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Raquel Rolnik: O mais recente de arquitetura e notícia

Transmissão ao vivo da palestra de Raquel Rolnik sobre desenvolvimento econômico e as cidades brasileiras

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Assista ao vivo a palestra de Raquel Rolnik em Curuaru, onde a urbanista abordará o tema “Desenvolvimento econômico e cidades do Brasil: Por que continuamos reproduzindo a precariedade?” O evento, intitulado Diálogos Urbanos, é promovido pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifavip | DeVry.

Raquel Rolnik é conhecida por levantar a bandeira do direito à cidade, que vai muito além do acesso à água, luz, saneamento e mobilidade. Direito à cidade prevê a distribuição de todos os recursos que o meio urbano possa oferecer de maneira igualitária aos cidadãos.

Palestra com Raquel Rolnik em Caruaru: “Desenvolvimento econômico e cidades do Brasil: Por que continuamos reproduzindo a precariedade?”

Raquel Rolnik é conhecida por levantar a bandeira do direito à cidade, que vai muito além do acesso à água, luz, saneamento e mobilidade. Direito à cidade prevê a distribuição de todos os recursos que o meio urbano possa oferecer de maneira igualitária aos cidadãos.

Durante uma participação no programa Esquenta, da Rede Globo, Raquel Rolnik ainda ressaltou a importância de os cidadãos poderem participar da definição de como será a cidade em que moram. “As vezes aparece um baita viaduto no meio da rua. Quem é que resolveu fazer aquilo? Quem disse que tinha que fazer aquilo? Eu acho que nós deveríamos poder participar mais na decisão do que vamos fazer, aonde vamos fazer” exemplifica a urbanista.

Na palestra que será proferida em Caruaru-PE, no próximo dia 13 de abril, Raquel Rolnik abordará o tema “Desenvolvimento econômico e cidades do Brasil: Por que continuamos reproduzindo a precariedade?”. O assunto é propício para se repensar a realidade de Caruaru e cidades vizinhas.

O evento, promovido pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifavip | DeVry, se chama Diálogos Urbanos e terá inscrições gratuitas. As 500 vagas disponíveis deverão ser trocadas por um quilo de alimento não perecível, que será doado à Casa dos Pobres São Francisco de Assis.

Arquitetas Invisíveis apresentam 48 mulheres na arquitetura: Urbanismo

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Para celebrar o Dia das Mulheres, pedimos ao coletivo brasileiro Arquitetas Invisíveis, com sede em Brasília, que compartilhassem conosco parte de sua pesquisa que identifica e enaltece o trabalho das mulheres na Arquitetura e Urbanismo, elas gentilmente nos cederam este material - que apresenta 48 mulheres divididas em sete categorias: pioneiras, "nas sombras", arquitetura, paisagismo, arquitetura social, urbanismo e arquitetura sustentável – que será publicado separadamente durante esta semana.

Hoje, apresentamos as arquitetas relevantes no campo do urbanismo.

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No final das contas, 2014 não teve caos nem legado / Raquel Rolnik

2014 foi o ano da Copa. Lembra? Quando o país anunciou que havia sido escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014, imediatamente foi também veiculada a ideia de que este evento traria um “legado” para as cidades-sede, proporcionando a seus habitantes uma revolução nos transportes, a modernização da infraestrutura aeroportuária, a melhoria da mobilidade e o resgate de uma urbanidade incompleta, além de outros benefícios, como o incremento do turismo, com geração de empregos e aumento da renda para a população.

Naquele momento, e ao longo dos anos que antecederam o evento, outros, ao contrário, anunciavam que o país jamais teria condições de sediar um evento desse porte, que envergonharíamos o mundo com nosso amadorismo, nossas péssimas estradas e aeroportos, nossas cidades inchadas de carros e carentes de transporte público minimamente decente. Enfim, que a Copa no Brasil seria um caos…

“Em São Paulo há meia cidade no subsolo, formada só por garagens” / Entrevista do El País com Raquel Rolnik

Publicamos a seguir uma entrevista realizada por Talita Bedinelli, do jornal El País, com Raquel Rolnik, onde a arquiteta fala do novo Plano Diretor de São Paulo. A entrevista foi originalmente publicada no dia 3 de julho na página do El País. A seguir compartilhamos o texto retirado do Blog da Raquel Rolnik.

O novo Plano Diretor, aprovado pela Câmara na última segunda-feira, fará São Paulo passar por um grande período de transição que deve culminar na construção de uma cidade com prédios menos isolados e com uma maior interação entre os espaços públicos e privados. A opinião é da arquiteta Raquel Rolnik, uma das principais urbanistas do país, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) e ex-relatora da ONU para o Direito à Moradia Adequada.

Para ela, uma reforma urbana é extremamente necessária no país, que tem cidades “excludentes, feitas para poucos e voltadas apenas para o mercado”.

Leia a entrevista a seguir.

Uma outra cidade é possível? / Raquel Rolnik

Uma grande mobilização da sociedade civil no Recife, contra um megaempreendimento imobiliário a ser construído em terreno que pertenceu à Rede Ferroviária Federal (RFFSA), merece atenção porque tem a ver com processos em curso em várias cidades brasileiras hoje.

Em tempos de crescimento desenfreado do preço dos imóveis, especialmente em nossas metrópoles, e “expulsão” de moradores de menor renda para as periferias, a discussão sobre o destino de terras públicas é fundamental. Essas terras são praticamente a única oportunidade que temos de desenvolver projetos públicos, não lucrativos, em área bem localizada.

“Qual é o Jogo?” – Debate sobre a Copa do Mundo

A menos de dois meses para o início da Copa do Mundo da FIFA no Brasil, as discussões acerca do evento esportivo - suas consequências econômicas, sociais, políticas e culturais em curto e longo prazo - vem ocorrendo de forma cada vez mais inflamada. O panorama vem sendo aquecido ainda pelas diversas manifestações populares que irromperam neste último ano em todas as partes do país.

Num contexto tão controverso como este, onde argumentos positivos e negativos são constantemente lançados (colocando, quem sabe, em xeque a enraizada cultura do futebol?), a Associação Casa da Cidade, de São Paulo, promove no dia 8 de maio, quinta-feira, um debate sobre a Copa do Mundo no Brasil, lançando luz sobre seus impactos positivos e negativos.

Carnavalizar as ruas de São Paulo

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Quem vê essa foto certamente pensa que se trata do carnaval do Rio de Janeiro, do Recife ou de Salvador… Puro engano. Essa imagem é do carnaval de rua de São Paulo, que vem crescendo a cada ano. Para se ter uma ideia, um cadastro de blocos aberto pela prefeitura recebeu a adesão de 195 agremiações. Neste site é possível ver a programação e a lista dos blocos do carnaval de rua paulistano.

Um dos blocos mais antigos de São Paulo, Os Esfarrapados, fundado em 1947, percorre as ruas do bairro do Bixiga, um dos redutos do samba paulistano e da cultura negra da cidade. No Cambuci, o Bloco da Ressaca arrasta foliões desde 1984. De acordo com os organizadores, o bloco surgiu da vontade de proporcionar uma festa pública e gratuita pra comunidade, já que os ingressos para o desfile das escolas era caro, e também de resgatar a tradição carnavalesca da região. Foi no Cambuci que surgiu a primeira escola de samba de São Paulo, a Lavapés. Também as guerras de confetes eram tradicionais no bairro.

Finalmente uma Bienal de Arquitetura em busca da cidade

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A Bienal de Arquitetura de São Paulo finalmente se abriu para a cidade, sua complexidade, seus conflitos e contradições. Em sua décima edição, a Bienal trouxe como tema central “Cidade, modos de fazer, modos de usar”, rompendo com a melancolia dos anos anteriores – quando, a despeito da abnegação do IAB em não permitir que o evento simplesmente deixasse de existir, a Bienal converteu-se em algo entre mostra e feira de objetos arquitetônicos e propagandas institucionais de governos e seus parceiros corporativos, enquanto a cidade lá fora se desmilinguia…

MESA REDONDA: Cidades Rebeldes – as jornadas de junho e o direito à cidade

Debate de lançamento com Paulo Arantes (filosofia, USP), Ruy Braga (sociologia, USP), Raquel Rolnik (arquitetura e urbanismo, USP) e integrante do Movimento Passe Livre – São Paulo com mediação do curador da Bienal Guilherme Wisnik.

São Paulo: a voz das ruas e a oportunidade de mudanças / Raquel Rolnik

Ontem estive na manifestação contra o aumento das passagens em São Paulo. Há muitos anos eu não via nada parecido. Aliás, é muito estranho a imprensa falar em 65 mil pessoas na manifestação. Eu diria que tinha muito mais que 100 mil… Pensando sobre o que aconteceu ontem, me lembrei de quando, lááá atrás, nós estávamos derrubando a ditadura, lutando por eleições diretas, reconstruindo as representações políticas do país. Naquela época nós íamos pra rua com nossas próprias faixas, bandeiras e cartazes, feitos em casa por nós mesmos, muito antes dessa era em que candidatos a representantes são vendidos que nem sabonete ou outro produto qualquer, com campanhas de marketing milionárias.

Copa do Mundo e Jogos Olímpicos: “O espetáculo e o mito” / Raquel Rolnik

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