Para a organização do concurso, “projetar a moradia de uma universidade pública em crescimento ultrapassa o desafio de projetar um espaço residencial. A moradia é um lugar que constrói identidades, novas redes de sociabilidade e pode ser entendida como um espaço de fortalecimento da autonomia estudantil.” Assim, além de abrigo, a moradia universitária é uma catalisadora de intercâmbio de experiências e conhecimento.
Apresentamos a seguir os projetos pré-classificados nos concursos para ambas as cidades, entre os quais encontramos propostas de Hereñú + Ferreni Arquitetos, Grupo SP Arquitetos, Arquitetos Associados e Dal Pian Arquitetos. Projetos que, segundo o júri, além de responderem ao edital do concurso, colaboram para ampliar o repertório de possibilidades de programas habitacionais hoje em curso no Brasil.
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) lança, em conjunto com o IAB-SP e com apoio do CAU/SP, uma série de concursos de projetos para as moradias estudantis de seus campi universitários. Todos os núcleos terão moradias estudantis, e a série de concursos começa com as unidades de Osasco e São José dos Campos, que já possuem terrenos próprios destinados a este programa.
A moradia é importante instrumento da permanência estudantil. Ela faz parte de um conjunto de ações da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis para garantir direitos estudantis, condições de acesso e de estudo, bem como o fortalecimento de sua autonomia e protagonismo na universidade.
Projetar a moradia de uma universidade pública em crescimento ultrapassa o desafio de projetar um espaço residencial. A moradia é um lugar que constrói identidades, novas redes de sociabilidade e pode ser entendida como um espaço de fortalecimento da autonomia estudantil. Além de quartos, banheiros, lavanderias e cozinhas, os estudantes contarão com uma série de ambientes de estudo, lazer, cultura e esportes para caracterizar uma verdadeira res-pública estudantil.