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Arquitetos: Cambuci Arquitetos
- Área: 285 m²
- Ano: 2019
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Fabricantes: Blocos ABCD, Ladrilar, Souza & Campos




Há 470 anos, no Pateo do Collegio, surgia a maior cidade da América Latina: São Paulo. Uma metrópole em constante movimento que, entre tantas complexidades e conflitos, apresenta uma diversidade cultural e humana que a torna profundamente rica.



A linguagem autoral de cada arquiteto é sempre a base de análise de seu trabalho. O decorrer do tempo demonstra a consolidação de sua assinatura, possibilita reconhecer influências e referências precedentes, ao mesmo tempo que apresenta a constante atualização dessa linguagem, como um desenvolvimento formal que responde (e corresponde) ao recorte temporal em que se insere. Os projetos do Studio Guilherme Torres são ótimos exemplos deste desenvolvimento, desde sua fundação até o presente.



Como a arquitetura e o urbanismo podem voltar a contribuir no debate e na produção de Habitação de Interesse Social (HIS)? Essa foi uma das principais perguntas que orientou o processo de elaboração do Caderno de Diretrizes de Habitação de Interesse Social no Jardim Lapena, desenvolvido pela Fundação Tide Setubal e pelo BlendLab para a região da Zona Leste de São Paulo. Esse caderno reuniu um conjunto de diretrizes sobre habitação, modelo de gestão, implantação e integração com o meio urbano e orientou as propostas para uma Chamada de Projetos + Lapena Habitar realizada no fim de 2022.

Leio intrigado no UOL que bilionários do Vale do Silício planejam construir do zero uma cidade perfeita na Califórnia. Mas o que, afinal, seria uma cidade perfeita?
De acordo com a matéria, o local contaria com bons serviços públicos, seria caminhável, sustentável, arborizado, seguro, teria casas de diferentes preços e tamanhos, todas integradas com comércios, escolas e restaurantes.
Além disso, a cidade ainda contaria com empregos bem remunerados para os seus moradores; e as escolas formariam pessoas da região para que elas também trabalhassem nas empresas locais.


A cidade de São Paulo, marcada por sua imensidão e diversidade cultural, por vezes também é palco de muitos conflitos relacionados à ocupação de seu espaço urbano. Uma história que se estendeu por mais de quatro décadas, a disputa pelo terreno ao lado do Teatro Oficina, projetado por Lina Bo Bardi na região do Bixiga, finalmente culminou na criação de um tão esperado equipamento público: o Parque do Rio Bixiga. Esse processo não é apenas uma vitória para a comunidade local e artística, mas também uma conquista notável na perspectiva do direito à cidade e do lazer paulistano, especialmente após anos de confronto com o Grupo Silvio Santos.

Como a arquitetura e o urbanismo podem voltar a contribuir no debate e na produção de Habitação de Interesse Social (HIS)? Essa foi uma das principais perguntas que orientou o processo de elaboração do Caderno de Diretrizes de Habitação de Interesse Social no Jardim Lapena, desenvolvido pela Fundação Tide Setubal e pelo BlendLab para a região da Zona Leste de São Paulo. Esse caderno reuniu um conjunto de diretrizes sobre habitação, modelo de gestão, implantação e integração com o meio urbano e orientou as propostas para uma Chamada de Projetos + Lapena Habitar realizada no fim de 2022 .


Nos idos dos anos 40, enquanto diretor da Divisão de Estudos e Tombamento do IPHAN, Lucio Costa mandou seus servidores a campo para identificar o patrimônio cultural que estaria espalhado Brasil afora, esperando ser descoberto.
“Quem”, “quando” e “como” eram as perguntas que seus assistentes levavam na manga. Supostamente, elas deveriam descortinar as características dos bens analisados, para então separá-los em dignos ou não dignos de tombamento.