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Arquitetos: BC Arquitetos
- Área: 201 m²
- Ano: 2018
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Fabricantes: Cosentino, Deca


Rio de Janeiro dispensa apresentações. Uma cidade de contrastes, tão diversa nas suas pessoas, natureza e arquitetura. Seus edifícios históricos de influência europeia, os ícones modernos do século XX e as recentes obras assinadas por arquitetos internacionais garantem um lugar no mapa da arquitetura mundial e pontuam a paisagem urbana da segunda maior cidade do Brasil.

Há um ano, no dia 2 de setembro de 2018, o Museu Nacional no Rio de Janeiro, uma das instituições culturais mais importantes da América Latina, era tragado pelas chamas. Um incêndio ocasionado por um curto-circuito nas instalações elétricas do edifício levou consigo pelo menos 80% de seu acervo, especializado em ciências naturais e antropológicas. Um ano depois, esforços de recuperação dos itens e limpeza dos ambientes destruídos indicam a reabertura de algumas salas já em 2022, três anos antes da conclusão das obras em 2025.

Comemorar o centenário de Sergio Wladimir Bernardes, reeditando na FAU-UFRJ, com inserções e mudanças a exposição realizada no Centro Carioca de Design (CCD), com curadoria de Adriana Caúla e Kykah Bernardes, não é só uma forma de homenagear o arquiteto formado aqui, em 1948, pela então Faculdade Nacional de Arquitetura (FNA), de divulgar o acervo de seu escritório, que está sob a guarda de nosso Núcleo de Pesquisa e Documentação (NPD), e valorizar as pesquisas sobre sua obra, mas especialmente para evocar a sua presença hoje - para reconhecer o seu trabalho como uma forma de pensamento que nos incita a pensar.


A área mínima das unidades se tornou uma matéria controversa. Diversas associações de moradores não desejam a permissão da construção de unidades com áreas muito reduzidas. Isso se faz em contradição com a contemporaneidade, visto que este tipo de apartamento atenderia um grande número de jovens solteiros, separados e idosos que necessitam de uma unidade de menor tamanho com menores custos de manutenção.


Este ano o Programa Favela-Bairro completou 25 anos desde sua criação e vários eventos e artigos repercutiram o assunto, fazendo um balanço dos impactos do programa na questão habitacional urbana nas cidades por ele contempladas. Nós do Arquicast também abordamos o assunto no cast 76, já disponível em nossas plataformas.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, sancionou projeto de lei n° 642-A de 2017, de autoria da ex-vereadora Marielle Franco, que institui a assistência técnica pública e gratuita para projeto e construção de habitação de interesse social às famílias com renda mensal de até três salários mínimos na capital fluminense.

Viena, Áustria, foi classificada como a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo por dez anos consecutivos. O ranking feito pela consultora multinacional Mercer é dominado por cidades da Europa Ocidental, ao passo que Vancouver, no Canadá, alcançou o terceiro lugar, tornando-se a cidade com melhor classificação na América do Norte nos últimos 10 anos.

No último dia 14 ocorreu, na sede do IAB-RJ, o lançamento da nova temporada de cursos do seu programa de educação continuada, o IAB Compartilha, que contou com a presença dos 19 professores do programa e de estudantes e profissionais interessados nos temas propostos. Seguindo a atuação voltada ao ensino retomada em 2016, o programa traz, na edição de 2019, uma ampla grade de cursos visando compartilhar conhecimentos de profissionais com atuação destacada nas mais diferentes áreas que compõem o grande campo da arquitetura e do urbanismo. Com a nova experiência de 3 anos de cursos oferecidos em sua sede centenária, o IAB-RJ consolida-se como um importante agente para quem deseja aprofundar e aprimorar seu conhecimento e sua formação continuada, tão necessária nesse campo profissional.


Educational Landscape, é um projeto de visualização de dados em uma interface interativa, a partir de um mapa de densidade-ponto que representa a população com 25 anos ou mais, classificada segundo o nível de escolaridade.

Dois edifícios residenciais desabaram na manhã de hoje no Rio de Janeiro. Localizadas na comunidade de Muzema, na zona oeste da capital fluminense, as estruturas tinham quatro e seis pavimentos e entraram em colapso por volta das 6h30. Já foram identificadas duas vítimas fatais e três feridas; outras 17 estão desaparecidas sob os escombros.

Peritos da Polícia Federal encontraram fortes indícios de que uma série de gambiarras no circuito elétrico provocou o incêndio que atingiu o Museu Nacional há oito meses e o mantém a portas fechadas desde então.
