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Arquitetos: Alfredo Ribadeneira Arquitectos
- Área: 36802 m²
- Ano: 2025


Embora os Andes sejam frequentemente vistos como uma cordilheira contínua, eles abrangem uma grande variedade de climas e ecossistemas. No Equador, Peru, Bolívia, Colômbia e Chile, páramos, planaltos áridos, vales temperados e paisagens nevadas podem coexistir a distâncias relativamente curtas uns dos outros. À medida que a altitude varia, mudam também a temperatura, a radiação solar, a umidade, os ventos, a vegetação e a topografia, gerando ambientes que exigem diferentes abordagens construtivas.
Diferentemente de muitas regiões montanhosas onde o frio é a condição ambiental predominante, as áreas de grande altitude nos Andes reúnem diversas condições climáticas simultaneamente. Conforme a altitude aumenta, a radiação solar torna-se mais intensa. Algumas regiões permanecem úmidas ao longo de todo o ano, ao passo que outras enfrentam períodos prolongados de seca. Em muitos locais, o terreno íngreme, a neve e as mudanças constantes nos padrões meteorológicos tornam-se fatores adicionais que influenciam o desenho das edificações.

Os teatros atuam como instituições culturais e sociais, moldando a sociedade ao oferecer espaços onde histórias de identidade, raça e justiça ganham vida. Esses locais fomentam o senso de comunidade por meio de experiências compartilhadas e ao vivo, estimulando debates que ecoam muito além do palco. Do ponto de vista arquitetônico, os teatros são mais do que espaços de apresentação — são marcos que incorporam tanto a história quanto o futuro das artes. Seus projetos costumam refletir a importância cultural da narrativa, ao passo que suas reformas garantem que continuem relevantes no contexto moderno.
No AD Interior Focus desta semana, o ArchDaily explora como a reforma de teatros icônicos, como a Royal Opera House em Londres, Reino Unido, e a Sydney Opera House, na Austrália, vai muito além de modernizar o conforto e a acessibilidade. O artigo investiga como esses projetos preservam a integridade arquitetônica desses marcos históricos, garantindo que sua arquitetura continue servindo de cenário tanto para a expressão artística quanto para o debate social.

O ‘Prêmio Latino-Americano de Arquitetura Rogelio Salmona: espaços abertos / espaços coletivos’ busca reconhecer as obras de arquitetura construídas que criam espaços significativos para a cidadania, contribuindo para a consolidação de cidades mais acolhedoras. Diferentemente das edições anteriores, este ano foram estabelecidas duas categorias: América Latina e Colômbia.
“A cidade é cidadania, com sua gente, instituições, monumentos, sua cultura, sua arquitetura e espaço público, e com a fisionomia que foi adquirindo e construindo ao longo do tempo é a grande proposta civilizatória da humanidade.” - Rogelio Salmona

Existe uma só maneira de habitar o litoral? A costa do Pacífico, o maior oceano da Terra, é um vasto território que possui uma grande diversidade de temperatura, ventos, topografia, entre outras condicionantes. Portanto, há uma grande variedade de ecossistemas que vão desde a extremidade congelante dos polos, amplos desertos, florestas, até a selva tropical quente e úmida. Essa diversidade majestosa não é alheia à arquitetura, que responde aos diferentes contextos nos quais se insere. Como resultado, há uma multiplicidade de obras arquitetônicas que compartilham o enquadramento das vistas para o mar.
A lista a seguir apresenta 30 projetos residenciais ao longo da costa do Pacífico latino-americano, revelando as diversas abordagens arquitetônicas que existem neste litoral.

A terra é um elemento que vem sendo utilizado para construir desde tempos imemoráveis. Seu baixo impacto ambiental e a variedade de técnicas existentes para trabalhá-la permitiram a transcendência de seu uso em projetos de arquitetura em todo o mundo. Seja na taipa, em paredes de terra batida, paredes erguidas com sistemas de barro ou estruturas em adobe, diversos projetos contemporâneos reelaboram e reinterpretam estes métodos tradicionais para dar forma a seus espaços.

Os 21 projetos que integram a Seleção Oficial do Pavilhão do México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza convergem em latitudes, regiões geográficas e ecos do território a partir do “Freespace” curatorial. Em quatro etapas, compartilharemos as obras e o pensamento de cada participante que representará o México em Veneza. Continue lendo para conhecer a quarta parte dos projetos.

