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Resilient Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetura e planejamento urbano podem combater as mudanças climáticas?

As mudanças climáticas têm sido um dos tópicos mais urgentes deste ano, e por um bom motivo. Seus efeitos são visíveis não apenas em habitats naturais, mas também em ambientes urbanos. A indústria da construção civil tem um papel importante nesta dinâmica. Ao longo do ano, eventos como a COP27 enfatizaram a importância dos esforços para zerar as emissões líquidas e os desafios enfrentados pelos países em desenvolvimento afetados por desastres naturais, cada vez mais devastadores. Possíveis direcionamentos rumo ao desenvolvimento incluem ações em vários estágios e escalas, desde a otimização de espaços verdes para controle de calor urbano até o uso de materiais de construção locais e inovadores para minimizar a pegada de carbono, ou a aprovação de leis que ajudam a criar ambientes urbanos e naturais mais sustentáveis.

Este artigo representa um resumo de artigos publicados no ArchDaily durante o ano de 2022 com temas relacionados às mudanças climáticas e o potencial da arquitetura para fazer a diferença. Ele divide o tópico em quatro questões principais: O que as cidades estão fazendo para mitigar o calor urbano? Como enfrentar o aumento do nível do mar? O que foi a COP27 e por que ela é importante? Os materiais de construção podem ajudar a atingir esses objetivos? A última seção apresenta um panorama das novas legislações aprovadas ao longo de 2022, como forma de entender como os governos estaduais e municipais estão impondo essa necessidade de mudança.

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O significado da COP27 para a arquitetura e a indústria da construção

A Conferência das Partes das Nações Unidas de 2022, também conhecida como COP27, foi realizada entre 6 e 18 de novembro de 2022, em Sharm El Sheikh, no Egito. A conferência contou com mais de 90 chefes de estado e cerca de 35.000 representantes, ou delegados, de 190 países. Essas conferências têm como objetivo encorajar e orientar os países a tomarem medidas efetivas contra as mudanças climáticas. Embora abordem mais questões, o ambiente construído é reconhecido por desempenhar um papel importante na garantia de que as metas de sustentabilidade sejam alcançadas.

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Proteção contra tempestades baseada na natureza

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“A supertempestade Sandy em 2012 foi um alerta para Nova York e fez a cidade perceber que precisava se preparar melhor para as mudanças climáticas”, disse Adrian Smith, vice-presidente da ASLA e líder da equipe de projetos de capital de Staten Island com a NYC Parks. Devido às tempestades de Sandy, “várias pessoas em Staten Island morreram e milhões foram perdidos em danos materiais”.

No 10º aniversário de Sandy, Smith, junto com Pippa Brashear, diretora da SCAPE, e Donna Walcavage, diretora da Stantec, explicaram como projetar com a natureza pode levar a comunidades costeiras mais resilientes. Durante a Semana do Clima de Nova York, elas conduziram centenas de pessoas por dois projetos on-line interconectados no extremo sudoeste da ilha: Living Breakwaters e seu companheiro em terra — o Tottenville Shoreline Protection Project.

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Redesenhando o caminho para uma arquitetura neutra em carbono: entrevista com CO Adaptive Architecture

A crise climática reformulou a arquitetura contemporânea. A sustentabilidade se tornou uma força orientadora importante no projeto e, por sua vez, os arquitetos estão repensando como devem construir. Para o escritório CO Adaptive Architecture, abordar a crise climática começa com uma prática orientada a processos. Juntos, Ruth Mandl e Bobby Johnston criaram uma empresa que incorpora como uma abordagem baseada em valores pode abordar as questões mais urgentes de nosso tempo. O resultado é uma arquitetura elegante e impactante trazida à vida com equilíbrio e finesse.

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Bairro flutuante em Amsterdã oferece uma nova perspectiva sobre circularidade e resiliência

Schoonschip é um inovador bairro circular de Amsterdã, um projeto comunitário definido para se tornar um protótipo para empreendimentos urbanos flutuantes. Com um masterplan elaborado pelo escritório de arquitetura holandês Space & Matter, o projeto compreende 46 residências em 30 lotes de água conectados por um cais e que emprega recursos descentralizados e sustentáveis de energia, água e sistemas de esgoto. Com o último de seus edifícios concluído este ano, o empreendimento apresenta uma estratégia de adaptação importante de ser considerada, em face das mudanças climáticas e da elevação do nível do mar.

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Anunciados Finalistas do Concurso FAR ROC para Rockaways Resiliente

Anunciados Finalistas do Concurso FAR ROC para Rockaways Resiliente - Urbanismo
© McGregor Coxall

O Concurso FAR ROC, lançado pouco depois do Furação Sandy ter atingido a costa leste, criado para uma proposta cuidadosa para uma península de 80 acres e 11 milhas de comprimento, que se prolonga no Oceano Atlântico na penílsula de Rockaways (no Queens, NY). A solicitação da proposta expressou a necessidade de explorar uma solução compreensiva para desenvolver a Averne East, uma área classificada pela Agência Federal de Gestão de Emergência como Zona de Tempestades que experimentou grandes danos de tempestades e continua a ser um local vulnerável para futuros desastres naturais. Enquanto o concurso focou neste lugar em particular, a intenção geral é desenvolver estratégias que pudessem ser apropriadas para regiões de vulnerabilidade semelhante em todo o planeta.

A primeira fase do concurso foi completada mês passado: quatro finalistas e seis menções honrosas foram anunciadas. Os quatro finalistas - Ennead Architects de NYC, EUA; Lateral Office de Toronto, Canadá; Seeding Office de London, Reino Unido; e White Arkitekter de Stockholm, Suécia - irão continuar na Segunda Fase com um orçamento de 30 mil dólares, com entrega no começo de Outubro.

Continue a ler na continuação para mais detalhes sobre os finalistas e as menções honrosas.