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Pré-fabricação: O mais recente de arquitetura e notícia

Clássicos da Arquitetura: Casa no Butantã / Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro

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Se as duas vigas transversais das extremidades da laje de cobertura descessem formando as empenas externas do pavimento principal, se encontrariam perfeitamente com o perímetro da laje de piso. Se as vigas longitudinais não avançassem vinte centímetros em balanço sustentando e afastando das vigas as empenas externas de concreto, não haveria espaço para a calha superior e não se criaria uma brecha no piso principal para iluminar indiretamente o interior. Se nas laterais desse piso não fossem levantadas muretas externas de blocos de concreto, não se formaria nas fachadas dois planos sobrepostos e uma sombra constante entre eles, e às vezes um terceiro plano intermediário.

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Por que é hora de abandonar a pré-fabricação?

Este artigo por Chris Knapp, diretor do Built-Environment Practice, foi originalmente publicado como "O Fim da Pré-fabricação". Knapp convoca ao fim da pré-fabricação como uma diretriz de projeto, ressaltando seu fracasso - que dura já um século - em viver sua promessa, bem como a possibilidade oferecida pela mais recente tecnologia de "produzir em massa a singularidade".

Leia mais abaixo.

Este artigo não apresenta uma citação exaustiva de cada lacuna na história da pré-fabricação e nem permite muita referência aos poucos sucessos da pré-fabricação na aceitação cultural - Japão e Escandinávia assumem o comando a este respeito. No entanto, dito isto, deve-se refletir sobre esta série de falhas utópicas na evolução da pré-fabricação e se questionar por que os arquitetos não conseguiram capitalizar eficientemente esta técnica.

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China propõe arranha-céu pré-fabricado: revolução ou loucura?

O mundo da arquitetura se inquietou com a notícia de uma empresa de construção civil chinesa que planeja construir o edifício mais alto do mundo - e que o fará em apenas 90 dias utilizando prioritariamente técnicas de pré-fabricação.

A construção da torre de 838 metros de altura na cidade de Changsha, chamada Sky City One, estava prevista para começar em junho.

Após o projeto ter sido anunciado, conversamos com Christian Sottile, Diretor da Escola das Artes Construtivas da Savannah College of Art and Design, que nos apresentou sua visão do por que o projeto é um retrocesso para a vivência de arquitetura e urbanismo.

Mas nem todo mundo é tão cético frente ao Sky City One. Stan Klemanowicz, arquiteto e urbanista da Project Development Associates, de Los Angeles, contatou nossa equipe para esclarecer porque o projeto é, na realidade, algo revolucionário. Ele nos permitiu publicar sua resposta à crítica do Mr. Sottile.

Leia as opiniões divergentes de Sottile e Klemanowicz na continuação...

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