencial, que tem ganhado destaque devido aos inúmeros benefícios que a energia solar pode oferecer tanto aos moradores quanto ao meio ambiente.

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Pigmentos naturais na arquitetura: fontes, aplicações e por que usar

Frente às urgências climáticas do planeta, campos diversos estão pressionados a reformular seus funcionamentos e atuações, e a arquitetura não está de fora. Afinal, o ambiente construído e a indústria da construção civil são responsáveis por uma porcentagem considerável da emissão de gás carbono na atmosfera. Repensar e reestruturar a cadeia construtiva – do projeto à execução – é a ordem do dia para os profissionais envolvidos com construção.

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Arquitetura para habitar o espaço: estruturas reconfiguráveis para ambientes adaptativos

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A arquitetura tem probabilidade de existir em qualquer lugar ou espaço físico habitado por seres humanos. Além disso, nossa curiosidade inerente e espírito exploratório constituem um aspecto integral da humanidade. Impulsionados por nossa capacidade inventiva, nos aventuramos em cenários futuros que podemos explorar como indivíduos e sociedade. Consequentemente, a possibilidade de um futuro no espaço tem despertado a imaginação de cientistas e designers, resultando em projetos conceituais e de ficção científica onde os seres humanos habitam o espaço.

A capacidade inventiva e imaginativa humana pode ser rastreada através do trabalho de artistas como Jean-Marc Côté, que, no início do século XX, imaginou uma série de ilustrações retrofuturistas retratando como seria a vida no ano 2000. Há também referências literárias notáveis, como as obras de Ursula K. Le Guin, renomada por sua ficção especulativa que explora a jornada da humanidade como uma espécie que viaja pelo espaço. Sem dúvida, o futuro e o espaço são dois tópicos cativantes que inspiraram o desenvolvimento de uma visão de longo prazo para a sociedade no espaço.

Por que o paisagismo é mais importante hoje do que nunca

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Por que o paisagismo é mais importante hoje do que nunca - Image 4 of 4
Philadelphia Navy Yards / James Corner Field Operations. Imagem © Halkin Mason Photography

A arquitetura paisagística está vivendo um momento especial. Recentemente, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos decidiu credenciar o campo de atuação com a prestigiosa designação STEM. Como parte das disciplinas educacionais de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) que se enquadram nessa categoria, os estudantes de arquitetura paisagística agora podem passar 24 meses procurando emprego em um período de treinamento, além dos 12 meses garantidos a qualquer recém-graduado de qualquer curso. O título também promete mais prestígio para os formandos, salários iniciais mais altos e maior flexibilidade de carreira. Torey Carter-Conneen, CEO da American Society of Landscape Architects (ASLA), entende a iniciativa como um avanço significativo para a "educação e prática da arquitetura paisagística, e isso é ótimo para a América e para a comunidade global".

A notícia corresponde a uma ênfase crescente na arquitetura paisagística como disciplina fundamental em todo o mundo nos últimos anos - uma prática intimamente ligada às noções de saúde pública, paisagismo, biofilia, sustentabilidade e rewilding ou restauração ecológica. Ela também destaca a relação íntima entre tecnologia e paisagismo. As propostas paisagísticas cada vez mais dependem da ciência e tecnologia avançadas para prever como as intervenções ecológicas podem alterar um terreno existente e determinar quais medidas produzirão o maior benefício tanto para os seres humanos quanto para a natureza em geral. O ideal contemporâneo de prados selvagens e florestas biodiversas pode existir livre de influências externas, mas o caminho para chegar lá a partir de um ponto de partida urbano requer assistência.

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Symbiocene Living: explorando o potencial de blocos de micélio para arquitetura sustentável

O período geológico em que atualmente habitamos é conhecido como o Antropoceno, definido pelo impacto substancial humano nos ecossistemas e geologia da Terra. Em contraste, o Simbioceno, um termo cunhado pelo filósofo e ambientalista australiano Glenn Albrecht, apresenta uma visão do futuro caracterizada por uma relação positiva e simbiótica entre os seres humanos e o mundo natural. Na era do Simbioceno, os seres humanos colaboram ativamente com a natureza, reconhecendo sua interdependência com os ecossistemas da Terra e se esforçando para regenerar e restaurar o ambiente natural, criando assim um mundo mais harmonioso e sustentável.

Repensar o processo projetual para sustentabilidade em arquitetura

Questões ambientais se colocam como o grande tema para a arquitetura há alguns anos. A iminente escassez de recursos naturais e a conscientização acerca dos danos ambientais da indústria construtiva têm forçado o campo profissional a posicionar-se e desenvolver soluções que mitiguem o impacto da área de atuação no planeta. O desenvolvimento de novas tecnologias que possibilitam materiais mais sustentáveis é fundamental, mas esse incentivo pode (e deve) partir do ponto inicial da prática arquitetônica: o projeto.

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6ª Edição do Premio Félix Candela: "Injerto"

O Prémio Félix Candela é um concurso internacional de ideias de arquitetura em espanhol, em duas fases. É convocado anualmente pelo Instituto Espanhol de Arquitectura (IESARQ) e dirige-se a todos os estudantes de arquitetura, arquitetura paisagista, urbanismo e desenho, bem como arquitetos, arquitetos paisagistas, urbanistas e jovens designers, individualmente ou formando equipas de dois ou três membros.

"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista

Durante a palestra de abertura do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023, Bjarke Ingels, líder e fundador do BIG, compartilhou insights sobre desafios globais urgentes, juntamente com a abordagem distinta do escritório para enfrentá-los. Após a conferência, o ArchDaily teve a chance de conversar com Bjarke Ingels para expandir ainda mais esses tópicos. A discussão levantou diversos assuntos, incluindo a abordagem projetual do BIG, com base no princípio de "Sustentabilidade Hedonista", o significado e as oportunidades por trás dessa mudança de mentalidade, a aplicabilidade de inovações tecnológicas em diferentes campos e até mesmo em outros planetas, e a urgência de desenvolver uma Nova Bauhaus Europeia como resposta às emergentes necessidades ambientais.

"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 1 of 4"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 2 of 4"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 3 of 4"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 4 of 4Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver: Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Mais Imagens+ 5

Cinco países que estão no caminho para chegar a emissões líquidas zero

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Até hoje, mais de 90 países estabeleceram metas para emissões líquidas zero, comprometendo-se a contribuir para evitar os piores impactos das mudanças climáticas. Mas permanecem dúvidas quanto à credibilidade de muitos desses compromissos e se essas metas serão de fato cumpridas.

Juntos, os países que estabeleceram metas de zerar emissões líquidas – um grupo de inclui China, Estados Unidos e Índia – são responsáveis por quase 80% das emissões globais de gases do efeito estufa. Além deles, milhares de outras regiões, cidades e empresas também estabeleceram suas metas. Nunca antes tivemos tanta ambição e um momento tão propício para reduções tão profundas nas emissões.

Seminário Internacional HABIS 30 ANOS: ensino, pesquisa, extensão e atuação nos territórios rurais e na área tecnológica da arquitetura

Nos dias 07 e 08 de agosto de 2023 acontecerá, no Auditório Paulo de Camargo e Almeida, o Seminário Internacional HABIS 30 ANOS: Trajetória de ensino, pesquisa, extensão e atuação nos territórios rurais e na área tecnológica da arquitetura e construção

SEMANAU IV - Semiárido: resiliência de uma região

A SEMANAU - SEMANA DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFERSA é um evento realizado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo do Semiárido, pertencente a UFERSA - Campus Pau dos Ferros. Ao longo das suas quatro edições o seu objetivo principal vem sendo aproximar os discentes da Universidade Pública do interior rural com profissionais, estudantes e pesquisadores da área de atuação (Arquitetos e Urbanistas) ou relacionadas a ela.