O Museu da Estátua da Liberdade está prestes a ser inaugurado em Liberty Island, Nova Iorque. Projetada pelo escritório FXColaborative, liderado por Nicholas Garrison, a proposta de 26 mil metros quadrados busca criar a ilusão de uma estrutura que se ergue da terra.
https://www.archdaily.com.br/pt/916217/museu-da-estatua-da-liberdade-esta-prestes-a-ser-inaugurado-em-nova-iorqueNiall Patrick Walsh
Colmeia, kebab, abacaxi... chame do que quiser, mas o projeto Vessel em Nova Iorque conseguiu atrair a atenção da mídia e do público desde que foi inaugurado há algumas semanas - e não apenas por sua inusitada forma, mas também pelas belas vistas panorâmicas que oferece em sua cobertura.
Percebendo a infinidade de apelidos atribuídos à nova atração de Hudson Yards, o designer de arquitetura e ilustrador Chanel Dehond selecionou alguns dos mais divertidos e os transformou em desenhos.
A arquitetura, tal como a arte, possui a capacidade intrínseca de inspirar e emocionar as pessoas. Muitas vezes, edifícios e espaços nos deixam marcas tão profundas que as carregamos conosco ao longo de nossas vidas, especialmente quando a arquitetura transforma e ecoa as memórias de um lugar.
The Mask é um espaço de contemplação, um refúgio arquitetônico e um retiro espiritual. Concebido pelos arquitetos da WOJR, o edifício foi projetado para um indivíduo que perdeu seu irmão mais novo, afogado em um lago em Ithaca, Nova Iorque. Depois da tragédia, o lago tornou-se um sinônimo de luto e reflexão, um espaço contemplativo em memória do falecido irmão.
O escritório Skidmore, Owings & Merrill divulgou novas imagens de seu projeto para a 35 Hudson Yards, uma torre que fará parte do maior empreendimento imobiliário privado da história dos Estados Unidos. Com cerca de 300 metros de altura, o edifício será o mais alto do masterplan.
Paul Clemence compartilhou conosco mais uma série de fotografias, desta vez, mostrando o andamento das obras do arranha-céu 111 W 57 Tower, projetado pelo escritório SHoP Architects em Nova Iorque. Nas imagens, a fachada de vidro e terracota parece praticamente concluída. Com inauguração prevista para este ano, a torre se elevará acima do famoso Empire State Building, oferecendo vistas inigualáveis para o skyline da cidade.
O American Institute of Architects de Nova Iorque apresentou os vinte e sete projetos premiados no Design Awards de 2019. O juri do AIANY, composto por arquitetos, educadores, críticos e urbanistas independentes, levou dois dias para deliberar a sua decisão final à respeito do prêmio. Para cada uma das cinco categorias, os projetos vencedores receberam menções de “honra” ou “mérito”, escolhidos por suas qualidades propositivas, inovadoras e soluções técnicas.
O famoso Chrysler Building de Nova York está novamente à venda, pouco mais de 20 anos depois de ter sido adquirido pela última vez. De acordo com o Wall Street Journal, os atuais proprietários de uma das mais icônicas estruturas da "Big Apple", colocaram-na oficialmente no mercado, embora o valor do edifício ainda não tenha sido divulgado. Projetado por William Van Alen, o edifício havia sido adquirido pela Tishman Speyer em 1997. Como uma das silhuetas mais conhecidas do skyline de Nova York, o Chrysler Building é admirado por seus detalhes Art Deco inspirados nos automóveis de época produzidos pela Chrysler.
O New Museum é o produto de uma visão ousada para estabelecer um centro radical e politizado de arte contemporânea na cidade de Nova York. Com o objetivo de distinguir-se das instituições de arte existentes na cidade com um foco em artistas emergentes, o nome do museu incorpora seu espírito pioneiro. Nas duas décadas seguintes à sua fundação, em 1977, ganhou uma forte reputação de seu programa artístico, e eventualmente cresceu mais que sua discreta sede em um loft no SoHo. Para estabelecer uma presença visual e atingir um público mais amplo, em 2003, o escritório japonês de arquitetura foi contratado para projetar uma nova sede para o museu. A estrutura resultante, uma pilha de caixas retilíneas que se erguem sobre Bowery, seria o primeiro e, até agora, o único museu de arte contemporânea construído propositadamente em Nova York. [1]
A decisão de estruturar um filme dentro de uma marcação temporal específica provou geralmente subtrair uma certa seriedade e credibilidade diante do público das gerações futuras, sobretudo dentro do cinema de ficção científica e de futuros catastróficos. Ainda que "Fuga de Nova Iorque" não seja a exceção a regra, sua referência temporal expirada ganha um novo valor, pois nos permite examinar o contexto histórico em que foi produzida e os fantasmas sociais onde encontrou a base para seu argumento.
O filme adota um futurismo negro, similar a distopia (término muitas vezes utilizado como sinônimo), refere-se a um futuro hipotético onde a humanidade atravessa uma realidade mais escura do que brilhante. Enquanto a distopia opta por um claro enfoque onde a maior parte dos elementos que compõem a sociedade estão em desequilíbrio, o futurismo negro é mais um sentimento generalizado de pessimismo, onde certos elementos põem em questão o desenvolvimento da humanidade.
Se algo caracterizou ao longo dos anos a saga dos games "Final Fantasy" é a profundidade das suas histórias e personagens, assim como o desdobramento imaginativo para recriar seus mundos extraídos praticamente de sonhos. A etapa, da qual esteve encarregado Hironobu Sakaguchi, fundador da saga, é amplamente reconhecida por explorar todos estes elementos, a nível de considerar seus trabalhos como obras-primas; impecáveis mundos de fantasia nos quais o jogador se encontra profundamente imerso como na melhor das literaturas ou no filme mais clássico.
Dentro de todas aquelas fantasia, talvez a que agora é nosso tema de análise, é, de fato, a mais incompreendida. Nem os críticos, nem o público em geral a receberam com ânimo, feito que levou a falência a companhia Square, que a produziu, carregando um maior estigma e rejeição como se fosse uma lenda obscura.
A 42nd Street de Nova Iorque é uma das avenidas mais visitadas da cidades, reunindo em seus 3,5 quilômetros de extensão alguns pontos emblemáticos como a Times Square, a Biblioteca Pública, o edifício Chrysler, a praça das Nações Unidas, o Edifício da ONU e alguns importantes teatros.
Seu aspecto atual é decorrente de um plano de regeneração urbana implementado nas décadas de 1970 e 80. Contudo, para continuar intervindo nessa rua, o Instituto para a Mobilidade Urbana Racional (IRUM) e a organização cidadã Vision 42 lançaram o concurso internacional Vision42Design, com o qual buscavam projetos que permitissem a implementação de uma linha de VLT, planejada há mais de 40 anos.
O único requisito era que os projetos cumprissem com os seguintes objetivos: criar um espaço que seja amigável com os pedestres, livre de automóveis e que conte com um bulevar sustentável. A seguir, mostramos quatro propostas finalistas do concurso que reuniu mais de 200 inscritos.
Devido à complexidade e ao academicismo de seu conteúdo, poucas vezes os conflitos urbanos foram matéria prima para a trama de filmes hollywoodianos (que não sejam documentários). No entanto, o coletivo espanhol Left Hand Rotation criou em "Ficción Inmobiliaria" um relato cinematográfico sobre 16 filmes comerciais baseados em tramas urbanas aparentemente tão distintas quanto zumbis consumidores de espaço urbano (Cockneys vs Zombies), a resistência de adultos mais velhos diante da renovação urbana (Homebodies), a ameaça das rodovias em uma cidade de lápis e papel (Uma Cilada Para Roger Rabbit) ou a corrupção política e a especulação imobiliária na Itália dos anos 60 (As mão sobre a cidade).
Em 21 minutos, Ficción Inmobiliaria levanta16 leituras contemporâneas sobre esses conflitos urbanos, tão presentes porém tão travestidos nos dias de hoje. Segundo seus criadores, "nessa colagem de ficções, nas quais a cidade e seus habitantes são os protagonistas, se escode o registro dos conflitos urbanos associados ao modelo socioeconômico de uma época."